5 Princípios do Jornal para Aplicar no seu Conteúdo On-line

5 Princípios do Jornal para Aplicar no seu Conteúdo On-line

Eu amo jornais.

Eu sou um ex-repórter – estagiei durante a faculdade, fui colunista de esportes durante seis anos e meu pai trabalhou em um jornal por quase 40 anos. Então, sim, eu tenho uma queda pelos impressos.

Hoje, a escrita ainda é a minha especialidade, mas eu penso um pouco diferente sobre ela.

Quando eu comecei como repórter, eu não tinha ideia do que era SEO – talvez ninguém em 2005. Eu não escrevia para internet, mas para pessoas em que o jornal era entregue à sua porta todos os dias.

Dez anos atrás, eu queria que meu conteúdo aparecesse acima da dobra na primeira página do jornal. Agora, eu quero que ele apareça na primeira página de pesquisas do Google.

Mesmo que muitas coisas tenham mudado quando falamos em meios de comunicação, o bom conteúdo continua sendo essencial.

Você pode surpreender seus editores com conteúdo de qualidade e conseguir com que ele seja publicado na primeira página do jornal, ou “impressionar” o algoritmo do Google ao ser colocado em uma posição privilegiada para busca online.

Aqui estão cinco princípios dos jornais que podem nos ajudar a aprender sobre SEO.

1. Um bom título pode fazer ou quebrar uma história

Imagine que você escreveu o melhor artigo no mundo. Eu estou falando algo para ganhar o Prêmio Pulitzer, com uma escrita que faria Bob Woodward ter inveja.

Mas seu título é ruim. Leve, muito “bonitinho” ou simplesmente confuso. Como ele atrairia a atenção dos leitores?

Quando um leitor abre um jornal, a primeira coisa que ele vê são as manchetes. É por isso que elas estão em negrito e em letras grandes.

Quando você faz uma pesquisa no Google, a primeira coisa que também vê são os títulos. E se eles não forem interessantes, não clicará para acessar o conteúdo.

Dê a seu público uma breve sinopse, provoque-o e faça as pessoas continuarem lendo.

Ninguém disse que isso era fácil. Mas em termos de SEO, os melhores títulos soam natural, e tem um comprimento tweetável (entre 100-120 caracteres), com uma palavra-chave forte e descritiva.

Se um leitor não tem uma compreensão razoável sobre seu conteúdo, ler apenas o título não é eficaz.

2. Jornalistas são tão bons quanto suas fontes ou seus links

Repórteres nem sempre são especialistas no tema da matéria. É importante que eles encontrem as pessoas certas para entrevistar. Bons recursos fornecem background e o contexto necessário.

O mesmo pode ser dito para hiperlinks quando se trata de conteúdo online.

Os links devem direcionar os leitores para uma página com conteúdo em profundidade em seu site que forneça informações extras. Antes de adicionar um link, se pergunte: “como isso pode complementar o meu conteúdo? ”

Você deve ter cuidado quando se trata de hiperlinks – muitos podem prejudicar a visibilidade do seu conteúdo, especialmente quando links duplicados estão envolvidos.

Os leitores são mais propensos a clicar quando há um número limitado de links.

Já viu conteúdo on-line cheio de hiperlinks? Isso é como um artigo de jornal só com citações. O segredo é a moderação.

3. Conheça o seu público

Tudo bem se o seu objetivo é aumentar seu público.

Claro, seu artigo pode aparecer na página de esportes. Mas e se uma pessoa que não é fã de esportes encontrar seu conteúdo? Será que ela vai entender?

Jargões podem ser perigosos. Ao usá-los, há o risco de perder uma parte de seus leitores.

Geralmente, é melhor usar uma linguagem natural e sempre amarrar o seu conteúdo ao público. Conte uma história que qualquer um possa entender. Seja claro. Descreva a tensão. Faça seus leitores se sentirem parte da história ou dentro do estádio.

O mesmo vale para conteúdo on-line – se você escrever para um público específico, você corre o risco de limitar o número de leitores.

Às vezes um jargão é bom. Por exemplo: Se você estiver escrevendo para um blog de tecnologia e você só se preocupa em atingir repórteres de tecnologia, vá em frente. Mas se seu objetivo é ser visto por um grande número de pessoas, não fale sobre taxas de bits variáveis e pontos quânticos. (Eu não sei o que isso significa.)

Infográfico SEO

4. Timing

Sua notícia está pronta: É oportuna, com linguagem natural, possui três citações ótimas e o título está no ponto.

Perfeito… até que algo melhor aparece.

As notícias de última hora podem ser o pesadelo de um repórter. Elas podem enterrar seu conteúdo.

O mesmo pode acontecer com os buscadores. Digamos que você está escrevendo um em um blog sobre cuidados de saúde – “As oito melhores dicas para aumentar os benefícios de sua saúde”.

Você pode publicar seu post totalmente otimizado com uma boa mistura de palavras-chave e frases. E logo em seguida, passados dez minutos – BOOM – “Obamacare é aprovada pelo Congresso”. Diga adeus para a primeira página de pesquisas do Google.

As notícias de última hora estão fora do seu controle. Mas, ainda assim, o timing deve ser cuidadosamente gerenciado. Faz sentido publicar meu artigo hoje?

5. Uma imagem vale mais que mil palavras

Use multimídia! (Sem qualquer formalidade).

Imagens sempre melhoram uma história.

Nos jornais, a história mais proeminente e mais importante aparece acima da dobra na primeira página com uma grande foto.

No on-line, fotos e vídeos também são importantes.

Tente pesquisar no Google por receitas de tacos com camarão. Veja os resultados. Alguns com fotos e vídeos, enquanto outros são apenas em texto. Onde será que você vai clicar?

Uma imagem dá autoridade ao artigo. Use uma imagem para fazer dupla com seu texto, sempre.

Texto traduzido do Blog Beyond Bylines, publicado por Ryan Day no dia 20 de junho de 2016. Ryan é Gerente de Serviços e Conteúdo ao Cliente na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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Relações Públicas – Como Criar Valor para o Cliente?

A rápida evolução do mercado de mídia, canais sociais e a forma como as pessoas consomem notícias, informações e entretenimento coloca novas exigências e desafios para Relações Públicas.

Relações Públicas – Como Criar Valor para o Cliente?

Em resposta, as agências de comunicação e assessorias de imprensa estão encontrando novas maneiras de criar, entregar e calcular o valor que oferecem aos seus clientes.

The New PR Agency Benchmarks for Demonstrating Value to Clients discute:

  • Por que benchmarks usados para medir o sucesso de campanhas – e direcionar os tradicionais relatórios para os clientes – não são tão relevantes como deveriam ser.
  • A importância de conectar as ações de Relações Públicas com a geração de leads e resultados financeiros.
  • Como profissionais RP podem aproveitar a informação disponível de seus clientes e dos serviços wire.

As métricas que definem e mensuram a comunicações hoje eram inimagináveis alguns anos atrás. Neste artigo, vamos explorar como os tradicionais benchmarks de Relações Públicas, utilizados para medir o sucesso das campanhas e ações de agências, estão evoluindo em sintonia com as mudanças na proposta de valor das agências de RP.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Dicas para você usar press releases e as mídias sociais durante gerenciamento de crise

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Uma crise pode gerar situações de alta intensidade, mas se você estiver bem preparado você terá os melhores métodos de comunicação necessários para responder de forma eficaz. O press release e as mídias sociais estão entre os métodos mais usados, ​​pois são maneiras mais rápidas para atingir um grande público com uma mensagem urgente. Em uma situação de crise, as duas táticas trabalham lado a lado; o press release é uma fonte confiável e verificável de informação e as mídias sociais permitem que a empresa responda com mais clareza. Saber como utilizar corretamente cada uma dessas táticas é fundamental para tomar o controle de uma crise.

Colleen Pizarev, Vice-Presidente de Comunicação Estratégica da PR Newswire, sugere as seguintes dicas para o uso do press release e das mídias sociais como parte de seu plano de comunicação na crise:

Press releases

  • Resumir o objetivo da mensagem para se encaixar no contexto da crise
  • Quanto mais curto e sucinto o release, melhor
  • Envolver diversos públicos além dos meios de comunicação social, incluindo funcionários, clientes e parceiros de negócios.
  • Lembre-se de incluir links para obter mais informações sobre o seu site e, se vários países e idiomas estão envolvidos, os links precisam estar nas páginas apropriadas.

Mídias sociais

  • Escolha um funcionário de nível sênior para acompanhar de perto os canais de mídia social para possíveis notícias e comentários que possam potencialmente prejudicar a empresa.
  • Colaborar com as equipes de outros países para monitorar os canais de mídia social locais.
  • Trabalhar em colaboração direta com a sua equipe jurídica para desenvolver respostas adequadas

No geral, certifique-se de que apenas um porta-voz é ouvido e, acima de tudo, continuar a ser honesto e consistente em todos os canais.

Para mais dicas de como planejar efetivamente uma estratégia de comunicação de crise, cadastre-se agora para o webinar “Staying Ahead of the Game: The Steps to Effective Crisis Communications Planning.”

Texto original escrito por Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 10 de março de 2015. Shannon é Coordenadora de Marketing de Conteúdo da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Caroline Malgueiro, Pesquisadora de Mídia
PR Newswire

Ferramentas que facilitam os trabalhos de RP

 

O trabalho de Relações Públicas demanda uma concentração e organização muito grande e, com as facilidades tecnológicas do mundo atual, qualquer estratégia de RP antiquada ou pequenos erros de planejamento podem arruinar a carreira do profissional ou prejudicar a empresa que ele representa.  A fim de facilitar os trabalhos deste profissional da comunicação, o portal americano Ragan’s PR Daily listou cinco aplicativos que serão de grande ajuda para os praticantes da área.  1.	HARO Help A Reporter Out (Ajude um repórter) é um excelente aplicativo que conecta os jornalistas estão procurando fontes com pessoal que estão procurando a imprensa. Para tal aplicativo existe a conta premium que coloca o assinante em um grau maior de prioridade nas buscas em comparação com os que usam a conta free.  2.	Talkwalker Alerts. A Talkwalker , uma empresa de análise de mídias sociais, oferece alertas para monitoramento de notícias de empresas e indústrias. O serviço permite o monitoramento quase em tempo real das notícias de uma empresa no universo online.  3.	Foap.  O Foap permite armazenar uma quantidade grande de fotografias em uma galeria do próprio usuário e, após uma seleção, devolve as fotos mais relevantes, (inclusive as tiradas pelo smartphone) em alta resolução por apenas U$10,00 cada. Além disso, a cada foto comprada no banco de imagens formado pelo FOAP, os compradores recebem os direitos por cada foto, onde o Foap fica com metade e o dono original da foto recebe a outra metade e tem a totalidade dos direitos autorais da imagem. 4.	Muck Rack. Auxilia os RPs em uma busca por jornalistas ativos nas mídias sociais que participam de discussões ou possuem posts recentes a respeito de um assunto ou indústria.  Além disso, o Muck dispara um e-mail diário com atualizações dos trend topics e com os jornalistas mais participativos. Com a conta premium é possível gerar e salvar listas e disponibilizar um serviço de alerta para palavras-chave.   5.	Google Analytics. O Google Anaytics éo mais efetivo e famosos aplicativo de mensuração de campanha entre todos.  Apesar de pago, ele monitora as notícias da empresa ou assunto selecionado, número de pageviews e fornece outras ferramentas necessárias para a mensuração de uma campanha de relações públicas. O principal fator de destaque é que existe o aplicativo moblie do Analytics para iOS, diferenciando-o dos demais.    Por Bruno Sutero, Coordenador de Banco de Dados PR Newswire

O trabalho de Relações Públicas demanda uma concentração, organização, facilidade de relacionamento interpessoal e muitos resultados comprovados. Com as facilidades tecnológicas do mundo atual, qualquer estratégia de RP antiquada ou pequenos erros de planejamento podem arruinar a carreira do profissional ou prejudicar a empresa que ele representa.

A fim de facilitar os trabalhos deste profissional da comunicação, o portal americano Ragan’s PR Daily listou cinco aplicativos que serão de grande ajuda para os praticantes da área.

 

  1. HARO

Help A Reporter Out (Ajude um repórter) é um excelente aplicativo que conecta os jornalistas estão procurando fontes com pessoal que estão procurando a imprensa. Para tal aplicativo existe a conta premium que coloca o assinante em um grau maior de prioridade nas buscas em comparação com os que usam a conta free.

 

  1. Talkwalker Alerts.

A Talkwalker , uma empresa de análise de mídias sociais, oferece alertas para monitoramento de notícias de empresas e indústrias. O serviço permite o monitoramento quase em tempo real das notícias de uma empresa no universo online.

 

  1. Foap

O Foap permite armazenar uma quantidade grande de fotografias em uma galeria do próprio usuário e, após uma seleção, devolve as fotos mais relevantes, (inclusive as tiradas pelo smartphone) em alta resolução por apenas U$10,00 cada. Além disso, a cada foto comprada no banco de imagens formado pelo Foap, os compradores recebem os direitos por cada foto, onde o Foap fica com metade e o dono original da foto recebe a outra metade e tem a totalidade dos direitos autorais da imagem.

 

  1. Muck Rack

Auxilia os RPs em uma busca por jornalistas ativos nas mídias sociais que participam de discussões ou possuem posts recentes a respeito de um assunto ou indústria.  Além disso, o Muck Rack dispara um e-mail diário com atualizações dos trend topics e com os jornalistas mais participativos. Com a conta premium é possível gerar e salvar listas e disponibilizar um serviço de alerta para palavras-chave.

 

  1. Google Analytics

O Google Anaytics éo mais efetivo e famosos aplicativo de mensuração de campanha entre todos.  Apesar de pago, ele monitora as notícias da empresa ou assunto selecionado, número de pageviews e fornece outras ferramentas necessárias para a mensuração de uma campanha de relações públicas. O principal fator de destaque é que existe o aplicativo moblie do Analytics para iOS, diferenciando-o dos demais.

 

Por Bruno Sutero, Coordenador de Banco de Dados

PR Newswire

 

7 Dicas de Storytelling para Profissionais de RP

Sabe o que todos os Storytellings têm em comum? São histórias interessantes e simples. Dicas para profissionais de RP de como extrair o melhor das história.

 7 Dicas de Storytelling para Profissionais de RP

Para conquistar a cobertura da mídia você deve ir além do convencional e do que já é esperado. Mesmo em mercados menos interessantes como B2B, de menor visibilidade e de escolhas mais racionais, é possível criar um Storytelling de sucesso.

Para conseguir a cobertura da mídia e conquistar a atenção de seus clientes, encontre histórias que despertem o interesse e aprenda como compartilha-las de forma simples. Mas garanta que a sua mensagem esteja alinhada com a sua marca e com o público. Por que um jornalista escreveria sobre seu cliente? Para ajudar abaixo as 7 dicas que te ajudaram a extrair as melhores histórias de seus clientes:

#1. O que é diferente?

O que você pode oferecer de diferente das outras empresas? O que te diferencia da concorrência?

Você já imaginou que a mídia e os jornalistas, quando escrevem ou publicam um artigo também existe um interesse envolvido? Querem que o seu trabalho se diferencie entre no emaranhado de notícias e entregar algo que realmente faça sentido para seus leitores, no caso da mídia imprensa. Se um blog publica um vídeo do Youtube, ele deve fazer sentido para o público.

Os jornalistas e blogueiros estão sempre à procura de algo diferente e único. Em que ponto da história do seu cliente teve um acontecimento inusitado que merece a atenção? No que seus produtos se diferenciam? Pense na fabricação… Qual parte do processo faz dele especial?

Inclua na sua história os benefícios que o seu diferencial traz para os consumidores.

#2. O que é novo?

Se você realmente quer chamar a atenção da mídia, seu Storytelling deve ter alguma novidade. Se existe uma razão para você emplacar nos noticiários, é a sua história conter uma grande novidade. Jornalistas estão interessados em histórias inéditas.

Se você trabalha em uma assessoria de imprensa, e seu cliente lançou um novo produto, não espere uma semana para entrar em contato com os jornalistas sobre o assunto. Espalhe a novidade antes. Nos últimos anos, com o crescimento e popularização dos smartphones, basta abrir um site de tecnologia para ver as manchetes: “Vazam fotos do novo celular” ou “Veja em primeira mão o design do aparelho”.

#3. No que seu público está interessado?

Toda marca tem um público, pense no que ele está interessado. Quais são as atividades, rotina e forma de lazer. Coletar esses dados e saber exatamente com quem você quer dialogar dará os inputs necessários para que você consiga construir sua narrativa e criar um relacionamento através do Storytelling.

Provavelmente o público da sua marca consome informação dos mesmos veículos de mídia. Forneça sua história aos jornalistas desses veículos, eles serão a ponte entre você e os consumidores.

#4. Quais são as tendências do setor?

Todos os setores do mercado passam por momentos diferentes. Crescimento, cortes, evoluções e mudanças. Quando surgem essas situações aproveite a oportunidade, faça da sua marca uma porta-voz, crie uma história comentando o assunto.

Suponhamos que uma nova tecnologia acaba de sair e mudará a forma como você sua marca trabalha? Chame alguns jornalistas para discutir o assunto. Seja consistente, os jornalistas começarão a vê-lo como um especialista no seu setor e irão procura-lo sempre que houver uma novidade para saber a sua opinião.

O ProfNet é um serviço da PR Newswire voltado para especialistas. Ele coloca você em contato com milhares de jornalistas.

#5. Sempre existirão boas histórias para contar?

Sempre. Boas histórias aparecem a cada ano, como no Natal, Páscoa e Dia das Mães. Se você vincular sua marca a eventos como estes, você terá sorte: Os jornalistas e empresas de mídia sempre estão ligados nessas datas sazonais para preencher suas publicações com histórias relacionadas a cada época do ano.

Fora as datas sazonais do comercio, arranque histórias de acontecimentos atuais. Se você está trabalhando com uma marca que fabrica calças jeans, aproveite a crise hídrica que estamos passando para ensinar os consumidores sobre como otimizar a lavagem dos seus produtos. Com toda certeza um vídeo sobre o tema poderia render a cobertura da mídia.

#6. O que sua marca tem feito?

Que marcos tem alcançado? Sua marca conquistou novos clientes ou fechou novas parcerias de negócio? Avise os jornalistas.

Mesmo que os jornalistas não se interessando por assuntos de menor valor, vale lembrar que se sua história for interessantes e simples, provavelmente você conseguirá abocanhar seu espaço nos noticiários. Conquistar novos clientes não é algo que podemos dizer que chame a atenção da mídia, mas se esses novos clientes ajudarem você a construir uma história interessante, quem sabe.

#7. Como sua marca superar as adversidades?

Todo mundo adora uma história sobre superação. Provavelmente você tem alguma história que mesmo com as dificuldades teve um final feliz. Como superou um obstáculo na sua trajetória? O que teve que fazer para se livrar de uma enrascada?

Explicar como você resolve seus problemas pode ser um case de Storytelling interessante para a mídia e conquistar a simpatia do público.

Pense nessas 7 questões. Após respondê-las defina o formato da sua história, quais pontos merecem ser destacados e a linguagem a ser usada. Com essas questões definidas, coloque sua história em contato com os jornalistas e meios de comunicação que podem se interessar na sua mensagem. E não se esqueça: Desperte o interesse e seja simples. “A simplicidade é o último grau da sofisticação”.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Google Eleições: Marketing, Política e Jornalismo Digital

Muito já conversamos sobre as mudanças no comportamento do consumidor com o surgimento das mídias digitais. Mas e no comportamento dos eleitores?

Google Eleições: Um pouco de Marketing, Política e Jornalismo Digital

Vamos pensar no lado mercadológico das eleições. Os candidatos, sejam eles para presidente ou governador, estão para os eleitores como os produtos para os consumidores. Concorrem entre eles para conseguir conquistar a confiança dos eleitores e arrecadarem votos. O horário eleitoral gratuito nada mais é do que um espaço para comerciais políticos. Debates televisivos são o test-drive para os candidatos. Puro sampling, na linguagem do marketing.

Os candidatos são convidados pelas emissoras de televisão para serem entrevistados. Ainda fazendo comparações, puro merchandising eleitoral. Também não podemos esquecer as pesquisas de intenção de voto do Datafolha, IBOPE entre outros institutos. Você conhece o termo “market share”? Olha ele ai também presente nas eleições. Espera: as palavras “presente e eleições” na mesma frase parece “compra de voto”.

Temos também práticas mais agressivas como a “boca de urna” que assemelha-se ao marketing de guerrilha. Será que Jay Conrad Levinson concordaria com essa comparação?

Todas as ações acima já existiam antes do Google, continuam e provavelmente continuarão existindo. Mas hoje o eleitor tem outros meios para coletar informações e ser persuadido pelos seus candidatos. Basta colocar no nome do político no buscador que uma enxurrada de resultados de busca inunda seus olhos nos mais diferentes formatos de informação. Imagens, Notícias, Vídeos, Blogs e muitos outros.

Os próprios candidatos difundem suas mensagens pela rede. Seus comitês eleitorais mantem seus sites ativos assim como suas diferentes páginas e perfis nas redes sociais interagindo como o público (principalmente nessa fase pré-eleição). Por outro lado, os eleitores também usam as ferramentas online para descobrir mais sobre os candidatos e expressar suas visões políticas.

Google Eleições: Um pouco de Marketing, Política e Jornalismo Digital

Plataforma Google Política & Eleições

O Google em prol do voto consciente estabeleceu parcerias com o Tribunal Superior Eleitoral, ONG Transparência Brasil e mais de 30 veículos de imprensa para criar uma plataforma neutra e tornar informações e notícias mais acessíveis aos internautas durante as eleições deste ano.

Após experiências em outros países, o Google Política & Eleições está no ar desde o dia 11 de setembro e promete ajudar o eleitor a escolherem seu candidato. A plataforma tem uma série de recursos para isso:

#1. Encontre e conheça seu candidato. O site tem uma área para encontrar informações sobre os candidatos. É possível usar filtros, como o posto disputado, Estado, partido político e ordem alfabética, pesquisar por nome ou somente clicar no mapa. Depois que o usuário seleciona um candidato, aparecerá os dados oficiais fornecidos pelo TSE, como nome ou apelido político, idade, patrimônio declarado, entre outras informações.

Para saber mais sobre o seu candidato à presidência ou governo, basta acessar o link da ONG Transparência Brasil.

#2. Entrevistas e vídeos com os candidatos. Por meio de parcerias com a mídia, essa plataforma do Google também disponibiliza vídeos e entrevistas com os candidatos. No Blog Oficial do Google o parceiro mencionado e que fornece esse material é o Estadão.

#3. Os candidatos no noticiário. A seção Mídia traz o perfil de mais de 30 parceiros, como Brasil Post, Veja.com, BBC Brasil, O Globo, Terra, Diário de S. Paulo, entre vários outros. Ao clicar em um perfil, é possível ler as notícias sobre as eleições produzidas pelo parceiro e ver links para a páginas do Google+, YouTube e do site oficial do veículo.

#4. Agenda dos candidatos. Acompanhe os próximos eventos e hangouts com os candidatos. O Google Eleições trás uma lista de eventos composta por seus parceiros de mídia e os candidatos. Assim não tem como se esquecer daquela entrevista tão esperada.

#5. Últimas notícias sobre as eleições. Quer saber o que está rolando na disputa entre os candidatos? A seção de Notícias traz as últimas notícias sobre as eleições. Selecionadas dos feeds dos parceiros de mídia na plataforma Google News.

Ainda está em dúvida em quem votar? Quer acompanhar o seu candidato de perto? Acesse o Google Política & Eleições e fique por dentro de todos os acontecimentos que rondam a política antes das eleições. É uma ótima forma de acompanhar o seu candidato.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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Monitoramento de Notícias – Benchmarking e Resultados

Como medir resultados utilizando o Monitoramento de Notícias? Antes de fazermos essa pergunta, precisamos saber o que é, e sua importância para as empresas.

As informações que são transmitidas pela mídia em forma de notícias, artigos e outros tipos de publicações, são de conhecimento estratégico. Possibilitando gerenciar as próximas ações e rumos que a empresa irá tomar. Como por exemplo, rumores e especulações sobre fusões e aquisições que movimentam um determinado mercado. Saber o que seu concorrente está planejando, que patentes está adquirindo e quais empresas  do setor estão sendo adquiridas, são informações cruciais quando se pretende brigar por uma posição no mercado.

Social-Media-Monitoring soshable.com

Fonte da Imagem: soshable.com

Certo, agora que conhecemos a importância do Monitoramento de Mídia, como adotá-lo em minha organização?

O serviço conhecido como “clipping” é fornecido por empresas específicas que entregam informações relevantes ao conteúdo publicado nos veículos de comunicação. Através de um relatório – que pode ser diário, semanal ou mensal – enviado aos departamentos de marketing e de comunicação das empresas ou à sua assessoria de imprensa. Possibilitando a  comparação entre concorrentes mês à mês, ou comparado o volume de resultados da mesma empresa entre determinado período.

Benchmarking – Cada empresa adota um tipo específico de manipulação dessas informações, podendo assim se antecipar ante a concorrência e sair à frente com resultados positivos, ou  aprender com os resultados negativos de alguma empresa do seu setor e saber que em certos “territórios não se deve pisar”.

Por Leandro Santos, Executivo de Monitoramento de Mídia
PR Newswire