Guia “Friends” para Combinar Conteúdo ao Estilo do Leitor

Guia “Friends” para Combinar Conteúdo ao Estilo do Leitor

Pare por um momento e analise as pessoas que trabalham com você. Mesmo que todos trabalhem em conjunto para alcançar um mesmo objetivo, como indivíduos, cada um traz um conjunto único de interesses pessoais, conhecimentos e motivações.

Agora, pense em seu público. Como descrito em mais detalhes em nosso white paper: Buyer 2.0 Content Strategy Checklist, o público está mais seletivo sobre o que quer ler, assistir e ouvir. Ele está à procura de conteúdo que o ajude de alguma forma, e não de seus produtos.

Se fez sua lição de casa sobre “personas”, provavelmente você tem uma boa ideia sobre qual é a profissão, nível de experiência e outras informações relacionadas ao seu público, com o objetivo de manter um longo e próspero relacionamento para ambas as partes.

Mas você sabe como criar conteúdo para seus diferentes tipos de leitores e suas motivações pessoais?

Essa é uma pergunta “pegadinha”, já que não há uma fórmula única que englobe todos os seus públicos. Você precisa criar uma grande variedade de conteúdo para atingir as múltiplas personalidades que os compõem.

E é desse ponto em diante que “Friends”, comédia pop dos anos 90, pode nos ajudar. Cada membro do seriado tem uma personalidade única, que deve ser contemplada em seu calendário de conteúdo. Aqui estão as minhas dicas e truques para se envolver com cada tipo.

Monica – “A supera expectativas”

Monica – “A supera expectativas”

Em todo grupo tem aquela pessoa que parece ter nascido com o “dom” de ser bem-sucedida no trabalho. Sendo altamente organizada, parece sempre estar no caminho para alcançar o sucesso.

Ajude as “Monicas” de seu público a desenvolver seu trabalho, forneça para elas modelos de checklists, cálculos e planilhas.

Ross – “O sabe tudo”

Ross – “O sabe tudo”

Encontrados com certa frequência corrigindo erros gramaticais e compartilhando seus resultados do Trivia, os “Rosses” querem que todos saibam que eles são muito inteligentes.

Use seu conteúdo para entregar dados estatísticos e fatos para que eles possam aprender ainda mais e mostrar para seus amigos, colegas de trabalho e chefes.

Rachel – “O Coração”

Rachel – “O Coração”

As “Rachels” são fortemente guiadas por seus sentimentos, mais do que pela lógica. Por serem pessoas sensíveis, precisam de uma conexão mais pessoal com sua marca.

Junto com seu coração, vem a paixão. As “Rachels” são, por natureza, as mais fortes defensoras da sua marca. Apele à sua essência emocional com fotos, vídeo e outros conteúdos multimídia para que elas possam compartilha-los em seu círculo social.

Chandler – “O cínico”

Chandler – “O cínico”

Chandler é o extremo posto da emoção de Rachel. Como um potencial cliente, ele será cético a qualquer tipo de mensagem que você quiser passar. Os “Chandlers” normalmente conhecem o mercado da sua empresa muito bem e podem detectar o cheiro de uma abordagem de vendas em qualquer conteúdo a um quilometro de distância.

Faça com que eles abram um sorriso e você poderá desarmá-los por um tempo. O suficiente para que sua mensagem consiga passar por sua grossa muralha defensiva. Para ver mais dicas de como usar o humor em seu conteúdo, confira este recente post.

Joey – “O Confuso”

Joey – “O Confuso”

Os “Joeys” do seu público precisam de um pouco mais de tempo para entender o que você quer dizer. Eles podem ser novos no assunto que você está abordando ou incapazes de prestar a atenção exigida pelo tema.

Ajude-os com referências aos posts mais introdutórios sobre o assunto em seu blog antes que eles se aventurem em mergulhos sob conteúdo mais profundo. Também é sempre útil incluir imagens e infográficos para explicar ideias complexas. Elementos visuais ajudam a concentrar a atenção do público em meio a partes do conteúdo, muito importante para os “facilmente distraídos”.

Phoebe – “A Criativa”

Phoebe – “A Criativa”

Elas estão pouco interessadas em ouvir suas ideias e preferem compartilhar suas próprias perspectivas.

Trate suas “Phoebes” como influenciadoras e parceiras para criação de conteúdo. Isso ajudará a compartilhar sua mensagem para o público. Afinal, “Smelly Cat” foi um ótimo jingle publicitário.

VÍDEO

Seu público é composto por indivíduos com diferentes necessidades e desejos. Para converte-los em clientes, é preciso mostrar a eles que você estará sempre disponível com conteúdo de alta qualidade.

Baixe nosso popular Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para mais dicas de como planejar uma estratégia de criação e distribuição de conteúdo bem-sucedida.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Jamie Heckler no dia 12 de julho de 2016. Jamie é Gerente Criativa Senior na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

Pessoas criativas são o coração e a alma do marketing e da comunicação. Elas têm a capacidade de tornar informação, até então, sem graça em algo interessante. Por exemplo, essas pessoas podem visualizar, escrever e verbalizar histórias relevantes que vão além de uma breve descrição de produto em bullet points.

– Como entregar o tipo de narrativa convincente direcionada a seu público-, foi mapeado em nosso Buyer 2.0 Content Strategy Checklist.

Criativos contribuintes com seu talento em equipes de marketing e relações públicas.

Trabalhei com pessoas criativas e analíticas durante muitos anos, e isso me ensinou algumas coisas. Ambas são peças complementares e essenciais do quebra-cabeça.

Enquanto a mente analítica pode encontrar e apresentar dados, profissionais criativos podem desenvolver seu potencial e imaginar além do que foi encontrado.

No entanto, para que isso aconteça com sucesso, um ambiente de trabalho diferente se faz necessário.

Você pode pensar que uma sala cheia de quadros, uma grande janela com vista para as montanhas, música suave e algumas caixas cheias de canetas coloridas sejam essenciais para criar um ambiente criativo. Embora tudo isso possa ser importante para alguns, não é o fundamental.

O que importa é o lado humano e a habilidade interpessoal.

Aprendi que é necessário ter paciência para permitir que a criatividade floresça. Esses profissionais não devem ser apressados e o trabalho nem sempre acontece durante as horas normais de trabalho. Mas, com planejamento e orientações cuidadosas, eles podem cumprir os prazos e gerar bons resultados.

Há uma arte para a gestão de pessoas criativas que deve ser aprendida e dominada para que o sucesso seja alcançado. Para começar, deixe seu ego de fora e reconheça que as pessoas com quem você trabalha podem e devem ser mais talentosas do que você. Talvez não em tudo, mas você as contratou para isso.

Aqui estão as quatro principais coisas que eu aprendi com os criativos que tive o privilégio de trabalhar:

Sua mente deve ser “flexível”.

Quando pensamos em contratar alguém para funções criativas, queremos pessoas que possam pensar “fora da caixa”, que não são limitadas pelas possibilidades que a maioria de nós somos. E, no entanto, o que acontece depois de contratá-las é contraditório a tudo o que valorizávamos antes delas começarem a trabalhar.

Imediatamente falamos quais são nossas “regras” e como sempre fizemos as coisas. E ficamos frustrados quando elas querem pensar diferente.

Às vezes, ideias criativas são realmente doidas, bobas, perda de tempo ou muito complicadas. Mas, se ouvir e fazer as perguntas que ajudam no processo criativo ao invés de sufocá-las, coisas maravilhosas serão criadas.

Discuta como uma ideia se relaciona com o seu negócio, inclua o que você vende e quem você é como uma cultura corporativa.

Uma conversa pode revelar uma ideia, uma abordagem diferente ou até se adequar para um canal de marketing novo. A colaboração pode transformar ideias off-the-wall em ótimo conteúdo.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Trabalhe talentos complementares.

Você não pode conseguir bons resultados, se você não tiver o talento certo para trabalhar nisso. E isso significa que as pessoas não são iguais.

Na construção de uma equipe criativa, o talento de um profissional, equilibra o do outro. Eles até podem ter algumas coisas em comum, como o desejo de ser parte do sucesso do grupo (criativos individualistas não contam, estamos falando de equipe!), porém eles também têm que ser diferentes. E devem valorizar as diferenças uns dos outros, tanto quanto você.

A melhor maneira para que as pessoas se complementem é ter algum entendimento ou interesse no talento do outro. Eu adoro redatores que se interessam em Canva e Photoshop, assim como também valorizo designers que praticam a arte de contar histórias escritas em seu tempo livre.

Dê feedbacks consistentes e também receba.

Alguns podem pensar que pessoas criativas precisam de uma grande quantidade de elogios, mas isso não é verdade. O que é essencial para o processo criativo é um feedback consistente e honesto. Não há nenhuma fórmula matemática para calcular se um artigo está bem escrito ou se um infográfico pode capturar e manter a atenção do espectador, daí a necessidade do feedback.

A relação de como algo é visto e lido ou como pode estar associado aos objetivos da equipe e da marca são essenciais para ajudar a mente criativa a continuar trabalhando.

Preste atenção e seja um bom ouvinte.

Ouvir é o talento mais importante que um gerente pode ter, não importa que tipo de equipe ele tem. No entanto, a equipe de criação pode precisar disso mais do que a maioria. Não porque os artistas não podem fazer coisas por conta própria, mas porque trazer o processo criativo em um ambiente de negócios estruturado exige colaboração. Isso também requer sair do processo normal e colocar certos limites e prazos no lugar.

Você não quer sufocar a criatividade, mas precisa dar estrutura à medida que ela evolui.

O processo criativo geralmente envolve riscos. As vezes é necessário quebrar as regras. Mas isso pode ser a antítese de abordagens de muitas marcas.

Ser um bom ouvinte permite que sua equipe de criação assuma riscos inteligentes que ajudem a sua marca a contar histórias fortes, sem que você tenha que “tirar o pó” do manual de comunicação de crise.

Para se conectar com seu público e convertê-lo em clientes, você precisa criar conteúdo visual de alta qualidade e atraente. Baixe nosso white paper Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para ter mais dicas sobre a criação e distribuição de conteúdo.

A autora Victoria Harres é vice-presidente de comunicações estratégicas e de conteúdo na PR Newswire. Sua equipe é responsável por mídias sociais, PR e blogs da marca. Vicky foi a primeira a twittar no @PRNewswire e continua fazendo parte dessa equipe. Se ela não está em sua mesa, você provavelmente irá encontrá-la em seu jardim.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Victoria Harres no dia 08 de julho de 2016.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire