Comunicação Assertiva no Mercado de Trabalho

Segundo artigo publicado pelo site Administradores, atualmente, o profissional que consegue se expressar através de suas ideias, de forma natural, e conversar sobre diversos assuntos em uma entrevista de emprego, reunião de negócios ou mesmo em uma conversa informal no ambiente de trabalho, ganha uma maior visibilidade. Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, a comunicação pessoal tornou-se um dos principais cartões de visita, mostrando que ter um currículo vasto nem sempre é tudo.

A ARTE DE SE COMUNICAR

Uma pessoa com uma boa comunicação verbal consegue, além da visibilidade, mais respeito e admiração. É preciso mostrar segurança na hora de expressar ideias e opiniões, ganhando maior credibilidade a respeito do que diz. Para isso, é importante utilizar e trabalhar melhor a linguagem de forma assertiva.

Mas o que é uma comunicação assertiva? De acordo com o site Essenciação, é a arte de disseminar informações de modo que todos os receptores sejam capazes de entender. Ou seja, é ir direto ao ponto!

É preciso falar de forma clara para que não ocorram mal entendidos. Expressar as opiniões de forma natural e calma, para que também não pareça agressivo. Estar sempre disposto a aprender e manter-se informado, além de ver as coisas com novos olhares e saber analisá-los.

Trabalhar a assertividade é essencial para viver no mercado, transformando-se em um profissional de atitude.

Por Larissa Nalin, Pesquisadora de Mídia
PR Newswire

Anúncios

4 Dicas para Profissionais da Saúde se Conectarem com Pacientes

De acordo com a presidente da Manhattan Research, Meredith Ressi, 65% dos consumidores online dizem que a Internet é muito importante para obter informações médicas. Agora que a Affordable Care Act (ACA – Lei de assistência a preços acessíveis) entrou em vigor, o mercado de assistência à saúde está vivenciando um influxo de consumidores diversos que cada vez mais se apoiam na tecnologia digital e móvel para se orientarem. Cabe assim, aos comunicadores de assistência à saúde desenvolver táticas para ajudar pacientes a navegar pelas políticas complexas da ACA. Líderes do pensamento do setor apresentados na cúpula Futuro das Comunicações em Assistência à Saúde, coapresentada pelo Business Development Institute e pela PR Newswire, ofereceram suas perspectivas sobre como os comunicadores de assistência à saúde podem usar plataformas digitais para informar e motivar pacientes para melhor controlarem o bem-estar.

HealthCare Professional

1.Envolva seus públicos com conteúdo multimídia, e assim simplifique ideias complexas

O diretor global de mídias emergentes da PR Newswire, Michael Pranikoff, observa que 85% das marcas publicam conteúdo, mas apenas 35% acreditam que o fazem de forma eficiente. A questão provável é que mensagens complicadas estão afastando os públicos e os levando diretamente para a concorrência.  Ao contrário, o conteúdo multimídia, como vídeos, permitem que ideias complexas sejam simplificadas em formato conciso que atrai a atenção do público e amplia a visibilidade. O envolvimento em canais sociais como Youtube, Instagram e Pinterest é impulsionado principalmente por imagens, assim, os comunicadores que não empregam táticas visuais estão desperdiçando outras oportunidades para suas mensagens serem vistas.

Além disso, os consumidores se tornaram mais conscientes das táticas de marketing evidentes e não estão interessados em estratégias publicitárias descaradas. Os vídeos têm como objetivo contar histórias, mais do que promover a marca, o que ajuda a construir uma confiança mútua. Com diz Pranikoff: “Se você não estiver apresentando materiais visuais, não está assumindo o controle das mensagens”.

2.Comunique inovações clínicas por meio da mídia livre

Pacientes com doenças especiais precisam saber para onde buscar ajuda. A Johns Hopkins Medicine compartilha as histórias de sucesso envolvendo descobertas biomédicas, sobrevida de pacientes e médicos altamente qualificados para definir a credibilidade da organização como líder na comunidade de saúde. De acordo com Dalal Haldeman, vice- presidente sênior de marketing e comunicações da Johns Hopkins Medicine, a marca foi reconhecida por 80,2% dos participantes em uma pesquisa nos EUA, comparada com as marcas de consumo mais reconhecidas como McDonald’s, Google e Coca-Cola. O reconhecimento da marca é imensamente importante para os pacientes que estão colocando suas vidas nas mãos de prestadores de serviços de saúde e a mídia livre (earned media) é uma das melhores maneiras de construir essa confiança.

3.Tenha consciência das considerações culturais e de linguagem antes de usar uma ferramenta específica de comunicação

Os consumidores estão tomando as próprias decisões sobre clínicas de tratamento, mas públicos diferentes estão usando canais diferentes para pesquisar preços para os planos. Por exemplo, o vice-presidente executivo da Makovsky, Gil Bashe, informa que afro-americanos têm maior probabilidade de usar smartphones para obter informações de assistência à saúde do que qualquer outro grupo. Compreender o uso demográfico por trás de cada ferramenta de comunicação pode ajudar a segmentar o mercado e direcionar as mensagens que sejam mais adequadas para esses públicos.

 

4.Ouça as conversas sociais e use essas informações para substanciar os programas de saúde

O aumento do consumismo criou um ambiente com foco na colaboração e o envolvimento no setor de assistência à saúde. Um estudo da Manhattan Research descobriu que 59% dos consumidores online estão interessados em apoio ao paciente para aprender mais sobre suas doenças e como enfrentá-las. As conversas sociais proporcionam o contexto para os vários tipos de informações que os pacientes estão buscando. Com o uso de análise de dados, os provedores de assistência à saúde podem desenvolver programas mais sofisticados para conectar os pacientes com as comunidades.

As determinações da Affordable Care Act ainda não foram perfeitamente entendidas pelo público, dando aos comunicadores de assistência à saúde uma oportunidade importante para preencher o hiato de informação. Mas para poder agir com eficiência, os comunicadores de assistência à saúde precisam abraçar a nova era da interação, menos focada no produto e mais no paciente. A tecnologia digital e móvel torna possível falar diretamente com os pacientes em um ambiente em que eles se sentem mais confortáveis. Com o uso de material visual, das mensagens personalizadas e de ouvir as conversas sociais, os comunicadores de assistência à saúde podem se preparar melhor para assumir responsabilidade crescente pelo próprio controle da saúde.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 01 de março de 2014.

Tendências de RP para 2014: conteúdo focado & apelo de múltiplos formatos para nichos de audiências

Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond PR, em 21 de novembro de 2013

pr-trends-141

Nesta época do ano começamos a refletir sobre o passado e considerar o futuro, assim como fazemos um balanço de nossas habilidades e desenvolvimento pessoal. As mudanças no ambiente de mídia digital, que são tão fundamentais na formação da opinião pública hoje, exigem de nós,  comunicadores, atualização contínua de estratégias e táticas.

Aqui vão algumas tendências de Relações Públicas que vemos para o próximo ano.

Amplificação de nicho: Hoje, a receita do Google é maior do que a do mercado de jornais e revistas americanos (combinada) e o seu negócio se baseia no fornecimento de informações de nicho. Sinais sociais desempenham um papel importante em como o Google (e outros motores de busca) categorizam informações – na verdade, de acordo com dados mais recentes, oito dos dez principais fatores que o Google usa para indexar a informação são derivados de interação social.

O que significa tudo isto? Simplificando, isso quer dizer que a audiência digital é o driver de visibilidade da mensagem, e gerar interação em torno das mensagens – curtir, compartilhar, tweetar, e clicar em links – é crucial para a visibilidade digital hoje em dia.

Para gerar interesse genuíno entre o público que se importa, os comunicadores estão focando profundamente no interesse de nicho. Por exemplo, para uma oferta sobre ingredientes glúten-free, não estão mirando os top 100 blogueiros de alimentos. Em vez disso, estão escavando a comunidade glúten-free, para identificar e se conectar com membros ativos e bem relacionados desse grupo. Além disso, comunicadores estão fazendo outra coisa. Eles estão fazendo isso cada vez mais artesanalmente…

Todo aquele laranja na parte superior do gráfico mostra o papel da mídia social em informar os resultados da pesquisa.

Todo aquele laranja na parte superior do gráfico mostra o papel da mídia social em informar os resultados da pesquisa.

Conteúdo focado concebido para envolver o público, não só a mídia e os influenciadores: Da ênfase do Google na busca de contexto à força da venda de revista de nicho, uma coisa é clara: o conteúdo focado é vorazmente consumido pelo seu público, especialmente quando ele oferece uma visão única ou uma utilidade real.

O que isso quer dizer para os profissionais de RP? O público está nos dizendo o que lhes interessa e o que eles valorizam, e essa inteligência cria um quadro contextual importante para uma variedade de comunicações, desde uma oferta de produto ou serviço até um release de imprensa.

Isto significa enquadrar as mensagens no contexto de interesse do público, sob a forma de respostas para suas perguntas, soluções para seus problemas e conselhos que, finalmente, fazem sua vida melhor – seja um trabalho mais fácil, um passatempo mais gratificante ou uma causa mais convincente. Esta tendência – o desenvolvimento de conteúdo mais focado tem também um impacto mais amplo…

Equipes de RP são editores & criadores de conteúdo exclusivo: Pode-se argumentar que a definição de noticiabilidade mudou, já que os veículos de mídia estão mudando seu modelo e buscando o “ouro digital” – ou seja, maior público e mais tráfego do website. Além de enfatizar histórias projetadas para chamar a atenção do público (como a espetacularmente abrangente da CNN do desempenho de Miley Cyrus’ no Video Music Awards), jornalistas e blogueiros estão ativamente fazendo curadoria de conteúdo em redes sociais, trabalhando para reforçar sua própria presença em meios de comunicação social, bem como daquelas mídias que eles representam. Como resultado, o buraco de notícias no mundo digital é enorme, e a mídia anseia por conteúdo próprio, incluindo pesquisas de mercado ou enquetes de usuário. Alguns anos atrás, uma equipe de RP provavelmente não sonharia oferecer esse tipo de conteúdo, mas na verdade, as informações da empresa podem oferecer bons insights e proporcionar oportunidades de contar uma história. Equipes de Relações Públicas competentes podem trabalhar com seus colegas de marketing para criar um visual elaborado, que pode tornar uma oferta mais atraente. Também sabem que um conteúdo que não for utilizado inicialmente, pode ganhar exposição se um influenciador o compartilhar com seus seguidores. Para maximizar o potencial de uma mensagem, comunicadores estão adotando outra tendência…

Usando múltiplos formatos de mensagem & canais de distribuição de conteúdo: é  raro uma campanha que não tenha vários ganchos de notícias ou ângulos e é raro o público que se encontra em um só lugar. Para garantir a máxima absorção de uma mensagem, cada vez mais, profissionais de relações públicas utilizam vários formatos de mensagem e desovam esse conteúdo em vários canais. Se bem feita, esta abordagem gera dois benefícios: adquire novos públicos para a organização e incentiva o envolvimento mais profundo deste público. Entregar conteúdo em múltiplos canais é uma maneira infalível para trazer mensagens para novas audiências, e os comunicadores por trás da mensagem se asseguram de sincronizar o conteúdo com cada público. Empregar uma variedade de formatos – vídeo curto, texto longo, infográficos ilustrados, posts apetitosos e tweets fortes – garante que as pessoas vão encontrar conteúdo no formato que é mais atraente para elas – que é o primeiro passo na construção do compromisso com a sua marca.

Mensuração de resultados não da produção: Não seria um relatório de tendências de RP se não houvesse uma menção à mensuração, mas este ano, há uma reviravolta. O mercado está ganhando mais adeptos à mensuração de campanhas, canais, mensagens e resultados, o que aumenta a pressão sobre o RP para apresentar indicadores-chave de desempenho para descrever o seu trabalho. Os dias estão contatos para as métricas de equivalência (por exemplo, equivalências de valor de anúncios, ou pior, equivalências por custo de publicidade) uma vez que os comunicadores estão aprendendo a correlacionar os resultados da mensagem e interações por meio de múltiplos canais, bem como desenvolvendo a capacidade de conectar a leitura de mensagens e as interações diretamente aos bancos de dados do marketing e geração de leads na organização.

O trabalho do Relações Públicas nunca foi tão importante e a profissão está crescendo muito. O que está no seu radar e na sua cabeça para 2014?

 

Traduzido e adaptado por  Karina Sassoon, Gerente de Comunicação Corporativa, Latam
PR Newswire

O futuro da Colaboração e da Comunicação Interna

Este texto foi traduzido do post escrito por Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, em 11 de novembro de 2013.

Reunião

A tecnologia melhorou drasticamente a forma como as organizações se comunicam com seu público interno. A capacidade de transcender os limites geográficos por meio de canais sociais fez a colaboração mais conveniente e eficiente do que nunca. O evento do Instituto de Desenvolvimento de Negócios “The Future of Collaboration & Internal Communication Summit“, patrocinado pela PR Newswire, que acontece hoje em Nova York, irá explorar como grandes organizações estão incorporando a tecnologia para melhorar a produtividade da força de trabalho. Antes do evento, o palestrante Trevor Loe, Vice-presidente de Compliance e Serviços para Investidores da Vintage Filings, falou sobre  o valor do uso de tecnologia social para fortalecer a comunicação interna.

Os funcionários podem compartilhar, receber e digerir a informação de diversas maneiras

“Canais sociais permitem que as pessoas possam escolher o meio que funciona melhor para elas, o que é bom, porque todos nós consumimos informações de maneira diferente,” diz o Sr. Loe. Webcasting, blogs e conversas são apenas alguns dos canais que as organizações estão usando para se envolver com o público interno.

Tecnologias sociais são rentáveis

Empresas economizam substancialmente em despesas de viagem utilizando apresentações ao vivo (streaming) na web. Além disso, a capacidade de compartilhar apresentações gravadas com empregados no exterior ou fora do escritório garante que informações confidenciais sejam entregues em tempo hábil.

As empresas podem personalizar ferramentas sociais para atender suas necessidades

Ferramentas como webcasting podem ser usadas para comunicar novos desenvolvimentos em uma crise, reuniões-debate ou mesmo cursos de educação continuada.

Devido à globalização e a um número crescente de empregados home office, vemos que a tecnologia evoluiu para acomodar uma força de trabalho cada vez mais virtual. Grandes organizações podem capacitar seus funcionários por meio de canais sociais e melhorar a comunicação interna. A variedade de mídias disponíveis pode ser aplicada  a necessidades específicas tais como a resposta em tempo real para crises ou desenvolvimento de carreira. Despertar o compromisso e engajamento entre os funcionários por meio de canais sociais não só incentiva a produtividade, mas também fortalece a marca do empregador.

 

Traduzido e adaptado por  Karina Sassoon, Gerente de Comunicação Corporativa, Latam

PR Newswire

Como os 4P’s da Comunicação Interna podem ajudar a sua Empresa

Colaboradores e empresa uníssonos  

4Ps_Comunicação_Interna

Fonte da Imagem: setesys.com.br

Certamente você já ouviu muito por aí que um funcionário feliz é mais produtivo. Mas como converter essa sensação em produtividade? Ou melhor, como ter um ambiente corporativo  que proporcione isso? Uma dica é realizar ações de comunicação interna aos colaboradores que englobem os 4 P’s :

  • Pertencimento é fazer com que os colaboradores possam enxergar a empresa como uma grande comunidade, heterogênea, mas que trabalha por um único objetivo.
  • Proximidade é saber que por trabalhar por um mesmo ideal, o coletivo torna-se um organismo só, ou seja, trazer ao colaborador a visão integrada da empresa e faze-lo visualizar a importância de seu trabalho no dia a dia.
  • Participação é a demonstração efetiva e o reconhecimento aos colaboradores, que após entenderem que pertencem a esta grande comunidade “empresa”, opta por torná-la um ambiente mais agradável, por meio da participação direta, tornando-se proponentes de ideias e ações.
  • Produtividade é o sistema de medição do grau de satisfação de seus colaboradores. É a ferramenta mais importante destes itens, mas caso não seja possível trabalhar os outros 3 P’s jamais se chegará a ela.

Uma ação para cada P, visando o principal deles a Produtividade

  • Pertencimento: Os colaboradores devem se sentir representados pela comunidade da qual fazem parte. Para tanto, eleja uma comissão com pessoas de diferentes áreas e que possam ficar responsáveis por assuntos organizacionais, ouvindo e trazendo sugestões e montando planos de ações, para responderem as demandas internas.  O produto final desta comissão pode ser um veiculo de comunicação interna, como newsletter, jornal, ou revista, que será o principal canal de comunicação entre empresa e colaborador.
  • Proximidade: Organize atividades que possam quebrar a rotina e gerar mais integração entre os colaboradores. Aproveite datas comemorativas, para realizar gincanas, semanas temáticas com decorações diferentes, brindes e sorteios. Estas ações são para promover a proximidade entre os colaboradores dentro da empresa.
  • Participação: Deixe que os colaboradores possam desenvolver, criar e por a “mão na massa” no que for possível. Sempre que houver uma boa ideia, ou sugestão interessante diga quem foi o responsável por ela.  Faça com que seus colaboradores  se sintam parte do DNA da empresa. A ideia é gerar engajamento no ambiente corporativo.
  • Produtividade: Os índices de produtividade devem aparecer de forma espontânea, mas há sinais claros de que se está chegando lá. Observe itens como pontualidade, redução de faltas e baixos índices de abstenção. O resultado será colaboradores mais engajados e comprometidos com a empresa.

Leia mais sobre o assunto no post: Endomarketing: O melhor aliado das empresas no engajamento de funcionários.

Gostou desse tema? Escreva para nós com suas ideias e sugestões.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

É hora de dar nome aos Press-Releases – Dicas de como fazer

Quem tem ou está para ter um filho sabe como é difícil dar nome ao bebê. Parece menos complexo, mas encontrar um nome para um animal de estimação, para um prato de um restaurante ou para um produto exige esforço também; dar nome a uma empresa é igualmente complicado. Não é à toa que o ditado “é hora de dar nome aos bois” é utilizado no momento de tomar uma decisão difícil. O mesmo acontece na ao escrever títulos: dúvidas e insegurança atormentam o autor.

Fonte da imagem: www.iloveugly.net

Fonte da imagem: http://www.iloveugly.net

Os press-releases oferecem o mesmo desafio, mas com um incremento: eles devem ser bons o bastante para atrair e reter a atenção tão cobiçada de editores muito ocupados. A primeira dica para isso: tudo começa – ou termina – com o título.

Um bom título deve combinar objetividade e disponibilizar informações relevantes, deve soar como uma sugestão de matéria e provar ao jornalista que vale escrever sobre aquele assunto. (Tweet)

Continue lendo este artigo e veja:

  1. Título curto: indícios de um tamanho ideal (Tweet)
  2. Praticalidades: coisas que funcionam (Tweet)
  3. O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas (Tweet)

O que é um título curto e indícios de um tamanho ideal

Se você quer encontrar o tamanho ideal, tenha em mente o seguinte: use o mínimo de palavras para transmitir informação relevante, as principais palavras-chaves do seu conteúdo e um verbo de ação.

Em função da grande influência dos mecanismos de busca para a efetividade da comunicação e prevendo que, muito provavelmente, seu press-release também será publicado na internet, é interessante considerar que existem limites de caracteres para a exibição das chamadas. Por exemplo: o Google mostra 70 caracteres na área dos títulos, contanto os espaços. Já o Yahoo e o Bing exibem 72 e 65 caracteres respectivamente. Então tente se manter dentro desses limites e se precisar completar seu título, use subtítulos – que não devem ter mais do que duas linhas em sua forma ideal.

Ser curto não é meramente uma questão de tamanho, mas sim de ter a dose certa de informação e apelo, no menor espaço possível ao mesmo tempo em que permite uma leitura rápida e de fácil assimilação. O objetivo é gerar estímulo suficiente para a leitura de todo o conteúdo.

“Um título, ao ser bem escolhido e otimizado, curto e objetivo garante a comunicação com seus dois interlocutores: os mega buscadores, por exemplo o Google, e o seu interlocutor/consumidor”, explica Laila Vanetti, linguista e professora da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, Aberje@aberje. (Tweet)

Coisas práticas e que funcionam

  • Pense nos editores: Ajude-os a saberem o que você tem a dizer e para isso escreva um bom título. Por exemplo: prefira algo como “LabAtlantis: como evitar alergias que atacam 6 em cada 10 adultos”. A fonte da informação é clara (LabAtlantis – um nome fictício), há um informação objetiva e palpável, um verbo que sugere ação e uma sugestão para o editor:  “ei, talvez os leitores queiram saber quais sejam esses elementos que causam alergia em 60% dos adultos”. (Tweet)
  • Evite adjetivos e elogios: jornalistas são treinados para fugirem de adjetivos e elogios. Um exemplo de como não fazer: “LabAtlantis: grande descoberta sobre como salvar 60% dos adultos da alergia” – fuja de qualquer linguagem que enalteça as qualidades do seu produto ou os profissionais da imprensa vão correr de você. Se atenha ao fato que torna a sua comunicação relevante para os editores e para as pessoas (não pense tanto nos mecanismos de busca). (Tweet)
  • Fale a língua das pessoas: esqueça o jargão técnico – exceto se o seu público passa por uma publicação muito especializada. No geral, um título como esse dificilmente funcionaria: “SoudFuture S.A. lança plataforma multimídia pluripolar de adaptação interativa”.  Traduzindo: “Novo microfone da SoundFuture faz pessoas comuns cantarem como astro” – essa versão funciona melhor, você não acha? (Tweet)
  • Use palavras-chaves: é possível que o receptor não tenha muitas informações sobre o assunto do seu press-release.  Se o título leva ao menos três palavras-chaves do seu conteúdo há boas chances de ele descrever bem aquilo que vem em seguida. (Tweet)
  • Edite depois de pronto: eu uso um método nada científico, mas objetivo. Depois do título pronto, faço uma contagem de palavras e me obrigo a reformular com 20% menos caracteres. É incrível como, na medida em que você se esforça, descobre que o título sempre pode ser menor e melhor. (Tweet)

O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas

Através do meu twitter e do twitter da PR Newswire Brasil, perguntamos a centenas de jornalistas o que um título de press-release que chama a atenção tem. Compilamos as 5 respostas que representam e resumem tudo o que ouvimos e agora você tem dicas valiosas do que os farão ler o título e ter interesse para checar o conteúdo.

“Tem que ter criatividade e apelo midiático. Não pode ter um tom “oficialesco”, “quadrado”…”,
Alexandre Sena (@alexandresena), muito respeitado no meio jornalístico pelo excelente e pioneiro trabalho no blog LinkZero  – 23 mil seguidores no twitter @link_zero -, que presta serviço valioso a jornalistas que buscam oportunidade de trabalho.

“Direto ao assunto, sem rodeios”,
Márcil Antunes (@antunesmarcioo), de Belo Horizonte. Especialista na cobertura de UFC, MMA e lutas

“Concisão: afinal quem tem tempo para ler nas redações? Informação: tem que dizer alguma coisa. Títulos cegos que pretendem chamar a atenção, mas não dizem nada correm o risco de irem pra lixeira. Criatividade: no sentido de chamar a atenção, despertar a curiosidade e, assim, se diferenciar no mar de releases enviados diariamente”
Luiz Semine (@luizsemine), redator e roteirista.

“Acho que o tom certo para deixar a pessoa curiosa e ser objetivo ao mesmo tempo”,
Fernanda Fabian (@fernandaf), blogueira e profissional de relações públicas.

“Penso q melhor título é aquele com a essência do texto. Já li release que depois de ler tudo não entendia o ponto principal”,
Elis Amancio (@elis_amancio), jornalista com cerca de 10 mil e 200 seguidores só no twitter.

Além dos requisitos apontados acima, também é importante ter um bom “gancho”, que é o motivo para falar daquele assunto, o argumento que o torna relevante. O jornalista, empresário e também professor da Aberje, Luiz Chinan (@chinansan), explica: “Um título bom tem um fato associado a um fenômeno social em evidência. O lançamento de uma nova caixa de bombom é uma coisa. Já o lançamento de uma caixa de bombom especial para a Páscoa que está chegando é outra”. (Tweet)

Capriche no título, e o seu texto terá mais chances de ser lido. Utilize um bom serviço de distribuição, como o da PR Newswire e você terá a visibilidade de que precisa. Portanto capriche no material que você está escrevendo para o tiro não sair pela culatra – a PR Newswire tem boas informações nessa apresentação.

Conforme a professora Laila Vanetti ressalta: “O conteúdo é rei”. Sendo assim, dê a ele uma boa coroa. (Tweet)

Artigos em destaque deste autor:

Lomography – A marca vencedora que mantém viva a fotografia analógica
Lição de marketing com o primeiro marinheiro que chegou à Antártica

Por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

 

Monitoramento de Notícias – Benchmarking e Resultados

Como medir resultados utilizando o Monitoramento de Notícias? Antes de fazermos essa pergunta, precisamos saber o que é, e sua importância para as empresas.

As informações que são transmitidas pela mídia em forma de notícias, artigos e outros tipos de publicações, são de conhecimento estratégico. Possibilitando gerenciar as próximas ações e rumos que a empresa irá tomar. Como por exemplo, rumores e especulações sobre fusões e aquisições que movimentam um determinado mercado. Saber o que seu concorrente está planejando, que patentes está adquirindo e quais empresas  do setor estão sendo adquiridas, são informações cruciais quando se pretende brigar por uma posição no mercado.

Social-Media-Monitoring soshable.com

Fonte da Imagem: soshable.com

Certo, agora que conhecemos a importância do Monitoramento de Mídia, como adotá-lo em minha organização?

O serviço conhecido como “clipping” é fornecido por empresas específicas que entregam informações relevantes ao conteúdo publicado nos veículos de comunicação. Através de um relatório – que pode ser diário, semanal ou mensal – enviado aos departamentos de marketing e de comunicação das empresas ou à sua assessoria de imprensa. Possibilitando a  comparação entre concorrentes mês à mês, ou comparado o volume de resultados da mesma empresa entre determinado período.

Benchmarking – Cada empresa adota um tipo específico de manipulação dessas informações, podendo assim se antecipar ante a concorrência e sair à frente com resultados positivos, ou  aprender com os resultados negativos de alguma empresa do seu setor e saber que em certos “territórios não se deve pisar”.

Por Leandro Santos, Executivo de Monitoramento de Mídia
PR Newswire