5 Dicas para Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

5 Dicas para Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

Hoje, os clientes estão no controle. De acordo com o The Corporate Executive Board Company (2012), o comprador B2B completa mais da metade do processo de compra antes de entrar em contato com um fornecedor. Isto significa que a informação online sobre a sua marca substituiu o tradicional discurso de vendas. Seja relevante e útil para seus clientes.

The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist aborda o passo-a-passo que as empresas devem seguir para se comunicar por meio de vários canais e se conectarem aos seus potenciais clientes. O artigo também mostra as táticas mais eficazes para mensurar cada etapa do ciclo de compra.

Ter conteúdo de alta qualidade e relevante ainda é o mais importante, e o motivo pelo qual 79% dos clientes escolhem suas marcas e empresas. O passo-a-passo abaixo pode ajudar você a criar um conteúdo envolvente para seu público:

Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

Para engajar verdadeiramente seus clientes (e prospects), as empresas precisam reagir a essa mudança de comportamento do consumidor e fornecer conteúdo consistente e interessante, pensado e desenvolvido para atender às necessidades do público em cada fase do ciclo de compra.

Para uma visão detalhada sobre cada etapa do processo de compra, baixe o white paper The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist, grátis.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 13 de julho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

4 Passos Iniciais para sua Estratégia de Conteúdo Multicanal

Estratégia de Conteúdo

As empresas que querem aumentar o awareness, ou seja, a percepção e a exposição da sua marca junto ao público, podem conquistar grandes resultados com uma sólida estratégia de comunicação multicanal.

Isso pode ser feito de diversas formas, como a combinação entre a distribuição de press releases e ferramentas para gerar mídia espontânea, campanhas em plataformas de mídia social e mídia paga, ações de rua e promoção de eventos – o céu é o limite para sua imaginação. Mas, infelizmente, seu tempo e recursos devem ser limitados e, provavelmente, não poderá contar com tudo isso na sua estratégia.

Antes mesmo de começar a escolher os canais para o seu plano, há outro trabalho que precisa ser feito, bem menos divertido.

Em nosso recente webinar,  Multichannel Content Strategy: How to Build Awareness Customers and Revenue, Matt Heinz, Presidente da Heinz Marketing compartilhou seu conhecimento e experiências profissionais com marketing de conteúdo multicanal. Matt apontou quatro passos para uma estratégia multicanal sólida, que orientarão suas decisões quando chegar a hora de determinar quais canais devem ser utilizados para sua estratégia:

1.Quantifique sua meta para o sucesso

Como qualquer plano de comunicação, você deve determinar qual o objetivo da sua campanha. Heinz compartilhou exemplos quantificáveis, tais como número de vendas, contratos e leads, os quais podem ser facilmente mensurados.

2.Crie um perfil claro do cliente

Na internet, descubra onde o seu público pode ser encontrado e o que eles fazem on-line. Compile o máximo de informações possíveis, incluindo dados demográficos e psicográficos. Compare os resultados obtidos com o que os canais pré-selecionados tem a te oferecer.

DL+Driving+Credibility

3.Compreenda seu processo de compra e venda

Consulte suas equipes de relacionamento com cliente (incluindo vendas) antes de embarcar em um plano multicanal. Isso ajudará você a mapear onde marketing e PR se encaixam dentro do processo de compra. Heinz diz que é geralmente na fase de “descoberta”, quando o público busca informações sobre determinado produto ou serviço. Considere quais canais ajudarão a impulsionar a descoberta de conteúdo e, neste momento, construa a confiança, preparando o terreno para uma eventual conversão em vendas.

4.Adote e direcione sua receita com métricas

Hoje, com mais métricas disponíveis para comunicadores, nunca foi tão fácil atrelar relações públicas à receita. Na verdade, os programas coordenados entre marketing, publicidade e RP podem usufruir um do outro e construir um ecossistema sólido para as receitas das organizações.

Embora o modo utilizado para mensurar as ações de relações públicas não seja perfeito, demonstre o valor de suas atividades com uma linguagem que possa ser compreendida por outras unidades de negócio dentro de sua empresa e alinhadas as métricas de publicidade. Heinz recomenda amarrar essas medidas aos seus objetivos, a fim de ter um o sucesso de sua campanha de forma instantânea, clara e consistente.

Então, quais métricas você deve aplicar à sua campanha multicanal? Confira as sete métricas para te ajudar a demonstrar o ROI.

Para saber mais sobre a estratégia de conteúdo multicanal, ouça o webinar completo. Quais são os passos que você deve adotar antes de implementar um plano de marketing multicanal? Comentários abaixo, ou envie um tweet para @CNWGroup.

Tradução do texto escrito por Melissa Meyer no Blog Beyond the Wire, no dia 31 de maio de 2016. Melissa é Assistente de Comunicação da CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Advocacy Marketing – Conquiste Defensores para sua Marca

“Advocacy Marketing” e “Advocate Marketing” tornaram-se jargões populares na comunidade de Marketing ao longo dos últimos anos. Isso não é uma surpresa; vários relatórios de pesquisa mostram que a defesa do cliente tem impacto positivo nas taxas de conversão, receita e retenção de clientes.

Advocacy Marketing – Conquiste Defensores para sua Marca

Porém, o Advocacy Marketing não é mais uma moda passageira.

Se as conversas no Influitive’s Advocamp 2016 deram qualquer indicação, mais e mais profissionais de Marketing estão começando a entender e ativando o seu poder. E se você não o usa, você precisa. Imediatamente.

Em meus posts anteriores sobre o Advocacy Marketing, eu mostrei como o conteúdo de defesa (“Advocacy Content”) pode beneficiar a sua marca e como compartilhar o amor de seus clientes.

No entanto, o desafio de Daniel Pink aos participantes do Advocamp me inspirou a rever minha perspectiva.

Durante sua apresentação “Advocate Marketing and the Science of Motivation”, Pink motivou todos, a cada semana, a termos duas pequenas conversas sobre “como” e mais duas sobre o “por que”.

Fazer isso, explicou ele, ajudará os profissionais de Marketing a desenvolver uma melhor compreensão do propósito e objetivos de seus projetos antes de mergulhar de cabeça em tarefas do dia-a-dia.

Se vamos ter uma conversa sobre o porquê de o marketing de defesa precisa ser levado a sério, só precisamos considerar o mais importante componente do Advocacy Marketing: as pessoas pela qual estamos no mercado.

Aqui estão 5 insights do Advocamp que destacam o porquê o comportamento e as preferências dos clientes levaram a popularidade repentina do Advocacy Marketing.

1. Você faz negócios com pessoas.

Enquanto termos como B2C e B2B ainda são incrivelmente relevantes, o sucesso em Marketing se resume a dominar seu H2H abordagem (Humano à Humano).

As pessoas estão querem criar relacionamentos significativos, tanto em suas vidas como nos negócios. Se você quer fortalecer seus relacionamentos com seu público, cada interação que você tem deve ser orientada para as necessidades individuais dele.

Durante sua apresentação “Melhorar a Experiência dos Clientes para Transformar Gerentes em Assessores Confiáveis”, Keith Ferrazzi falou sobre as chaves para estabelecer um relacionamento duradouro e produtivo.

Conduza seu relacionamento com excessiva generosidade, intimidade, franqueza e prestação de contas, disse ele. Encontre uma maneira de ajudar, encontre uma maneira de cuidar.

Advocacy Marketing – Conquiste Defensores para sua Marca

2. Seus clientes estão ao seu redor.

Graças a mídia social, sites de avaliação e outras plataformas focadas na comunidade, os clientes não precisam mais vir diretamente falar com você para obter informações sobre seus produtos. A pesquisa do Google e do CEB’s Marketing Leadership Council, mostra que os tomadores de decisão B2B não entre em contato com fornecedores diretamente até 57% do processo de compra estar completo.

Em vez disso esses decisores buscam informação na mídia, com formadores de opinião e outras pessoas com as mesmas necessidades que a sua.

Potenciais clientes, em sua maioria, pesquisam para obter ajuda de outros clientes online. Como gerentes de marca, é mais importante do que nunca entender como as decisões de compra do seu público são influenciadas pela opinião dos outros e quem os está influenciando.

3. Críticas – e elogios – soam “mais alto” online.

Assim como a tecnologia torna mais fácil para os potenciais clientes saberem mais sobre você, ela também permite que qualquer um fale sobre você.

A voz de seu cliente não se limita à sua rede pessoal. As pessoas agora têm vários caminhos para expressar sua opinião e querem elogiar ou criticar seus produtos online.

Não existe mais “boca a boca”, é da boca para o mundo, disse Jill Rowley durante “O que os compradores B2B querem realmente? Não é o que você está vendendo”.

Defensores da marca são mais propensos a serem vistos como uma fonte honesta de informação pelas pessoas ao seu redor. Suas opiniões importam e você deve explorar esse potencial.

4. Todos nós queremos pertencer.

“Não é pessoal, são negócios” é coisa do passado.

Hoje em dia, os clientes têm muitas opções. Eles estão à procura de empresas oferecem uma experiência, não apenas um produto. Eles querem se sentir queridos e queridos. Eles querem pertencer.

Para tornar seus clientes em defensores da marca, uma experiência “boa o suficiente” não é bom o suficiente.

Cada interação que você tem com seus clientes deve encantar e surpreendê-los. Só então eles vão sentir a necessidade de compartilhar essa experiência on e off-line.

Construir uma cultura para o cliente é essencial, mas não é uma tarefa fácil e exige uma mudança de mentalidade para a maioria das organizações.

5. A “recomendação” é o novo padrão de qualidade.

Como Bill Macaitis disse bem em sua apresentação “Abastecendo o Hyper-Crescimento através da Experiência Impulsionada pelo GTM”, não importa se você faz uma venda ou uma renovação se você não for “recomendado”.

Se as pessoas estão dispostas a colocar seu próprio nome trás do seu produto, está implícito que você ganhou e que eles estão com você.

Uma vez que seu cliente está disposto a recomenda-lo, você alcançou o mais alto nível de satisfação do cliente. Tudo o que resta para você fazer é canalizar a sua voz para construir relacionamentos com novos clientes, enquanto cresce nos relacionamentos já existentes.

O conceito de Advocacy Marketing é simples, mas para integrá-lo como parte de sua estratégia de Marketing requer a adoção de todos dentro da empresa.

Um programa de defesa do cliente tem um tremendo potencial, onde todas as partes envolvidas saem como vencedores. Empresas aprendem a criar relações mais profundas e significativas com seu público, os clientes – em última análise – são mais felizes com suas decisões de compra, e os objetivos de negócios são alcançados.

Você pode ter apenas uma chance de causar uma boa impressão com um potencial defensor da sua marca. Faça valer a pena. Baixe o nosso whitepaper Best Practices for Growth: Aligning PR Programs to Corporate Strategy e aprenda como usar as Relações Públicas para desenvolver essas relações e alcançar seus objetivos de negócios.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Lucie Vietti-Curtis no dia 25 de março de 2016. Lucie é Gerente de Programa para Canais e Advocacy Marketing na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como fazer uma Estratégia para seu Content Marketing

A forma como compramos produtos e serviços mudou. Por isso as empresas devem criar novas estratégias de Marketing para atrair e reter clientes.

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Em um passado não muito distante, as empresas interrompiam o comportamento do consumidor com o objetivo de capturar sua atenção. Mas isso já não é um grande negócio. Além das pessoas estão mais seletivas em relação ao conteúdo que as empresas têm a oferecer, também optaram por interagir mais tarde com os comerciantes no processo de compra.

Para se ter uma ideia, pesquisa feita pela Corporate Executive Board Company mostra que o cliente B2B completa mais da metade do processo de decisão de compra antes do contato direto com uma empresa ou representante de vendas.

Enquanto o tradicional Outbound Marketing diminui, o Inbound Marketing cresce a medida que os consumidores entram cada vez mais em sintonia com o conteúdo online. Para capitalizar sobre a mudança de comportamento do consumidor, as empresas precisam melhorar a sua estratégia de conteúdo. Primeiro, elas devem entregar conteúdo atraente de acordo com cada público que ela deseja atingir e se comunicar de forma consistente através de vários canais utilizando táticas mais eficazes para cada fase do ciclo de compra.

Checklist para Estratégia de Conteúdo, discute:

  • Como planejar campanhas de Marketing ou lançamentos de novos produtos
  • As mudanças que todos os profissionais de Marketing precisam entender
  • Casos de sucesso que incorporaram a Distribuição Wire em sua estratégia

Baixe O Consumidor 2.0 – Checklist para Estratégia de Conteúdo e conheça o cenário e as mudanças de marketing na era do Consumidor 2.0. Garanta o sucesso de suas campanhas de Content Marketing – principalmente na distribuição de conteúdo – e conheça o papel que o serviço wire pode ter na sua estratégia de campanha.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Content Marketing – Missão e o Caminho para o Sucesso

Para muitos profissionais de Marketing, janeiro é um tempo de agir e pisar fundo. Enquanto dezembro foi preenchido por fechamento de projetos e compilação de relatórios, agora é quando os marketeiros estão prontos para seguir em frente.

Content Marketing Missão: O Caminho para o Sucesso

Antes de apertar o botão de lançamento confira se todos os sistemas estão funcionando. Para os profissionais de Content Marketing isso significa analisar os resultados do ano passado e utilizar seu contexto para rever as bases de sua estratégia, por exemplo, personas, a processo de compra e outros temas críticos.

Recentemente, estava inspirada e revi um dos “alicerces” da PR Newswire – a nossa missão em Marketing de Conteúdo – enquanto ouvia Joe Pulizzi durante o webinar “5 Ideias Essenciais para um Marketing de Conteúdo Épico para Negócios”.

O fundador da Content Marketing Institute ofereceu um mapa criterioso para trabalhar os vários elementos de um programa bem-sucedido de Content Marketing, e me pareceu um ótimo momento para olhar os componentes da nossa própria missão em Marketing de Conteúdo.

Para começar, qualquer declaração de missão deve ter um propósito. No caso do Content Marketing, a declaração deve abranger QUEM você quer atingir, O QUE você está oferecendo para ter engajamento, e POR QUE as pessoas terão interesse em participar.

Veja como a Missão da PR Newswire em Content Marketing é dividida:

Nosso conteúdo deve educar profissionais de Marketing, Comunicação e Relacionamento com Investidores nas melhores práticas para que eles possam usa-las para gerar mais impacto em seus programas.

  • QUEM: Nós iremos projetar nossos programas para profissionais de marketing, comunicações e relações com investidores.
  • O QUE: Produziremos conteúdo educacional e boas práticas.
  • POR QUE: Profissionais de Marketing, Comunicação e Relações com Investidores vão se envolver com o nosso conteúdo para entregar melhores resultados em suas campanhas.

Avaliando a nossa missão, dentro do contexto do relatório de fim de ano e as próximas prioridades, esta declaração ainda será o foco para o nosso conteúdo. Que por sua vez, acreditamos que apoiará nossos esforços em 2016.

Então, agora vamos ver como essa declaração pode ser utilizada de forma tática.

QUEM: Se você perdeu o controle do público para o qual você escreve, desenha, fotografa, filma, etc., é quase garantido que o seu conteúdo não terá engajamento.

Frequentemente aconselho os membros da equipe a identificar o público-alvo certo no topo do seu documento. Eu leio títulos que acredito ser para uma audiência e, quando me dou conta, percebo que o autor elaborou a mensagem para outra persona. (Pratique o que você prega: a primeira linha deste post era originalmente “Audiência: Profissionais de Content Marketing”).

Pulizzi recomenda apenas um público como persona por missão, e eu entendo que isso é para garantir que a estratégia de Marketing de Conteúdo seja focada.

Mas, a PR Newswire tem três públicos e nos atendem bem; uma boa pergunta é, por que isso funciona? Encontramos a distinção para nossos públicos no O QUE é educacional para eles e o que vai fazer a diferença para os seus resultados de negócios.

O QUE: A missão da PR Newswire para fornecer conteúdo educacional e as melhores práticas tem foco e parece simples, mas na verdade há muitas coisas acontecendo em segundo plano.

Tópicos para criar conteúdo: Os nossos públicos são diferentes, os assuntos e as conversas que irá atraí-los variam. Para o público de Marketing pode ser algo como “novas táticas de marketing de conteúdo para conquistar novos públicos”, já para se conectar com Comunicadores algo como “estrutura para press release que aumentar a visibilidade on-line” e para Relações com Investidores “tendências de mídia social para formular sua política de social media”.

Alinhar processo de compra e conteúdo: Nosso plano de conteúdo é projetado para cobrir a processo inteiro do comprador, dessa forma a “educação” e as “melhores práticas” vão desde o nível exploratório (por exemplo, “as tendências de geração de demanda que afetam a estratégia de conteúdo”) para táticas e orientação (“5 dicas sobre como incluir vídeo em press releases”) até informação para clientes (“modelo de divulgação de resultados para stakeholders”).

Formatos: A missão também não especifica como PR Newswire irá apresentar e entregar o conteúdo. O formato da peça vai levar em conta o público, o tema, o estágio do processo de compra e os canais disponíveis. “As tendências de geração de demanda que afetam a estratégia de conteúdo” pode funcionar melhor como vídeo e sumário executivo; “5 dicas sobre como incluir vídeos em press releases” pode ser um post ou infográfico; enquanto “modelo de divulgação de resultados para stakeholders” pode ser um template ou e-mail.

PORQUE: Não é apenas importante para definir o público; você também deve expressar por que esse público encontrará valor e investirá tempo com o seu conteúdo.

Em nossa declaração, a PR Newswire quer ajudar todos os nossos públicos proporcionam mais impacto em suas campanhas, e é importante para nós mantermos em mente que diferentes grupos têm diferentes objetivos.

Profissionais de Relações com Investidores podem querer gerar uma nova cobertura de analistas. Profissionais de Marketing podem ter como objetivo aumentar suas taxas de click-through. Comunicadores podem se interessar em aumentar o tráfego para seus canais próprios.

O objetivo do nosso conteúdo deve ser o mesmo do nosso público.

Missão Cumprida?

Logo no início de seu processo, talvez entre projetar sua missão e iniciar o desenvolvimento de conteúdo – e antes de entregar o seu conteúdo para o mercado – é preciso estabelecer as métricas que irão avaliar o desempenho do seu programa de conteúdo.

Essa pode ser uma outra fórmula de QUEM, O QUE e POR QUE em sua declaração de missão. Por exemplo, aumentar o número de prospects através do compartilhamento de conteúdo entre vários canais e entregar um pequeno aumento em novas receitas.

O início desse Novo Ano é um excelente momento para analisar a força da sua estratégia de Content Marketing para garantir que você está no caminho certo para atingir seus objetivos em 2016.

Quer mais dicas de estratégias de Marketing? Baixe o nosso whitepaper Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para alinhar a criação e distribuição de conteúdo para as diferentes fases do processo de compra de seu público.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Eva Rohrmann no dia 05 de janeiro de 2016. Eva é Diretora de Soluções e Marketing Customer Lifecycle na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

4 Dicas de Como Aproveitar o Poder da Mídia Espontânea

4 Dicas de Como Aproveitar o Poder da Mídia Espontânea

Mídia espontânea ajuda a estabelecer credibilidade entre vários públicos, mas seu impacto pode levar algum tempo para aparecer. Outro desafio para os comunicadores, apesar de tudo, é que a mídia espontânea é em grande parte, fora do nosso controle e seus benefícios são muitas vezes difíceis de mensurar. Com isso, como a ela pode se encaixar no Mix de Marketing? Como podemos saber que isso realmente está funcionando?

Em nosso recente webinar, Get Credible: The Role of Earned Media in Inbound Strategy, Christopher Penn, Vice-Presidente de Tecnologia de Marketing na SHIFT Communications, compartilhou sua visão profissional e dicas sobre como os profissionais de RP podem aproveitar o potencial da mídia espontânea. Ele identificou quatro etapas que ajudarão as empresas a otimizar seus ganhos de mídia:

# 1. Entender o papel das Relações Públicas no processo de compra do cliente

Houve uma grande mudança na forma como os profissionais de Comunicação e Marketing visualizam os ganhos em mídia. Tradicionalmente, mídia espontânea e mídia paga eram vistas como inversamente relacionado: Mídia espontânea começa devagar e ganha importância ao longo do tempo, e a mídia paga fornece impacto imediato, mas vai diminuindo ao longo do tempo. Penn incentiva os profissionais de Relações Públicas para irem além dessa visão clássica e pensar como a mídia se encaixa no processo de compra dos clientes.

4 Dicas de Como Aproveitar o Poder da Mídia Espontânea

Ele ilustrou este ponto usando o Google Customer Journey como ferramenta de compra online. Como você pode ver, Relações Públicas tem uma grande participação no processo de compra. Da mídia social para referências e busca orgânica, os nossos esforços de mídia espontânea precisam estar vinculados a esse processo e ser otimizado para ser mais eficiente. Por exemplo, a mídia social tende a ser a primeira interação com um cliente em potencial, assim que suas campanhas de mídia social devem se concentrar em aumentar o conhecido da marca (brand awareness). A busca orgânica acontece mais tarde na jornada do comprador, e as informações sobre os produtos e serviços devem ser introduzidos de acordo com nossas campanhas.

# 2. Entenda o que funciona (e o que não) para você

Auditar seus esforços em ganhos de mídia e canais de Marketing podem fornecer os melhores insights para o seu ROI. Você está recebendo um número maior de visitantes de mídias sociais como você esperava? Quantas publicações na mídia espontânea você conseguiu com várias campanhas? Compare essas informações aos seus custos financeiros e orçamento de mídia.

Se você usa o Google Analytics, Penn recomenda olhar para a sua função “Conversões Assistidas”, que lista os canais que mais ajudaram você e os que o ajudaram recentemente. Deduzir o verdadeiro ROI de seus esforços de Relações Públicas não é a coisa mais fácil, mas pode ser útil e garantir que você está usando seu tempo e recursos de forma mais eficaz.

# 3.Reinveitar os canais malsucedidos e reativa-los

De acordo com Penn, seus canais de comunicação com desempenho ruim tendem a ser malsucedidos devido a um desencontro de mensagem. Ele sugere comparar suas mensagens de Marketing com a forma como os consumidores estão falando sobre sua marca online e offline. Se isso não corresponder, talvez você precisa ficar mais em sintonia com seu público. Tenha em mente que o seu público do Twitter será diferente da sua audiência em revistas e até mesmo dos seu público no Facebook.

Quando se trata de seus canais de sucesso, encontre maneiras de fazer a sua mensagem durar por mais tempo. Penn acredita que syndication é a melhor ferramenta para fazer isso. Considere republicar suas mensagens em plataformas que você tem mais controle, como um blog ou na plataforma de publicações do LinkedIn. Sinta-se livre para também para recriar e reciclar os feedbacks de clientes. Twitter é realmente um ótimo lugar para fazer isso, você pode categorizar os “tweets favoritos” e compartilhar essas informações com o seu departamento de vendas.

4 Dicas de Como Aproveitar o Poder da Mídia Espontânea

# 4. Mensurar, medir, avaliar!

Penn enfatiza a importância de mesurar seus esforços de mídia espontânea adquiridos antes, durante e depois de uma campanha. Relações Públicas devem estar em constante adaptação às mudanças de seu público-alvo e seus interesses. É importante compreender se existem canais que você poderia estar se promovendo mais ou se há algum que simplesmente precisa ser mantido. Penn destaca quatro maneiras simples que podemos medir o nosso sucesso:

4 Dicas de Como Aproveitar o Poder da Mídia Espontânea

Para saber mais sobre como aproveitar o poder da mídia espontânea, ouça o webinar completo ou faça o download do nosso whitepaper.

Como você otimiza o seus ganhos de mídia? Conte-nos nos comentários abaixo, ou twitte para nós @CNWGroup.

Texto traduzido do post escrito por Melissa Meyer no Blog Beyond Wire, no dia 13 de novembro de 2015. Melissa é Assistente de Comunicação da CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire