4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

Pessoas criativas são o coração e a alma do marketing e da comunicação. Elas têm a capacidade de tornar informação, até então, sem graça em algo interessante. Por exemplo, essas pessoas podem visualizar, escrever e verbalizar histórias relevantes que vão além de uma breve descrição de produto em bullet points.

– Como entregar o tipo de narrativa convincente direcionada a seu público-, foi mapeado em nosso Buyer 2.0 Content Strategy Checklist.

Criativos contribuintes com seu talento em equipes de marketing e relações públicas.

Trabalhei com pessoas criativas e analíticas durante muitos anos, e isso me ensinou algumas coisas. Ambas são peças complementares e essenciais do quebra-cabeça.

Enquanto a mente analítica pode encontrar e apresentar dados, profissionais criativos podem desenvolver seu potencial e imaginar além do que foi encontrado.

No entanto, para que isso aconteça com sucesso, um ambiente de trabalho diferente se faz necessário.

Você pode pensar que uma sala cheia de quadros, uma grande janela com vista para as montanhas, música suave e algumas caixas cheias de canetas coloridas sejam essenciais para criar um ambiente criativo. Embora tudo isso possa ser importante para alguns, não é o fundamental.

O que importa é o lado humano e a habilidade interpessoal.

Aprendi que é necessário ter paciência para permitir que a criatividade floresça. Esses profissionais não devem ser apressados e o trabalho nem sempre acontece durante as horas normais de trabalho. Mas, com planejamento e orientações cuidadosas, eles podem cumprir os prazos e gerar bons resultados.

Há uma arte para a gestão de pessoas criativas que deve ser aprendida e dominada para que o sucesso seja alcançado. Para começar, deixe seu ego de fora e reconheça que as pessoas com quem você trabalha podem e devem ser mais talentosas do que você. Talvez não em tudo, mas você as contratou para isso.

Aqui estão as quatro principais coisas que eu aprendi com os criativos que tive o privilégio de trabalhar:

Sua mente deve ser “flexível”.

Quando pensamos em contratar alguém para funções criativas, queremos pessoas que possam pensar “fora da caixa”, que não são limitadas pelas possibilidades que a maioria de nós somos. E, no entanto, o que acontece depois de contratá-las é contraditório a tudo o que valorizávamos antes delas começarem a trabalhar.

Imediatamente falamos quais são nossas “regras” e como sempre fizemos as coisas. E ficamos frustrados quando elas querem pensar diferente.

Às vezes, ideias criativas são realmente doidas, bobas, perda de tempo ou muito complicadas. Mas, se ouvir e fazer as perguntas que ajudam no processo criativo ao invés de sufocá-las, coisas maravilhosas serão criadas.

Discuta como uma ideia se relaciona com o seu negócio, inclua o que você vende e quem você é como uma cultura corporativa.

Uma conversa pode revelar uma ideia, uma abordagem diferente ou até se adequar para um canal de marketing novo. A colaboração pode transformar ideias off-the-wall em ótimo conteúdo.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Trabalhe talentos complementares.

Você não pode conseguir bons resultados, se você não tiver o talento certo para trabalhar nisso. E isso significa que as pessoas não são iguais.

Na construção de uma equipe criativa, o talento de um profissional, equilibra o do outro. Eles até podem ter algumas coisas em comum, como o desejo de ser parte do sucesso do grupo (criativos individualistas não contam, estamos falando de equipe!), porém eles também têm que ser diferentes. E devem valorizar as diferenças uns dos outros, tanto quanto você.

A melhor maneira para que as pessoas se complementem é ter algum entendimento ou interesse no talento do outro. Eu adoro redatores que se interessam em Canva e Photoshop, assim como também valorizo designers que praticam a arte de contar histórias escritas em seu tempo livre.

Dê feedbacks consistentes e também receba.

Alguns podem pensar que pessoas criativas precisam de uma grande quantidade de elogios, mas isso não é verdade. O que é essencial para o processo criativo é um feedback consistente e honesto. Não há nenhuma fórmula matemática para calcular se um artigo está bem escrito ou se um infográfico pode capturar e manter a atenção do espectador, daí a necessidade do feedback.

A relação de como algo é visto e lido ou como pode estar associado aos objetivos da equipe e da marca são essenciais para ajudar a mente criativa a continuar trabalhando.

Preste atenção e seja um bom ouvinte.

Ouvir é o talento mais importante que um gerente pode ter, não importa que tipo de equipe ele tem. No entanto, a equipe de criação pode precisar disso mais do que a maioria. Não porque os artistas não podem fazer coisas por conta própria, mas porque trazer o processo criativo em um ambiente de negócios estruturado exige colaboração. Isso também requer sair do processo normal e colocar certos limites e prazos no lugar.

Você não quer sufocar a criatividade, mas precisa dar estrutura à medida que ela evolui.

O processo criativo geralmente envolve riscos. As vezes é necessário quebrar as regras. Mas isso pode ser a antítese de abordagens de muitas marcas.

Ser um bom ouvinte permite que sua equipe de criação assuma riscos inteligentes que ajudem a sua marca a contar histórias fortes, sem que você tenha que “tirar o pó” do manual de comunicação de crise.

Para se conectar com seu público e convertê-lo em clientes, você precisa criar conteúdo visual de alta qualidade e atraente. Baixe nosso white paper Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para ter mais dicas sobre a criação e distribuição de conteúdo.

A autora Victoria Harres é vice-presidente de comunicações estratégicas e de conteúdo na PR Newswire. Sua equipe é responsável por mídias sociais, PR e blogs da marca. Vicky foi a primeira a twittar no @PRNewswire e continua fazendo parte dessa equipe. Se ela não está em sua mesa, você provavelmente irá encontrá-la em seu jardim.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Victoria Harres no dia 08 de julho de 2016.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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5 Dicas – Por que Usar Analogias em Content Marketing

A nossa compreensão das analogias se desenvolve na primeira infância. Ela nos ajudou a construir o que já sabemos e oferecendo uma ponte para a novas ideias.

5 Dicas - Por que Usar Analogias em seu Conteúdo

Para os profissionais de marketing e storytellers, que podem se sentir presos em uma determinada peça de conteúdo, elas são uma ferramenta incrivelmente útil.

Recentemente, tive de desenvolver um tema que poderia ter resultado em um post muito cansativo. Então trabalhei em um dos meus temas favoritos – comida – para contar a história. Fazendo comparações entre a criação de conteúdo e o planejamento de um menu funcionou tão bem que inspirou dois a publicação de dois posts. Parece que há um bom número de colegas “foodies” em nosso público.

Se você se convenceu sobre o poder das analogias, aqui estão algumas das principais razões do por que você deve “polvilha-las” em seu mix de conteúdo.

Podemos dizer que usar analogias em seu conteúdo é como…

…Do dicionário: Analogias ajudam a explicar ideais rapidamente.

Ao criar conteúdo, muitas vezes queremos compartilhar uma nova ideia com o nosso público com interação limitada. Nesse caso, analogias são poderosas ferramentas de comunicação que nos ajudam a explicar rapidamente um novo conceito, mostrando como ela se parece com outra coisa que já conhecemos bem.

…Um cobertor quente: Analogias podem ser reconfortante.

Novas ideias, particularmente as que são muito diferentes ou complexas, podem desencadear sentimentos de ansiedade, medo ou inquietação. Empregar analogias além de transmitir conforto do familiar constrói uma ponte para o desconhecido.

whitepaper The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

…Lendo um livro: Analogias podem evocar imagens fortes.

Analogias são completamente de natureza visual. Quando falamos de um objeto ou ideia conhecida, o público muitas vezes imagina o que isso representa para ele. Este dispositivo é especialmente útil em situações em que estamos introduzindo um conceito abstrato que não tem a sua própria imagem relacionada.

Incluir uma imagem ou infográfico que mostre a analogia vai torná-la mais fácil de ser lembrada e compartilhada com os outros.

…Mix Tape: Analogias podem ajudá-lo a se expressar.

A metade conhecida da analogia é sua oportunidade de fazer uma conexão emocional com o público. Traga a personalidade da sua marca para a vida, fazendo referência a um item nostálgico, um cenário cômico ou um conceito amplamente conhecido dentro do seu mercado. Ou, você pode expandir sua conversa em torno de uma ideia comum que provoque fortes emoções.

…Tecnologia em Beta: Analogias não são perfeitas.

Mesmo a melhor das analogias não é perfeita, mas a ideia no centro da comparação deve ser altamente compreensível e relevante. Além disso, tenha cuidado para não colocar acidentalmente comparações negativas.

Verifique a força da analogia escrevendo uma lista de atributos, incluindo características positivas e negativas. Passe pela lista e compare os atributos listados para o objeto ou ideia.

Hoje, para se manterem dentro das demandas de público, as empresas devem criar novas estratégias de entrega de conteúdo para atrair e reter clientes. Faça o do whitepaper The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para descobrir mais dicas de como criar conteúdo mais atraente.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Jamie Heckler no dia 24 de julho de 2015. Jamie é Gerente Criativa Senior na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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