5 Dicas para Atingir o Consumidor 2.0 com sua Comunicação

5 Dicas para Atingir o Consumidor 2.0 com sua Comunicação

O marketing e o mercado de comunicação mudaram dramaticamente na última década. O consumidor está no comando do processo de compra e, muitas vezes, só interage com um representante de vendas quando a decisão de compra já foi tomada. Esta nova geração, informada, impaciente e cética – ou como costumamos chama-la: Consumidor 2.0 – quer acesso a informação confiável, relevante e disponível.

How Buyer 2.0 Affects Communications and Demand Generation Strategies

Para alcançar esse consumidor e engajá-lo, os profissionais de marketing precisam repensar suas estratégias de comunicação e geração de demanda.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a desenvolver um plano de comunicação de marketing para atingir o consumidor 2.0:

Dicas para Atingir o Consumidor 2.0 com sua Comunicação

Para mais informações e dicas sobre como você pode criar um plano de comunicação para alcançar o consumidor 2.0, baixe hoje esse white paper da CNW – PR Newswire: How Buyer 2.0 Affects Communications and Demand Generation Strategies.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 21 de julho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

4 Passos Iniciais para sua Estratégia de Conteúdo Multicanal

Estratégia de Conteúdo

As empresas que querem aumentar o awareness, ou seja, a percepção e a exposição da sua marca junto ao público, podem conquistar grandes resultados com uma sólida estratégia de comunicação multicanal.

Isso pode ser feito de diversas formas, como a combinação entre a distribuição de press releases e ferramentas para gerar mídia espontânea, campanhas em plataformas de mídia social e mídia paga, ações de rua e promoção de eventos – o céu é o limite para sua imaginação. Mas, infelizmente, seu tempo e recursos devem ser limitados e, provavelmente, não poderá contar com tudo isso na sua estratégia.

Antes mesmo de começar a escolher os canais para o seu plano, há outro trabalho que precisa ser feito, bem menos divertido.

Em nosso recente webinar,  Multichannel Content Strategy: How to Build Awareness Customers and Revenue, Matt Heinz, Presidente da Heinz Marketing compartilhou seu conhecimento e experiências profissionais com marketing de conteúdo multicanal. Matt apontou quatro passos para uma estratégia multicanal sólida, que orientarão suas decisões quando chegar a hora de determinar quais canais devem ser utilizados para sua estratégia:

1.Quantifique sua meta para o sucesso

Como qualquer plano de comunicação, você deve determinar qual o objetivo da sua campanha. Heinz compartilhou exemplos quantificáveis, tais como número de vendas, contratos e leads, os quais podem ser facilmente mensurados.

2.Crie um perfil claro do cliente

Na internet, descubra onde o seu público pode ser encontrado e o que eles fazem on-line. Compile o máximo de informações possíveis, incluindo dados demográficos e psicográficos. Compare os resultados obtidos com o que os canais pré-selecionados tem a te oferecer.

DL+Driving+Credibility

3.Compreenda seu processo de compra e venda

Consulte suas equipes de relacionamento com cliente (incluindo vendas) antes de embarcar em um plano multicanal. Isso ajudará você a mapear onde marketing e PR se encaixam dentro do processo de compra. Heinz diz que é geralmente na fase de “descoberta”, quando o público busca informações sobre determinado produto ou serviço. Considere quais canais ajudarão a impulsionar a descoberta de conteúdo e, neste momento, construa a confiança, preparando o terreno para uma eventual conversão em vendas.

4.Adote e direcione sua receita com métricas

Hoje, com mais métricas disponíveis para comunicadores, nunca foi tão fácil atrelar relações públicas à receita. Na verdade, os programas coordenados entre marketing, publicidade e RP podem usufruir um do outro e construir um ecossistema sólido para as receitas das organizações.

Embora o modo utilizado para mensurar as ações de relações públicas não seja perfeito, demonstre o valor de suas atividades com uma linguagem que possa ser compreendida por outras unidades de negócio dentro de sua empresa e alinhadas as métricas de publicidade. Heinz recomenda amarrar essas medidas aos seus objetivos, a fim de ter um o sucesso de sua campanha de forma instantânea, clara e consistente.

Então, quais métricas você deve aplicar à sua campanha multicanal? Confira as sete métricas para te ajudar a demonstrar o ROI.

Para saber mais sobre a estratégia de conteúdo multicanal, ouça o webinar completo. Quais são os passos que você deve adotar antes de implementar um plano de marketing multicanal? Comentários abaixo, ou envie um tweet para @CNWGroup.

Tradução do texto escrito por Melissa Meyer no Blog Beyond the Wire, no dia 31 de maio de 2016. Melissa é Assistente de Comunicação da CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

2014 Review – Plágios, Drones e Medo no Jornalismo

Com 2014 chegando ao fim, é hora de olhar para trás e refletir sobre o ano que passou e sua influência no que está por vir. Ao longo das próximas semanas, vamos voltar no tempo e olhar não apenas para o que aconteceu no noticiário, mas também no que acontecerá.

2014 Review - Plágios, Drones e Medo no Jornalismo

Algumas das notícias mais interessantes de 2014 foram sobre o próprio noticiário, também dependemos dele, da mídia, para receber essas informações. Este ano trouxe controvérsias e conflitos no jornalismo, incluindo alegações de plágio, as implicações do “drone jornalismo”, e os perigos enfrentados pelos freelancers que cobrem conflitos em terras estrangeiras.

PLÁGIO DESCOBERTOS

As alegações de plágio do BuzzFeed sobre o político escritor / editor Benny Johnson foram, sem dúvida, uma das maiores histórias do mundo da mídia.

Tudo aconteceu muito rápido. Em uma semana em Julho, alguns usuários do @blippoblappo e @crushingbort da ourbadmedia.wordpress.com divulgaram a história e dentro de alguns dias, BuzzFeed conduziu uma rápida investigação onde descobriu 41 casos de plágio. A empresa demitiu Johnson no fim da semana e emitiu um pedido de desculpas aos leitores.

No pedido de desculpas, o BuzzFeed abordada a evolução do site em uma fonte de notícias globalmente reconhecida agora sujeita a padrões mais elevados de relatórios.

“BuzzFeed começou há sete anos como um laboratório de conteúdo”, escreveu Ben Smith do BuzzFeed. “Os nossos escritores não têm formação jornalística e não foram treinados para os padrões jornalísticos tradicionais, porque não fazíamos jornalismo. Mas isso começou a mudar ao longo do tempo”.

Enquanto BuzzFeed pode achar que esse capítulo foi encerrado, isso levantou outras questões sobre o desafios dos editores em detectar plágio, em mercados tradicionais ou não.

Por exemplo, você sabia que existem diferentes tipos de plágio? A Poynter oferece dicas para ajudar a identificá-los. A Associação de Notícias Online (#ONA14), também compartilhas dicas de como evitar o plágio.

Enquanto isso, as ironias sobre a história do BuzzFeed não terminam por aí. Johnson foi contratada pela National Review como seu primeiro editor de social media. National Review é citada como uma das publicações que Johnson pegava informações.

DRONE JORNALISMO – NO AR E EM NOSSAS MENTES

Sim, os mesmos drones que a Amazon está propondo para entregar pacotes, algumas agências de notícias querem usa-los para tirar fotos e fazer vídeos em áreas atingidas por catástrofes naturais, como furacões e tornados.

A NPR All Tech Considered informou em maio como a Little Rock, a Arkansas ABC afiliada, e a KATV conseguiram capturar os danos de um tornado a 150 pés no ar usando um drone com uma câmera acoplada. Os pesquisadores do Drone Journalism Lab (sim, existe esse tal lugar) vêm testando como drones podem ser usados para produção de notícias. O laboratório foi criado em Nebraska na Universidade Lincoln de Jornalismo e Comunicação de Massa em novembro de 2011.

No início deste ano, a ideia de usar drones ou “sistemas de aeronaves não tripuladas” (UAS), com o objetivo de produzir notícias, ganhou notoriedade quando as perguntas da Primeira Emenda foram levantadas após a FAA proibir as redações de usarem um UAS sem autorização.

2014 Review - Plágios, Drones e Medo no Jornalismo

Várias das principais organizações jornalísticas, incluindo a Associated Press, New York Times, e outras se uniram para se colocarem contra a proibição da FAA, sob a forma de uma emenda com o Conselho National de Trafego e Segurança que diz que o uso de drones no jornalismo deveria ser distinguido do uso comercial de drones e, portanto, merece proteção à Primeira Emenda.

As redações em todo o país estão aguardando ansiosamente a decisão da FAA. Para ajudar o processo, a CNN e a Georgia Tech uniram forças para examinar e “entender melhor as oportunidades de veículos aéreos não tripulados (UAVs) presentes em empresas jornalísticas, e para explorar as questões de acesso e de segurança que precisam ser tratadas como parte de qualquer novo marco regulatório”.

O Congresso precisa da FAA para integrar drones no espaço aéreo dos Estados Unidos no próximo ano. Vamos ficar de olho nessa história e providenciar atualizações sobre novos desenvolvimentos em 2015 (leia sobre a decisão de 10 de dezembro da FAA sobre a Reuters.com). Por enquanto, uma coisa é certa – o jornalismo drone não está perdido.

O MEDO DO JORNALISTA FREELANCER

As trágicas mortes dos jornalistas freelancers James Foley e Steven Sotloff por militantes islâmicos na Síria foram tanto uma volta de eventos profundamente assustadores e tristes. Suas mortes reacenderam os temores entre os freelancers que enfrentam e cobrem o conflito sírio e em zonas de perigos semelhantes.

“A Síria tem sido o país mais perigoso do mundo para jornalistas nos últimos dois anos”, diz o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ), acrescentando que “pelo menos outros 70 jornalistas foram mortos cobrindo o conflito por lá, inclusive alguns que morreram ao longo da fronteira entre o Líbano e a Turquia”.

O CPJ está comunicando as empresas jornalísticas para reconhecer o risco que estes jornalistas enfrentam e intensificar os seus esforços para protegê-los.

“É hora das redações, que por motivos financeiros e de responsabilidade, quererem uma relação estritamente de pleno interesse com seus freelancers, de reconhecer que elas devem ter cuidado ao encorajar aqueles que são enviados à linha de frente”, diz a agência.

Assim, que medidas podem ser tomadas para proteger os jornalistas em situações de alto risco, especificamente freelancers que estão, praticamente por conta própria, contando histórias em partes inseguras do mundo?

A MediaShift da PBS diz que um plano de comunicação é essencial e descreve os elementos cruciais que devem ser parte do plano – ter o contato de uma pessoa de confiança, informações detalhadas de contato, e um cronograma de check-ins estabelecido. Um plano bem pensado pode salvar uma vida.

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Texto traduzido do post escrito por Danielle Ferris no Blog Beyond Bylines, no dia 17 de dezembro de 2014.

Brett Simon é Gerente Sênior da equipe de Relacionamento com a Mídia da PR Newswire. Siga @savsimon.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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