Snapchat – 11 Dicas para Cativar o Público Com Notícias

Snapchat - 11 Dicas para Cativar o Público Com Notícias

O Snapchat está ampliando sua base e conquistando novos usuários além de seu público de adolescentes.

Na semana passada, o The Wall Street Journal, publicou que 14% dos usuários de smartphones nos EUA com mais de 35 anos estão em Snapchat.

Ao aumentar sua base, com pessoas de maior faixa etária, o app ganha solidez.

Provavelmente, fãs mais jovens do aplicativo estejam o abandonando por não gostarem da ideia de ter que compartilhar este espaço com usuários mais velhos. Porém, essa é uma boa notícia para meios de comunicação e blogs espalhados pelo mundo e que estão à procura de novas maneiras de atingir esse público, anteriormente inexplorados dentro da plataforma.

Se você é novo no Snapchat, nós explicamos funções básicas aqui em nosso guia para iniciantes. Comece por ele caso suas habilidades no aplicativo sejam limitadas.

Se você já o conhece bem e procura novas formas de engajamento para sua marca, veja como aumentar seu público no Snapchat.

HISTÓRIAS NO SNAPCHAT

Ao fazer um snap, você pode envia-lo diretamente para um amigo ou adicioná-lo em “My Stories”. Se você escolher a última opção, abrirá seu conteúdo para um público muito mais abrangente, que poderá visualizá-lo durante 24 horas após sua publicação.

Indo além, o recurso permite criar histórias mais longas, reunindo fotos e vídeos – com até dez segundos de duração – em ordem sequencial.

Isso incentiva o público a se engajar com a sua marca por mais tempo e também a identificar qual tipo de conteúdo mantém a atenção das pessoas ou as dispersa.

Será que o público abandona a sua história após ver sua terceira publicação? Será que ele vê tudo o que você posta? Preste atenção. Sem os conhecidos “likes” ou “corações” para te ajudar a determinar o sucesso do seu conteúdo, essa é uma ótima maneira de conseguir alguma informação.

Jornalistas, blogueiros e grandes publicações estão usando esse espaço para compartilhar trechos de notícias de forma rápida, mostrar o seu lado pessoal e ganhar a confiança de seu público-alvo.

Essa é uma abordagem fácil e divertida, mas suas publicações não podem ser esporádicas.

Aqui estão onze dicas de como engajar e informar o seu público com notícias de última hora e ao vivo.

1 – Crie uma série explicativa.

Os Millennials amam notícias e eles se preocupam com suas questões mesmo que sua leitura seja diferente. Forneça a eles fatos rápidos, com uma série de snaps com fotos e vídeos divertidos acompanhados de informação. Para temas difíceis, como política, essa é uma maneira agradável para informar e educar de forma instantânea.

Crie uma série explicativa.

Uma rápida visão do Snapchat da The Skimms sobre a dívida de Porto Rico e como isso afeta os EUA.

2 – Faça uma pergunta.

Quem não gosta de perguntas inteligentes? Comece o dia fazendo um jogo de verdadeiro ou falso com seu público ou com uma questão de múltipla escolha. Faça relação com uma história que você está escrevendo ou ao veículo ou marca para quem você trabalha. Isso mostra aos seus espectadores quem você é. Compartilhe a pergunta e as respostas por meio de fotos e vídeos para criar uma linha de pensamento. Quando as publicações são feitas de forma continua e criativa os espectadores podem voltar em busca de mais diversão.

3 – Realize entrevistas rápidas.

“Pinga fogo” com respostas rápidas é uma maneira emocionante para ter interação personalizada por meio de vídeo do Snapchat. Faça uma série de perguntas rápida com alguém que você esteja entrevistando e compartilhe ou mostre o local onde isso está acontecendo. Você também pode fazer isso com sua própria equipe, perguntando sobre qual tema as pessoas estão trabalhando, suas preferências e muito mais.

3 – Realize entrevistas rápidas.

A jornalista da Forbes, Natalie Sportelli vai até o restaurante Luke’s Lobster, e compartilha um “pinga fogo” com seu fundador, Luke Holden.

4 – Crie um ponto frequente.

Dê ao seu público algo em que ele possa confiar. Abordar um assunto semanal ou diário sobre algo que esteja em alta em sua publicação pode ajudar a manter o seu público sintonizado. Comente produtos ou cubra a notícia mais importante do dia para manter seus espectadores ligados no seu Snapchat ao longo do dia.

Crie um ponto frequente.

Cenas de série diária da CBS News com as principais notícias do dia.

5 – Deixe sua equipe ajudar.

Sua conta do Snapchat não deve ser apenas responsabilidade da equipe de mídias sociais ou de marketing. Se você tem funcionários que dominem o aplicativo, dê a eles algum tempo como mestre de cerimonias. Algumas políticas internas para seu uso e um treinamento devem ser colocadas em prática, mas isso pode gerar ainda mais engajamento.

6 – Traga-os para o seu mundo.

Mostre para seu público os bastidores de um evento que você está participando, o processo para elaborar uma notícia ou uma reunião de equipe dentro do seu escritório. As pessoas gostam de conhecer a personalidade de uma marca – especialmente se usam o Snapchat – e a melhor maneira de fazer isso é leva-las para um passeio com você. Ver o trabalho que você faz ajuda a criar credibilidade e pode impulsionar conexões emocionais e construir confiança.

Condé Nast Traveler Snapchat

Os funcionários da Condé Nast Traveler levando espectadores para um passeio – desta vez sobre o rejuvenescido rio Queen Mary 2.

The New York Times Snapchat

Equipe do The New York Times compartilha um vídeo ao vivo na apresentação, de alta costura, da Chanel em Paris.

7 – Convidado Snapchat.

Convide uma pessoa de seu interesse para fazer publicações diretamente de sua conta por algumas horas. O convidado poderá ser alguém que você apresentará em uma próxima matéria, ou ser o representante de uma marca parceira. Isso é uma atividade popular no Instagram, os convidados expõem o público a novos conteúdos, expandem seu alcance e aumentam sua comunidade. Se tudo der certo, isso gerará novas ideias para a sua equipe sobre como ou o que compartilhar daqui para frente.

8 – Compartilhe um teaser.

Faça com que os espectadores do seu Snapchat se sintam como privilegiados, com acesso VIP às informações confidenciais. Revele o design da capa da sua próxima edição, mostre trechos de uma história que não será lançada agora para o público em geral ou compartilhe as próximas novidades. Seus seguidores vão se sentir parte do seu projeto. Eles até podem procurar mais detalhes sobre você fora do aplicativo.

Compartilhe um teaser.

Casey Newton do The Verge mostra um pouco do recurso Snapchat Memories, disponível apenas para alguns usuários atualmente.

9 – Foco na narrativa.

Faça com que sua história tenha começo, meio e fim. Em um mundo social que está dominado por selfies, vídeos de shows e fotos de comida, uma história que funciona como uma narrativa tem uma boa chance de se destacar. Múltiplas partes de uma história direcionam a curiosidade de seus espectadores para vê-la por inteiro.

10 – Aumente seus limites criativos.

Todas as ideias para as notícias acima podem caber muito bem em qualquer outra rede social, se você não fizer isso do “jeito Snapchat”. Seja criativo com etiquetas, filtros e ferramentas de desenho. A intenção original do aplicativo é ser um espaço criativo. Então, seja ousado e tente se divertir. Clichês, piadas, hashtags irônicas e trocadilhos podem não funcionar para o tipo de conteúdo que você está acostumado a publicar, mas são apropriados para a plataforma e ajudam a implementar um tom mais coloquial e bem-humorado.

Aumente seus limites criativos.

Washington Post publicou uma série de piadas divertida para o dia dos pais.

11 – Peça feedbacks.

O Snapchat não é uma mídia social comum e ter um feedback pode ser um desafio. Seja criativo ao pedir a opinião de seus seguidores. A plataforma permite interação direta entre duas pessoas. Você também pode ver quem tirou um “print” do seu conteúdo. Pergunte ao seu público se eles gostaram da sua publicação e o que mais lhe chamou a atenção em sua série de snaps. Peça que enviem um comentário ou uma imagem com sua opinião. Eles podem ajudar a determinar o que está gerando buzz, o que querem ver e o que evitar.

Texto traduzido do post escrito por Anna Jasinski no Blog Beyond PR, no dia 13 de julho de 2016. Anna Jasinski é Gerente de Relacionamento com Audiências na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Aumente a Credibilidade do seu Conteúdo com Imagens

Por que usar imagens em sua estratégia de conteúdo. O antes e o depois da revolução digital e como as diferentes gerações se relacionam com elementos visuais.

Aumente a Credibilidade do seu Conteúdo com Imagens

Como designer, crio imagens todos os dias. E posso dizer rapidamente uma longa lista de razões para criar elementos visuais para seu conteúdo.

  • Gerar mais conteúdo
  • Reutilizar conteúdo existente
  • Promover uma ideia em mais canais
  • Criar histórias mais convincentes
  • Simplificar ideias complexas
  • Conquistar atenção
  • Aumentar a retenção da mensagem
  • Adicionar mais autoridade…espera, o que?

Se você está cético quanto ao último item, eu também fiquei surpresa a princípio. Depois de compartilhar algumas imagens com citações que eu fiz para um post em um blog de uma amiga, ela admitiu não concordar com a parte escrita.

Sua reação com os elementos visuais, melhoraram sua confiança. “Quando vi as imagens fez com minhas citações textuais – me disse – “pensei Uau, eu escrevi isso e não está tão ruim”.

A Psicologia por trás Autoridade Visual

Era uma vez, antes da revolução digital, que a produção de elementos visuais era um trabalho muito caro. Os editores só empregavam fotografias, gráficos e vídeos para informação digna de ocupar espaço, tempo e recursos.

Para aqueles que viveram antes de que existisse a internet, as câmeras digitais, os smartphones ou os softwares gratuitos de edição de fotografias – Geração X e Baby Boomers – a ideia de que as imagens equivalem a autoridade, está profundamente enraizada.

Aumente a Credibilidade do seu Conteúdo com Imagens

Os usuários com menos experiência online dão maior autoridade ao conteúdo visual, inclusive se são imagens com pouca qualidade. Também existem pessoas que ainda clicam em banners spam. Pergunte-se se elas são o seu público.

E em seguida, há os Millennials. Cresceram em um mundo de imagens rápidas e baratas, e esperam que todo conteúdo tenha gráficos.

Para eles, a falta de recursos visuais levanta uma bandeira vermelha. Eles provavelmente vão ser mais atentos, do que outras gerações, em detectar a melhor qualidade visual, e o nível de confiança que atribuem aos elementos visuais vai se relacionam diretamente com o nível de habilidade que entrou em sua produção.

Com Grandes Poderes, Grandes Responsabilidades

Enquanto elementos visuais com grande qualidade podem agregar autoridade, certifique-se de que eles estejam respaldados por um material de igual valor para não comprometer a sua reputação.

Aumente a Credibilidade do seu Conteúdo com Imagens

Sempre siga esse manual para garantir a sua credibilidade:

  • Quando criar imagens com citações textuais, confirme sua exatidão e fonte original. Tenha um registro sempre a mão como referência.
  • Quando incorporar fatos estatísticos, mencione sua fonte e inclua uma URL ou esteja pronto para passar o link para alguém quando solicitado.
  • Quando incorporar um elemento visual externo, respeite o seu copyright. Confirme que a imagem possa ser publicada para o uso previsto e revise seus requisitos.

O público de hoje exige mais do conteúdo das marcas. Faça o download The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para ler mais dicas sobre como melhorar o seu Marketing de Conteúdo e Narrativa de Estratégia Visual

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Jamie Heckler no dia 13 de agosto de 2015. Jamie é Gerente Criativa Senior na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como Publicações Comerciais estão se Adaptando ao Digital

Como Publicações Comerciais estão se Adaptando ao Digital

Mesmo os jornais e revistas sendo voltados para nichos de audiência, eles oferecem em profundidade informações vitais para sua indústria. Para profissionais de Relações Públicas, publicações impressas servem como fonte para novas tendências, estudos de caso e investigação, bem como opinião e artigos sobre as mais recentes novidades do mercado.

Ter sua marca destacada em uma publicação vale ouro para mídia espontânea – não só por essas publicações serem altamente respeitáveis, mas o público principal é formado por importantes líderes, e pode ser uma ótima oportunidade de reconhecerem sua marca.

Mas, como os meios de comunicação de massa, publicações comerciais são confrontadas com a pressão de aumentar a produção de conteúdo ao tentar crescer sua base de assinantes em um ambiente, onde a maioria das pessoas acreditam que elas não deveriam pagar por notícias.

Como Publicações Comerciais estão se Adaptando ao Digital

“Do ponto de vista editorial, a situação atual das publicações comerciais na indústria de RP é saudável”, diz Matthew Schwartz, editor da PR News, PR Week, Ragan, Homes Report, O’Dwyer’s, Media Bistro e inúmeros blogs e sites de nicho que cobrem Relações Públicas e Comunicações de Mercado.

“Do ponto de vista financeiro é uma outra história, as margens são cada vez mais difíceis de se alcançar para qualquer empresa de mídia (seja ela comercial ou não). Toda uma geração cresceu pensando que a informação deve ser livre; para as empresas de mídia que colocam uma pressão severa em ambas as linhas superior e inferior”.

Enquanto a ruptura digital coloca muitos desafios para o modelo editorial tradicional, Schwartz nos deu um por olhar “dos bastidores” com três caminhos encontrados pela PR News para se adaptar a essa mudança.

INVESTIR EM EVENTOS

Eventos de networking, workshops e conferencias oferecem às publicações a oportunidade única de se envolver com seu público além de suas páginas.

“À medida que a Web ocupa uma parte cada vez maior das nossas vidas, as pessoas cada vez mais querem sair de uma loja e receber um abraço”, diz Schwartz. “Elas querem aprender como a profissão é dirigida e como fazer melhor seu trabalho e ter mais orçamento, e é o que os nossos eventos proporcionam”.

REFORMULAÇÃO DA PRODUÇÃO IMPRESSA

Com tanto conteúdo enchendo os e-mails e feeds sociais do público, muitos leitores apreciam segurar algo nas mãos que fornece uma pausa do ataque digital. Os editores precisam ser ágeis ao abordar a versão impressa da sua publicação comercial para que ele crie impacto.

“Nós ainda temos um produto premium de impressão semanal (e recentemente lançamos  nosso redesign, o mais detalhado em mais de 60 anos de publicação)”, compartilha Schwartz. “Para construir uma arapuca ainda melhor, nós queremos integrar nossos eventos com o nosso conteúdo impresso”.

DE OLHO NAS FUTURAS GERAÇÕES

Mesmo os líderes de mercado sendo essenciais para o sucesso contínuo de uma publicação, jornais e revistas comerciais devem ter visão de longo prazo para as necessidades dos tomadores de decisão de amanhã.

Na PR News, Schwartz disse, “Desenvolvimento Web é crucial e nós estamos ansiosos para melhorar o nosso site com mais conteúdo orgânico, vídeo e programas interativos. Nós também tentamos ficar de olho no futuro e planejar o caminho para cobrir os millennials, que já estão entrando no ranking de gestão”.

Schwartz será o nosso convidado especial durante a próxima #ConnectChat do ProfNet na terça-feira, 26 de maio às 3 PM (EDT), onde iremos discutir a evolução de publicações comerciais e sua influência no mercado de Relações Públicas.

Para enviar perguntas para Matthew com antecedência, por favor envie um e-mail para profnetconnect@prnewswire.com ou tweet sua pergunta para @ProfNet ou @sramloch.

Texto original escrito por Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 20 de maio de 2015. Shannon é Coordenadora de Marketing de Conteúdo da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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IBM Lança uma Pesquisa sobre os Millennials com Memes

Famosamente apelidada de Geração “Me Me Me” pela revista Time em 2013, os millennials ficaram conhecidos por serem preguiçosos e narcisistas com razão. Mas muitos ainda têm interesse em compreender quais as paixões e comportamentos desta geração indescritível, cuja inata habilidade com tecnologia tornou-se uma das forças motrizes por trás da inovação de hoje. Um novo estudo da IBM prova que este perfil demográfico é muito mal compreendido e argumenta que as empresas devem adotar uma mentalidade millennial para garantir o crescimento do seu negócio em longo prazo.

IBM Lança uma Pesquisa sobre os Millennials com Memes

IBM promoveu as suas descobertas em um comunicado de imprensa multimídia, intitulado “Estudo da IBM: A história real por trás dos Millennials no local de trabalho”, com um mix entre editorial e elementos de mídia visuais e sociais para envolver o leitor enquanto ele acompanha os resultados. Mas, talvez o item que mais se destaque no press release seja o uso de memes em todo o texto para ilustrar as principais conclusões da pesquisa. Saber como engajar os millennials é um diferencial importante para empresas que esperam atrair os melhores talentos, e os memes são uma ótima maneira de fazer isso. Eis o por quê:

  • Memes são um dos principais elementos da cultura millennial, e as marcas que os utilizam tornar-se mais relacionáveis;
  • Memes usam humor e sarcasmo para transmitir mensagens, que se conectam com os leitores em nível emocional;
  • Para as empresas com pouca experiência ou recursos internos, memes são uma maneira simples e de baixo custo para criar conteúdo visual. Sites como memegenerator.net podem ajudar a criar memes originais ou personalizar memes existentes gratuitamente.
  • Memes são ideais para compartilhamento social, e foram criados justamente para isso. Com eles, as marcas podem ampliar seu alcance para além do Twitter e Facebook, em plataformas puramente visuais como Pinterest e Instagram.

A cópia do estilo editorial combinada com um layout gráfico impressionante dá para esta versão a aparência de um artigo da revista, mais fácil de ser encontrado com a distribuição. O comunicado de imprensa ainda está “linkado” na mídia espontânea por InformationWeek, BusinessNewsDaily.com.

A IBM demonstra uma compreensão completa de seu público e da necessidade de uma abordagem de comunicação multicanal. Parabéns pelo release espetacular!

Texto traduzido do post escrito por Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 20 de fevereiro de 2015. Shannon é Coordenadora de Marketing de Conteúdo da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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Drones no Jornalismo, Washington Post e os Millennials

Bem-vindo a mais recente edição do Around the Wire, o olhar PR Newswire sobre jornalismo, blogs e as histórias de freelancer da semana passada.

Drones no Jornalismo, Washington Post e os Millennials

#1. FAA Estimula o Estudo da CNN sobre Drones para Newsgathering (Mashable).

A popularidade repentina de drones em relação ao ano passado é surpreendente. Desde eventos esportivos até para uso pessoal, essa tecnologia tornou-se bastante popular. Mas ela não vem sem algumas restrições.

A FAA atualmente proíbe o uso de aviões não tripulados para a cobertura de notícias. No entanto, isso pode estar mudar, recentemente a FAA se uniu com a CNN para explorar possíveis novas diretrizes e regulamentos. Os meios de comunicação dizem que a tecnologia drone oferece inúmeras oportunidades para ampliar a cobertura.

#2. Um relatório de progresso sobre Jeff Bezos transforma o Washington Post (MediaShift).

O ar de mudança continua soprando nos escritórios do Washington Post. Desde Jeff Bezos, fundador da Amazon, assumiu no final de 2013, o diagnóstico foi feito.

O jornal deu passos significativos para entrar ainda mais no mundo do jornalismo digital. Criando uma equipe integrada de notícias digitais, Bezos está olhando para o futuro – isso reflete diretamente a história de realizações passadas da gigante de tecnologia e a visão do futuro.

#3. The Charlotte Observer e a seleção de notícias para os millennials (NiemanLab).

Publicações virais tornaram-se um grande competidor no cenário de notícias de hoje. Sites como o BuzzFeed estão encontrando uma maneira única de despertar o interesse dos millennials, que rapidamente estão se tornando o principal grupo demográfico para o consumo de notícias. Isso é uma coisa que a mídia tradicional deve saber.

Pegue a The Charlotte Observer como exemplo. Em novembro passado, foi lançada a Charlotte Five, uma seleção de notícias voltada diretamente para os millennials para ser vista em smartphones. É mais um sinal de como a geração de hoje consome a maior parte de suas informações por dispositivos móveis.

#4. Nova capa do Charlie Hebdo, o valor da notícia deveria prevalecer (Public Editor’s Journal/NYT).

Não há nada fácil sobre relatar a situação do Charlie Hebdo. Muitos veículos de comunicação têm trabalhado sobre o conflito, mas não para informar sobre a segurança de seus funcionários. Este é um dilema que nem mesmo o The New York Times não ficou imune.

Até hoje, ele manteve sua postura tradicional, e nem todos estão satisfeitos com isso.

#5. Notícias da mídia e de profissionais da semana do dia 12 de janeiro (Media Moves PR Newswire).

Media Moves mantém você atualizado com “quem foi para onde” no mundo dos meios de comunicação. A edição desta semana inclui uma série de contratações no então muito falado Washington Post. Também sobre um veterano da Associated Press que se aposentando depois de quase 50 anos de notícias, e uma promoção no Harpers Bazaar.

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Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond Bylines, no dia 16 de janeiro de 2015.

Ryan Hansen é Pesquisador de Audiência na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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Exemplos do Novo Marketing e do Storytelling Multimídia

“O marketing no mundo pós-texto e como o Storytelling Multimídia está transformando a publicidade”, essa é a grande discussão proposta pela Contently que traremos abordo nesse post.

Exemplos do Novo Marketing e do Storytelling Multimídia

Antes de irmos direto ao ponto, e mostrarmos os exemplos do novo marketing publicados no e-book da Contently (afinal é por isso que você está lendo esse texto) vamos voltar um pouco no tempo para que a nossa conversa faça sentido.

Quando a Geração Y de hoje usava fraudas, o storytelling já era praticado por muitas mães e avôs. Os baixinhos nascidos nos anos entre os anos 80 e 90, tiveram como parte da infância escutar histórias. Sem saberem ler, e geralmente na hora de dormir, muitas crianças curtiam o momento em que suas mães pegavam aqueles grandes livros infantis super coloridos e desempenhavam o papel de narradoras, com mais habilidade do que muitos locutores de comerciais de hoje. Um verdadeiro show de nossas storytellers particulares.

Nossos avôs não ficavam atrás. As visitas de final de semana, além de histórias que preenchiam o vazio do sábado à tarde, cantarolavam cantigas de ninar para que nós entrássemos no sono depois de almoçar. Muitas vezes essas canções saiam no improviso. Inventadas, de autoria própria. Sonoridade genuína e letras criativas.

 

Desde pequenos fomos educados com histórias. Muitas delas para nos ensinar e direcionar nossas ações. Entre Bicho Papão, Homem do Saco, Fada do Dente e Papai Noel quanto não aprendemos e direcionamos nosso comportamento? Storytelling também faz parte do senso comum. Também é pauta de pais, mães e avôs, e não só para profissionais de marketing e comunicação.

Hoje os Millennials cresceram. Tem acesso a qualquer tipo de informação em tempo real. Veem seriados por streaming, se comunicam com amigos do outro lado do mundo e assumiram grandes posições no mercado de trabalho. Tornaram-se consumidores com poder aquisitivo maior do que de seus pais. E apesar de hoje terem barbas, ainda gostam de histórias contadas de modo verdadeiro, afinal isso fez parte da sua criação e de seu desenvolvimento.

Storytelling Multimídia, o Substituto do Anúncio de 30 Segundos

Como parte da evolução tecnológica e social desse público, cerca de 1/3 dos millennials já não assistem televisão. Esse fato causa pânico entre marcas anunciantes em qualquer parte do mundo. E para que publicitários, marqueteiros e profissionais de relações públicas não sofram mais com essa tendência social, e poupem suas cabeças dos cabelos brancos, é preciso que elas sejam preenchidas com novas ideias.

O Stotytelling Multimídia já está sendo adotado por varias empresas. E as oportunidades e investimento publicitário em mídias on-line vêm crescendo. Algumas marcas já estão começando a acertar o timing e a produzir grandes histórias criativas que não passam despercebidas pelo público. Como destacado por Joe Lazauskas, Editor Chefe da Contently. Estamos dando “tchau” para a era dos blogs amadores entre as marcas. Hoje podemos dizer que as marcas estão contando histórias melhores, em menos tempo e com mais força.

Como o Storytelling Multimídia está Transformando a Publicidade

O ebook da Contently traz uma amostra de grandes marcas storytellers que criam enredos em diferentes tipos de mídia. E dicas para aquelas que estão perdendo tempo, e ainda não usam as novas mídias para concorrer e se conectar com o público.

Abaixo os exemplos apontados no material, com as marcas mais criativas e inovadoras que estão mudando o rumo da comunicação. Se você é um profissional de comunicação, pegue papel e caneta ou baixe o ebook Marketing no mundo Pós-Texto .

#1. Converse – Storytelling com Hip-Hop da Cidade de Nova York:

Exemplos do Novo Marketing e do Storytelling Multimídia

O Storytelling totalmente interativo produzido entre a marca de calçados Converse e a equipe da branded content Complex. O site é composto por Gifs, fotografias e músicas em uma narrativa sobre as banda Phony PPL e o grupo de rap Ratking. O que é mais impressionante é que a marca consegue ambientar o cenário com as imagens, texto e trilha sonora, além de inserir seus produtos dentro nesse contexto dentro do site. Clique na imagem para conferir e testar a interação do site.

#2. Chipotle – Storytelling e Sátira com as Práticas da Indústria Alimentícia:

Algumas marcas levam a brincadeira a sério. A marca Chipotle investiu um milhão de dólares em uma série para expor práticas grotescas dentro da sua indústria. E passa a mensagem da sua marca de forma natural e sem ser invasiva. Chamada de “Farmed and Dangerous”, a série de quatro episódios, de 20 minutos cada, e conta com a participação de atores profissionais da TV, como Ray Wise. Não é a primeira vez que a Chipotle consegue bons resultados com seu Storytelling. Lembra da campanha “The Scarecrow” que ganhou o Grand Prix em Cannes? Mesmo com todo esse investimento, a série completa custou 4x menos do que um anúncio de 30 segundos no Super Bowl.

#3. Ledbury – O Lookbooks fora dos Padrões de Moda e Alta Costura

Exemplos do Novo Marketing e do Storytelling Multimídia

A marca de roupas Leadbury vai além do tradicional e usual. O lookbook “Color Four Ways”, disponível no site da marca é usado para contar a história de quatro pintores. Além de promover os produtos da marca com imagens a marca conseguiu contar uma narrativa com cenas do pintores trabalhando. Por que a marca decidiu fazer isso? “Nós sempre acreditamos que as pessoas vão se sentir mais conectadas com a Ledbury se compartilharmos ideias e contar histórias sobre coisas e pessoas que realmente nos interessam”, diz Gerente de Mídia Social da marca. Clique na imagem e confira a história desses pintores no lookbook Color Four Ways.

Gostou desse artigo? Compartilhe com a gente um pouco os seus conhecimentos sobre a Geração Y, Storytelling e as novidades do marketing e de comunicação. Siga os exemplos da Converse e trabalhe em novas ideias para o seu website. Já pensou em produzir uma série de vídeos para divulgar os produtos da sua marca? Essa é uma forte tendência para o próximo ano.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire