Curadoria: 4 Dicas de Como Encontrar Conteúdo Interessante

Curadoria: 4 Dicas de Como Encontrar Conteúdo Interessante

Profissionais de comunicação sabem o impacto que o bom conteúdo tem no engajamento do público. Também reconhecem que os excessos podem ferir a construção de sua marca on-line. A verdade é que você precisa encontrar um equilíbrio saudável entre a publicação de conteúdo original e de terceiros para manter uma relação ideal na mídia social. Coloque curadoria de conteúdo em seu mix de conversação e permita que sua marca se conecte com novos públicos.

Aqui estão algumas dicas para mantê-los em alta em seu mercado e como top of mind entre o seu público.

4 Dicas Curadoria de Conteúdo

Comece com o Google

Tal como em outros momentos da vida, uma rápida pesquisa no Google é a maneira mais fácil de descobrir o conteúdo na hora certa sobre qualquer assunto. Em especial, é extremamente útil quando somos novos em um mercado. Precisa ganhar tempo? Defina um Alerta do Google para um determinado assunto e receba mensagens diretamente em seu e-mail em tempo real. Mas, saiba que esse serviço funciona como uma pesquisa por palavra-chave no próprio buscador, então você precisará peneirar os resultados para encontrar o que há de melhor. E quando falamos em “peneirar”, realmente queremos dizer ler o conteúdo – a Internet possui muita informação desnecessário ou inútil, você precisa estar alinhando à qualidade esperada para sua marca o tempo todo.

Listas do Twitter

Sua newsfeeds pode ficar confusa as vezes, especialmente quando se lida com contas corporativas, que muitas vezes contêm centenas de seguidores. Crie listas para acompanhar alguns temas e mercados em particular. Em outras palavras, conteúdo pré-curado! Embora o Twitter tenha desativado a busca por listas em sua plataforma, você ainda pode usar um buscador para ter algum resultado. Você pode se inscrever, ou criar a sua própria lista para compartilhar conteúdo com seus seguidores. Não sabe onde encontrar influenciadores on-line? Comece por aqui.

Há ferramentas para isso!

Programas como o Storify captura mensagens na mídia social e cria um material com conteúdo completo. Curata destaca que o Storify e muitas outras ferramentas para curadoria de conteúdo podem ajudá-lo a encontrar a história certa para seu público. Isso pode atender às suas necessidades de forma eficiente.

Understanding How Buyer 2.0 Impacts Your Approaches to Demand Generation

Inscreva-se em newsletters

Como as listas do Twitter, as newsletters de notícias são materiais pré-curados e selecionados com bases consistentes e podem ajudá-lo a encontrar ótimos temas. Por exemplo, as newsletters mais populares do mercado de mídia incluem a Nieman Lab e a J-Source. E não se esqueça de assinar o Beyond the Wire, fonte diária de CNW com dicas e truques para comunicadores profissionais.

Que métodos você usa para encontrar conteúdo atraente? Diga-nos nos comentários abaixo ou tweet conosco em @prnewswirebr.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Melissa Meyer no dia 19 de julho de 2016. Melissa é Assistente de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como Identificar Influenciadores nas Mídias Sociais

O truque para profissionais de RP é encontrar a fórmula que desencadeia a influência social na rede para sua marca.

Influenciadores-Redes-Sociais

Influência é claramente quando a esfera social escolhe rapidamente conteúdo original, divertido, atraente ou mesmo essencial em sua rede e o evidencia.

A informação flui ou simplesmente desaparece. Uma marca pode se tornar o centro das atenções ou simplesmente ser ofuscada de acordo com a ação e o momento escolhido. Isso depende se a influência está engajada na mídia social. Todos os dias, isso acontece várias vezes entre os mais de 200 milhões de tweets no Twitter e os mais de 5.750 milhões de usuários do Facebook fazendo publicações entre sua rede de amigos e participando de conversas online.

Mas, “em um mundo onde toda a informação é colaborativa, como definir uma agenda e entrar em campo? Como saber o que vai dar certo? Questões políticas, entretenimento, produtos que animam as pessoas?”, pergunta Bernardo A. Huberman, Diretor da HP Labs Social Computing Lab. “A grande escala de contatos na mídia social torna difícil para qualquer tópicos obter atenção suficiente a fim de sobressair e ficar entre os trendings.”

As tentativas de responder à pergunta sobre a “agenda” de Huberman são enumeras com as novidades e atualizações de ferramentas analíticas que tentam medir o “social score” de um indivíduo. Mas algumas métricas, apesar de tentadoras, podem induzir ao erro. Por exemplo, popularidade, por si só, é uma medida de influência?

Não necessariamente. “Há uma enorme quantidade de inatividade nas redes sociais”, de acordo com um relatório feito por Huberman e uma equipe de pesquisadores.

Como Identificar Influenciadores nas Mídias Sociais

Como ele descreve: “A maioria das pessoas parecem estar lá – nós não sabemos se eles realmente fazem alguma coisa – mas poucos permanecem por muito tempo”. O caminho da influência na mídia social não é simplesmente sobre popularidade, como definido pelo número de pessoas que seguem qualquer indivíduo ou marca. O maior impacto é conseguido pelo engajamento dos seus contatos influentes, que se dedicam a compartilhar e agir sobre a informação, compartilhando, curtindo e acrescentando sua própria opinião – essas são ações que estão cada vez mais sendo medidas.

Para agravar a dificuldade de medir a influência é o atual fluxo na esfera social. Considere apenas este desenvolvimento: o Google+ lançado em junho de 2011, criou uma nova hierarquia de redes sociais de relacionamentos, incluindo círculos e hangouts.

Se Google+ e o conceito de “círculos” realmente decolar, as empresas poderão ter um muito mais dificuldade em alcançar as pessoas através da mídia social”, disse Nate Elliott, VP da Forrester Research, em um post. “Se os usuários passam mais tempo publicando e lendo conteúdo apenas de seus círculos de amigos, será mais difícil para os profissionais de marketing passarem uma mensagem? ”.

Eli Pariser, autor de The Bubble Filter, ressalta esse argumento, do ponto de vista do consumidor. Com o aumento da personalização dos motores de busca, assim como das redes sociais, “seu filtro bolha é um único, um universo pessoal de informação… e está se tornando cada vez mais difícil de escapar”, diz ele.

Sendo curto e grosso, “qualquer usuário de mídia social pode potencialmente ser um influenciador”, diz Neal Schaffer, Presidente da consultoria de mídia social WindMill Marketing. “Algumas pessoas ou empresas usam as redes sociais mais do que outras, algumas têm mais alcance do que outras e algumas são consideradas líderes de pensamento em seu mercado ou profissões que outros“.

Trecho traduzido do Whitepaper: Modern PR: the art & Science of integrated media influence, publicado no site da PR Newswire U.S. Faça o Download do Whitepaper Completo e saiba mais sobre a Influência nas Mídias Sociais.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Honda Stage – Valorize sua História e Ganhe Visibilidade

O desenvolvimento de algoritmos como motor de busca continua a espelhar de perto o processo humano de pesquisa de informação, tornando-se mais difícil do que nunca para os indivíduos manipularem os resultados a seu favor. Para os comunicadores que dependem de pesquisa como um mecanismo primário para atingir o público, isso pode soar como uma notícia devastadora. Na realidade, é uma oportunidade para as marcas inovarem mais em sua criação de conteúdo e estratégia de mensagens. Marcas que naturalmente estão no topo do pagerank terão uma maior credibilidade e serão autorizadas pelos consumidores à procura de informações relacionadas, e isso significa uma criação de conteúdo que os mecanismos de busca consideram ser de alta qualidade.

Servindo o público e buscando mecanismos igualmente bons

Um dos aspectos mais desafiadores do mais recente algoritmo do Google para os comunicadores é encontrar uma maneira de direcionar mensagens semelhantes em vários mercados, sem violar as normas de conteúdo duplicado. A pressão para criar um conteúdo ainda mais original, pode-se sentir como perigo iminente para os profissionais de relações públicas, que já estão precisando de tempo, mas a equipe de comunicação da Honda encontrou uma solução brilhante. Usando um micro-site da campanha da marca, intitulado Honda Stage Launches at REVOLT Studios Delivering Performances and Artists Interviews Across Television, Web and Mobile Platforms for Music Fans, já entregou uma mensagem em larga escala, que atende a uma ampla gama de mercados de uma só vez, e é visualmente deslumbrante. Destaques deste micro-site totalmente carregado incluem:

  • Fotos de alta resolução e vídeos que trazem esta história de vida, e estão prontos para serem compartilhados em canais sociais e com um novo propósito de agregar histórias à mídia.
  • Um comunicado de imprensa disparado para um público-alvo em destaque e citações executivas apresentando diferentes ângulos da história para os jornalistas cobrirem.
  • Notícias relacionadas sobre as datas dos shows e artistas em destaque está disponível em Inglês e Espanhol, tendo como alvo esse conteúdo para geografias locais, bases de fãs dedicados, e atende a um público multicultural.
  • Um botão de ação estimulando o engajamento em mídias sociais.
  • Links relacionados para direcionar o tráfego diretamente para o site e outras mídias proprietárias da Honda.

Tenha em mente que não é apenas no Google que a visibilidade está se tornando mais difícil de entender, isso está acontecendo em quase toda a informação que é consumida. A mídia continua a fazer malabarismos entre a obtenção de notícias contra histórias polêmicas que irá direcionar o tráfego ou classificações. As redes sociais estão agora favorecendo conteúdo patrocinado em seus feeds de notícias, tornando ainda menor a garantia de que um único tweet será visto pela massa de público que você está esperando que veja, a não ser que entre diretamente na sua página na rede social.

Mas será que isso significa que você deve desistir da mídia, redes sociais, ou tentar uma verdadeira tática de relações públicas?

Claro que não! Significa apenas que o RP precisa trabalhar mais para entregar mensagens de maior qualidade, e que as táticas de desenvolvimento de história e distribuição precisam evoluir, como é possível perceber no exemplo da Honda.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 11 de julho de 2014.

Shannon Ramlochan, Coordenadora de Conteúdo e Marketing da PR Newswire. Sigua ela no Twitter, @sramloch.

Traduzido e adaptado por Caroline Malgueiro,  Pesquisadora de Mídia
PR Newswire

4 Novas Diretrizes que Garantem a Qualidade dos Releases

Em virtude da ultima atualização do algoritmo Panda do Google, nós da PR Newswire LatAm, por meio do post elaborado por Sarah Skerik, VP de Comunicação Estratégica na PR Newswire, reiteramos nosso compromisso com a qualidade dos serviços prestados e reforçamos nossa missão de auxiliar nossos clientes a gerar mais visibilidade para seus conteúdos, marcas e produtos. Boa leitura e em caso de dúvidas fale conosco, estamos sempre prontos a trocar informações!

Como Garantir a Qualidade dos Releases com a Atualização do Algoritmo do Google

No final de maio, o Google lançou uma atualização para o seu algoritmo Panda, que tem como foco identificar e barrar conteúdo de baixa qualidade. Esta atualização afetou uma série de sites que compartilham conteúdo e press releases, incluindo a PR Newswire. Quando falamos de “conteúdo de baixa qualidade”, estamos nos referindo especificamente aos press releases que foram usados ​​com o objetivo de manipular rankings de busca. Esse tipo de conteúdo é de pouco ou nenhum valor para os leitores.

Em uma auditoria em nosso site, posterior a essa mudança, identificamos no conteúdo disponível os comunicados de imprensa de baixa qualidade que continham muitos links associados para geração de tráfego devido às táticas de SEO de guerrilha utilizadas por seus emissores, conhecidas como “black hat”. Esses press releases foram eliminados, e nós continuaremos monitorando constantemente o conteúdo disponibilizado em nosso site para evitar níveis incomuns de links direcionados, tráfego e outros sinais de alerta.

A DISTRIBUIÇÃO DE RELEASES VAI ALÉM DA PUBLICAÇÃO EM NOSSO SITE

Apesar de termos orgulho do fato de que o nosso website atrai milhões de visitantes únicos por mês, também é importante lembrar que a PR Newswire passou anos construindo uma ampla rede de distribuição que atinge um vasto público global, incluindo:

  • Milhares de pontos de mídia, via feed de notícias direto;
  • Mais de 30.000 jornalistas e blogueiros cadastrados via PR Newswire for Journalists;
  • Bases de dados de serviços de informações como Factiva e LexisNexis;
  • Parceria com mais de 10.000 sites em todo o mundo, que exibem feeds de notícias com os press releases da PR Newswire, segmentados de acordo com o seu público;
  • Publicações em redes sociais, via dezenas de perfis específicos divididos por indústria, assunto e com curadoria de conteúdo em plataformas como Twitter e Pinterest.

Como Garantir a Qualidade dos Releases com a Atualização do Algoritmo do Google

Nossas equipes de Relacionamento com a Mídia e Disseminação de Conteúdo trabalham em conjunto com os meios de comunicação, jornalistas, blogueiros e administradores de sites para desenvolver e entregar feeds de notícias que contenham os press releases mais adequados a sua área de atuação, abrangência e interesse.

NOVAS DIRETRIZES QUE GARANTEM A QUALIDADE DOS RELEASES PARA A IMPRENSA

Para melhorar a qualidade do conteúdo que distribuímos, nós começamos a rever com ainda mais profundidade a qualidade do conteúdo de todos os releases submetidos à distribuição via nossa rede. Para essa análise, a nossa equipe observa diferentes elementos da mensagem, incluindo:

  • Verificar se o comunicado possui uma análise mais detalhada dos fatos relatados, para assegurar que o conteúdo seja original (por exemplo, referências a pesquisares e relatórios, bem como outras informações interessantes e úteis).
  • O formato dos releases, garantindo que os mesmos não sejam meras cópias de conteúdos diversos ou baseados em modelos prontos (exceto o boilerplate).
  • O tamanho dos releases, sinalizando comunicados com mensagens muito curtas, insubstanciais, que sejam usados como meros veículos para links direcionados.
  • O uso excessivo de palavras-chave e / ou links dentro da mensagem.

Estas novas orientações são adições às nossas já robustas normas de aceitação de conteúdo para distribuição de releases para a imprensa, que incluem a verificação da fonte de envio, a autenticação da identidade e da atribuição do remetente em relação à fonte, entre outros requisitos que todos os releases devem atender antes da serem distribuídos pela PR Newswire.

A maioria dos clientes da PR Newswire, que escrevem e distribuem seus comunicados de imprensa com o objetivo de construir um posicionamento  por meio de mensagens importantes e ganhar publicações espontâneas na mídia, não serão afetados por nossas novas diretrizes.

OS PRESS RELEASES SÃO UMA FORMA DE GANHAR MÍDIA ESPONTÂNEA, AUDIÊNCIA E ESTABELECER UM POSICIONAMENTO

Há muito tempo esta tem sido nossa posição, de que os comunicados de imprensa são principalmente sobre a construção de um posicionamento e nós não acreditamos que os press releses devem ser usados para promover links. (Ver: Gere Conhecimento com os Press Release, não links).

A PR Newswire acredita que a distribuição de releases e comunicados de imprensa desempenham um papel muito útil na condução da descoberta de conteúdo, na introdução de novos públicos para as mensagens da marca, encorajando e promovendo a interação social, e, é claro, ganhos de mídia espontânea.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 20 de junho de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Comunicação Estratégica da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

7 Razões pelas quais anúncios mobile não funcionam

O site Adweek publicou um estudo, realizado pelo Dartmouth College, que esclarece por que usuários mobile não clicam em anúncios, sejam eles por meio da navegação ou por aplicativos.

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Fonte da Imagem: gadgets.ndtv.com/

1-Tela muito pequena:
72% dos participantes da pesquisa disseram não clicar em anúncios por que a tela é muito pequena. O pesquisador acredita que os entrevistados, para responder essa questão, pensaram no uso de seus smartphones e não levaram em consideração o tempo que gastam em seus tablets como o iPad e Nexus7, gadgets com telas maiores e que também se encaixam no segmento Mobile.

2- Não ter tempo a perder:
70% do público pesquisado apontou estarem muito ocupados para os anúncios.

3- Dificuldades em voltar para o conteúdo original:
69% dos entrevistados apontaram que, ao clicar em um anúncio e ser direcionado para uma nova página, tem dificuldades para voltar ao conteúdo que estava vendo antes do clique.

4- Redes:
60% têm não conseguem manter sua conexão e ficar online por meio de dispositivos mobile. Problema também enfrentado no Brasil.

5- Consumo de dados:
54% dos usuários ficam muito frustrados por que os anúncios consomem seu pacote de dados.

6- Conteúdo do anúncio demora para carregar:
53% dos entrevistados disseram que os anúncios em seus dispositivos móveis demoram para carregar.

7- Não gostam da abordagem:
42% dos pesquisados não estão dispostos a ver anúncios em seus smartphones.

Outro ponto destacado no estudo é que as pessoas usam seus smartphones e tablets oito vezes por dia, e cada acesso dura em média 15 minutos. Em comparação, ficam sentados em frente aos seus computadores duas vezes ao dia, e passam em média, duas horas durante cada uma das sessões.

“As pessoas estão fazendo outras coisas ao mesmo tempo em que usam seus dispositivos móveis”, explica Praveen Kopalle, professor de marketing do Dartmouth College – “Assim, a atenção para o celular é dividida em vários pedaços.”

Confira os dados completos do estudo da Dartmouth sobre os anúncios mobile.

E você, acredita nos dados do estudo? Comente e dê sugestões para os pontos destacados no texto.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire