O Melhor Horário para Enviar um Press Release

O Melhor Horário para Enviar um Press Release

Eu sou uma profissional RP por mais anos do que eu gostaria de lembrar. Vamos apenas dizer desde algum lugar entre a Revolução Industrial e a Evolução da Internet e por ai vai. Eu já vi muitas mudanças em nosso ofício durante esse tempo, mas a única constante parece ser o envio de press release às 8:00 AM.

Sendo esta uma das estações mais movimentadas sobre balanços financeiros do ano, parece pertinente discutir sobre este tema.

Para as empresas públicas, 08:00 AM faz sentido – notícias que influenciam as ações dos investidores é melhor quando enviada antes da abertura do mercado, ou depois que ele é fechado. Mas, por que as empresas privadas fazem a mesma coisa?

Tradição. Inércia. Zona De Conforto. Seja lá o que for que mantém você nessa rotina, talvez seja hora de mudar. Eis o porquê:

Volta ao dia.

Houve um tempo em que você precisava enviar o seu comunicado de imprensa por telex ou fax para redações no início da manhã. Secretários ou a equipe de ajudantes pegavam uma pilha de papéis que despejadas pelas máquinas durante a manhã, selecionavam, e em seguida colocavam nas mesas dos repórteres, analistas e editores responsáveis que então, filtravam o conteúdo, esperando algo para chamasse sua atenção.

O senso comum dizia que tudo que chegasse depois que o jornalista colocasse seu café da manhã na mesa seria ignorado até o dia seguinte.

Também diziam que enviar um release entre as oito em ponto e as oito e meia também aumentariam as chances de ele ser visto. Como eu disse, estou nisso há muito tempo…

A Internet mudou tudo isso.

O que temos agora é um congestionamento de notícias em horários de pico que podem resultar em seu comunicado passar despercebido. Com o foco em resultados de busca e engajamento, o foco é que o release seja notado além dos jornais. Blogueiros, freelancers e trade jornalistas consomem notícias diretamente agora, assim estão mais amarrados ao calendário editorial e dia do envio, do que a hora do envio.

Então, o que fazer?

Claro, se sua empresa ou cliente está cotada na bolsa, qualquer notícia financeira tradicionalmente é enviada antes do horário de abertura ou depois do horário de fechamento do mercado. Isso não limita empresas privadas, mas a maioria delas envia seus comunicados de imprensa ao mesmo tempo. Uma cliente me disse recentemente que ela sempre emitia na mesma hora porque creditava mais jornalistas estariam acompanhando e as chances de ser vista seriam maiores. Então, ela tentou enviar o release às 08h17 e ela atingiu jornalistas que ela nunca tinha atingido antes.

O Melhor Horário para Enviar um Press Release

Você pode se beneficiar com emissões entre as oito em ponto e as oito e meia se o seu principal target está for agências de notícia (wire) e jornais, e se você for uma grande marca. Caso contrário, se você representa uma empresa pequena, uma nova marca ou seu objetivo é alcançar os trade jornalistas, revistas de negócios, blogueiros ou ter visibilidade online onde palavras chave são mais importantes, você pode escolher horários não tradicionais para enviar seu comunicado de imprensa – 8:11 AM, 7:24 AM e assim por diante. São alguns minutos que podem fazer toda diferença.

Isso funciona em todos os lugares?

Isso funciona no mundo todo. Que eu saiba, nenhum país exige que a sua mensagem seja enviada precisamente em uma hora específica, minuto e segundo. Você determina um intervalo de horas, que permita um pouco de flexibilidade.

Enviar um release para o exterior de manhãzinha ou tarde da noite, na hora local, não gerará o tipo de engajamento que a maioria dos comunicadores precisam.

Você quer que as suas notícias cheguem aos computadores e dispositivos mobile na hora em que os jornalistas estão trabalhando. Nossa cultura é única onde trabalhamos 24h por dia. A maioria dos jornalistas começam a trabalhar as 9 horas da manhã, e levam alguns minutos para beber seu café, iniciar seu computador e se acomodar. O melhor horário para um press release ser enviado é após às 09h15 e antes das 09h30, se você está querendo sucesso logo cedo.

Dica: Não envie um release para distribuição após às 16h00 (hora local) – os jornalistas estarão escrevendo freneticamente na esperança de acabar logo o trabalho.

Texto foi traduzido do post escrito por Colleen Pizarev no Blog Beyond PR, no dia 23 de abril de 2015.

Colleen Pizarev é vice-presidente de Communications Strategies in International Services da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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Google Eleições: Marketing, Política e Jornalismo Digital

Muito já conversamos sobre as mudanças no comportamento do consumidor com o surgimento das mídias digitais. Mas e no comportamento dos eleitores?

Google Eleições: Um pouco de Marketing, Política e Jornalismo Digital

Vamos pensar no lado mercadológico das eleições. Os candidatos, sejam eles para presidente ou governador, estão para os eleitores como os produtos para os consumidores. Concorrem entre eles para conseguir conquistar a confiança dos eleitores e arrecadarem votos. O horário eleitoral gratuito nada mais é do que um espaço para comerciais políticos. Debates televisivos são o test-drive para os candidatos. Puro sampling, na linguagem do marketing.

Os candidatos são convidados pelas emissoras de televisão para serem entrevistados. Ainda fazendo comparações, puro merchandising eleitoral. Também não podemos esquecer as pesquisas de intenção de voto do Datafolha, IBOPE entre outros institutos. Você conhece o termo “market share”? Olha ele ai também presente nas eleições. Espera: as palavras “presente e eleições” na mesma frase parece “compra de voto”.

Temos também práticas mais agressivas como a “boca de urna” que assemelha-se ao marketing de guerrilha. Será que Jay Conrad Levinson concordaria com essa comparação?

Todas as ações acima já existiam antes do Google, continuam e provavelmente continuarão existindo. Mas hoje o eleitor tem outros meios para coletar informações e ser persuadido pelos seus candidatos. Basta colocar no nome do político no buscador que uma enxurrada de resultados de busca inunda seus olhos nos mais diferentes formatos de informação. Imagens, Notícias, Vídeos, Blogs e muitos outros.

Os próprios candidatos difundem suas mensagens pela rede. Seus comitês eleitorais mantem seus sites ativos assim como suas diferentes páginas e perfis nas redes sociais interagindo como o público (principalmente nessa fase pré-eleição). Por outro lado, os eleitores também usam as ferramentas online para descobrir mais sobre os candidatos e expressar suas visões políticas.

Google Eleições: Um pouco de Marketing, Política e Jornalismo Digital

Plataforma Google Política & Eleições

O Google em prol do voto consciente estabeleceu parcerias com o Tribunal Superior Eleitoral, ONG Transparência Brasil e mais de 30 veículos de imprensa para criar uma plataforma neutra e tornar informações e notícias mais acessíveis aos internautas durante as eleições deste ano.

Após experiências em outros países, o Google Política & Eleições está no ar desde o dia 11 de setembro e promete ajudar o eleitor a escolherem seu candidato. A plataforma tem uma série de recursos para isso:

#1. Encontre e conheça seu candidato. O site tem uma área para encontrar informações sobre os candidatos. É possível usar filtros, como o posto disputado, Estado, partido político e ordem alfabética, pesquisar por nome ou somente clicar no mapa. Depois que o usuário seleciona um candidato, aparecerá os dados oficiais fornecidos pelo TSE, como nome ou apelido político, idade, patrimônio declarado, entre outras informações.

Para saber mais sobre o seu candidato à presidência ou governo, basta acessar o link da ONG Transparência Brasil.

#2. Entrevistas e vídeos com os candidatos. Por meio de parcerias com a mídia, essa plataforma do Google também disponibiliza vídeos e entrevistas com os candidatos. No Blog Oficial do Google o parceiro mencionado e que fornece esse material é o Estadão.

#3. Os candidatos no noticiário. A seção Mídia traz o perfil de mais de 30 parceiros, como Brasil Post, Veja.com, BBC Brasil, O Globo, Terra, Diário de S. Paulo, entre vários outros. Ao clicar em um perfil, é possível ler as notícias sobre as eleições produzidas pelo parceiro e ver links para a páginas do Google+, YouTube e do site oficial do veículo.

#4. Agenda dos candidatos. Acompanhe os próximos eventos e hangouts com os candidatos. O Google Eleições trás uma lista de eventos composta por seus parceiros de mídia e os candidatos. Assim não tem como se esquecer daquela entrevista tão esperada.

#5. Últimas notícias sobre as eleições. Quer saber o que está rolando na disputa entre os candidatos? A seção de Notícias traz as últimas notícias sobre as eleições. Selecionadas dos feeds dos parceiros de mídia na plataforma Google News.

Ainda está em dúvida em quem votar? Quer acompanhar o seu candidato de perto? Acesse o Google Política & Eleições e fique por dentro de todos os acontecimentos que rondam a política antes das eleições. É uma ótima forma de acompanhar o seu candidato.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Segredo Revelado! Como Criar Títulos Incríveis

Foco no Título. Ou nada adiantará passar horas e horas escrevendo um texto brilhante. Você sabia que, ao ver um post nas redes sociais, oito entre cada dez pessoas leem os títulos, mas apenas duas realmente leem o post?

Isso é o que aponta o Infográfico que promete facilitar o trabalho dos criadores de conteúdo. Publicado no site Quick Sprout por Neil Patel, o estudo compilou dicas e as melhores práticas para que profissionais de comunicação consigam melhores resultados criando títulos perfeitos.

Com o nome de “The Formula for a Perfect Headlines”, o infográfico traz algumas curiosidades que merecem a atenção de jornalistas, blogueiros e profissionais de comunicação que atuam com as redes digitais para divulgar notícias e posts.

ÍTULOS INCRÍVEIS

 

DICAS DE COMO CRIAR TÍTULOS INCRÍVEISO Tamanho Ideal de Títulos de Notícia para Google

#1. Títulos curtos. Use no máximo 65 caracteres em seus títulos. Se ultrapassar esse número, seu título aparecerá cortado nos resultados de busca. Para que você não tenha o trabalho de ficar contando letra por letra, use o Title tag preview tool (2014 edition) e veja como o título do seu post aparecerá nos resultados de busca do Google.

O título deve ter no máximo 6 palavras. Isso por que as pessoas costumam visualizar somente a primeira e as três últimas palavras nos títulos. Ao adotar no máximo 6 palavras você conseguirá manter a atenção dos leitores.

#2. Inclua o leitor no Título. Os mais títulos mais eficientes destacam são mais pessoais e destacam os leitores nos títulos. Use palavras como “Você”, isso fará com que seu título chame a atenção e mantenha uma conversa mais direta com o leitor.

#3. Adjetivos nos Títulos. Use adjetivos interessantes nos títulos, isso valoriza e diferencia o seu conteúdo de outros disponíveis nas timelines pela internet. Além de direcionar o tom adotado no texto.

#4. Palavras Negativas nos Títulos. Palavras negativas exploram nossas inseguranças. Por exemplo as palavras “No”, “Without” e “Stop”, quando presentes em títulos, fazem com que o post seja mais compartilhado.

#5. Números nos Títulos. Leitores querem facilidade. Números e listas facilitam a leitura. Mas lembre-se, use números em dígitos, não em palavras. Ex: “9 Dicas de…”.

#6. Título e Curiosidade. Use o título para despertar a curiosidade dos leitores, mas tenha bom senso e use essa alternativa com moderação.

Não se esqueça, escrever é uma ciência.  Siga esses passos, são a fórmula para o sucesso de um bom título entre seus leitores. Consulte os outros posts no blog da PR Newswire sobre o títulos e conteúdo.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Vídeo do Pinterest e o Comportamento do Consumidor On-Line

Os novos vídeos do Pinterest não só apresentam sua nova Guided Search, mas também ilustram o novo comportamento do consumidor.

VÍDEOS DO PINTEREST

A Guided Search (Pesquisa Guiada) do Pinterest oferece mais estrutura para as suas buscas por imagens, oferecendo subcategorias que direcionam os usuários para o conteúdo procurado. Porém a rede social mantém o acaso como um elemento essencial. Assim como outras plataformas, como Google e Facebook, o Pinterest está programado para sugerir novos tipos de conteúdo para seus usuários. Como a rede social soubesse quais imagens você quer ver antes mesmo de você.

 

Segundo o site Adnews, para promover a Pesquisa Guiada, o site contratou a agência Molecule, de produção criativa em San Francisco, para uma série de vídeos on-line. Eles são como minidocumentários em que os protagonistas usam a curiosidade e no acaso, para encontrar o que procuram.

São contadas seis histórias: Um pai e suas filhas escolhem tipos de panquecas no Pinterest para fazer. Uma mulher em um ônibus vê uma pessoa segurando um livro que sugere paisagens. Um rapaz utiliza a plataforma que o ajudar a arrumar uma antiga moto Vespa. Uma mulher em uma lavanderia vê um esportista na rua e começa a procurar roupas de corrida. Um homem utiliza a plataforma para decidir sobre o estilo perfeito de barba.

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR – BUSCA DE INFORMAÇÃO

Não faz muito tempo passamos pelo dia das mães, considerado o segundo Natal para os comerciantes. Voltando no tempo, se estivéssemos algumas décadas atrás, provavelmente escolheríamos o presente da nossa mãe na própria loja. Entraríamos em um carro, iriamos até um shopping e conversaríamos com os atendentes da loja para escolhermos o  presente que é a cara da nossa mãe. Levaríamos em consideração apenas os produtos disponíveis naquele ambiente.

Mas isso mudou. O processo de compra hoje é muito mais democrático. Você se lembra de como escolheu o presente para a sua mãe? Provavelmente a internet e as ferramentas de busca te ajudaram nessa missão.

Como nos vídeos do Pinterest, hoje o consumidor tem o acesso à informação de forma muito simplificada. Suponhamos que você presenteou sua mãe com uma bolsa. Se não tinha um modelo pré-escolhido, provavelmente a primeira etapa no seu processo de compra foi buscar informação.

Assim como o Google, usado na maioria das buscas de informação na internet, o Pinterest também serve como fonte de informação. Inclusive, muitas empresas já aderiram a plataforma para divulgação de seus produtos. Veremos a seguir.

 

PINTEREST COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Por exemplo, se você escrever “bolsas” no Pinterest aparecerá uma infinidade de produtos entre os resultados de busca. Entre eles, produtos extremamente diferentes e para todos os gostos. Desde a loja nacional Renner até marcas internacionais como a Louis Vuitton. Basta escolher o modelo que faz mais o estilo da sua mãe.

Este comportamento on-line é o novo jeito adotado pelos consumidores antes de comprar qualquer produto. Mesmo que a compra seja efetivada no ponto de venda, grande parte de seu processo foi concluído no ambiente on-line em uma rede social.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Google e RP – Como a Mídia Espontânea Impacta nas Buscas

 

GOOGLE_RP

Menções de marca e mídia espontânea abrangem os links implícitos que o Google patenteou como parte dos algoritmos de busca, codificando o impacto que RP tem sobre os resultados de busca (Tweet isso!).

Numa patente para métodos de classificação de mecanismos de busca, concedida em 25 de março, o Google codificou o papel exercido pela mídia na classificação de busca.  A patente descreve como o mecanismo de busca avalia os “links implícitos” que descreve como a referência para um recurso alvo (ou seja, site ou página da Web), como uma citação, mas não inclui um link explícito para o recurso, como parte do processo para a determinação da classificação de busca de uma página de Web.

O que são esses links implícitos?  Em poucas palavras, eles são menções livres relevantes e incluem todas as possibilidades de seleção de mídia até referências em posts de blogs a menções em grupos de discussão.

“O que tudo isto significa? Significa que assim que é feita a conexão por alguém que digita o nome de uma marca ou outra solicitação de busca e, em seguida, clica em um site, é criada a conexão aos olhos do Google”, o especialista em otimização de mecanismos de busca Simon Penson explica num post do Moz.com  sobre menções de marcas. “O mecanismo de busca pode, então, armazenar essa informação e usá-la no contexto de menções separadas por toda a Web, de modo a ajudar a ponderar classificações de sites especiais”.

As implicações para relações públicas são significativas.  As menções criadas por campanhas de RP geram, por sua vez, atividade do usuário, que o Google observa atentamente no total e usa para informar resultados de busca.   No excelente post de blog sobre este tópico intitulado: “Google Validates that PR is SEO in Patent Filing” (Google valida que RP é SEO em encaminhamento de patente), Christopher Penn da Shift Communications conclui:

“O Google está reconhecendo publicamente que todas as vezes que sua marca recebe uma menção num artigo, isso conta como um link implícito que afeta a otimização dos mecanismos de busca (SEO), que afeta quantos links há no site, que por sua vez afeta a qualidade de como o site se destaca quando alguém pesquisa a marca. Em resumo, RP é SEO (ou parte dela). Por si só valida todas as RP geradas por você para a marca, todas as menções e citações acumuladas com trabalho árduo, produtos ótimos e reputação, além de relações públicas eficientes, mesmo que você não consiga, necessariamente, um link explícito na cobertura”.

Concordo com a avaliação de Penn.  As relações públicas constroem conscientização e credibilidade que influenciam o comportamento do usuário.  Parte da luta continuada que temos com medidas deve-se ao fato de que os clipes de mídia ambicionados não captam mudanças de acompanhamento que possam inspirar o comportamento dos usuários.

OS NOVOS KPIs PARA RP E UMA ADVERTÊNCIA IMPORTANTE

Não assuma que mais é melhor quando se trata de “links implícitos”.  O Google é persistente em termos de relevância e qualidade e a empresa está continuamente refinando o algoritmo de busca para apresentar resultados sempre melhores para os usuários. Ao fazê-lo, o Google visa especificamente o spam na Web e enfatiza o valor da mídia espontânea autêntica. As táticas projetadas para criar referências artificiais a uma marca ou organização não funcionariam e as marcas que as empregam podem correr o risco de incorrer em penalidades do Google, desaparecendo totalmente dos resultados de busca.

Entretanto, é importante também observar que o que consideramos “espontânea” evoluiu.   Enquanto o chefe de buscas do Google é citado dizendo que a empresa não usa sinais sociais como parte do algoritmo de classificação, isso não significa que a atividade gerada por usuários de mídia social não tenha efeitos sobre a busca.  Não há dúvida que o tráfego de entrada e o tempo gasto numa página da Web sejam fatores importantes que o Google examina.  Impulsionar a descoberta e o compartilhamento social do conteúdo de posse da marca é uma primeira etapa importante para a geração de referências para a empresa ou marca que abranjam os valores do Google dos “links espontâneos”.  E incitar o compartilhamento social sob uma hashtag relevante no Twitter, profissionais no LinkedIn ou usuários interessados em outras redes gerarão o tipo de tráfego de qualidade e atividade permanente nos quais o algoritmo do Google coloca valores altos.

Com tudo isso em mente, aqui estão alguns KPIs (indicadores de desempenho) que os profissionais de relações públicas deveriam usar para medir a eficácia de suas campanhas em impulsionar valores duradouros para suas organizações.

Volumes de busca: Os aumentos nos volumes de solicitação de buscas, que incluam termos da marca ou termos fortemente associados com a marca, setor ou produto, que conduzam para o site das organizações, são difíceis de medir perfeitamente – o Google dissimula muitos dados de solicitação de buscas – mas muitos sobrevivem aos programas de análise da Web que as organizações usam para tabular o tráfego da Web.   Converse com o seu guru de métricas da Web sobre ter acesso aos relatórios.

Nota importante: você precisará se conectar também com a equipe que manipula a otimização do site para a organização sobre as palavras chave e as frases que estão visando e os URLs associados com cada termo. Você pode defender o uso desses termos (ou derivativos próximos) quando forem relevantes para sua mensagem e quiser, também, incluir links para o URL escolhida relacionados nos releases.

Tráfego para páginas específicas da Web: Anteriormente já discutimos a importância de incluir o URL para páginas da Web específicas (e relevantes) em press releases, ao invés de despejar os leitores na página inicial e forçá-los a pesquisar as informações relacionadas com aquilo que leem no comunicado.  Esses links são rastreáveis e, trabalhando com a equipe da Web da sua organização, você pode ter condições de medir os aumentos no tráfego de entrada para as páginas específicas.  (Coordenação com as equipes de marketing e de Web é extremamente importante).

Qualidade do lead ou taxa de conversão:  O que acontece quando uma pessoa clica num link que você colocou num press release?  A etapa seguinte para o usuário é importante na jornada de compras e é algo que a equipe de marketing está dando toda a atenção.  Em muitos casos, o call-to-action subsequente na página da Web oferecerá ao usuário mais conteúdo, por exemplo, um vídeo ou uma oferta de download de um documento. A equipe de marketing examina a taxa de conversão (a porcentagem de tempo em que um futuro usuário realmente conclui a transação) e podem estar pontuando a qualidade dos leads que o site acumula ao longo do caminho.  A equipe de RP pode ter um impacto imenso na geração de um influxo de futuros usuários bem qualificados para o site da organização.   Se estiver rastreando o tráfego gerado por RP por meio de URLs rastreáveis, pode também acompanhar a qualidade desses leads e as taxas de conversão subsequentes. Esse é um tipo de dado que pode ser igualado à receita e fará com que um diretor financeiro arregale os olhos.

Classificação de busca melhorada para páginas: Aumentos na classificação de busca para páginas de site por conjuntos de termos específicos.  Ao longo do tempo, os links implícitos e a mídia espontânea gerada pela equipe de RP devem ter efeitos positivos sobre a classificação de busca de páginas específicas do site da marca.  Colecionar esses resultados e mantê-los, o que exige esforço sustentado, são algumas das medidas mais fieis do valor da mídia e das menções conquistadas pela marca.

Há muito que o poder da mídia espontânea é indiscutível, mas é difícil de ser medido por RP. Com o reconhecimento pelo Google de seu papel na determinação dos resultados de busca, os profissionais de relações públicas podem conectar as campanhas com as interações online que impulsionam receita para a organização.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 05 de maio de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Content Marketing da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.

A Evolução do Jornal Impresso ao Jornalismo Digital

“Os processos de mudança na comunicação estão passando pela contemporânea convergência das mídias, plataformas que vão se agregando, inovando e consequentemente ganhando novos formatos e forças. Assim acontece com o jornalismo”, de acordo com a jornalista Leide Frando do Blogmidia8.

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O jornal impresso, ou  jornalismo moderno, surgiu no século XVI, conhecido como o quarto poder. A invenção da prensa móvel pelo alemão Johannes Gutenberg  ficou conhecida como a grande revolução da escrita impressa. O jornal impresso chegou atrasado ao Brasil, por volta de 1808. Isso ocorreu devido a motivos políticos e econômicos.

Nas décadas de 70 e 80, produzir um noticiário impresso era um processo quase que industrial, pois poderia levar dias para fechar uma matéria. A apuração era a mais demorada, a checagem da notícia era descrita com narrativas ricas em detalhes. Hoje, com as facilidades da tecnologia, atualizar um portal de notícias e praticar o webjornalismo tornou-se ainda mais simples.

 

O pioneiro do jornalismo web é o Jornal do Brasil, na década de 90. Há também informações de que o portal Brasil Online (BOL) chegou à internet com um formato webjornalístico, porém a inovação só veio ser consolidada a partir de 2000 quando foi criado o primeiro webjornal propriamente dito, o Último Segundo. O jornalismo online está inserido no cotidiano das pessoas, oferecendo uma alternativa para quem busca informações rápidas e cativando novos e antigos leitores.

Hoje além do jornalismo online, há também outras formas de interatividade. Um exemplo disso é o Search Engine Optimization (SEO) que é um conjunto de estratégias que visam melhorar o posicionamento do site nos resultados de busca. O SEO era uma estratégia totalmente desconhecida há alguns anos atrás.

O webjornalismo ganha mais adeptos a cada dia. São mais de 80 milhões de internautas. Essa é a mídia mais consumida no Brasil, ultrapassando a televisão. Segundo dados do Interactive Advertising Bureau (IAB), mais de 40% dos entrevistados (entre 15 e 55 anos – 51% homens e 49% mulheres) passam pelo menos duas horas por dia navegando na internet (por vários dispositivos digitais), enquanto apenas 25% gastam o mesmo tempo assistindo TV.

Por Adna Santana, Pesquisadora de Mídia
PR Newswire

O Tamanho Ideal de Títulos de Notícia para Buscadores

Pode parecer uma tarefa simples, mas escolher um bom título é uma tarefa árdua. Sintetizar o conteúdo do texto em uma linha, encontrar as palavras certas e tudo isso em até 55 caracteres.

O Tamanho Ideal de Títulos de Notícia para Google

 

Por que 55 caracteres? O blog da Moz, empresa de consultoria em SEO, indica que esse seja o tamanho ideal para qualquer título na internet. Como se sabe, a internet é um universo a parte. Mesmo para as pessoas que costumam ler revistas e jornais, quando estão navegando pela rede mudam seu modo de leitura. Querem informações mais concisas e claras, consumidas assim rapidamente pelo leitor.

Mas além dos hábitos de leitura dos internautas, o Google é o grande mandachuva na internet. O maior site de buscas do Brasil, com mais de 85% de participação, dita as regras para quem quer ter bons resultados em sua plataforma.

Ferramenta de visualização de títulos para o Google

O Blog da Moz destaca que as recentes mudanças no design das páginas de resultados do Google (SERP) fez com que o tamanho máximo para os títulos chegasse a 60 caracteres (o espaço entre as palavras também são considerados caracteres), para que assim apareçam inteiros, sem cortes ou com os três pontos no final.

Porém o Google usa a fonte Arial para seus resultados de busca. Que por sua vez é uma fonte proporcionalmente espaçada, o que significa que diferentes letras ocupam largura diferente. Por exemplo, a letra “i” em caixa baixa (minúscula) ocupa menos espaço do que a letra “w” nas mesmas condições.

Prevendo essas diferenças de tamanho entre letras, a consultoria sugere o padrão de 55 caracteres, contando os espaços entre as letras, como margem de segurança.

Teste seus títulos: Coloque seu título no “Title tag preview tool – 2014 edition”

Pensando que a maior parte do tráfego de seu site ou blog vem por meio de buscadores, se você é um blogueiro, ou jornalista que trabalha com meios digitais, adote essa dica na construção de seus artigos ou notícias. Assim você conseguirá entregar seus títulos mais completos aos seus leitores. E assim gerar mais acessos e visualizações do seu conteúdo.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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