Snapchat – 11 Dicas para Cativar o Público Com Notícias

Snapchat - 11 Dicas para Cativar o Público Com Notícias

O Snapchat está ampliando sua base e conquistando novos usuários além de seu público de adolescentes.

Na semana passada, o The Wall Street Journal, publicou que 14% dos usuários de smartphones nos EUA com mais de 35 anos estão em Snapchat.

Ao aumentar sua base, com pessoas de maior faixa etária, o app ganha solidez.

Provavelmente, fãs mais jovens do aplicativo estejam o abandonando por não gostarem da ideia de ter que compartilhar este espaço com usuários mais velhos. Porém, essa é uma boa notícia para meios de comunicação e blogs espalhados pelo mundo e que estão à procura de novas maneiras de atingir esse público, anteriormente inexplorados dentro da plataforma.

Se você é novo no Snapchat, nós explicamos funções básicas aqui em nosso guia para iniciantes. Comece por ele caso suas habilidades no aplicativo sejam limitadas.

Se você já o conhece bem e procura novas formas de engajamento para sua marca, veja como aumentar seu público no Snapchat.

HISTÓRIAS NO SNAPCHAT

Ao fazer um snap, você pode envia-lo diretamente para um amigo ou adicioná-lo em “My Stories”. Se você escolher a última opção, abrirá seu conteúdo para um público muito mais abrangente, que poderá visualizá-lo durante 24 horas após sua publicação.

Indo além, o recurso permite criar histórias mais longas, reunindo fotos e vídeos – com até dez segundos de duração – em ordem sequencial.

Isso incentiva o público a se engajar com a sua marca por mais tempo e também a identificar qual tipo de conteúdo mantém a atenção das pessoas ou as dispersa.

Será que o público abandona a sua história após ver sua terceira publicação? Será que ele vê tudo o que você posta? Preste atenção. Sem os conhecidos “likes” ou “corações” para te ajudar a determinar o sucesso do seu conteúdo, essa é uma ótima maneira de conseguir alguma informação.

Jornalistas, blogueiros e grandes publicações estão usando esse espaço para compartilhar trechos de notícias de forma rápida, mostrar o seu lado pessoal e ganhar a confiança de seu público-alvo.

Essa é uma abordagem fácil e divertida, mas suas publicações não podem ser esporádicas.

Aqui estão onze dicas de como engajar e informar o seu público com notícias de última hora e ao vivo.

1 – Crie uma série explicativa.

Os Millennials amam notícias e eles se preocupam com suas questões mesmo que sua leitura seja diferente. Forneça a eles fatos rápidos, com uma série de snaps com fotos e vídeos divertidos acompanhados de informação. Para temas difíceis, como política, essa é uma maneira agradável para informar e educar de forma instantânea.

Crie uma série explicativa.

Uma rápida visão do Snapchat da The Skimms sobre a dívida de Porto Rico e como isso afeta os EUA.

2 – Faça uma pergunta.

Quem não gosta de perguntas inteligentes? Comece o dia fazendo um jogo de verdadeiro ou falso com seu público ou com uma questão de múltipla escolha. Faça relação com uma história que você está escrevendo ou ao veículo ou marca para quem você trabalha. Isso mostra aos seus espectadores quem você é. Compartilhe a pergunta e as respostas por meio de fotos e vídeos para criar uma linha de pensamento. Quando as publicações são feitas de forma continua e criativa os espectadores podem voltar em busca de mais diversão.

3 – Realize entrevistas rápidas.

“Pinga fogo” com respostas rápidas é uma maneira emocionante para ter interação personalizada por meio de vídeo do Snapchat. Faça uma série de perguntas rápida com alguém que você esteja entrevistando e compartilhe ou mostre o local onde isso está acontecendo. Você também pode fazer isso com sua própria equipe, perguntando sobre qual tema as pessoas estão trabalhando, suas preferências e muito mais.

3 – Realize entrevistas rápidas.

A jornalista da Forbes, Natalie Sportelli vai até o restaurante Luke’s Lobster, e compartilha um “pinga fogo” com seu fundador, Luke Holden.

4 – Crie um ponto frequente.

Dê ao seu público algo em que ele possa confiar. Abordar um assunto semanal ou diário sobre algo que esteja em alta em sua publicação pode ajudar a manter o seu público sintonizado. Comente produtos ou cubra a notícia mais importante do dia para manter seus espectadores ligados no seu Snapchat ao longo do dia.

Crie um ponto frequente.

Cenas de série diária da CBS News com as principais notícias do dia.

5 – Deixe sua equipe ajudar.

Sua conta do Snapchat não deve ser apenas responsabilidade da equipe de mídias sociais ou de marketing. Se você tem funcionários que dominem o aplicativo, dê a eles algum tempo como mestre de cerimonias. Algumas políticas internas para seu uso e um treinamento devem ser colocadas em prática, mas isso pode gerar ainda mais engajamento.

6 – Traga-os para o seu mundo.

Mostre para seu público os bastidores de um evento que você está participando, o processo para elaborar uma notícia ou uma reunião de equipe dentro do seu escritório. As pessoas gostam de conhecer a personalidade de uma marca – especialmente se usam o Snapchat – e a melhor maneira de fazer isso é leva-las para um passeio com você. Ver o trabalho que você faz ajuda a criar credibilidade e pode impulsionar conexões emocionais e construir confiança.

Condé Nast Traveler Snapchat

Os funcionários da Condé Nast Traveler levando espectadores para um passeio – desta vez sobre o rejuvenescido rio Queen Mary 2.

The New York Times Snapchat

Equipe do The New York Times compartilha um vídeo ao vivo na apresentação, de alta costura, da Chanel em Paris.

7 – Convidado Snapchat.

Convide uma pessoa de seu interesse para fazer publicações diretamente de sua conta por algumas horas. O convidado poderá ser alguém que você apresentará em uma próxima matéria, ou ser o representante de uma marca parceira. Isso é uma atividade popular no Instagram, os convidados expõem o público a novos conteúdos, expandem seu alcance e aumentam sua comunidade. Se tudo der certo, isso gerará novas ideias para a sua equipe sobre como ou o que compartilhar daqui para frente.

8 – Compartilhe um teaser.

Faça com que os espectadores do seu Snapchat se sintam como privilegiados, com acesso VIP às informações confidenciais. Revele o design da capa da sua próxima edição, mostre trechos de uma história que não será lançada agora para o público em geral ou compartilhe as próximas novidades. Seus seguidores vão se sentir parte do seu projeto. Eles até podem procurar mais detalhes sobre você fora do aplicativo.

Compartilhe um teaser.

Casey Newton do The Verge mostra um pouco do recurso Snapchat Memories, disponível apenas para alguns usuários atualmente.

9 – Foco na narrativa.

Faça com que sua história tenha começo, meio e fim. Em um mundo social que está dominado por selfies, vídeos de shows e fotos de comida, uma história que funciona como uma narrativa tem uma boa chance de se destacar. Múltiplas partes de uma história direcionam a curiosidade de seus espectadores para vê-la por inteiro.

10 – Aumente seus limites criativos.

Todas as ideias para as notícias acima podem caber muito bem em qualquer outra rede social, se você não fizer isso do “jeito Snapchat”. Seja criativo com etiquetas, filtros e ferramentas de desenho. A intenção original do aplicativo é ser um espaço criativo. Então, seja ousado e tente se divertir. Clichês, piadas, hashtags irônicas e trocadilhos podem não funcionar para o tipo de conteúdo que você está acostumado a publicar, mas são apropriados para a plataforma e ajudam a implementar um tom mais coloquial e bem-humorado.

Aumente seus limites criativos.

Washington Post publicou uma série de piadas divertida para o dia dos pais.

11 – Peça feedbacks.

O Snapchat não é uma mídia social comum e ter um feedback pode ser um desafio. Seja criativo ao pedir a opinião de seus seguidores. A plataforma permite interação direta entre duas pessoas. Você também pode ver quem tirou um “print” do seu conteúdo. Pergunte ao seu público se eles gostaram da sua publicação e o que mais lhe chamou a atenção em sua série de snaps. Peça que enviem um comentário ou uma imagem com sua opinião. Eles podem ajudar a determinar o que está gerando buzz, o que querem ver e o que evitar.

Texto traduzido do post escrito por Anna Jasinski no Blog Beyond PR, no dia 13 de julho de 2016. Anna Jasinski é Gerente de Relacionamento com Audiências na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e Mais

Bem-vindo a mais recente edição do Around the Wire, post da PR Newswire sobre jornalismo, blogs e histórias de freelancers da semana passada.

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e Mais

#1 – Acidente do TransAsia e o Avanço das Dashcams no Jornalismo
Christian Science Monitor

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e MaisInicialmente utilizado como um meio de proteção a motoristas na Rússia, as dashcams têm aumentado a sua popularidade com mais novidades de captura em vídeos. Na semana passada, por exemplo, um dashcam capturou a queda livre do vôo GE235 da TransAsia. E não é a primeira vez que algo dramático foi capturado a partir do painel de um veículo. No ano passado, um meteoro foi visto cruzando o céu. Ecoando a natureza expansiva de cobertura de notícias de hoje, essas câmeras tendem a capturar o que antes era inimaginável.

 

 

 

#2 – O que é o Jornalismo de Dados
Vox

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e MaisA Vox começa a abordar o reino do data jornalismo. Eu me perguntei: O que é isso? Simplesmente é “o jornalismo baseado em dados”. Considerando que o jornalismo tradicional pode ser derivado de uma série de fatores, nesse caso, é estritamente a partir de dados cultivadas sobre um determinado assunto.

A parte interessante do plano da Vox é o seu objetivo de criar uma equipe interativa interna e, ao mesmo tempo, utilizar o público nesse processo.

 

 

 

#3 – Surpresa! Recursos Escassos Preocupa Jornalistas Investigativos
Poynter

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e MaisTodos nós temos preocupações no local de trabalho em relação a nosso sucesso. Para os jornalistas investigativos, a preocupação atual é a falta de recursos. Tanto é assim que outras questões abordadas no mais recente estudo do Centro de Pesquisas Pew nem sequer apareciam no mesmo patamar, e muito menos estagnadas.

 

 

 

 

 

#4 – Site da Fox News Publica Vídeo da Execução do EI na integra
The New York Times

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e MaisIsso está lentamente se tornando um tema este ano. O que é apropriado para fontes de notícias anexarem aos seus produtos? No início do ano, organizações discutiram se devem ou não postar imagens de Maomé, pensando no caso do tiroteio no Charlie Hebdo. Esta semana, as imagens horríveis da execução de um piloto jordaniano pelo EI voltou a essa questão. A Fox News escolheu postar o vídeo inteiro, sem edição. O único grande veículo de comunicação a fazer isso, se destacando com uma posição ousada. Será que não importa o contexto para relatar e distribuir imagens, ou não há necessidade de critérios? Alguns argumentam que isso vai contra os princípios do próprio jornalismo.

 

 

#5 – Media News and Moves da semana de 2 de Fevereiro
PR Newswire’s Media Moves

O Avanço das Dashcams, Jornalismo Investigativo e MaisO Media Moves mantém você atualizado com “quem foi para onde” no mundo dos meios de comunicação. A edição desta semana inclui as promoções no Chicago Tribune e The Wall Street Journal, um complemento para no metro desk do The New York Times e as caras novas do pessoal da The New Republic.

Inscrever-se no Blog Beyond Bylines ou adicionar o feed RSS para conhecer as tendências de mídia, entrevistas, perfis de jornalistas e de blogs, enviados diretamente para seu e-mail ou leitor de feeds.

 

 

Este texto foi traduzido do post escrito por Ryan Hansen no Blog Beyond Bylines, no dia 06 de fevereiro de 2015.

Ryan Hansen é Pesquisador de Audiência da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Segredo de Relações Públicas no Relacionamento com a Mídia

James Pearson, EVP de Comunicação Corporativa do Grooveshark, ajuda os profissionais de Relações Públicas e desvenda o Relacionamento com a Mídia.

Segredo de Relações Públicas no Relacionamento com a Mídia

Novas ferramentas de comunicação têm, em alguns aspectos, atualizado as táticas publicitárias, direcionam e cultivam relacionamentos com jornalistas. A mídia social tornou-se um novo caminho para os profissionais de Relações Públicas atingirem diretamente influenciadores e comunidades on-line, tais como o ProfNet que amplifica a divulgação ligando especialistas e porta-vozes com jornalistas ativos e a procura de citações e comentários.

Isso nada mais é do que ambas as partes simplesmente compartilhar um interesse comum para ganhar grande cobertura da mídia. Deve haver uma troca de valores em ambos os lados.

Se você quer que sua história de marca seja contada com precisão, não pense em seu relacionamento com a mídia como o envio de material com o assunto redigido de um especialista para um repórter. Em vez disso, no campo assunto, pense como sendo um especialista conversando com outro. Este tem sido um princípio firmemente defendido por EVP de Comunicação Corporativa do Grooveshark, James Pearson, que lidera as relações com a mídia e os esforços da empresa para mudar a forma como a indústria da música e os consumidores pensam sobre streaming de música online.

Pearson irá discutir este assunto em detalhes durante o próximo webinar, “You Had Me at Hello: Dicas para construir relacionamentos com a mídia e formadores de opinião para atingir o público desejado”. Cadastre-se agora: “You Had Me at Hello.

“Dez anos atrás, quando eu estava na Razorfish e fomos explicar para as empresas que a presença na web seria – e foi – baseada em encontrar e cultivar relacionamentos com os repórteres e que não exigia explicação”, diz Pearson. “Nós desenvolvemos relacionamentos em torno do fato de que eles simplesmente entenderam”.

Agora que Grooveshark é um poderoso player de streaming de música da web, Pearson depende da cobertura independente de repórteres para contar a história da marca com integridade. Ele faz questão de ir ao encontro daqueles que, não só entender a tecnologia por trás do Grooveshark, mas que também são peritos sobre a evolução da indústria da música.

“Por exemplo, os especialistas em música do The Wall Street Journal estão à frente em termos de contar a história real sobre próximos dez anos do Grooveshark no mundo dos negócios”, explica Pearson, “Encontre os jornalistas que querem o que você tem. Imprensa é o homem feito clima, por isso as melhores equipes de comunicação corporativa simplesmente encontram os “fazedores de chuva” para contar a história orgânica da sua marca”.

Para os objetivos de Relações Públicas no Grooveshark, Relacionamento com a Mídia ainda é como encontrar os repórteres certos, dizendo-lhes a verdade nos termos mais simples sobre os valores centrais da empresa e claramente ilustrando (por que é uma notícia). As ferramentas de distribuição modernas ajudam a aumentar essa conversa, fomentando o engajamento de comunicação com uma conexão imediata com a mídia.

Texto traduzido do post escrito por Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 05 de fevereiro de 2015.

Shannon Ramlochan é Coordenadora de Marketing de Conteúdo da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Google “ame-o ou deixei-o” – Políticas de Privacidade e Integração

No começo do mês, o jornal americano The Wall Street Journal publicou um artigo sobre o polêmico modo como o Google vem “incentivado” as pessoas a usarem a sua rede social Google+. A criação da rede social teve como objetivo concorrer e impedir o domínio do Facebook no segmento. Porém, hoje também está sendo usada como um ativo estratégico na integração de todos os serviços prestados pelo Google, como o Youtube e o Gmail. A polêmica surgiu quando internautas americanos sentiram-se ameaçados com algumas ações entre os serviços da empresa.

Privacidade

No final de 2012, o Google começou a exigir que os comentários sobre os Apps disponíveis no Pay Store (loja online de apps do Google) fossem feitos através do perfil pessoal do Google+, evitando assim comentários anônimos e vinculando o comentário ao perfil do usuário na rede social. Essa integração permite que seus amigos vejam as suas resenhas sobre Apps, Livros, Jogos e outras opiniões particulares através da rede social.

O site especializado Tecmundo, em uma publicação de janeiro de 2012, relata que a própria organização notificou seus usuários sobre os novos termos de serviço e política de privacidade. Em resumo, os termos relataram que, durante o uso de um dos serviços do Google, os dados de navegação serão integrados com os obtidos em seus outros produtos.

Tendo hoje o Google+ como “Hub” para integrar todas essas informações, o Google consegue traçar um perfil mais exato sobre seus usuários por meio de uma única conta, unindo todos os serviços da organização e a forma como cada pessoa os usa.

Mas por que isso é interessante para o Google?

95% da receita da empresa derivam de publicidade, e esse cenário propicia maior informação para os anunciantes sobre como atingir seu público, propondo ferramentas baseadas nos hábitos dos internautas e tendo como produto o conteúdo direcionado.

O que o internauta ganha com a integração? Por exemplo: se um jornalista que escreve publicações sobre o mercado financeiro e utiliza o buscador do Google para pesquisar assuntos relacionados ao tema, quando esse profissional acessar o Youtube, provavelmente terá sugestões de vídeos de empresas que usam esse canal para divulgação de resultados ou relacionamento com investidores. Quando acessar a Pay Store, aplicativos relacionados a economia e livros financeiros serão sugeridos, promovendo maior assertividade de acordo com seu perfil profissional.

O que o internauta perde? “Privacidade”.

Se direcionar conteúdo é a parte benéfica e produto final para os usuários, anunciantes e para o próprio Google, a parte “ruim” é que com essa nova proposta a empresa manterá forte monitoramento das atividades dos internautas na rede, observando com quem se relacionam, conteúdo que acessam, onde estão ou onde costumam ir (geo localização), entre outras informações.

Como não existe um filtro para dizer quais dados pessoais você gostaria de fornecer ao Google, a situação é radical. Para os que não veem problemas nisso, basta tirar vantagens do conteúdo direcionado. Já os usuários que não concordam com a política de privacidade podem cancelar suas contas no Youtube, Gmail, Google+, Play Store, Picasa, Blogger e demais serviços da empresa.

Resta saber se é possível para um internauta viver sem todos esses serviços.

Saiba mais em:
•The Wall Street Journal
•Tecmundo

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire