Relações Públicas do Futuro e as Características da Profissão

Com o mercado cada vez mais multidisciplinar, quais as competências e características essenciais para os futuros profissionais de Relações Públicas?

Relações Públicas do Futuro e as Características da Profissão

No final do último mês, o canal do Meio & Mensagem no Youtube publicou três entrevistas com os profissionais de Relações Públicas. Os entrevistados estão entre os 10 que mais se destacam na opinião dos anunciantes, segundo dados da pesquisa PR Scope.

O vídeo chamado de “O profissional de Relações Públicas do futuro” questiona os entrevistados sobre quais características o profissional de RP do futuro precisa ter.

O profissional de Relações Públicas do futuro

 


 

Eduardo-Vieira-Sócio-Diretor-da-IdealEduardo Vieira – Sócio Diretor da Ideal

Não se prenda a academia. Eduardo destaca que o profissional de relações públicas deve ser multidisciplinar, já que o mercado está cada vez mais híbrido. Entre as competências profissionais para o futuro, Eduardo aponta que entender de planejamento, publicidade e do mercado digital fazem toda a diferença, além da formação jornalística voltada para conteúdo e relacionamento.

 

Kiki-Moretti-Presidente-do-Grupo-in-PressKiki Moretti  – Presidente do Grupo in Press

“Cardápio de soluções”. Em sua entrevista, Kiki diz que o profissional de Relações Públicas do futuro deve entender o público e como se relacionar com ele. Ter uma visão integrada de todas as disciplinas, entender as necessidades, e com essa bagagem, oferecer um projeto customizado com uma solução para o negócio do cliente.

 

 

Ricardo-Cesar-Sócio-Diretor-da-IdealRicardo Cesar – Sócio Diretor da Ideal

PR Digital. Em sua entrevista, Ricardo destaca que com o desenvolvimento das redes sociais, a comunicação corporativa ganhou um novo cenário cheio de oportunidades. Tirando os intermediários entre o público final e as marcas. Segundo Ricardo, o profissional do futuro (ou como ele mesmo diz “do presente”), precisa entender muito bem a dinâmica das redes sociais e trabalhar de maneira efetiva, já que muitas vezes a comunicação corporativa não as explora como deveria.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

 

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A febre e a influência dos virais

 “Taca-lhe pau Marco” e “Segura o forninho Giovanna” são frases que provavelmente já ouviu alguém falar na rua ou em uma reunião de amigos. Tais frases representam o poder de influência dos virais atualmente. Mas o que é um Viral? Viral é um vídeo que chama a atenção do público por ser engraçado ou polêmico, e os espectadores absorvem alguma frase ou momento do vídeo que chamou a atenção e aderem ao seu dia a dia. Tal frase, momento ou imagem começa a se espalhar pelas redes sociais e na vida real assim como um vírus, por isso o nome “viral”. Nos últimos meses alguns virais tomaram conta do vocabulário das pessoas e circularam na web com um fluxo muito grande de hashtags e menções. Destaque para cinco virais que tiveram um impacto enorme nos últimos seis meses:

“Taca-lhe pau Marco” e “Segura o forninho Giovanna” são frases que provavelmente já ouviu alguém falar na rua ou em uma reunião de amigos. Tais frases representam o poder de influência dos virais atualmente. Mas o que é um Viral?

Viral é um vídeo engraçado ou polêmico, onde os espectadores absorvem alguma frase ou momento do vídeo que chamou a atenção e aderem ao seu dia a dia. Tal frase, momento ou imagem começa a se espalhar pelas redes sociais e na vida real assim como um vírus, por isso o nome “viral”.

Nos últimos meses alguns virais tomaram conta do vocabulário das pessoas e circularam na web com um fluxo muito grande de hashtags e menções. Destaque para cinco virais que tiveram um impacto enorme nos últimos seis meses:

1 – Giovanna e o forninho

A Giovanna é uma menininha que ao dançar funk acaba derrubando o forninho da sua mãe em cima de si. A irmã dela que está filmando acaba soltando a frase “Eta Giovanna, o forninho caiu”. A frase foi extremamente citada nas mídias sociais e passou a fazer parte do vocabulário internautas.

 

2 – “Marco Véio” e o carrinho

O vídeo é simples e mostra apenas uma criança descendo uma ladeira em um carrinho, enquanto seu amigo que está filmando fala “Taca-lhe pau Marco”. A frase virou uma febre e gerou uma quantidade enorme de memes e menções.

 

3 – Harlem Shake – Barco

A música do Harlem Shake foi uma febre na web e diversos vídeos foram divulgados por diferentes pessoas personalizando a sua versão de como dançar a música. Porém, uma das versões que teve maior destaque foi um grupo de jovens andando em um barco e tombando após uma curva brusca.

 

4 – O primeiro comprador do Iphone 6

Na Austrália, uma equipe de reportagem foi entrevistar o primeiro comprador do Iphone 6 e o menino ao abrir a caixa para mostrar a nova aquisição para as câmeras acaba derrubando o aparelho novinho.

 

5 – O “menino Diva”

O americano Brendan Jordan ficou famoso por fazer uma dança incomum atrás do repórter, durante um link ao vivo em um telejornal americano.

 

Há muitos outros virais que existem e ainda estão por vir. Tal tipo de vídeo é parte ativa da linguagem online atualmente.

 

 

 

Por Bruno Sutero, Coordenador de Banco de Dados

PR Newswire

Como a tecnologia mobile afeta o “antigo” Rádio

Com o crescimento do uso de dispositivos móveis na comunicação diária da sociedade, os aplicativos ganham cada vez mais destaque no mercado. Pensando nisso, a ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) e as associações estaduais criaram o Projeto Mobilize-se, que oferece de forma gratuita às emissoras de rádio a possiblidade de entrar no universo móvel.  Segundo o site ADNews, atualmente cerca de 30% das rádios possuem aplicativo próprio. Com o projeto, a Abert pretende dobrar o número de emissoras brasileiras com aplicativos para smartphones. Lançado na primeira semana de março, o projeto já conta com 305 emissoras cadastradas até agora, totalizando 1.700 com aplicativos disponíveis.  O foco do projeto é nas emissoras de pequeno e médio porte, que poderão se cadastrar no site da iniciativa e passarão a fazer parte da lista do aplicativo Abert, o integrador de rádios. O diferencial deste integrador é que, além de disponibilizar aos ouvintes o áudio de todas as rádios do Brasil e fornecer um link para download do aplicativo exclusivo - caso a emissora já possua - permitirá que os ouvintes interajam por meio de SMS ou redes sociais.  Além de elevar a audiência das rádios, haverá espaço destinado à publicidade, o que poderá ajudar também no aumento de faturamento das emissoras. O projeto de inclusão pode ser visto como um novo caminho para a sobrevivência de um dos mais antigos meios de comunicação e como uma forma de manter-se atualizado e apostar nas novas formas de interatividade.

Com o crescimento do uso de dispositivos móveis na comunicação diária da sociedade, os aplicativos ganham cada vez mais destaque no mercado. Pensando nisso, a ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) e as associações estaduais criaram o Projeto Mobilize-se, que oferece de forma gratuita às emissoras de rádio a possibilidade de entrar no universo móvel.

Segundo o site ADNews, atualmente cerca de 30% das rádios possuem aplicativo próprio. Com o projeto, a ABERT pretende dobrar o número de emissoras brasileiras com aplicativos para smartphones. Lançado na primeira semana de março, o projeto já conta com 305 emissoras cadastradas até agora, totalizando 1.700 com aplicativos disponíveis.

O foco do projeto é nas emissoras de pequeno e médio porte, que poderão se cadastrar no site da iniciativa e passarão a fazer parte da lista do aplicativo Abert, o integrador de rádios. O diferencial deste integrador é que, além de disponibilizar aos ouvintes o áudio de todas as rádios do Brasil e fornecer um link para download do aplicativo exclusivo – caso a emissora já possua – permite que os ouvintes interajam por meio de SMS ou redes sociais.

Além de elevar a audiência das rádios, haverá espaço destinado à publicidade, o que poderá ajudar também no aumento de faturamento das emissoras.

O projeto de inclusão pode ser visto como um novo caminho para a sobrevivência de um dos mais antigos meios de comunicação e como uma forma de manter-se atualizado e apostar nas novas formas de interatividade.

Por Larissa Nalin, Pesquisadora de Mídia

PR Newswire

5 Dicas para o seu Press Release Bombar nas Redes Sociais

Novas abordagens para press releases que os profissionais de Relações Públicas precisam saber para alcançar melhores resultados orgânicos nas redes sociais.

COMO CRIAR UM PRESS RELEASE PARA BOMBAR NAS REDES SOCIAIS

A comunicação corporativa diariamente tem que se reinventar. Com as ameaças e oportunidades surgindo no mercado, empresas e agências devem ter jogo de cintura para alcançarem seus objetivos e se adaptarem. O público adota novos comportamentos, e o que costumava ser uma resposta se tornou muitas perguntas.  Monitorar esses acontecimentos é uma obrigação para os comunicadores que querem manter-se no topo da cadeia.

Os press releases de hoje acompanham essa mudanças. Se o seu público está nas redes sociais, seu comunicado de impressa deve estar lá. Alinhados com as possibilidades do meio e com os hábitos do público, ao longo dos últimos anos vimos o aperfeiçoamento das abordagens e das técnicas para alcançar o público. O press release deixou de ser uma ferramenta para conseguir a cobertura da mídia, embora ainda seja extremamente eficiente nisso. Eles hoje apoiam metas como aumentar a exposição da marca, capturar leads e direcionar o tráfego para um site. Instrumento dentro do mix de comunicação para maximizar os resultados.

COMO CRIAR UM PRESS RELEASE PARA BOMBAR NAS REDES SOCIAIS

  • #1. Multimídia. Adicione tudo que possa aumentar o interesse e o compartilhamento nas mídias sociais. Fotos, vídeos, infográficos e white papers continuam sendo a sensação entre o público. Se apropriar desses elementos visuais garantem mais retorno do que simplesmente um texto.
  • #2. Linguagem. Adapte o seu texto para o público. Use termos entendidos por ele, isso aproximará a sua mensagem e criará uma conexão verbal mais forte na sua narrativa. Seja conciso e ao mesmo tempo valioso. Pense que tudo que você escrever poderá ser compartilhado em partes. Nesse contexto, o título do seu press release é o elemento mais importante.
  • #3. Público. Adapte o seu discurso. Antes os press releases eram direcionados exclusivamente à imprensa. Essa realidade mudou. Hoje a sua mensagem está em contato direto com o público que consome informações de diferentes fontes e não só da mídia tradicional.
  • #4. Objetivo. Pense além da cobertura da mídia. O press release hoje também apoia outras metas como aumentar a exposição da marca, capturar novos clientes e direcionar o tráfego online das redes sociais para um site.
  • #5. Compartilhamento. Disponibilize alternativas para compartilhamento do seu press release. Se tiver imagens, que tal um ícone do Pinterest? Para maximizar o alcance orgânico da sua mensagem, facilite de alternativas para o seu público. Simplificar é sempre o melhor caminho.

O grande desafio para os profissionais de comunicação é fazer a sua mensagem participar de forma interativa nas redes sociais e ganhar repercussão entre o seu público.  Mais que conseguir a atenção é preciso mantê-la.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

6 Dicas de Storytelling do BuzzFeed e de outros Storytellers

Durante oito meses, a empresa de monitoramento de conteúdo BuzzSumo focou-se em mais de 100 milhões de artigos compartilhados nas redes sociais. Ela queria responder a algumas perguntas sobre o que torna um conteúdo viral. E, em abril deste ano, ela conseguiu.

6 Dicas de Storytelling do BuzzFeed de outros Storytellers

Após a classificação de todos os dados, a BuzzSumo identificou 10 qualidades que mais comuns no conteúdo viral. Embora o comprimento do artigo, tom e formato estivessem entre as características vitais, um atributo que ficou ausente da lista foi o assunto.

Não importa se você escreve sobre economia ou algo considerado mais simples – “buzzworthy” – como entretenimento. Todos tem uma história interessante esperando para ser descoberta. O desafio é encontrar a melhor maneira de conta-la que desperte o seu público e faça-o ouvir.

Social Media Club NYC organizado recentemente por Rachel Zarell, repórter e editora de fim de semana do Buzzfeed, Ginny Pulos, fundador e presidente da Ginny Pulos Communications, Inc. e Marcia Stepanek, presidente e fundadora da Brand Stories um painel sobre storytelling digital. Durante a conversa, eles discutiram o que faz uma boa história, porque elementos visuais são importantes para conta-las, e muito mais.

Leia as seis dicas de storytelling. E para saber mais sobre como contar uma história na era digital, consulte a transcrição de Polina Opelbaum sobre o evento Social Media Clube NYC no ProfNet Connect.

#1. Fundamento Básico: Faça seu Público se Importar

“Para fazer algo uma boa história”, diz Zarrell, “ele precisa fazer as pessoas sentirem emoções fortes”. Mas como você pode despertar sentimentos nos seus leitores?

Às vezes, trata-se de escolher um tema que você é apaixonado.

Por exemplo, Zarrell uma vez escreveu um artigo sobre o comportamento de uma estrela pop que, para ela, não era apropriado para uma celebridade. “Mais de um milhão de pessoas compartilharam essa história”, disse. “Isso realmente repercutiu entre as pessoas. Fui para o trabalho e queria que as pessoas sentissem o que eu fiz naquele dia. Eu fiquei apaixonada por isso”.

Mesmo não sendo um tema que inspire naturalmente uma resposta emocional, você ainda pode contar uma boa história. Pulos recomenda incorporar cinco elementos básicos: “(1) Brevidade, (2) Verdade, (3) Sobre uma Pessoa, (4) Envolver uma Emoção e (5) Terminar em um ponto alto”. Escreva uma história atual, e isso ajudará um pouco, acrescentou.

#2. Em poucas palavras, Qual é a sua história?

Um elemento-chave é chegar ao “e daí?”, diz Stepanek. “É sobre conteúdo atraente e brevidade”.

Se você está brigando e quebrando a cabeça em torno de um tema, os palestrantes recomendam escrevendo um “paragrafo-resumo”, contendo a história de quem, o quê, quando, onde, por que e como. Mesmo que esse paragrafo não faça parte da versão final, ele ajudará você a chegar ao coração da história e descobrir o seu valor.

“Isso é realmente importante para um jornalista”, diz Zarrell. “A forma como narrar as coisas em torno do visual ao contar uma história faz as pessoas se preocuparem rapidamente, já que elas têm tempo a perder”.

O mais difícil para muitos escritores é escrever sobre si mesmo. Se a sua história é uma questão pessoal, Pulos deu dois exercícios para preparar seu “paragrafo-resumo”:

Exercício (1): Para explicar a sua história sobre o que você faz e quem você é, peça para um amigo, colega, alguém que possa te enviar frases sobre o que valoriza em você, como você é, etc.

Exercício (2): Liste suas conquistas, coisas boas e coisas ruins, sua idade nesses momentos e a moral da história. Muitas pessoas deixam de fora a moral da história ao fazer este exercício, mas é assim que eu cultivei muitas histórias diferentes, com diferentes clientes.

#3. Mostre e Diga (moderadamente).

“Nossos cérebros são neurologicamente preparados para processar imagens visuais mais rápido e eficientemente”, conta Stepanek. “Além disso, é a maneira mais rápida de obter um impacto emocional junto com a informação”.

Por exemplo, se a sua história é sobre as pessoas, o público quer ver quem são elas. “Não se trata apenas de ouvir o que alguém disse, mas ver seus gestos, conversas, etc.”.

Por isso, deve ter imagens.

“Eu não vou escrever nada que não tenha um elemento visual para isso”, diz Zarrell. “Quando estou criando uma história, construo-a ao redor do visual”. Se há um vídeo de um noticiário, então eu vou inserir fotografias tiradas dele e construir toda a narrativa em torno dessas fotos. Nem sempre existem imagens, então o BuzzFeed usa um programa chamado Capture que permite que você vá para um lugar  onde está acontecendo alguma coisa”.

Ao escrever um texto para apoiar os seus recursos visuais, Zarrell incentiva a moderação. “É muito fácil para o texto oprimir uma imagem”, diz ela. “Se a imagem é poderosa, ela vai falar por si só. Se você tentar explicar isso, então você estará exagerando, isso pode não ser tão interessante”.

#4. Imagens podem ajudar – mas se você não tomar cuidado, podem prejudicar – a sua credibilidade.

Outra razão que faz fotos e gráficos serem tão importantes, diz Stephanek, é que “imagens tendem a ter mais credibilidade, já que não é alguém dizendo que uma coisa existe, mas mostrando que ela existe”.

Porém deve-se tomar cuidado, para que os recursos visuais selecionados sejam autênticos. “Houve um monte de boatos este ano com imagens. Pessoas espalhando-os sem pensar sobre isso”, admitiu Zarrell. “o BuzzFeed é muito cuidadoso quanto a desmentir tudo o que conseguir. Se parece que ele é bom demais para ser verdade, provavelmente é”.

Existem algumas maneiras de verificar a veracidade de uma imagem. Uma maneira recomendada por Zarrell é a pesquisa de imagens reversa do Google; você pode encontrar mais ferramentas de verificação digitais em nossa série Faster Fact-Checking.

#5. O vídeo é o futuro

Enquanto a noite caia, a conversa no Social Media Club’s voltou-se para o futuro da narrativa.

“O YouTube e todo mundo está prevendo que daqui a dois anos 73% de tudo o que acontecerá on-line será em vídeo”, compartilha Stephanek. “Eu acho que vídeos pessoais ainda vão ser muito relevante como parte da comunicação com a sua comunidade de notícias e pessoas. Mas eu acho que no desenvolvimento de vídeos curtos, branding e infográficos, veremos profissionais entrando e redefinindo-os”.

Ela continua: “Martin Scorsese disse que, nos próximos anos, não saber como criar um vídeo e compartilha-lo com dispositivos móveis, será tão incomum como as pessoas que hoje não sabem como enviar um e-mail”.

#6. Finalmente, tenha fé.

O medo pode acabar com as melhores histórias. Mesmo os storytellers se esforçando para fazer o seu melhor, há momentos em que você tem que dar uma chance e confiança de que a sua história é boa o bastante.

“Você apenas tem que chegar lá e contar a história”, Pulos lembra os participantes. “Quando pessoas contam uma história, existirão outras que virão dizer-lhes que nunca mais vão esquecer o que ouviram”.

Trabalhando em uma história e precisam de uma fonte especializada? ProfNet tem milhares de pessoas disponíveis para ajudar. Faça uma consulta, pesquise nos mais de 60.000 perfis do ProfNet Connect, ou entre em contato com especialistas e ideias para histórias por e-mail – tudo de graça! Profnet@profnet.com se você precisa de ajuda para começar.

Este texto foi traduzido do post escrito por Amanda Hicken no Blog Beyond Bylines, no dia 30 de outubro de 2014.

Amanda Hicken é Gerente de Relacionamento com a Mídia da PRNJ da PR Newswire. Twitter: @ADHicken.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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Como As Redes Sociais Estão Mudado seu Cérebro

Como os sites de mídias sociais estão sendo utilizados por 1/3 da população mundial, eles tem claramente grande influência sobre a sociedade. Mas o que dizer sobre nosso corpo?  Aqui estão cinco “ideias loucas” sobre como as mídias sociais e a internet estão afetando seu cérebro agora mesmo!5 Estudos que Comprovam Como As Redes Sociais Estão Mudado seu Cérebro

Mídias Sociais_Drogas: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #1.  Não é possível fazer logoff? Surpreendentemente, 5-10% dos usuários de internet são incapazes de controlar a quantidade de tempo que passam online. Apesar de ser uma dependência psicológica e não uma dependência por substâncias químicas, exames cerebrais dessas pessoas mostram uma deficiência semelhante nas mesmas regiões cerebrais de pessoas dependentes de drogas. Especificamente, há uma degradação clara de substância branca nas regiões que controlam o processamento emocional, atenção e tomada de decisão. Porque a mídia social oferece recompensas imediatas com pouco esforço. Seu cérebro começa a reconectar, fazendo você desejar esses estímulos. E você começa querer mais desse estimulo neurológico depois de cada interação. Parece um pouco com uma droga, certo?

Mídias Socias_Multitarefa: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #2.  Vemos também consequências quando olhamos para as “pessoas multitarefas”. Você pode pensar que aqueles que usam as mídias sociais ou constantemente alternam entre trabalho e sites são melhores em multitarefas. Mas estudos descobriram que quando se comparam os viciados em mídia sociais com outros, eles tiveram um desempenho muito pior durante os testes de alternância de tarefas. Quanto mais multitarefas online maior a redução da capacidade cerebral para filtrar interferências, e pode tornar mais difícil para o cérebro reter informações na memória.

Mídias Sociais_Sindrome da Vibração Fantasma: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #3.  Como quando o telefone vibra no meio de um trabalho. Ou esperar … ele vibrou mesmo? A Síndrome da Vibração Fantasma é um fenômeno psicológico relativamente novo, onde você sente o seu telefone vibrar, quando na verdade isso não acontece. Em um estudo, 89% dos indivíduos entrevistados, disseram que isso aconteceu com eles pelo menos uma vez a cada duas semanas. Parece que nossos cérebros agora entendem uma simples coceira como sendo uma vibração real do nosso telefone. Tão louco quanto parece, a tecnologia começou a ativar nosso sistema nervoso – e os nossos cérebros estão sendo acionados de forma nunca vista na história.

Mídias Sociais_Dopamina: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #4.  As Mídias Sociais também desencadeia a liberação de dopamina – uma sensação química boa. Usando exames de ressonância magnética, os cientistas descobriram que os centros de recompensa no cérebro das pessoas são muito mais ativos quando eles estão falando sobre os seus si mesmas, diferente de quando ouve os outros. Isso não nos surpreende – todos nós amamos falar de nós mesmos né? Enquanto 30 – 40% das conversas “cara a cara” se desenvolvam em torno de nossas próprias experiências,  esse número chega aos 80% na comunicação feita em mídias sociais. A mesma parte do cérebro relacionada com o orgasmo, motivação e amor é estimulada pelo uso de mídias sociais – e, mais ainda, quando você sabe que tem uma audiência. Nosso corpo é fisiologicamente recompensado quando falamos de nós mesmos online!

Mídias Sociais_Relacionamentos: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #5.  Mas nem tudo é sobre auto envolvimento. De fato, estudos sobre os relacionamentos descobriram que os parceiros tendem a gostar mais um do outro quando se conhecem pela internet, ao invés de pessoalmente. Pode ser por que as pessoas estão mais anônimas ou talvez por serem mais claras sobre seus objetivos futuros. Nesse caso há um aumento estatístico de casais de sucesso que se conheceram online.  Enquanto a internet mudou nossa comunicação verbal, aproximou os casais que estão separados de forma física e que querem realmente estar mais próximos.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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