Como Adaptar Vídeos para Economizar Dinheiro e ter Sucesso

Como Adaptar Vídeos para Economizar Dinheiro e ter Sucesso

Quando se trata de projetos criativos, tempo e dinheiro são os dois obstáculos, que muitas vezes impedem a conclusão de projetos de conteúdo.

Em particular, a produção de conteúdo em vídeo, pode exigir mais do que o esperado. Para escrever o script, filmar, editar e distribuir vídeos são necessárias pessoas, equipamentos e outros recursos.

Se não tomar cuidado, tudo isso pode “comer” o seu orçamento e cronograma.

Em contrapartida, a visibilidade que os vídeos garantem para marcas vale a pena o investimento. E ele não precisa ser gigantesco se você fizer as escolhas certas.

“Fazer um vídeo de sucesso, seja ele em live action, animação ou misto, se resume em uma palavra: Planejamento!”, escreve Larry Cardarelli em Making the Most of Your Video Production Budget.

Neste guia, o vice-presidente de Produção e Criatividade do MultiVu passa por dicas de como poupar seu dinheiro e garantir que seu vídeo tenha sucesso. Isso inclui adapta-los para diferentes canais.

“Ninguém deve produzir um vídeo para apenas um canal. Se você fizer isso, você certamente irá se decepcionar – e cometer uma grande gafe em relações públicas”, me disse Larry enquanto conversávamos sobre o poder de múltiplos canais de vídeo.

“A produção de vídeo para vários canais precisa ser um processo operacional padrão para todos”.

Audiência em primeiro lugar, economia em segundo.

Adaptar ou reutilizar vídeos para diferentes canais não é apenas uma questão de poupar dinheiro. Trata-se de contar uma história melhor e oferecer uma experiência perfeita para seu público em todos os meios que ele utiliza.

Mídia paga, espontânea, social e própria oferecem oportunidades para os vídeos que você produz – do YouTube, posts de blog, Vimeo, salas de imprensa no Facebook, páginas de demonstração de produto, Instagram e Twitter. E não se esqueça do Snapchat, em que o novo recurso “Memories” possui alto potencial para as marcas.

Com tantos canais para escolher, como um profissional de marketing consegue economizar?

Olhe para o seu público.

“Há novos canais aparecendo o tempo todo”, diz Larry. “A maioria deles não significa muito para nós, porque muitos são direcionados – como o PewDiePie e seus mais de 45 milhões de assinantes e entusiastas de jogos. Para nós, é melhor atingir canais tradicionais, como o Facebook. Porém, tenha em mente que o Facebook está declinando e se estabelecendo entre o público mais velho. Se você quer atingir os jovens, você precisa identificar quais canais eles estão usando hoje, talvez o Instagram”.

E não se esqueça da comunicação mais tradicional, como press releases e e-mails, que fornecem impulso e visibilidade com a inclusão de vídeos.

“Faça sua pesquisa”, estimula Larry. “Lembre quem é seu público, esse é o primeiro passo. É apenas uma questão de descobrir quais canais ele acessa para obter o conteúdo que procura. Coloque essa informação no seu planejamento de vídeo para atingi-lo e você conseguirá bons resultados”.

Olhe para o seu público.

Adapte o conteúdo para cada canal.

Depois de identificar quais canais serão o foco do seu vídeo, é hora de pensar em como adaptar a sua história para cada plataforma.

Republicar vídeos não significa usar o mesmo em todos os canais. Os requisitos técnicos e as melhores práticas de cada plataforma são importantes.

Por exemplo, seu site pode apresentar o vídeo em um formato mais longo, mas plataformas de mídia social exigem que seus vídeos sejam mais curtos – diferentes tamanhos, estilo e características específicas de cada plataforma.

“Melhor criar versões mais curtas de seu vídeo, já que alguns canais não vão publicar seis minutos de vídeo”, observa Larry. “Eles podem exigir menos de 30 segundos! ”

Não é apenas o comprimento que você precisa considerar. Você pode passar a sua mensagem por meio de legendas, textos e recursos gráficos para criar impacto em diferentes canais.

“Isso é essencial por conta da opção de assistir vídeos com e sem áudio, como por exemplo o Facebook, em que usuários são mais propensos a assistir vídeos sem som”, explica Larry.

Planejar faz a diferença.

Se você pensa em reaproveitar um vídeo em todos os canais, é melhor planejar isso o mais cedo possível.

“É possível reaproveita-lo de duas formas, antes e depois”, diz Larry. “Antes que seja publicado é mais fácil e os resultados mais coerentes. Após sua publicação, adapta-lo pode ser como tentar encaixar um prego quadrado em uma bucha redonda. As coisas podem ficar confusas. Mas, nada é impossível, você sempre pode usar um martelo! Mas certamente não é a solução ideal”.

“A filmagem também é crítica”, continua ele. “Por exemplo, um enquadramento fechado em seu porta-voz é bom para comunicações internas, mas se você decidir publicar na mídia social, talvez gere uma reação negativa com seu público e será tarde demais”.

“Se você soubesse antes que queria isso, poderia usar duas câmeras e cortes para ajudar com as transições”.

Planejamento prévio vai ajudá-lo a ter sucesso na criação de conteúdo atraente e continuar dentro do seu orçamento.

“Nós, da MultiVu acreditamos que todos os vídeos bons são o resultado de uma única coisa”, diz Larry. “Um excelente storytelling”.

Baixe Making the Most of Your Video Production Budget para mais dicas de como direcionar o seu conteúdo de vídeo e evitar altos custos que consomem seu orçamento.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Amanda Hicken no dia 14 de julho de 2016. Amanda é Gerente de Estratégicas de Conteúdo na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

 

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Como Adaptar Conteúdo para Plataformas de Mídia Social

Como Adaptar Conteúdo para Plataformas de Mídia Social

Você acabou de escrever um ótimo texto e criou um título brilhante. Agora, como usar a mídia social para aumentar o seu alcance do seu conteúdo e atrair o público certo? Só compartilhar o link pelas redes é o ideal? Não seja tão preguiçoso!

Para melhor seu desempenho, o seu conteúdo deve ser ajustado para se adequar para cada plataforma. Um profissional de marketing experiente incluirá a adaptação do conteúdo como uma tática dentro de sua estratégia de distribuição para que sua mensagem neutralize o ruído, presente em todas a mídia e atinja seu público-alvo da forma correta.

Vamos ver quais são as melhores práticas e adaptar seu conteúdo para cada plataforma de mídia social:

Twitter Conteúdo

Apesar de ter sido anunciado que links e imagens não serão mais contados como caracteres, o Twitter ainda impõe uma restrição de 140 caracteres. Enquanto isso é um desafio por alguns, a Oracle diz que essa característica deve ser explorada em vez de ser temida. A famosa restrição do Twitter nos obriga a ir direto ao ponto e eliminar informações desnecessárias.

1. Forte apelo à ação

Com uma concentração comparável à de um peixinho dourado, humanos modernos precisam de orientações claras e recompensas instantâneas. Use seus 140 caracteres para atrair o público e fazer com que ele se comporte da maneira desejada. Garanta que seu call to action seja forte e gratificante – isso funcionará!

 2. Uma imagem vale mais que mil palavras

Use junto com seus 140 caracteres!

Tweets com imagens se destacam e conseguem uma média de 35% mais retweets. Consiga a atenção do seu público com a criação de uma imagem de citações ou fatos interessantes. Infográficos são uma outra maneira fantástica para as imagens aumentarem o alcance da sua publicação. Basta olhar como o Walmart compartilha pontos importantes do seu press release dentro de um gráfico atraente:

3. Não usar abreviações

A tentativa de empurrar o máximo de informação possível em um tweet muitas vezes pode levar ao uso de abreviações ou gírias. “Tendeu” o que quero dizer? Não faça isso – parece pouco profissional. Se você tem muita informação sobre o mesmo assunto, escreva uma série de tweet, ou publique imagens contendo mais textos. Também como alternativa, use um link para uma página de destino com mais conteúdo textual.

Fabecook Marketing

1. Pensar mobile

Quase 70% dos usuários do Facebook acessam seu perfil por meio de um dispositivo mobile. Por isso, o conteúdo precisa ser criado pensando nisso. Por exemplo, se o usuário acessar seu conteúdo por um aplicativo ou site mobile, sua imagem é redimensionada? Seu texto continua legível? Será que alguns deles cortam seu conteúdo? Teste a sua metodologia primeiro, use contas fakes e texto para teste.

2. Pagar por isso

O Facebook está constantemente mudando seu algoritmo e, como resultado, as pessoas que realmente “veem” o conteúdo publicado por você estão diminuindo – isso vale para as pessoas que “curtem” a sua página. Se você quiser que o seu post seja visto, é necessário promove-lo. Separar recursos para a sua estratégia de conteúdo pago é importante e acaba sendo um pouco mais caro, guarde seu orçamento para as mensagens mais atraentes; aquelas que tem maior probabilidade de engajamento com o público.

3. Vídeo

Em abril, o Facebook anunciou outra mudança para seu algoritmo que sugere algumas mudanças para publicações, uma deles é a valorização do conteúdo em vídeo. Com isso, profissionais de marketing que pretendem estar atualizados e serem vistos por seu público, precisam pensar em maneiras de incorporar vídeo em sua estratégia social. Não se esqueça de colocar legendas em seus vídeos no Facebook, para garantir que os telespectadores visualizem sua mensagem enquanto percorrem seu feed de notícias, sem ter que clicar para escuta-la.

Linkedin Marketing de Conteúdo

1. Menos não é sempre mais

O LinkedIn é um site profissional e seus usuários tendem a ser mais abertos a diálogos longos e posts mais profundos. Esta é uma oportunidade valiosa para profissionais de marketing de conteúdo conseguirem que a sua mensagem seja vista por um público mais segmentado e sem sacrificar algumas palavras do seu conteúdo.

2. SlideShare

Use o LinkedIn em seu pleno potencial, o que inclui tirar vantagens de sua plataforma afiliada, e impulsionar a descoberta do seu conteúdo. O SlideShare permite compartilhar conteúdo no estilo de apresentações do Power Point e o classifica para alguns mercados, tópicos e temas. Use o formato da plataforma para destacar pontos importantes e direcionar seu público-alvo para o conteúdo na íntegra. Ele também tem algumas métricas ótimas para que você veja como exatamente as pessoas estão se engajando com seu conteúdo, assim você pode ajustar seu apelo para conquistar um público maior.

3. Grupos do LinkedIn

Grupos no LinkedIn são um ponto importante da rede profissional. Os usuários se agrupam porque realmente têm a intenção de consumir conteúdo alinhado com os seus interesses. Junte-se a alguns grupos que são relevantes para a sua empresa e publique conteúdo próprio neles. Esteja ciente de que membros do LinkedIn podem ser mais abertos para uma longa leitura, e não para spams. Compartilhe seus posts com sabedoria!

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Estas são apenas algumas dicas para ajudá-lo a adaptar o seu conteúdo para diferentes plataformas de mídia social. Para descobrir como criar um press release que maximiza o compartilhamento social, clique aqui e baixe nosso white paper completo.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 23 de junho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

3 Dicas de SEO do Google Essenciais para Relações Públicas

Como o Google Panda 4.2 – atualização do algoritmo, lançado no último final de semana – pode ajudar na visibilidade do conteúdo para profissionais de Relações Públicas.

3 Dicas de SEO do Google Essenciais para Relações Públicas

Seguindo a tendência das últimas atualizações de algoritmo, o Google Panda 4.2 continua firme em seu compromisso com a qualidade para classificação de conteúdo. Quanto mais relevante e original, melhor seu posicionamento no ranking de buscas do Google.

Se você trabalha em uma assessoria de imprensa ou é um profissional de marketing ou comunicação fique ligado nas três dicas de otimização de conteúdo:

#1. CONTEÚDO SEM LIMITE

Não fique preso ao número de palavras. A maioria dos profissionais de Relações Públicas se acostumaram a sintetizar seu conteúdo, já que o envio de releases de até 400 palavras é adotado como produto padrão entre a maioria das empresas especializadas na distribuição de conteúdo para imprensa. Mas essa regra está prestes a virar uma exceção.

O número de palavras não deveria ser usado como medida para definir quais informações devem ou não entrar em seu texto. O conteúdo deve definir o número de palavras.

Com a atualização de algoritmo, o Google assume que textos menores tem menos informação, sendo assim menos útil para o usuário. E como resultado disso, esse tipo de conteúdo não será bem ranqueado.

De agora em diante não limite o seu conteúdo pelo número de palavras. Não importa se você está trabalhando em um press release, post de um blog ou um whitepaper. Use quantas palavras forem necessárias.

#2. SINÔNIMOS E A BOA ESCRITA

Como já penalizada em atualizações passadas, evite a repetição descontrolada de palavras-chave em seu conteúdo. Use sinônimos como seus aliados.

O Google entende que a repetição de palavras em um curto espaço torna a leitura do usuário cansativa e isso não é bom. Use as variações e evite repetir o mesmo termo em um curto espaço de texto. Lembre-se das aulas de gramática e promova a boa escrita.

O Google entende sinônimos e premia seu uso.  Um texto bem redigido é mais agradável para o usuário e tem como recompensa uma posição mais elevada no ranking.

#3. ELEMENTOS E LINGUAGEM VISUAL

Você usa imagens e vídeos em seu conteúdo? Deveria. Usar elementos visuais garante maior efetividade em SEO. Mais de 55% dos resultados de pesquisa do Google incluem vídeos e mais de 40% fotos.

Elementos visuais também devem ser otimizados. Se você for ilustrar seu conteúdo com imagens, não esqueça de colocar um nome amigável como “SEO-Imagem”, nada de “img-002”. Use duas ou três palavras-chave em suas imagens. Inclua legendas e/ou uma breve descrição.

A mesma regra se aplica aos títulos de vídeos no YouTube. Use os 100 caracteres para incluir um título que corresponda com os outros elementos do seu conteúdo.

Mais do que nunca os profissionais de Relações Públicas podem usar a suas habilidades de escrita para promover suas ações. Uma boa classificação no ranking de buscas é a consequência do trabalho bem feito. Concentre-se no seu público, se ele aprovar seu conteúdo, o Google também aprovará.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire