4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

Pessoas criativas são o coração e a alma do marketing e da comunicação. Elas têm a capacidade de tornar informação, até então, sem graça em algo interessante. Por exemplo, essas pessoas podem visualizar, escrever e verbalizar histórias relevantes que vão além de uma breve descrição de produto em bullet points.

– Como entregar o tipo de narrativa convincente direcionada a seu público-, foi mapeado em nosso Buyer 2.0 Content Strategy Checklist.

Criativos contribuintes com seu talento em equipes de marketing e relações públicas.

Trabalhei com pessoas criativas e analíticas durante muitos anos, e isso me ensinou algumas coisas. Ambas são peças complementares e essenciais do quebra-cabeça.

Enquanto a mente analítica pode encontrar e apresentar dados, profissionais criativos podem desenvolver seu potencial e imaginar além do que foi encontrado.

No entanto, para que isso aconteça com sucesso, um ambiente de trabalho diferente se faz necessário.

Você pode pensar que uma sala cheia de quadros, uma grande janela com vista para as montanhas, música suave e algumas caixas cheias de canetas coloridas sejam essenciais para criar um ambiente criativo. Embora tudo isso possa ser importante para alguns, não é o fundamental.

O que importa é o lado humano e a habilidade interpessoal.

Aprendi que é necessário ter paciência para permitir que a criatividade floresça. Esses profissionais não devem ser apressados e o trabalho nem sempre acontece durante as horas normais de trabalho. Mas, com planejamento e orientações cuidadosas, eles podem cumprir os prazos e gerar bons resultados.

Há uma arte para a gestão de pessoas criativas que deve ser aprendida e dominada para que o sucesso seja alcançado. Para começar, deixe seu ego de fora e reconheça que as pessoas com quem você trabalha podem e devem ser mais talentosas do que você. Talvez não em tudo, mas você as contratou para isso.

Aqui estão as quatro principais coisas que eu aprendi com os criativos que tive o privilégio de trabalhar:

Sua mente deve ser “flexível”.

Quando pensamos em contratar alguém para funções criativas, queremos pessoas que possam pensar “fora da caixa”, que não são limitadas pelas possibilidades que a maioria de nós somos. E, no entanto, o que acontece depois de contratá-las é contraditório a tudo o que valorizávamos antes delas começarem a trabalhar.

Imediatamente falamos quais são nossas “regras” e como sempre fizemos as coisas. E ficamos frustrados quando elas querem pensar diferente.

Às vezes, ideias criativas são realmente doidas, bobas, perda de tempo ou muito complicadas. Mas, se ouvir e fazer as perguntas que ajudam no processo criativo ao invés de sufocá-las, coisas maravilhosas serão criadas.

Discuta como uma ideia se relaciona com o seu negócio, inclua o que você vende e quem você é como uma cultura corporativa.

Uma conversa pode revelar uma ideia, uma abordagem diferente ou até se adequar para um canal de marketing novo. A colaboração pode transformar ideias off-the-wall em ótimo conteúdo.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Trabalhe talentos complementares.

Você não pode conseguir bons resultados, se você não tiver o talento certo para trabalhar nisso. E isso significa que as pessoas não são iguais.

Na construção de uma equipe criativa, o talento de um profissional, equilibra o do outro. Eles até podem ter algumas coisas em comum, como o desejo de ser parte do sucesso do grupo (criativos individualistas não contam, estamos falando de equipe!), porém eles também têm que ser diferentes. E devem valorizar as diferenças uns dos outros, tanto quanto você.

A melhor maneira para que as pessoas se complementem é ter algum entendimento ou interesse no talento do outro. Eu adoro redatores que se interessam em Canva e Photoshop, assim como também valorizo designers que praticam a arte de contar histórias escritas em seu tempo livre.

Dê feedbacks consistentes e também receba.

Alguns podem pensar que pessoas criativas precisam de uma grande quantidade de elogios, mas isso não é verdade. O que é essencial para o processo criativo é um feedback consistente e honesto. Não há nenhuma fórmula matemática para calcular se um artigo está bem escrito ou se um infográfico pode capturar e manter a atenção do espectador, daí a necessidade do feedback.

A relação de como algo é visto e lido ou como pode estar associado aos objetivos da equipe e da marca são essenciais para ajudar a mente criativa a continuar trabalhando.

Preste atenção e seja um bom ouvinte.

Ouvir é o talento mais importante que um gerente pode ter, não importa que tipo de equipe ele tem. No entanto, a equipe de criação pode precisar disso mais do que a maioria. Não porque os artistas não podem fazer coisas por conta própria, mas porque trazer o processo criativo em um ambiente de negócios estruturado exige colaboração. Isso também requer sair do processo normal e colocar certos limites e prazos no lugar.

Você não quer sufocar a criatividade, mas precisa dar estrutura à medida que ela evolui.

O processo criativo geralmente envolve riscos. As vezes é necessário quebrar as regras. Mas isso pode ser a antítese de abordagens de muitas marcas.

Ser um bom ouvinte permite que sua equipe de criação assuma riscos inteligentes que ajudem a sua marca a contar histórias fortes, sem que você tenha que “tirar o pó” do manual de comunicação de crise.

Para se conectar com seu público e convertê-lo em clientes, você precisa criar conteúdo visual de alta qualidade e atraente. Baixe nosso white paper Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para ter mais dicas sobre a criação e distribuição de conteúdo.

A autora Victoria Harres é vice-presidente de comunicações estratégicas e de conteúdo na PR Newswire. Sua equipe é responsável por mídias sociais, PR e blogs da marca. Vicky foi a primeira a twittar no @PRNewswire e continua fazendo parte dessa equipe. Se ela não está em sua mesa, você provavelmente irá encontrá-la em seu jardim.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Victoria Harres no dia 08 de julho de 2016.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Anúncios

Quanto uma Empresa Deve Investir em Relações Públicas?

Quanto uma Empresa Deve Investir em Relações Públicas?

“Deveria existir uma fórmula para ajudar as empresas a decidirem quanto investir em relações públicas. Infelizmente, não existe essa conta”, diz Terry Flynn, professor de comunicação do Departamento de Estudos de Comunicação e Multimídia na Universidade McMaster.

Determinar um orçamento para relações públicas é trabalhar com base em análise de risco e gerenciar expectativas e não um molde financeiro. Os profissionais que analisam o budget para relações públicas precisam pensar cuidadosamente além das necessidades da sua organização e conseguir benefícios para capacitar e empoderar tanto o RP como a comunicação da empresa em si.

Alinhar as ações de RP aos objetivos estratégicos

Como em todas decisões importantes, é preciso desenvolver um documento estratégico e sólido. Todas as atividades de uma empresa, seja ela uma loja com apenas um funcionário ou um estabelecimento gigante de dez mil colaboradores, devem ser abordadas nesse estudo. Analise os objetivos estratégicos da organização e considere o papel de RP na conquista dos objetivos.

“Se os objetivos são realmente estratégicos, todos eles devem estar ligados financeiramente e dentro do orçamento”, aconselha Flynn. Dessa forma, você consegue estipular o seu investimento em relações públicas. Entretanto, determinar seu valor exato pode ser complicado.

Mensurar a importância do trabalho de um relações públicas é difícil. Para solicitar budget, prove seu valor levantando alguns pontos de forma sutil. Por exemplo, determinar o valor financeiro de uma equipe bem informada ou uma lista de mídia atualizada pode ajudar neste processo.

“Trinta anos de experiência me ensinaram que uma notícia positiva na mídia desperta o interesse da diretoria pelo seu trabalho”. Hora de você colocar suas cartas na mesa e mostrar no que tem trabalhado, gerando novas expectativas. Aconselha Graeme Harris, Vice-Presidente de Relações Públicas na Manulife. “Gerenciar situações negativas, que abalam a reputação de uma empresa, que provam o valor de RP e conquista a atenção da diretoria”.

“Cada área deve considerar suas restrições de budget”, diz Flynn. “Mas se o RP está vinculado aos objetivos estratégicos, e se você pode mostrar o retorno sobre seus relacionamentos, reputação e engajamento então as conversas ficar mais fácil”.

Mas, muitas empresas estão trabalhando seu orçamento como um desafio. Com a desaceleração econômica busca-se reduzir custos em todas as áreas.

“Não há correlação entre a economia e a importância do RP, assim como não existe uma com outras funções”, destaca Harris. “Seria errado pensar que relações públicas pode de alguma forma aliviar os problemas criados por uma economia em declínio, no entanto, em muitos aspectos, RP pode ser um custo fixo e ser mais eficiente do que outros meios de promover sua empresa em tempos difíceis”.

“Budget é uma questão de escolha: são interesses conflitantes dentro da organização para recursos finitos”, disse Flynn. “RP e comunicação são funções corporativas e devem ser observadas do ponto de vista contrário: O que me custará não ter um programa de relações públicas? ”

RP e Marketing – Próximos, mas ainda diferentes

Marketing e PR não são a mesma coisa. Tenha isso em mente ao tomar suas decisões. Embora as disciplinas estejam integradas em muitas atividades como em mídias sociais e em Content Marketing, “Relações Públicas é uma função separada definida a partir de marketing que deve ser única e ter os próprios recursos”, Flynn aconselha.

“A experiência e pesquisas nos dizem que esses departamentos precisam estar sempre presentes”, diz Flynn. Marketing de conteúdo e branding tem o foco centrado no cliente, e tem sucesso ao criarem relacionamento. Relações Públicas e comunicação, por outro lado, atingem outros públicos. Como você se comunica com os funcionários, por exemplo, é diferente de como deve se comunicar com os jornalistas, investidores e clientes.

Marketing deve recuar em algumas áreas, e entrar relacionamento com a mídia e qualquer outra forma de comunicação de crise sendo responsabilidade de comunicação. Enquanto as ferramentas de marketing, tais como modelos ou plataformas web são úteis na realização dos objetivos de finais, é a equipe de PR e comunicação que são treinadas para criar e divulgar mensagens corporativas estratégicas.

O Custo de Saber Versus Não Saber

Se uma organização não está certa quanto à importância das relações públicas e da comunicação, essa é a hora de considerar o valor do status e de reputação em seus objetivos estratégicos. Será que as vendas melhoram se a linha de produtos da empresa for noticiada com críticas favoráveis na imprensa? Aumentaria o investimento se melhorias ambientais de uma empresa forem mais conhecidas? Será que perdemos a nossa força no mercado se um boato já resolvido sobre a nossa empresa ressurgir?

Se a sua reputação está alinhada com os objetivos estratégicos, o próximo passo é considerar o preço para se manter a percepção atual de mercado ou de melhora-la vs. não fazer nada. Você poderia colocar algumas estimativas gerais em torno das perdas de receita ou cobranças legais, e você poderia incluir o custo de contratar uma agência especializada para resolver a situação quando ela acontecer.

“A meu ver, as ações de relações públicas é uma ferramenta para reputação. Devemos protege-la e melhora-la com a ajuda dos meios de comunicação”, diz Harris. “Se este é o papel do departamento, uma empresa esclarecida vai entender que os recursos necessários são um bom investimento”.

Mas a verdadeira visão sobre métricas de reputação e seus impactos sobre os objetivos estratégicos vem da mensuração do dia a dia, geralmente como base em um programa contínuo de pesquisa e avaliação. Isto significa que em um mundo ideal, uma parte saudável de seu orçamento de RP seria alocada à mensuração. Sim, você precisa investir agora para realmente saber quanto investirá no próximo ano.

“Medir suas ações de relações públicas, mesmo que com algumas falhas é importante porque atribui um valor às suas atividades de uma maneira que a empresa pode entender. Eu diria que a precisão na mensuração de RP não é diferente da usada para medir o impacto publicitário”, diz Harris.

O custo para mensuração pode ser diferente de acordo com cada organização e mercado. Para alguns, uma empresa de pesquisa que oferece serviços completos de reputation score card é uma despesa essencial, enquanto outras podem recorrer às pesquisas DIY.

Todas as empresas devem ter ferramentas que auxiliam no monitoramento de mídia tradicional e social, e a faixa de preço dessas ferramentas difere de acordo com seus benefícios e diferenciais.

“O aumento na mensuração digital também pode completar as ações de relações públicas, especialmente se você ver o nível de atividade e as taxas de clique em anúncios. Também é importante para medir a atividade social de relações públicas. Por exemplo, quando a sua notícia é escolhida pelos meios de comunicação e você a promove nas mídias sociais – é um case de relações públicas e deve ser medido como tal”, diz Harris.

Considere a mensuração como parte essencial para o orçamento de RP. Será o ponto de chave para todos os debates sobre budget que vierem pela frente.

As Verbas Envolvidas em relações públicas

As Verbas Envolvidas em relações públicas

“Não é difícil de defender o seu budget para RP se você demonstrar que você quer encontrar novas maneiras de reduzir custos, integram os custos com outras atividades, ou usam uma abordagem de orçamento com base zero por exemplo, onde todas as atividades de RP são financiadas pelo negócio caso-a-caso”, sugere Harris.

Além do monitoramento de mídia e da mensuração, as equipes de RP e comunicação também precisam de orçamento para distribuição de conteúdo, por exemplo custos newswire ou assinaturas de plataformas de mídia social. Cada vez mais, RP está utilizando mídia paga em seu mix de comunicação, exigindo, portanto, orçamento para publicações patrocinadas no Facebook, LinkedIn e Twitter promovidos além de ações semelhantes em outras plataformas. Promover um post também é benéfico para divulgar conteúdo – forma de publicidade que muitas vezes é uma responsabilidade compartilhada entre as equipes de relações públicas e marketing, devido a sua mensagem.

Fique atento aos custos para desenvolvimento de conteúdo multimídia. Muitas vezes as relações públicas podem usar elementos visuais criados para marketing, mas também podem precisar contratar seus próprios fotógrafos ou cinegrafistas, criar novas imagens e redações. E por falar nisso, os profissionais de RP precisam assinar revistas e jornais para acompanhar a repercussão de suas ações. Muitas vezes, as versões online e impressas são diferentes.

Quem, quanto e o quê?

O ideal é descobrir o que você almeja da sua equipe em termos de funções e comunicação antes de projetar e custear seu departamento de relações públicas. Muitas organizações possuem executivos assistentes habilidosos e extremamente capazes que planejam as festas de final de ano, Town Halls e outros eventos internos, festas patrocinadas e discursos executivos. Algumas empresas têm uma equipe de marketing de produtos talentosa capaz de escrever anúncios, comunicados aos cliente e apresentação de vendas. Na ausência desse apoio, muitas vezes, essas tarefas caem no departamento de relações públicas e comunicação.

Faça algumas ligações entre os possíveis candidatos poderá ajudar a definir qual será o seu orçamento. “Quantas pessoas você precisa dependendo da atividade ou função”, diz Flynn. “Não há mágica ou teorema para um número de funcionários”.

Considere o tamanho de uma empresa, os seus objetivos estratégicos, o motivo de suas atividades de relacionamento com a mídia, sua comunicação e sua integração com o marketing.

“No Canadá, por exemplo, há menos funcionários em tempo integral do que em uma empresa do mesmo segmento nos Estados Unidos”, Flynn observa. “Nós estamos fazendo mais com menos, mas também temos menos população”, diz ele. “Isso não significa que a função é menos valorizada; isso significa que nós encontramos maneiras diferentes de alcançar nossos objetivos”.

Por exemplo, a empresa Maple Leaf Foods, durante uma crise em 2008, tinham três pessoas de RP que fizeram um trabalho incrível e salvaram a sua reputação, diz Flynn. A empresa também contratou ajuda para comunicação externa. “Tudo depende da capacidade das pessoas que estão na equipe”.

“Se o departamento de relações públicas também é responsável pelo gerenciamento de problemas e comunicação de crise, então o negócio deve garantir que a área tenha os recursos necessários”, diz Harris.

Algumas empresas mantém uma pequena equipe in-house para gerenciar o trabalho de rotina, mas deixam uma agência em stand-by caso apareçam eventos especiais ou que mereçam a atenção, como reestruturações, aquisições, lançamentos de produtos ou crises, quando as demandas de comunicação podem ser esmagadoras. Outras empresas constroem departamentos robustos capazes de lidar com qualquer tarefa sem ajuda externa. Ainda há quem prefere terceirizar toda a função, mantendo apenas uma pessoa na empresa para gerenciar o relacionamento com a agência.

As funções atendidas pela equipe de comunicação são variadas e também precisam ser levadas em conta ao decidir sobre o tamanho da sua equipe.

Por exemplo, se você tiver encarregado a sua equipe com as comunicações internas e externas, você provavelmente vai precisar de alguém supervisionando todo o departamento, bem como pelo menos uma pessoa responsável pela interna e outra para externa. Você também pode querer alguém para mídia social ou para trabalhar em projetos de integração com marketing. Orçamento para pessoal também depende do nível de experiência que você precisa e a faixa salarial em sua área; salários dependem da posição.

Os profissionais de relações públicas são generalistas, mas não acumule diversas responsabilidades para uma única pessoa ou uma equipe pequena. Só porque eles podem fazer tudo, não significa que eles devem fazer tudo. Por natureza, RP é uma área de alta responsabilidade e você não quer perder funcionários e ter custos com uma nova contratação.

O que você deve investir em RP?

Um orçamento de relações públicas e comunicação é uma decisão estratégica que difere de uma empresa para outra, mas é uma função importante e crítica para todas. As consequências de um budget de RP subfinanciado gera custos inesperados em outras áreas, incluindo a perda de receita, rotatividade de pessoal, despesas legais ou a contratação de uma consultoria para comunicação de crises.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Laurie Smith no dia 26 de maio de 2016. Laurie é VP de Comunicação Estratégica e Relacionamento com os Públicos na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Top 3 Coisas para Resolver Antes de uma Crise Estourar

Gerenciamento de Crises

Acidentes e erros são parte do ser humano. Você não pode passar a vida sem tropeçar e ralar seu joelho pelo menos uma vez, e decepcionar alguém em algum momento ao esquecer alguma coisa.

Da mesma forma, uma empresa não pode existir se não enfrentar uma crise de vez em quando.

Erros, equívocos, acidentes, falhas de produto, e conduta imprópria dos funcionários são riscos que as empresas enfrentam regularmente. Embora eles sejam quase impossíveis de evitar, podem ser gerenciados.

Se a sua empresa está bem preparada e atenta, você pode prever riscos potenciais e evitar que muitos deles se transformem em grandes crises. Se você gerenciar bem, sua equipe de resposta à crises sempre saberá o que está acontecendo.

Um guia cuidadosamente compilado para comunicação em crises pode literalmente salvar o seu negócio quando o inevitável acontecer.

O importante é se lembrar que não há nenhum manual de crise universal que você possa encomendar e colocar em sua estante.

Cada empresa é única e seu plano de resposta exigirá uma cuidadosa pesquisa, documentação e revisão frequente. Ele também deve ser flexível e evoluir com o seu negócio.

Se você estiver se sentindo um pouco ansioso, por não ter um guia para gestão de crise atualizado, ok. Durante o webinar da PR Newswire, dia 27 de abril, Navigating a Crisis: Top Tips on How to Protect your Reputation, vamos compartilhar os conselhos das maiores empresas de comunicação de crise para proteger a reputação da marca que você trabalhou tão duro para desenvolver.

Porém, nesse meio tempo, veja os três passos a serem tomados agora para começar o seu planejamento antes de uma crise começar.

Lista de Vulnerabilidades

A única maneira de estar preparado para uma crise, ou talvez evitar uma, é ter uma compreensão dos tipos de crises que você pode enfrentar.

Essa lista é única para cada negócio.

Por exemplo, se o seu negócio exige que os funcionários manuseiem máquinas ou produtos químicos perigosos, os seus riscos serão diferentes dos de uma empresa de vendas on-line.

Para começar, alguns riscos gerais incluem: falhas de sistemas (processamento de pedidos ou e-mail), falha de produto, erro humano, comentários ou mensagens sociais de clientes insatisfeitos, funcionário com conduta inapropriada, ações judiciais, e problemas com comunicações.

Além disso, olhar para qualquer crise tratada no passado. Enquanto você pode ter resolvido algumas delas permanentemente, há outras que provavelmente aparecerão novamente.

Depois de fazer sua lista inicial, coloque o grupo de vulnerabilidades em tipos, tais como Pessoal, Cliente, Jurídico, Financeiro, etc. Garanta que a lista esteja o mais completa possível com a colaboração de áreas importantes de seu negócio e que tenham outras perspectivas para contribuir.

Mapear seus Contatos Críticos

Quando uma crise aparece, você precisa começar imediatamente colocar seu ponto de vista para as pessoas certas em toda a organização. Isso significa saber – antecipadamente – quem informar.

Crie uma planilha com a lista de contatos-chave no caso de uma crise. Comece pelo topo da sua empresa e em seguida classifique as pessoas em grupos de escala.

Liste aquelas que sempre devem ser imediatamente informadas, tal como o seu chefe de comunicações (talvez seja você). Em seguida, categorize outras pessoas essenciais que podem precisar ser envolvidas em uma base situacional, como seus advogados, altos executivos, chefes de segurança da informação e de TI, líderes de vendas, etc.

Apesar da sua lista de contatos ter a obrigação de estar completa, você deve ser criterioso quando envolver pessoas durante uma crise atual. Você quer manter o menor número de pessoas possível longe de seu trabalho diário. Planeje bem, mas selecionar cuidadosamente a equipe de resposta com base nas necessidades.

Auditar seus Canais de Comunicação

Com certos riscos, será necessário interromper o fluxo diária habitual em suas mídias sociais ou postar uma atualização na página inicial do seu site. É importante saber como fazer isso acontecer rapidamente.

A maioria das empresas têm múltiplos – se não dezenas ou mesmo centenas de – contas em mídias sociais, sites, listas de clientes, listas de fornecedores, listas de parceiros, listas de mídia e outros canais de comunicação voltados para o público.

Você vai querer trabalhar com as pessoas em quem confia nesses canais para responder a perguntas e postar informações. Não as substitua por um porta-voz sênior que não esteja familiarizado com as características de seus canais e suas audiências.

Compile uma lista de todos os seus canais de comunicação atuais, bem como os contatos-chave para esses canais. Você não precisa manter todas as senhas, mas precisa saber quem contatar.

Se você preparou isso antecipadamente, todos vão saber exatamente quais os procedimentos a seguir e você não vai se encontrar lutando no último minuto. Não se esqueça:

Cada plano de comunicação de crise precisa de um plano de backup.

Se você tem uma pessoa em sua empresa que gere todos os seus canais sociais e mantém suas senhas, garanta que ela tenha uma cópia de segurança bem informada para lidar com situações como essa, mesmo se estiver acampando nas montanhas Smokey.

Dica Bônus: Revisar Regularmente o Plano

A informação é ultrapassada muito rapidamente. Defina um calendário para reexaminar suas vulnerabilidades, contatos-chave e canais de comunicação com frequência.

Isso pode ser demorado e difícil de se fazer, não deixe de compartilhar a responsabilidade.

Todos que gerenciam um canal devem ser responsáveis por manter os outros atualizados sobre as informações de acesso e mudanças de pessoal.

Além disso, lembre-se que não há melhor momento para atualizar seu guia do que após cada crise. Como comunicadores, aprendemos alguma coisa de cada incidente que fará com que o processo de gestão de uma crise seja mais fácil “da próxima vez”.

Estas três dicas são ótimas para começar com o seu plano de comunicação de crise, mas não pare por aí! Mantenha o ritmo e vá além. Não acontecerá de uma só vez. Na verdade, ele deve crescer e evoluir como seus negócios e você aprenderá com crises futuras.

Saiba mais sobre o planejamento e execução de um plano de comunicação de crise durante o próximo webinar da PR Newswire – Navigating a Crisis: Top Tips on How to Protect your Reputation, quarta-feira – 27 abril às 13h00 ET.

Navigating a Crisis: Top Tips on How to Protect your Reputation

Durante esta apresentação, Karen Doyne, Managing Director and Leader U.S. Crisis Practice da Burson-Marsteller e Patrick Hillmann, Vice-Presidente Sênior da Levick, irão discutir:

  • Como a mensagem da marca deve chegar alinhada aos stakeholders internos e externos
  • O que fazer durante o início de uma crise
  • Como monitorar a percepção e sentimento ao longo de uma crise

Clique aqui para se inscrever e siga @PRNewswire e nossa hashtag #Navigatecrisis durante o evento ao vivo.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado no dia 22 de abril de 2016.

A autora Victoria Harres é Vice-Presidente de Comunicações Estratégicas e de Conteúdo na PR Newswire. Sua equipe administra as mídias sociais, PR, criação e publicação em blogs da marca. Vicky foi a fundadora do @PRNewswire e continua a ser parte dessa equipe. Se ela não está em sua mesa, você provavelmente irá encontrá-la em seu jardim.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

O Futuro das Relações Públicas é Agora [Infográfico]

O Futuro das Relações Públicas é Agora [Infográfico]

A prática de relações públicas sofreu uma transformação dramática ao longo dos últimos cinco anos, resultado do rompimento entre mídia digital e canais de comunicação tradicionais.

E nesses cinco anos, narramos e analisamos esta evolução. Se você procurar em nossos arquivos, verá que o nosso primeiro post, publicado em 14 de outubro de 2010, diz como escrever press releases para o Twitter.

Além de testemunhar o crescimento de RP, também caminhamos nessa jornada com você.

Junto com o resto do mercado, temos nos adaptado e ampliado nossa própria comunicação corporativa e programas de marketing – e ainda estamos fazendo isso.

As ferramentas e táticas evoluíram e, em alguns ‘cases’ foram substituídos por outros. O público aumentou, assim como os profissionais de RP tem agora meios para compartilhar a história de sua empresa sem ter a mídia como intermediária, mas diretamente com seus clientes, investidores, influenciadores, e inúmeros outros públicos.

Mesmo a definição de “notíciabilidade” – considerado por muito tempo um conceito central dentro das relações públicas – se expandiu. Graças as oportunidades únicas de mídia espontânea oferecidas no ambiente digital, social e mobile de hoje. O conteúdo que se pensava não ser interessante o suficiente para envia-lo para a mídia, agora pode desempenhar o papel para conectar influenciadores.

Para se manter crescendo com todo esse conteúdo, o mercado de Relações Públicas teve seu desafio. Fomos chamados para criar conteúdo de alta qualidade e visual, especificamente adaptado às necessidades de nosso público-alvo em tempo real.

E em uma integração clara com o marketing, as Relações Públicas de hoje exigem uma compreensão mais profunda de análise e atribuição para ajudar seus profissionais a produzir resultados comerciais mensuráveis.

Toda esta mudança energiza a experiência. Mas, há momentos em que isso pode ser confuso e extremamente desgastante.

O Futuro das Relações Públicas é Agora [Infográfico]

Felizmente, as Relações Públicas também são sobre comunidade, e o mercado de PR é forte, solidário e unido.

Recentemente disponibilizamos em todos os nossos canais como você vê a prática de relações públicas. Em nosso artigo O que é RP? Passado e Futuro, pedimos para você completar a frase: “RP agora é ____”. E compartilhar como as Relações Públicas mudaram desde que originalmente lançamos em 2012 nosso popular infográfico “RP é…”.

Recebemos cerca de 100 respostas de todo o mundo e de todo o mercado – comunicadores corporativos, agências, recém-formados, velha guarda e outros dentro desse contexto. Nós até recebemos um vídeo.

Quando o nosso gerente criativo sênior, Jamie Heckler, comparou as respostas ao infográfico de 2012, observou as seguintes tendências:

  • A ideia de PR ser “digital e social” é mais um dado de hoje, diferente de três anos atrás quando o social ainda era uma nova alternativa dentro da nossa caixa de ferramentas.
  • Em 2012, surgiu a ideia de que PR estaria se entrando no escopo de marketing, e isso é o que está acontecendo hoje.
  • Ser proativo e transparente é mais importante do que nunca. Houve menos respostas que definiram RP como a “resolução de problemas para as empresas” (conhecido como: “gerenciamento de crise”) e mais respostas de como moldar a forma como um cliente vê uma organização.
  • Embora “relacionamento” continue no centro de como nós definimos PR, há uma nova ênfase sobre a importância da interação, conversação, e da conversão.
  • Em 2012, RP foi definido como um “canal essencial em constante evolução para os negócios” e isso ainda é verdade. Nossas novas definições sugerem fortemente que as Relações Públicas permanecem nesse fluxo.

Também percebemos que, com tantas respostas – muitas não foram incluídas aqui – um infográfico não seria suficiente.

Por isso, nós convidamos você a continuar respondendo com a hashtag #PRIsNow, já que nós vamos mergulhar mais a profundo nos resultados e criar uma apresentação no SlideShare.

Enquanto isso, desfrute do nosso novo infográfico “RP agora é ____” e obrigado a todos que participaram dessa conversa até agora!

O Futuro das Relações Públicas é Agora [Infográfico]

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Amanda Hicken no dia 05 de novembro de 2015. Amanda é Gerente de Estratégia de Conteúdo da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire