Giba Um – Jornalismo Econômico, Político e de Estilo de Vida

Entrevista com o criador da Revista Contigo! e fundador do Projeto Down, Gilberto Di Pierro, veterano do jornalismo nacional e conhecido como “Giba Um”.

Giba Um – Jornalismo Econômico, Político e de Estilo de Vida

Ser jornalista é unir talento com trabalho, assim Gilberto Di Pierro descreve sua vocação em uma entrevista ao Diálogo Nacional. Olhar passa o seu passo o faz lembrar da época de estudante, na faculdade Cásper Libero onde cursou jornalismo. Sua carreira pode ser considerada precoce, aos 21 anos Gilberto já era colunista político do jornal Última Hora, onde cobriu um dos personagens mais folclóricos da política brasileira, Adhemar de Barros – na época governador do Estado de São Paulo.

Descendente de italianos, o “Giba Um” como é conhecido, fez de sua profissão um produto. Sem deixar de lado a seriedade e responsabilidade do jornalismo, fez de sua coluna – presente até hoje nas plataformas digitais do Diário do Comércio e em muitas outras publicações do Brasil – um sucesso. Fez da ironia e bom humor, elementos fundamentais para suas notícias.

Entre suas muitas funções, Gilberto é jornalista, apresentador, produtor de teatro e consultor de comunicação e marketing político. Além de ser o criador da Revista Contigo! e da Revista Pop. Mas suas funções como comunicador não param por aí. “Giba Um” também é fundador do Projeto Down – Centro de Informação e Pesquisa da Síndrome de Down – o que prova que a grande função de um comunicador, além de informar os acontecimentos, é educar e contribuir com as mudanças sociais, deixando de lado o papel de locutor e se assumindo como protagonista.

Acompanhe a entrevista da PR Newswire com esse grande profissional considerado um dos sobreviventes do jornalismo:

Entrevista com Gilberto Di Pierro, o Giba Um:

1 – Para você, um dos veteranos do jornalismo nacional, quais as mudanças no cenário da comunicação que mais impactaram a sua profissão desde seu início até hoje?

Gilberto Di Pierro“A impressão em offset, a chegada das cores nas capas dos jornais (e depois, em todas as páginas) e o uso do satélite pela TV. Sem falar nas variantes da internet, claro.”

2 – Por que o criador da revista Contigo, a mais conhecida revista sobre o mundo dos famosos, resolveu migrar o foco de suas publicações para a área de política?

Gilberto Di Pierro“A Contigo foi à primeira revista brasileira de gossips de artistas e de jornalismo investigativo nessa área. Introduziu também o que eu usaria depois na coluna: “Paparazzi”. Era inspirada na revista italiana Novella 2000, mais do que nos tabloides sensacionalistas de Londres e Nova York. A coluna começou quando estava ainda na Contigo e era necessário algo novo. Eu já tinha sido colunista político (aos 21 anos) no “Última Hora”. A coluna vai surgindo misturando gente de sociedade, artistas, políticos, empresários, esportistas, etc. Era muito natural que, com o tempo, eu fosse migrando para a política, acho que até por certa vocação.”

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3 – Como começou sua carreira no Jornal Última Hora? Com quais grandes profissionais do jornalismo você já trabalhou e como contribuíram para seu desenvolvimento?

Gilberto Di Pierro“Eu trabalhava nos Diários Associados, quando teve a primeira grande greve dos jornalistas, todo mundo foi demitido e eu fui pedir emprego no “Última Hora”. Comecei no mesmo dia e fui fazer a cobertura da prefeitura e depois a do governo do Estado (o governador era o Adhemar de Barros). Foi aí que nasceu minha primeira coluna de política estadual, sem o nome “Giba Um”. Grandes profissionais que contribuíram para o meu desenvolvimento: Luis Carta, Thomaz Souto Correa, Octávio Frias e Samuel Wainer, o qual acabei sucedendo na direção do jornal Última Hora. Estão são os prifissionais que acreditaram em mim.”

4 – O jornalismo sofreu grandes mudanças e passa por um momento econômico difícil. Como você vê o futuro da mídia impressa especialmente no Brasil?

Gilberto Di Pierro“A mídia impressa existirá sempre. Poderá ter menos veículos diante da concorrência da internet, mas manterá seu poder de leitura e de publicidade. Nos últimos tempos, foram legiões de jornalistas demitidos, a maioria migrou para a internet, virou assessor de imprensa ou professor de escola de comunicação. O Globo é o grande exemplo de jornal que se mantém, é completo, super informativo e funciona dentro de um complexo que tem o G1, TV Globo, emissoras de TV por assinatura e rádios.”

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5 – Qual o segredo da coluna “Giba Um”, umas das mais tradicionais na mídia Brasileira? Você segue alguma metodologia específica para trabalhar uma notícia?

Gilberto Di Pierro“Eu acredito que uma coluna só tem sucesso (e hoje, temos muitas colunas de diferentes tipos em jornais e uma infinidade na internet) se tiver informação boa e diversificada (eu, por exemplo, coloco coisas de comportamento ou de moda no meio das notícias políticas). O sucesso de uma coluna se deve ao estilo, pequenas doses de ironia e bom humor, acrescentadas a uma nota supostamente séria. O estilo inclui a maneira de escrever, criatividade nos títulos, mini sessões fixas, etc. Hoje eu misturo até mulheres seminuas com política.”

6 – O jornalismo político nunca esteve tanto em evidencia no noticiário. Você acredita que a política, como o noticiário esportivo, se tornou a nova paixão nacional?

Gilberto Di Pierro“O que está em evidencia não é a política: é a corrupção que envolve grande parte da política nacional. Nos anos 60, se falava na “caixinha do Adhemar”: hoje, só se fala em milhões desviados e não apenas da Petrobras ou de outras estatais. A corrupção assola governos estaduais e municipais. A gente vê prefeitos serem cassados por desviarem merenda escolar. Nunca os brasileiros conviveram com tão elevado nível de corrupção que domina as páginas dos jornais, manchetes, revistas e dos principais telejornais. A política em si sempre foi uma paixão nacional, como o futebol, a cerveja e o derrière das moças.”

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7 – Como consultor de marketing político, na atualidade, qual político tem melhor desempenho ou se destaca em termos de comunicação? Que melhor estabelece relacionamento com melhor posicionamento?

Gilberto Di Pierro“Hoje é difícil dizer. Em 13 anos de poder, o PT não conseguiu um sistema correto de comunicação. É feito por amadores. Mas, também outros governos têm comunicação pobre incluindo o de São Paulo. O esquema de comunicação de Geraldo Alckmin não existe. Esse pessoal todo imagina que distribuir releases é se comunicar, e não é. Cada jornalista com alguma importância recebe mais de 300 ou 400 releases por dia.”

8 – Há algum outro colunista e/ou blogueiro de política ou de outra editoria que você admira?

Gilberto Di Pierro“Gosto do Lauro Jardim, dos comentários de Reinaldo Azevedo e do site O Antagonista. Quanto a algum blogueiro de outra editoria, admiro o Ruy Castro.”

9 – Em sua opinião, consultoria de comunicação é uma saída versátil para os jornalistas experientes diante do período de crise na área?

Gilberto Di Pierro“Nos últimos anos, foram demitidos milhares de jornalistas de todos os veículos da mídia. Para sobreviver, cada um deles tenta abrir sua assessoria de imprensa ou dar aulas a preços muito baixos. Das mais de duas mil consultorias de comunicação do país, menos de 10% delas tem qualidade profissional.”

10 – O que é e como começou o “Projeto Down”, na qual você é fundador? Com mais de 30 anos, quais as mudanças sociais que o projeto promove e como a mídia aborda essa questão?

Gilberto Di Pierro“O Projeto Down nasceu há mais de 30 anos por conta do nascimento de um filho meu, o Bruno. Na época, se falava “mongoloide”, que é um termo pejorativo. Fizemos uma campanha nacional e introduzimos o nome correto, que é Síndrome de Down. Fomos a primeira entidade voltada à campanha anti-segregação, usando os recursos de uma consultoria de imprensa, a princípio, depois cartilhas, assistência a familiares e a população mais carentes, seminários, grupos de apoio, visita a familiares e até um SOS Down para quem acaba de ter um filho com Síndrome de Down. Somos de utilidade pública e reconhecidos pela ONU.  Hoje, apoiamos também uma escolinha creche, onde fazemos pesquisas e um constante acompanhamento. Tudo feito com doações da iniciativa privada.

Hoje são centenas de instituições, inspiradas pelo Projeto Down, espalhadas pelo Brasil. Entretanto, a mídia acolhe apenas casos especiais: por exemplo, um garoto que vira ator, um casamento vigiado, adolescentes que trabalham. Ninguém fala que não existe uma instituição pública que ofereça, de graça, intervenção precoce. Sem falar no salário mínimo que eles têm direito, desde os demais integrantes de sua família ganhem até 40% de um salário mínimo.”

*Se você é um jornalista, blogueiro, autor ou criador de conteúdo, o ProfNet pode te ajudar a encontrar fontes especializadas. Tudo que você tem a fazer é preencher um rápido formulário dizendo o que você procura, o seu prazo, e como você quer ser contatado, para colocarmos você em contato com os especialistas mais apropriados em nossa rede. A melhor parte? É GRÁTIS! Comece agora.

Por Bruno Sutero, Coordenador de Relacionamento com a Mídia
Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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Novidades da Mídia e de Jornalistas / Junho 2015

Bem-vindo ao MEDIAware, a newsletter mensal com o resultado das pesquisas da equipe de mídia PR Newswire.

Mediaware

MEDIAware tem como objetivo trazer a seleção das mais importantes atualizações da mídia e dos jornalistas que ocorrem em todo o Brasil, através do trabalho feito por nossos pesquisadores. Caso tenha informações sobre alterações recentes nas mídias e profissionais de comunicação ou dúvidas a respeito do conteúdo, entre em contato pelo e-mail: mediapt@prnewswire.com.br.

Freelancer (Brasília, DF): A experiente jornalista Sirlene Rodrigues (sirlenerodrigues2010@gmail.com/ sirlenerf@hotmail.com), com passagens pelo Jornal Correio, Tribuna do Brasil e pelo sistema Globo de Rádio de Uberlândia, está atuando como freelancer e está disponível para o mercado da comunicação. Sirlene atuou em diversas produções jornalística e coordenou eventos internacionais de grande porte.

Mediaware-REDETV

 

RedeTV! (São Paulo, SP): De volta as telas, a jornalista Débora Vilalba é uma das apresentadoras, junto de Luciano Faccioli, da “Super Faixa do Esporte“, novo programa esportivo da emissora, que traz conteúdo de diversas modalidades, como como vôlei, futebol e games.

Ainda na emissora, Ana Volpe assume o posto de editora-chefe do Leitura Dinâmica.

 

Mediaware-Revista-Piaui

Revista Piauí (São Paulo, SP): Duas colaboradores foram desligadas da publicação. A repórter Malu Delgado, e a editora Claudia Antunes (redacao@revistapiaui.com.br), que continuará colaborando com a revista como freelancer.

 

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ESPN (São Paulo, SP): Com as mudanças estratégicas e o objetivo de focar em plataformas digitais, a ESPN Brasil anunciou o fechamento da sua emissora de rádio. Três colaboradores foram desligados da empresa: Carlos Barbosa, João do Amaral e Renê Martim. O restante dos funcionários foi remanejado para a TV.

O jornalista Jorge Nicola é o novo comentarista do canal ESPN.

 

Mediaware-

Rádio Capital 1040 AM (São Paulo, SP): Dois novos programas estreiam na programação da rádio AM. De segunda a sexta, “Meia Hora com Deus”, apresentado pelo padre Juarez de Castro, trará orações e reflexões para as tardes dos ouvintes. Já as manhãs de sábado contarão com o “Tudo de Bom”, apresentado por Paulo Eugênio (tudodebom@radiocapital.am.br).

 

Mediaware-REDE-RECORD

Rede Record (São Paulo, SP): O diretor Mario Vaz deixa o cargo no programa “Mais Você”, da Rede Globo, para assumir a coordenação do programa de Xuxa Meneghel, na Record.

Na TV Record RS a nova contratada é Paloma Poeta, que recentemente deixou a Band RS.

 

Mediaware-GAZETA-DO-POVO

Gazeta Jornais (Curitiba, PR): A Gazeta Jornais, formada pela Gazeta do Povo, Tribuna, Jornal de Londrina e Paraná Online, contrata Jary Camargo como diretor de mercado nacional, no escritório localizado na cidade de São Paulo.

Mediaware-Rede-Bandeirantes

Rede Bandeirantes (São Paulo, SP): Marcelo Meira deixa o cargo de vice-presidente de televisão e digital, para assumir o posto de vice-presidente executivo do Grupo Bandeirantes no lugar de Walter Ceneviva, que passa a fazer parte do conselho administrativo do Grupo Bandeirantes.

Mediaware-Estadão

O Estado de São Paulo (São Paulo, SP): O Grupo Estado apresentou um novo site para os dispositivos móveis, que contará com notícias do site e do impresso, informações em tempo real do trânsito e clima.

A jornalista Dora Kramer (dora.kramer@grupoestado.com.br) está de volta ao jornal, retomando sua coluna política.

Mediaware-GNT

GNT (São Paulo, SP): O canal GNT estreará um novo programa, com estreia prevista para o mês de junho, e contará com debates e bom-humor. “Papo de Segunda” será comandado por Marcelo Tas e com participações do cantor Leo Jaime, do jornalista Xico Sá e do ator João Vicente de Castro.

Mediaware-FOX

Canal Fox (São Paulo, SP): Marcio Moron deixa a diretoria do canal e assume a posição de VP de Produção nas redações na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro. Alex Mendes é o novo Diretor Sênior, Eduardo Zebini, novo VP Sênior dos Canais Fox e Rogério Brandão assume como VP Sênior de Programação dos canais esportivos da Fox.

Mediaware-Radio-Estadao

Rádio Estadão (São Paulo, SP): A frequência utilizada pela rádio Estadão (AM/700 Khz) passa a transmitir a programação da Nossa Rádio (contato@nossaradiofm.com.br), comandada pelo missionário R.R. Soares, que trará conteúdo gospel. A Rádio Estadão passa a transmitir sua programação apenas em FM (92,9 MHz), pelo site e pelo aplicativo para smartphones.

Mediaware-O-Globo

O Globo (Rio de Janeiro, RJ): O Globo A Mais, produzido com exclusividade para veiculação através de iPads, deixa de ser desenvolvido e dará lugar a um novo projeto digital.

Mediaware-Veja

Revista Veja (São Paulo, SP): Mais funcionários são atingidos por cortes na editoria da revista. A editora de saúde, Karina Pastore, e o colunista Leonel Kaz deixam a redação, além da editora-executiva de comportamento, Vilma Gryzinski, e de cinema, Isabela Boscov (iboscov@abril.com.br), que passam a ser apenas colaboradoras da publicação.

Mediaware-IG

Portal IG (São Paulo, SP): Nuno Vasconcellos, principal acionista das empresas Ongoing e Real Time Corp, assume a presidência do veículo.

Mediaware-R7

Portal R7 (São Paulo, SP): O portal de entretenimento da Rede Record ganha dois novos canais de conteúdo, focados em moda e saúde. O R7 Looks, focado em moda, será comandado pela modelo Gianne Albertoni e contará com a participação de telespectadoras, dando dicas de como mudar o visual usando peças do guarda-roupa.

O Saúde sem Neura será apresentado por Fabiana Grillo (fgrillo@sp.r7.com) e Vanessa Sulina (vsulina@sp.r7.com), com dicas de como prevenir doenças.

A jornalista Keila Jimenez estreia em junho o blog “KTV”, que abordará assuntos relacionados ao presente e futuro do mercado de televisão aberta e fechada.

Mediaware-Globo

Rede Globo (Rio de Janeiro, RJ): As manhãs de sábado ganharão uma nova atração de entretenimento, com três horas de programa ao vivo e com um time de seis apresentadores, que se revezarão a cada semana. O time será composto por Patrícia Poeta, Tiago Leifert, Zeca Camargo (zeca@tvglobo.com.br), Ana Furtado, André Marques e Cissa Guimarães, que apresentarão assuntos variados, como saúde, comportamento, beleza e gastronomia.

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Infoglobo (Rio de Janeiro, RJ): O diretor-geral da Editora Globo, Frederic Kachar (fkachar@edglobo.com.br), passou a assumir a diretoria da Infoglobo.

Conheça também a seleção das mais importantes atualizações da mídia e dos jornalistas estão acontecendo em outros países da América Latina: *MEDIAware Latam. Caso tenha outras informações sobre alterações recentes na mídia e/ou sobre os profissionais de comunicação ou dúvidas a respeito do conteúdo, entre em contato com nossa equipe de Relacionamento com a Mídia pelo e-mail: mediapt@prnewswire.com.br.

Relações Públicas – Tráfego e Engajamento Online

Um dos principais esforços de Relações Públicas é aumentar a visibilidade de seus clientes e gerenciar sua reputação. Como isso funciona no ambiente online?

Relações Públicas - Tráfego e Engajamento Online

Os websites são o principal ponto de contato online com o público. Considerados âncoras da publicidade digital, merecem uma atenção toda especial e servem como canal de comunicação entre a empresa e o público, dividindo espaço com outras plataformas digitais. Hoje existem dois parâmetros para se medir o sucesso do seu website:

#1. Tráfego Online. É medido pelo número de visitantes únicos para o seu site em um determinado tempo (dia, semana, mês). Esse número fornece uma medida para se determinar o sucesso de qualquer campanha de SEO.

#2. Engajamento Online. É uma medida mais complexa. Ela fornece uma imagem do que as pessoas fazem quando chegam ao seu site. Quantas páginas elas visitam ou quanto tempo os visitantes passam em cada página.

GOOGLE ANALYTICS E RELAÇÕES PÚBLICAS

Se você atrai uma enorme quantidade de tráfego para o seu website, mas seus visitantes não estão engajados ou não atendem seus objetivos de comunicação nesse canal é hora de trabalhar.

O Google Analytics mede ambos, tanto o tráfego online como o engajamento. Seu relatório apresenta uma série de dados que podem ser analisados e servir como ponto de partida para profissionais de relações públicas proporem mudanças para seus clientes. Entre alguns dados estão o número de visitantes únicos de um website, tempo médio de visitas, páginas visualizadas por visita e sua taxa de rejeição.

O que é a taxa de rejeição? É o percentual de pessoas que visitam uma página de seu site e a deixam antes de visitar outras páginas. Isso quer sugere duas coisas para os profissionais de comunicação. Um grande volume de tráfego e uma alta taxa de rejeição sugere um ótimo trabalho de SEO. Mas por outro lado, também indica que o público não se identificou com o conteúdo do seu site, é hora de trabalhar nisso.

COMO MELHORAR TRÁFEGO E ENGAJAMENTO ONLINE

Inbound Marketing.  Conhecido também como Pull PR, é o nome dado à criação de conteúdo de qualidade voltado para seu público e disponibilizado em seu website. Entre as ferramentas que compõem o mix do Inbound Marketing estão: blogs, podcasts, vídeo, eBooks, newsletters, whitepapers, SEO e outras formas de marketing de conteúdo. Adotar essas ferramentas para o seu plano de comunicação online garantirá que seu público encontre o seu website por sua boa classificação nos rankings de busca. Você também pode usar técnicas básicas para melhorar o engajamento dos visitantes. Slideshows aumentam a quantidade de tempo gasto por visitantes em um site, e blogs corporativos atraem visitantes, criando uma porta de entrada totalmente independente em o seu site. E custam 62% menos do que a publicidade online tradicional.

Inbound Links. Espalhar links do seu conteúdo em outros websites é uma forma de melhorar o desempenho do seu site no ranking de buscas. Mas cuidado. O Google também avalia o contexto em que seu link foi publicado, qualidade dos links e a página de destino. Compartilhe os seus links em websites e blogs que estejam relacionados ao seu negócio. Isso garantirá o seu desempenho nos buscadores.

Você também pode criar uma “sala de imprensa” em seu site para seus press releases, artigos e vídeos e on-line. A publicação de novas páginas web cria um site dinâmico, que será bem avaliado pelo Google, gerando mais tráfego e engajamento online com o público.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Os Sites de Notícias Mais Adaptados as Redes Sociais

A forma como consumimos conteúdo foi revolucionada pelas plataformas digitais e sociais. A mídia tem que se reinventar a cada dia para encontrar seu público em diversas redes sociais. Se adaptando as regras e conduta estabelecida em cada plataforma on-line.

Os Sites de Notícias Mais Adaptados as Redes Sociais

O Digiday, site de publicações sobre mídia digital, desenvolveu um estudo muito interessante. Nele grandes veículos de comunicação on-line são ranqueados e comparados em gráficos. O Twitter e o Facebook foram as redes sociais escolhidas para análise. O estudo revela quais são os publishers mais adaptados e que melhor promovem seu conteúdo nas redes sociais.

Veículos tradicionais, como CNN, NYT, HuffPost e WSJ, ainda têm os maiores públicos nas redes sociais entre fãs e seguidores. No Twitter, por exemplo, a CNN e o The New York Times são imbatíveis no quesito, cada um com cerca de 12 milhões de seguidores.

Porém a internet abre grandes possibilidades para novos editoriais jornalísticos. O BuzzFeed, site de notícias e entretenimento, fundado em 2006 e longe de ser um representante da velha guarda, é o principal destaque do estudo. Embora seu número de seguidores e fãs seja menor do que veículos de mídia tradicionais e com mais credibilidade.

Entre os analisados, o BuzzFeed teve o maior número de compartilhamentos pelo Facebook, chegando a 10.4 milhões de shares somente no mês de abril. Uma média de quase três mil e quinhentos compartilhamentos por post. Sendo muito mais eficiente que os veículos mais conservadores presentes nas plataformas. O segredo do site é ter evoluído com os hábitos de leitura dos internautas.

Enquanto o BuzzFeed se destaca no Facebook, a tradição mantém seu espaço conquistado no Twitter. A empresa jornalística britânica BBC, assim como a PR Newswire, mantem várias contas no microblog, somando quase 20 milhões de seguidores. Em abril foi a empresa com maior número de retweets na rede.

Veja todos os resultados curiosos dessa pesquisa no site Digiday.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

4 Dicas para Profissionais da Saúde se Conectarem com Pacientes

De acordo com a presidente da Manhattan Research, Meredith Ressi, 65% dos consumidores online dizem que a Internet é muito importante para obter informações médicas. Agora que a Affordable Care Act (ACA – Lei de assistência a preços acessíveis) entrou em vigor, o mercado de assistência à saúde está vivenciando um influxo de consumidores diversos que cada vez mais se apoiam na tecnologia digital e móvel para se orientarem. Cabe assim, aos comunicadores de assistência à saúde desenvolver táticas para ajudar pacientes a navegar pelas políticas complexas da ACA. Líderes do pensamento do setor apresentados na cúpula Futuro das Comunicações em Assistência à Saúde, coapresentada pelo Business Development Institute e pela PR Newswire, ofereceram suas perspectivas sobre como os comunicadores de assistência à saúde podem usar plataformas digitais para informar e motivar pacientes para melhor controlarem o bem-estar.

HealthCare Professional

1.Envolva seus públicos com conteúdo multimídia, e assim simplifique ideias complexas

O diretor global de mídias emergentes da PR Newswire, Michael Pranikoff, observa que 85% das marcas publicam conteúdo, mas apenas 35% acreditam que o fazem de forma eficiente. A questão provável é que mensagens complicadas estão afastando os públicos e os levando diretamente para a concorrência.  Ao contrário, o conteúdo multimídia, como vídeos, permitem que ideias complexas sejam simplificadas em formato conciso que atrai a atenção do público e amplia a visibilidade. O envolvimento em canais sociais como Youtube, Instagram e Pinterest é impulsionado principalmente por imagens, assim, os comunicadores que não empregam táticas visuais estão desperdiçando outras oportunidades para suas mensagens serem vistas.

Além disso, os consumidores se tornaram mais conscientes das táticas de marketing evidentes e não estão interessados em estratégias publicitárias descaradas. Os vídeos têm como objetivo contar histórias, mais do que promover a marca, o que ajuda a construir uma confiança mútua. Com diz Pranikoff: “Se você não estiver apresentando materiais visuais, não está assumindo o controle das mensagens”.

2.Comunique inovações clínicas por meio da mídia livre

Pacientes com doenças especiais precisam saber para onde buscar ajuda. A Johns Hopkins Medicine compartilha as histórias de sucesso envolvendo descobertas biomédicas, sobrevida de pacientes e médicos altamente qualificados para definir a credibilidade da organização como líder na comunidade de saúde. De acordo com Dalal Haldeman, vice- presidente sênior de marketing e comunicações da Johns Hopkins Medicine, a marca foi reconhecida por 80,2% dos participantes em uma pesquisa nos EUA, comparada com as marcas de consumo mais reconhecidas como McDonald’s, Google e Coca-Cola. O reconhecimento da marca é imensamente importante para os pacientes que estão colocando suas vidas nas mãos de prestadores de serviços de saúde e a mídia livre (earned media) é uma das melhores maneiras de construir essa confiança.

3.Tenha consciência das considerações culturais e de linguagem antes de usar uma ferramenta específica de comunicação

Os consumidores estão tomando as próprias decisões sobre clínicas de tratamento, mas públicos diferentes estão usando canais diferentes para pesquisar preços para os planos. Por exemplo, o vice-presidente executivo da Makovsky, Gil Bashe, informa que afro-americanos têm maior probabilidade de usar smartphones para obter informações de assistência à saúde do que qualquer outro grupo. Compreender o uso demográfico por trás de cada ferramenta de comunicação pode ajudar a segmentar o mercado e direcionar as mensagens que sejam mais adequadas para esses públicos.

 

4.Ouça as conversas sociais e use essas informações para substanciar os programas de saúde

O aumento do consumismo criou um ambiente com foco na colaboração e o envolvimento no setor de assistência à saúde. Um estudo da Manhattan Research descobriu que 59% dos consumidores online estão interessados em apoio ao paciente para aprender mais sobre suas doenças e como enfrentá-las. As conversas sociais proporcionam o contexto para os vários tipos de informações que os pacientes estão buscando. Com o uso de análise de dados, os provedores de assistência à saúde podem desenvolver programas mais sofisticados para conectar os pacientes com as comunidades.

As determinações da Affordable Care Act ainda não foram perfeitamente entendidas pelo público, dando aos comunicadores de assistência à saúde uma oportunidade importante para preencher o hiato de informação. Mas para poder agir com eficiência, os comunicadores de assistência à saúde precisam abraçar a nova era da interação, menos focada no produto e mais no paciente. A tecnologia digital e móvel torna possível falar diretamente com os pacientes em um ambiente em que eles se sentem mais confortáveis. Com o uso de material visual, das mensagens personalizadas e de ouvir as conversas sociais, os comunicadores de assistência à saúde podem se preparar melhor para assumir responsabilidade crescente pelo próprio controle da saúde.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 01 de março de 2014.

Jornal Impresso vs. Gadget

Lembra da época em que seu avô ou seu pai recebiam o jornal pela manhã e o folheavam para se manterem atualizados sobre as notícias do país e do mundo?  Tal rotina está sendo cada vez mais extinta em nossa sociedade. O jornal impresso está cada vez mais escasso, e suas redações estão dispensando profissionais aos montes. Mas, qual o motivo dessa revolução dentro das mídias nacionais e internacionais?

Fonte da Imagem: The Guardian

Fonte da Imagem: The Guardian

Atualmente, com o mundo globalizado as pessoas sentem necessidade de se manterem atualizadas a todo o momento. É essa urgência que o jornal impresso não pode proporcionar a seus leitores. Para isso, os tablets e smartphones estão sendo usados pelos grupos de mídia como instrumentos para divulgar  informações com mais velocidade mantendo sua tradicional qualidade. E os leitores aproveitam as diversas funcionalidades das atuais ferramentas tecnológicas, sendo assim os veículos impressos ficam cada vez mais ultrapassados.

Os principais grupos de mídias brasileiros estão desenvolvendo novos métodos de manter a fidelidade de seus leitores. Para isso, veículos de comunicação como Estadão, Folha e O Dia estão investindo em plataformas digitais direcionadas para tablets, smartphone entre outros gadgets. Reduzindo assim seu quadro de funcionários, pois para as novas plataformas não há a necessidade de manter um grande grupo de profissionais.

Possivelmente, as mídias impressas não existirão no futuro, gerando novos hábitos de leitura e mantendo outros só no passado.

Por Bruno Sutero, Pesquisador de Mídia
PR Newswire