5 Dicas para Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

5 Dicas para Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

Hoje, os clientes estão no controle. De acordo com o The Corporate Executive Board Company (2012), o comprador B2B completa mais da metade do processo de compra antes de entrar em contato com um fornecedor. Isto significa que a informação online sobre a sua marca substituiu o tradicional discurso de vendas. Seja relevante e útil para seus clientes.

The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist aborda o passo-a-passo que as empresas devem seguir para se comunicar por meio de vários canais e se conectarem aos seus potenciais clientes. O artigo também mostra as táticas mais eficazes para mensurar cada etapa do ciclo de compra.

Ter conteúdo de alta qualidade e relevante ainda é o mais importante, e o motivo pelo qual 79% dos clientes escolhem suas marcas e empresas. O passo-a-passo abaixo pode ajudar você a criar um conteúdo envolvente para seu público:

Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

Para engajar verdadeiramente seus clientes (e prospects), as empresas precisam reagir a essa mudança de comportamento do consumidor e fornecer conteúdo consistente e interessante, pensado e desenvolvido para atender às necessidades do público em cada fase do ciclo de compra.

Para uma visão detalhada sobre cada etapa do processo de compra, baixe o white paper The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist, grátis.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 13 de julho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como fazer uma Estratégia para seu Content Marketing

A forma como compramos produtos e serviços mudou. Por isso as empresas devem criar novas estratégias de Marketing para atrair e reter clientes.

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Em um passado não muito distante, as empresas interrompiam o comportamento do consumidor com o objetivo de capturar sua atenção. Mas isso já não é um grande negócio. Além das pessoas estão mais seletivas em relação ao conteúdo que as empresas têm a oferecer, também optaram por interagir mais tarde com os comerciantes no processo de compra.

Para se ter uma ideia, pesquisa feita pela Corporate Executive Board Company mostra que o cliente B2B completa mais da metade do processo de decisão de compra antes do contato direto com uma empresa ou representante de vendas.

Enquanto o tradicional Outbound Marketing diminui, o Inbound Marketing cresce a medida que os consumidores entram cada vez mais em sintonia com o conteúdo online. Para capitalizar sobre a mudança de comportamento do consumidor, as empresas precisam melhorar a sua estratégia de conteúdo. Primeiro, elas devem entregar conteúdo atraente de acordo com cada público que ela deseja atingir e se comunicar de forma consistente através de vários canais utilizando táticas mais eficazes para cada fase do ciclo de compra.

Checklist para Estratégia de Conteúdo, discute:

  • Como planejar campanhas de Marketing ou lançamentos de novos produtos
  • As mudanças que todos os profissionais de Marketing precisam entender
  • Casos de sucesso que incorporaram a Distribuição Wire em sua estratégia

Baixe O Consumidor 2.0 – Checklist para Estratégia de Conteúdo e conheça o cenário e as mudanças de marketing na era do Consumidor 2.0. Garanta o sucesso de suas campanhas de Content Marketing – principalmente na distribuição de conteúdo – e conheça o papel que o serviço wire pode ter na sua estratégia de campanha.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Fortaleça suas Relações Públicas com Métricas de Conteúdo

No mundo de hoje, orientado por dados, as Relações Públicas e os profissionais de Content Marketing têm uma enorme quantidade de informação disponível. Pode ser difícil eleger quais métricas irão ajudar, demonstrar o impacto conseguido e dar dicas para futuras ações.

Fortaleça suas Relações Públicas com Métricas de Conteúdo

O fato é que, entregar essas métricas para executivos da sua empresa e provar o valor das Relações Públicas e do Marketing são tão importantes quanto desenvolver e promover o seu conteúdo.

Se você se encontra intimidado por uma montanha de métricas, não se preocupe. É possível conquista-la, desde que você saiba por onde começar.

O primeiro passo é olhar para seus dados a partir da perspectiva do seu CMO e outros membros da C-Suite. Você pode perceber que o que você considera valioso pode não estar em sintonia com os seus executivos.

Mídia espontânea pode ser uma meta importante para uma pessoa, taxas de conversão podem ser mais relevante para o outro. Ter uma conversa com sua equipe executiva para definir claramente as métricas desejadas pode ajudar a formatar sua campanha para o sucesso.

O próximo passo é organizar o seu relatório em três camadas. Equilibrar métricas de sucesso através de suas comunicações output, outtakes e outcomes podem fornecer informações indispensáveis para futuras campanhas.

Output se refere a criação e distribuição de conteúdo da sua equipe. Naturalmente, o seu primeiro impulso será o de reportar métricas como a quantidade de conteúdo produzido. No entanto, output também pode incluir métricas de engajamento primeiro, que mostram o valor do seu conteúdo e o início do processo de compra. Algumas dessas métricas incluem o tráfego para um website ou landing page, custo por clique (CPC), taxa de cliques em anúncios e desempenho na busca orgânica.

Outtakes fala sobre o que o seu público tirou do engajamento com o seu conteúdo. O tipo de informação que você deve olhar e medir nessa fase é o sentimento do público e a voz ao compatilharem. Como o seu conteúdo ecoa entre o seu público? Eles foram inspirados a seguir no processo de compra? Métricas de outtakes não só podem ajudar você a entender a eficácia do conteúdo que você está produzindo e se alguma coisa precisa ser ajustado, mas também dar uma visão sobre o público que você está atingindo e a probabilidade dele continuar a entrando no processo de compra.

Outcomes ajuda a demonstrar o efeito direto que suas táticas de RP tiveram sobre o comportamento do consumidor. Os outcomes podem geralmente ser definidos com números concretos, tais como um aumento nas vendas, novos leads ou aumento de receita. Embora muitos profissionais de Relações Públicas achem essas métricas difíceis de medir, você pode começar rastreamento os outputs e outtakes para ter uma visão geral dos resultados globais. Por exemplo, conteúdo eficaz conduz mais tráfego, que leva a mais clientes encontrarem informações, que eventualmente se converte em vendas, provando o valor de seus esforços.

Saiba mais sobre relatórios e métricas durante o próximo webinar da PR Newswire: Balancing Content & Big Data to Power PR Results no dia 7 de outubro as 1 PM ET.

Asmita Singh, Vice-Presidente de Experiência Digital da PR Newswire e Marketing Optimization, será acompanhada por Barr Seitz, Diretor de Publicações Digitais e Marketing da McKinsey & Company, e Jennifer Smiga, Sócia da Marketing Rival, para uma discussão sobre:

  • O aumento de CMO’s orientados por dados
  • Como se comunicar de forma mais eficaz e como você quer ver a sua equipe PR
  • Diferenças entre os relatórios da sua equipe de Relações Públicas e Geração de Demanda

Registre-se aqui, logo, conecte-se no dia 7 de outubro para aprender como fortalecer suas Relações Públicas incorporando dados em suas estratégias de Conteúdo.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Danielle Ferris no dia 29 de setembro de 2015. Danielle é Coordenadora de Marketing na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Google Eleições: Marketing, Política e Jornalismo Digital

Muito já conversamos sobre as mudanças no comportamento do consumidor com o surgimento das mídias digitais. Mas e no comportamento dos eleitores?

Google Eleições: Um pouco de Marketing, Política e Jornalismo Digital

Vamos pensar no lado mercadológico das eleições. Os candidatos, sejam eles para presidente ou governador, estão para os eleitores como os produtos para os consumidores. Concorrem entre eles para conseguir conquistar a confiança dos eleitores e arrecadarem votos. O horário eleitoral gratuito nada mais é do que um espaço para comerciais políticos. Debates televisivos são o test-drive para os candidatos. Puro sampling, na linguagem do marketing.

Os candidatos são convidados pelas emissoras de televisão para serem entrevistados. Ainda fazendo comparações, puro merchandising eleitoral. Também não podemos esquecer as pesquisas de intenção de voto do Datafolha, IBOPE entre outros institutos. Você conhece o termo “market share”? Olha ele ai também presente nas eleições. Espera: as palavras “presente e eleições” na mesma frase parece “compra de voto”.

Temos também práticas mais agressivas como a “boca de urna” que assemelha-se ao marketing de guerrilha. Será que Jay Conrad Levinson concordaria com essa comparação?

Todas as ações acima já existiam antes do Google, continuam e provavelmente continuarão existindo. Mas hoje o eleitor tem outros meios para coletar informações e ser persuadido pelos seus candidatos. Basta colocar no nome do político no buscador que uma enxurrada de resultados de busca inunda seus olhos nos mais diferentes formatos de informação. Imagens, Notícias, Vídeos, Blogs e muitos outros.

Os próprios candidatos difundem suas mensagens pela rede. Seus comitês eleitorais mantem seus sites ativos assim como suas diferentes páginas e perfis nas redes sociais interagindo como o público (principalmente nessa fase pré-eleição). Por outro lado, os eleitores também usam as ferramentas online para descobrir mais sobre os candidatos e expressar suas visões políticas.

Google Eleições: Um pouco de Marketing, Política e Jornalismo Digital

Plataforma Google Política & Eleições

O Google em prol do voto consciente estabeleceu parcerias com o Tribunal Superior Eleitoral, ONG Transparência Brasil e mais de 30 veículos de imprensa para criar uma plataforma neutra e tornar informações e notícias mais acessíveis aos internautas durante as eleições deste ano.

Após experiências em outros países, o Google Política & Eleições está no ar desde o dia 11 de setembro e promete ajudar o eleitor a escolherem seu candidato. A plataforma tem uma série de recursos para isso:

#1. Encontre e conheça seu candidato. O site tem uma área para encontrar informações sobre os candidatos. É possível usar filtros, como o posto disputado, Estado, partido político e ordem alfabética, pesquisar por nome ou somente clicar no mapa. Depois que o usuário seleciona um candidato, aparecerá os dados oficiais fornecidos pelo TSE, como nome ou apelido político, idade, patrimônio declarado, entre outras informações.

Para saber mais sobre o seu candidato à presidência ou governo, basta acessar o link da ONG Transparência Brasil.

#2. Entrevistas e vídeos com os candidatos. Por meio de parcerias com a mídia, essa plataforma do Google também disponibiliza vídeos e entrevistas com os candidatos. No Blog Oficial do Google o parceiro mencionado e que fornece esse material é o Estadão.

#3. Os candidatos no noticiário. A seção Mídia traz o perfil de mais de 30 parceiros, como Brasil Post, Veja.com, BBC Brasil, O Globo, Terra, Diário de S. Paulo, entre vários outros. Ao clicar em um perfil, é possível ler as notícias sobre as eleições produzidas pelo parceiro e ver links para a páginas do Google+, YouTube e do site oficial do veículo.

#4. Agenda dos candidatos. Acompanhe os próximos eventos e hangouts com os candidatos. O Google Eleições trás uma lista de eventos composta por seus parceiros de mídia e os candidatos. Assim não tem como se esquecer daquela entrevista tão esperada.

#5. Últimas notícias sobre as eleições. Quer saber o que está rolando na disputa entre os candidatos? A seção de Notícias traz as últimas notícias sobre as eleições. Selecionadas dos feeds dos parceiros de mídia na plataforma Google News.

Ainda está em dúvida em quem votar? Quer acompanhar o seu candidato de perto? Acesse o Google Política & Eleições e fique por dentro de todos os acontecimentos que rondam a política antes das eleições. É uma ótima forma de acompanhar o seu candidato.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Teoria da Evolução “Editorial” – Charles Darwin para o NYT

O que está por trás da recente demissão da editora-chefe do The New York Times e qual a relação com os internautas? Jill Abramson estava no cargo a menos de três anos e será substituída por Dean Baquet, ex-editor do Los Angeles Times e vencedor do principal prêmio do jornalismo americano – Pulitzer.

Teoria da Evolução “Editorial” - Charles Darwin para o NYT

A realidade dos meios de comunicação está em constante mudança, isso não é novidade. Ao surgir uma nova plataforma são inevitáveis as especulações sobre o futuro dos formatos mais tradicionais. “Por que o jornal não desapareceu com a invenção do rádio? Por que os radialistas não tiveram sua aposentadoria decretada quando a televisão se tornou a novidade do momento?” Assim como na biologia, a resposta é uma palavra: Adaptação.

“Não sobrevive a espécie mais forte, mas a que se adapta á mudança.” – Existe uma contradição se essa frase foi ou não dita por Charles Darwin, mas certamente, poderia ter a autoria de qualquer empresário à frente de um conglomerado de comunicação dos dias atuais.

Após a demissão de Jill Abramson e baseado no NYT Innovation Report 2014,o Digiday aponta pelo menos um ponto chave para entender o mau desempenho financeiro e os novos desafios do The New York Times, como sintonizar sua cultura editorial com os hábitos de leitura dos internautas.

Embora a versão digital tenha aumentado seu número de assinantes, de 100.000 para 799.000 em apenas três anos, sua receita publicitária vem caindo.

A redação do jornal americano é focada na produção de conteúdo para sua versão impressa, mesmo que esse formato represente uma porcentagem menor entre seus leitores. Mais preocupante é que o NYT não está sozinho, e tem competidores à altura que desempenham um brilhante papel produção jornalística online. Entregando notícias e atraindo visitantes com seu conteúdo produzido e direcionado para esse público.

A maioria dos leitores do The New York Times é digital. Cerca de 37 por cento da sua audiência entra diretamente pelo site, não usando mecanismos de buscas ou acessando o site por outros meios como as redes sociais, mesmo que, atualmente essa seja uma estratégia adotadas por muitos veículos para promover suas notícias e direcionar o internauta para os seus sites. O NYT está atrás de grandes concorrentes em termos de tráfego proveniente do Facebook.

Teoria da Evolução “Editorial” - Charles Darwin para o NYT

Como conclusão o Digiday destaque que apesar de sua dependência da receita gerada pela publicidade impressa, o jornal americano precisa se adaptar ao público online. No ano passado, mais da metade dos consumidores leram suas notícias no ambiente online. O Times é um dos principais jornais dos Estados Unidos, e possui grande credibilidade e prestigio entre o seu público, porém como dito na frase acima, “sobrevive quem se adapta”.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Vídeo do Pinterest e o Comportamento do Consumidor On-Line

Os novos vídeos do Pinterest não só apresentam sua nova Guided Search, mas também ilustram o novo comportamento do consumidor.

VÍDEOS DO PINTEREST

A Guided Search (Pesquisa Guiada) do Pinterest oferece mais estrutura para as suas buscas por imagens, oferecendo subcategorias que direcionam os usuários para o conteúdo procurado. Porém a rede social mantém o acaso como um elemento essencial. Assim como outras plataformas, como Google e Facebook, o Pinterest está programado para sugerir novos tipos de conteúdo para seus usuários. Como a rede social soubesse quais imagens você quer ver antes mesmo de você.

 

Segundo o site Adnews, para promover a Pesquisa Guiada, o site contratou a agência Molecule, de produção criativa em San Francisco, para uma série de vídeos on-line. Eles são como minidocumentários em que os protagonistas usam a curiosidade e no acaso, para encontrar o que procuram.

São contadas seis histórias: Um pai e suas filhas escolhem tipos de panquecas no Pinterest para fazer. Uma mulher em um ônibus vê uma pessoa segurando um livro que sugere paisagens. Um rapaz utiliza a plataforma que o ajudar a arrumar uma antiga moto Vespa. Uma mulher em uma lavanderia vê um esportista na rua e começa a procurar roupas de corrida. Um homem utiliza a plataforma para decidir sobre o estilo perfeito de barba.

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR – BUSCA DE INFORMAÇÃO

Não faz muito tempo passamos pelo dia das mães, considerado o segundo Natal para os comerciantes. Voltando no tempo, se estivéssemos algumas décadas atrás, provavelmente escolheríamos o presente da nossa mãe na própria loja. Entraríamos em um carro, iriamos até um shopping e conversaríamos com os atendentes da loja para escolhermos o  presente que é a cara da nossa mãe. Levaríamos em consideração apenas os produtos disponíveis naquele ambiente.

Mas isso mudou. O processo de compra hoje é muito mais democrático. Você se lembra de como escolheu o presente para a sua mãe? Provavelmente a internet e as ferramentas de busca te ajudaram nessa missão.

Como nos vídeos do Pinterest, hoje o consumidor tem o acesso à informação de forma muito simplificada. Suponhamos que você presenteou sua mãe com uma bolsa. Se não tinha um modelo pré-escolhido, provavelmente a primeira etapa no seu processo de compra foi buscar informação.

Assim como o Google, usado na maioria das buscas de informação na internet, o Pinterest também serve como fonte de informação. Inclusive, muitas empresas já aderiram a plataforma para divulgação de seus produtos. Veremos a seguir.

 

PINTEREST COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Por exemplo, se você escrever “bolsas” no Pinterest aparecerá uma infinidade de produtos entre os resultados de busca. Entre eles, produtos extremamente diferentes e para todos os gostos. Desde a loja nacional Renner até marcas internacionais como a Louis Vuitton. Basta escolher o modelo que faz mais o estilo da sua mãe.

Este comportamento on-line é o novo jeito adotado pelos consumidores antes de comprar qualquer produto. Mesmo que a compra seja efetivada no ponto de venda, grande parte de seu processo foi concluído no ambiente on-line em uma rede social.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Conheça os Padrões de Consumo de Mídia dos Brasileiros

Com uma metodologia que permite conhecer de modo mais preciso os padrões de consumo de mídia dos brasileiros, a SECOM – Secretaria de Comunicação Social da Presidência da Republica – apresentou no final da semana passada a sua primeira “Pesquisa Brasileira de Mídia”.

Para o estudo foram estabelecidas amostras que retratam os 26 Estados e o Distrito Federal. Permitindo assim ter um retrato mais fiel do comportamento da população brasileira sem perder suas características geográficas. Diferente de estudos privados, que em geral, limitam sua amostra aos grandes centros urbanos.

Além de conhecer os hábitos de consumo de mídia da população brasileira, a pesquisa teve como objetivo saber como os brasileiros se informam de acordo com seu segmento socioeconômico. O estudo também aborda os diferentes níveis de confiança dos brasileiros nos diversos tipos de canais como televisão, rádio, jornal, revistas, sites, blogs e redes sociais.

HÁBITOS DE CONSUMO DE MÍDIA

Alguns dados da “Pesquisa Brasileira de Mídia”:

Televisão

Meio de comunicação mais utilizado pelos brasileiros. Grande parte da população brasileira (65%) assiste televisão todos os dias da semana. Passando cerca de três horas e meia na frente da telona diariamente. O público feminino usa o meio com maior frequência do que os homens. 67% das mulheres afirmam assistir TV todos os dias, enquanto 63% dos homens têm esse hábito.

De 2ª a 6ª os programas jornalísticos ou de notícias prevalecem. 80% do público afirma assistir esse tipo de programa. As novelas ficam em segundo lugar com 48%.

Aos finais de semana os programas de auditório se sobressaem, tendo audiência garantida por 79% dos participantes.

Os telejornais mais assistidos no Brasil (2ª a 6ª):

1. Jornal Nacional (Rede Globo)

2. Jornal da Record (Rede Record)

3. Cidade Alerta (Rede Record)

Internet

Meio de comunicação que mais cresce no Brasil. 26% da população diz que acessa a internet diariamente. Nos dias de semana o tempo médio de uso dos brasileiros é maior que três horas e meia (3h39) conectados. Aos finais de semana esse número aumenta, chegando a 3h43 de conexão.

Os resultados apresentam que o uso da internet é mais forte entre o publico jovem nos maiores centros urbanos e com maior renda e escolaridade. 77% dos entrevistados com menos de 25 anos, ficam online por pelo menos uma vez por semana.

As redes sociais são um fenômeno no Brasil. O Facebook destacasse como uma das principais redes sociais entre os brasileiros. 68,5% adotam as redes sociais para seu uso durante os dias de semana. E aos finais de semana esse número cresce chegando a 70,8%.

Sites mais citados como fonte de informação:

1. Facebook

2. Globo.com

3. G1

Jornal

Um meio de comunicação pouco usado pelos brasileiros. 75% dos entrevistados diz não ter o costume de ler jornal. Apenas 6% incluem o meio em sua rotina diária.

A frequência de uso é maior entre os homens.  27% afirmam ler jornais pelo menos uma vez por semana. Entre as mulheres, esse número cai para 22%.

Assim como a internet, quanto maior a renda familiar, escolaridade e localidade geográfica (grandes centros urbanos), maior é a adoção desse meio de comunicação pelos brasileiros. Que têm as notícias da sua cidade como a preferencia entre os leitores com 33% das citações. Seguidas pelas notícias esportivas (25%).

Jornais mais lidos no Brasil aos finais de semana:

1. Extra – Rio de Janeiro

2. Super Notícia

3. O Globo

Segundo a pesquisa, meio menos consumido pelos brasileiros é a revista.

Se você é um profissional de comunicação, atualize seus conhecimentos sobre o consumo de mídia no Brasil. Confira o estudo completo “Pesquisa Brasileira de Mídia” clicando nesse link.

A pesquisa contemplou 848 municípios, entrevistando 18.312 pessoas entre os dias 12/10 e 6/11 de 2013. A elaboração do questionário, coleta de dados, checagem e o processamento dos resultados foram feitos pelo IBOPE Inteligência.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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