Quando “Doodles” Significa Negócios para a sua Marca

Quando a equipe de Comunicação e Marketing aqui da PR Newswire começou um clube do livro, sugeri The Doodle Revolution de Sunni Brown como a nossa primeira tarefa de leitura. Embora nós já tenhamos algum conhecimento sobre o poder da narrativa visual, este livro vai além do argumento comum e eleva a simples Doodle como uma maneira de levar a comunicação visual para as massas.

Quando “Doodles” Significa Negócios para a sua Marca

Ao seguir a hashtag #CMWorld durante a Content Marketing World na semana passada, vi um grande número de resumos de sessão visuais produzidos por Kelly Kingman (@kellykingman). Essas imagens foram excelentes exemplos dos princípios abordados em The Doodle Revolution.

Fiz contato com Kelly sobre seus insights como um registro gráfico e ela ficou encantada ao descobrir que compartilham uma paixão por incentivarmos todos a se engajarem em uma comunicação mais visual.

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Adultos não desenham! Errado.

Quando você pede para um adulto desenhar, a resposta mais comum é que eles não conseguem. Maneira típica da sociedade de pensar negativamente: “Desenho é igual arte, e arte deve ser feita por profissionais”.

Mas peça para um adulto “rabiscar”, e de repente você desbloqueou o potencial da comunicação visual.

Doodles não exigem muita habilidade. Eles não precisam parecer perfeitos, mas isso não significa que eles não façam um trabalho bem feito.

Kelly observa:A ideia de que você precisa ser um artista para desenhar é como pensar que você precisa ser um mestre de obras para usar um martelo, e *apenas* para construir uma casa. A verdade é que qualquer um é capaz de usar elementos de desenho em seu trabalho. Os blocos de construção são muito simples: linhas, formas, setas, cor, até mesmo as próprias palavras”.

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Você sabia que até mesmo alguns profissionais criativos vão dizer que não sabem desenhar? Felizmente, isso não nos impede de esboçar as nossas ideias, o que nos permite “ver o nosso pensamento” para trabalhar melhor com os problemas. Este mesmo processo se aplica para resolver um problema não-criativo.

De acordo com Brown, “Rabiscar é pensar, só que disfarçado”. Ao mapear as conexões entre os conceitos através do ato físico de rabiscar, podemos estender nossa mente para o papel. Assim, nosso cérebro não tem que trabalhar duro para simplesmente lembrar dos conceitos, e pode facilmente processar conexões e soluções.

A pesquisa também descobriu que rabiscar aumenta a retenção, recall e a compreensão. E, quando usado em um ambiente de grupo, fornece acesso à visão do todo (big-picture), estimula o pensamento criativo e facilitar a resolução de problemas.

Precisa de mais para se convencer? Assista TED Talk de Sunni Brown:

Como adotar os Doodles e banir seus medos

Pode ser um pouco clichê, mas “finja até que se torne real” (do inglês: fake it’ til you make it). Isso pode ajudar a superar qualquer pensamento equivocado que você não é talentoso o suficiente para fazer Doodles. Assim como a maioria das atividades intimidadoras, mais nós as fazemos, e cada vez menos assustadoras elas vão ficando.

Comece observando os componentes naturais do DNA do seu Doodle, definido por Brown como seu “selo visual-linguístico único”.

Identificar os tipos de rabisco que fluem instintivamente podem ajuda-lo a trabalhar a partir de seus pontos fortes e na construção de seu vocabulário visual.

Qual deles é o seu estilo?

  • Word Doodler
    Você escreve uma palavra ou frase e, em seguida, rabisca ou os repete?
  • Nature Doodler
    Faz suas anotações e começa a cultivar flores, folhas ou coisas ao ar livre?
  • Abstract Doodler
    Você esboça triângulos ou rabisca outros padrões geométricos?
  • People Doodler
    Você desenhar figuras e rostos?
  • Picture Doodler
    Você traça representações reconhecíveis de objetos?

Quando perguntada se ela tinha algum conselho para aqueles que queriam aprimorar suas habilidades de comunicação visual, Kelly compartilhou duas sugestões para você ficar confortável ao mostrar o seu trabalho – ou deixa-lo mais seguro:

“Ter segurança inclui começar em seu caderno pessoal e utilizar elementos simples, como cores, caixas, bullets e flechas – pense nisso como um rascunho! Fazer imagens das próprias palavras é um grande primeiro passo. Pratique usando podcasts ou um programa de TV, mantenha-o leve, divertido e sem complicação. Escolha um conjunto simples com ícones para conceitos que você se deparar geralmente, e pratique-os até que eles sejam como escrever o seu A-B-C.

“O método de “fazer de qualquer jeito” é o caminho que eu escolhi – é mais como arrancando um Band-Aid: basta praticar! Na sua próxima reunião, basta ir até a lousa e começar a tomar notas, e desafie-se para adicionar alguns ícones para cada ideia. Compartilhe suas anotações visuais como experiência com colegas para deixá-los atualizados em reuniões e conferências. Tire algumas de suas ideias para a próxima vez que você tiver uma apresentação.

“Você vai se surpreender com a quantidade de pessoas que apreciam comunicação visual, mesmo que você ache que suas tentativas são horríveis. Sua ousadia inspirará outros a tentarem também”.

5 maneiras de incorporar Doodles em sua vida profissional

  1. Aumente o seu cérebro.
    Pratique suas habilidades de comunicação visual (aka doodling) em um ambiente de baixo risco. Esboce anotações durante a leitura ou ao ouvir informações importantes. Você vai se surpreender como você lembrará de mais pontos mesmo após passado semanas.
  2. Desenvolver uma estratégia com sua equipe.
    Use um quadro branco para esboçar gráficos, diagramas e processos durante reuniões estratégicas para visualizar “o todo” (big-picture) e colocar todos na mesma página. Mescle esboços com post-its, é a maneira mais fácil para reorganizar e priorizar ideias.
  3. Forneça orientação para o seu designer.
    Se você tem uma ideia do que você está procurando, quando se trabalha com um designer em um projeto, não se deixe intimidar – pegue lápis e papel. Mesmo um simples rabisco pode ajudar o designer a ter uma melhor compreensão de como algo está mapeado em sua mente. Eu garanto que os resultados serão mais perto de sua visão inicial.
  4. Compartilhe suas anotações visuais.
    Rabiscando suas notas em um evento não só irá ajudá-lo a entender melhor e reter a informação, mas agora você tem um elemento visual único para compartilhar em seus canais sociais. Depois de ler The Doodle Revolution, minha colega de trabalho decidiu esboçar notas em um evento ao vivo. Depois de compartilhar seu rabisco no Instagram, ela foi agradavelmente surpresa com o engajamento recebido, resultado de sua imagem.
  1. Adicione doodles ao conteúdo visual da sua história.
    Procurando uma maneira de baixo custo para adicionar recursos visuais em sua próxima peça de conteúdo? Considere um doodle. Enquanto eu não recomendo a adição de um esboço rabiscado a um relatório de pesquisa, eles podem ser uma solução rápida e fácil para comunicar de forma eficaz em um ambiente mais casual, como o blog da sua empresa, Facebook ou Instagram. Com a prática, você pode até fazer um Doodle durante o seu próximo evento corporativo. Ou talvez, deixemos a gravação ao vivo para profissionais mais talentosos, como Kelly.

Incorporar componentes multimídia, mesmo simples, em seu conteúdo pode fazer grande diferença em seu resultado. Felizmente, suas opções para ferramentas de narrativa visual são maiores do que nunca, graças ao surgimento de técnicas como Doodles.

Quer saber mais sobre o uso de recursos visuais para contar a história de sua marca? Download: Setting the Record Straight: Press Releases that Stand Out in the Digital Age.

Kelly Kingman é um registradora gráfica de Nova York e defende a alfabetização visual. Kelly já trabalhou com equipes de nível C em empresas como Target e Pfizer, apoiando seções de inovação para Fortune 100 marcas de artigos de consumo, e visualizado keynotes de palestrantes, como Dan Pink e Malcolm Gladwell. Ela dá aulas no MIT – Sloan School of Business e formação para as empresas interessadas em melhorar a alfabetização visual de suas equipes.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Jamie Heckler no dia 17 de setembro de 2015. Jamie é Gerente Criativa Senior na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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Por que você faz o que você faz? Lições da #CMWorld 2015

2016 vai ser o ano do content brand. Pelo menos, é isso que Joe Pulizzi – fundador do Content Marketing Institute – acredita. O futuro do marketing de conteúdo está garantido.

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O futuro é certo para os dos profissionais de marketing que participaram do Content Marketing World 2015, em Cleveland. Mesmo com apresentações cobrindo uma gama diversificada de temas, desde SEO nível iniciante até a promoção de conteúdo avançada. Ficou claro que os participantes estavam lá para aprender a melhor forma de posicionar suas marcas para o sucesso.

Mas o que exatamente, os profissionais de marketing devem fazer para garantir o sucesso no futuro?

Durante o discurso de quarta-feira, Kristina Halvorson, CEO e fundadora do Brain Traffic e autora do Content Strategy for the Web disse: “A razão pela qual estamos lutando com marketing de conteúdo é porque ainda não começamos com o ‘por que’ ”.

Este foi um tema comum no Content Marketing World: Comece com o seu “todo-poderoso por que”.

Quando perguntado “por que você faz o que você faz?”, Uma profissional de marketing de conteúdo pode argumentar sobre conseguir awareness para a marca, gerar demanda, ou a importância da liderança de pensamento no cenário da mídia atual.

Todos, enquanto argumentos convincentes para programas de marketing de conteúdo, não são as respostas para essa pergunta.

Jay Acunzo, vice-presidente da plataforma NEXTVIEW Ventures, descreveu “o todo-poderoso por que” em sua apresentação de The Content Wheel: Sustaining Momentum with Greater ROI While Punching Unicorns in the Face. “O todo-poderoso por que” é o motivo pela qual você existe, as emoções que você sente ou os problemas que tem que resolver. Para realmente ter sucesso com uma estratégia de marketing de conteúdo, as marcas não podem incidir sobre o resultado final desejado. Elas precisam voltar para o começo de tudo”.

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Acunzo sugere aprender uma lição com os unicórnios – não as criaturas míticas, embora eu tenha certeza que eles têm muitas coisas para nos ensinar. Um unicórnio é uma start-up que parecem explodir durante a noite, ganhando $1 bilhão em financiamento. Estes são os Ubers e os Snapchats do mundo. Esses unicórnios são frequentemente vistos como histórias de sucesso pelo Content Marketing.

Unicórnios, de acordo com Acunzo, são bem-sucedidos porque são colados as necessidades e desejos de seus clientes. Eles são claros em seu propósito e visão, e tem um interesse diferente na criação de conteúdo que aborda as mesmas necessidades que os seus produtos ou serviços.

“Não encontre clientes para o seu conteúdo”, disse Acunzo. “Encontrar conteúdo para seus clientes. Envolva o seu cliente em tudo que fizer. Tudo fica mais fácil, mais eficaz. Você constrói coisas que as pessoas querem, crie conteúdo que as pessoas querem – se você escuta seus clientes”.

Da mesma forma, Jay Baer, autor e presidente de Mídia Social e Marketing de Conteúdo da consultoria Convencer & Convert, sugere que o sucesso vem da integração do serviço com o cliente em uma estratégia de marketing de conteúdo.

“No Reino Unido, as reclamações na mídia social aumentaram 800% em 15 meses”, disse Baer. “Responder a essas queixas dos seus clientes pode conquistar seus corações”.

O foco nas necessidades dos clientes é a razão de ser de uma marca; é a resposta para o “todo-poderoso por que”. Como os profissionais de marketing, nós fazemos o que fazemos para servir os nossos clientes. Uma vez que consigamos responder com confiança esse por que, nós seremos capazes de relacionar o trabalho que estamos fazendo para a satisfação do cliente com os resultados de negócios que vão definir os nossos sucessos futuros.

Seu “todo-poderoso por que” precisa se estender além do tipo de conteúdo que você criar, como e onde você irá promovê-lo. Baixe o nosso Buyer 2.0 Content Strategy Checklist e não perca nenhum passo em seu planejamento de marketing de conteúdo.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Danielle Capriato no dia 10 de setembro de 2015. Danielle é Gerente de Comunicação Estratégica da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Content Marketing World – O que Rolou no 1º Dia

Content Marketing World Day 1

Seguir o stream de tweets publicados sobre o Content Marketing World (#CMWorld) é como beber água em uma mangueira de bombeiro. Como já era previsto, os participantes e palestrantes estão produzindo bastante conteúdo.

Temas emergentes estão borbulhando sobre o primeiro dia, é recapitular e digerir, incluindo:

  • Mensurar os resultados de negócio, não sobre marketing. O aumento de gastos está exigindo mais rigor na mensuração.
  • Alinhando com foco nos resultados, mais atenção está sendo dada ao desenvolver conteúdo para “personas” que também mapeia o caminho dos compradores.
  • Ajustar a utilidade do conteúdo e relevância. Mesmo que o marketing de conteúdo torne-se mais disciplinado, não podemos esquecer do público. O conteúdo pode ser primorosamente alinhado com “personas” e mapear o caminho de compra, mas se não entregar valor para o público, não produzirá resultados.
  • Usar análises para informar a estratégia. Marketing de conteúdo está cada vez mais extraindo fontes de dados grandes para coletar ideias sobre o que faz o público engajar-se.
  • Amplificação de conteúdo. Desenvolvimento de estratégias para garantir que o conteúdo seja visto desde o compartilhamento social até a distribuição efetiva é fundamental para alcançar o sucesso.

Este é o meu terceiro ano no Content Marketing World, e a indústria está definitivamente amadurecendo. Sessões e conversas estão focadas no avanço estratégico e execução. Em vez de discussões mais básicas como “por que você deve começar”.

Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 10 de setembro de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Comunicação Estratégica da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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Storytelling com Objetivo: Inspirar #CMWorld

De acordo com Andrew Davis em sua palestra que deu início Content Marketing World 2014 ontem, o funil de marketing foi inventado em 1898 e precisa urgentemente de reforma.

Storytelling_Content Marketing World

Na verdade, diz ele, o melhor modelo para o universo on-line em que as nossas marcas viver não é um funil simples – é o universo.

Um modelo de Galileu do universo on-line tem o Google no meio“, disse ele ao público reunidos em Content Marketing World, enquanto ele conseguia a atenção do público usando um complicado caminho de busca. “Funnel that”.

Olhe pela perspectiva do seu consumidor e mapeie o seu universo, Andrew desafiou o grupo. É preenchido com o conteúdo e redes que ele ama. Pergunte a si mesmo: Onde sua marca fica dentro desse universo? Você está no centro? Não. A maioria das marcas está nas periferias externas de universos de suas audiências.

Deveríamos nos perguntar como chegamos cada vez mais perto do centro do universo dos nossos públicos? Provavelmente não. Você pode colocar seu conteúdo mais perto do universo deles, e depois levá-los a agir.

A chave, Davis observa, é saber o que inspira – e o que os desperta.

O caminho percorrido pelos consumidores hoje não se parece em nada com o “velho funil”. Em vez disso, Davis chama o processo de “avaliação ativa”, durante o qual os consumidores continuamente adicionam e subtraem marcas a medida que se aproximam da compra.

Criar momentos de inspiração pode manter sua marca com presença ativa e fornecer o incentivo que move o comprador para a ação.

Mas o que é um momento de inspiração? Criar momentos de inspiração que podem enviar as pessoas numa jornada – instantes no tempo que elas são enviadas a viagens que nunca esperaram. Nesse sentido, Davis propõe, é a maior oportunidade de receita para os profissionais de marketing de conteúdo.

Os 4 Segredos de Andrew Davis para Momentos de Inspiração que Geram Receita para as Marcas.

#1. Crie Drama. Construa suspense quando você contar uma história. Desperte a ansiedade – O que acontece a seguir?

#2. Adote Aspiração. Mostre seu potencial para o público, e como eles podem alcançá-lo. Toque nas aspirações das suas audiências.

#3. Construa Empatia. Compreenda e fale com os sentimentos do seu público.

#4. Desperte Emoção. Faça com que seu público tome decisões com base na emoção que você gerou e inspire as pessoas a agir.

Desencadeie uma vontade irresistível do seu público de agir de acordo com seu objetivo principal de marketing, sugere Davis. Afinal, nada tem alimentado a nossa cultura e cultura de consumo mais do que o conteúdo de marcas que nós amamos.

Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 09 de setembro de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Comunicação Estratégica da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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A Arte de Criar Conteúdo – Mensagem de Impacto e que Motiva

Pessoas que assistem muitos vídeos on-line estão mais propensas a gastar mais em presentes de Natal este ano. E mais de um quarto desses grandes compradores está planejando comprar todos os seus presentes on-line. Com certeza isso é apenas um ponto importante da notícia. Mas há mais do que isso.

57% das pessoas que assistem muitos vídeos estão mais propensos a gastar com presentes no Natal

Clique na imagem para ver o Infográfico

A empresa Videology, que está emitindo os resultados da pesquisa, está fazendo um ótimo trabalho de promoção de seu próprio conteúdo, exibindo os elementos em uma Newsy ¹ , escrevendo um bom press release, com um infográfico e distribuindo um pacote completo para a mídia. Heavy Video Viewers 57% More Likely to Spend on Holiday Gifts.

No entanto, a forma como a equipe de Relações Públicas embalou essa história ajudará a direcionar os resultando de qualquer cobertura jornalística, vantajosamente, para a marca.

Na mensagem, a empresa também fala diretamente para o seu público-alvo. Várias vezes direcionando as descobertas da pesquisa como sendo uma oportunidade para anúncios em vídeo – mercado em que a empresa atua.

Mas essas informações são habilidosamente trabalhadas neste comunicado e não se parece publieditorial. São incorporadas em uma citação oferecidas como interpretação dos dados. Neste exemplo, a opinião de especialistas no press release serve como uma proposta de valor da empresa de forma verdadeira.

Essa é uma abordagem inteligente que faz um bom trabalho de misturar uma notícia realmente interessante (que eu tenho certeza vai reunir boa cobertura de mídia para Videology) com mensagens direcionadas para o público destinado, a fim de motivar os potenciais compradores.

Este é um grande exemplo da união entre Relações Públicas e Marketing de Conteúdo. Sabemos que a mídia espontânea pode ter uma influência significativa e poderosa sobre os potenciais compradores, que estão pesquisando e tomando decisões.

Content Marketing World 2014A equipe de Relações Públicas que alinha suas mensagens de marcas com compradores (como se vê nesse exemplo) pode fazer muito mais do que simplesmente estimular a cobertura da mídia. Eles podem influenciar a geração de demanda, atrair leads qualificados e têm um impacto significativo sobre a receita da organização.

#contentdrives #cmworldVocê está indo para o Content Marketing World nessa semana? Me encontre no estande da PR Newswire (# 11) e me dê um oi! Temos muitos planos para o evento, e vamos falar com mais detalhes sobre a construção de uma estratégia de marketing de conteúdo sustentável, o que inclui a construção de um um programa de comunicação verdadeiramente integrada.

Você tem uma estratégia de conteúdo sustentável? Um grande painel vai abordar a construção de uma estratégia de conteúdo sustentável no Content Marketing World nessa semana, em uma discussão intitulada: “Don’t Run Out of Gas! How to Fuel a Sustainable Content Marketing Strategy”, programado para terça-feira, 9 de setembro das 11h00 às 11h45 (hora local).

Entre os palestrantes de destaque estão o VP Sênior da PR Newswire de Marketing, Ken Wincko, a Gerente Editora da TechPageOne.com, Nicole Smith, e Rebecca Lieb, Analista Industrial da Altimeter Group. O debate será moderado por Michael Pranikoff, diretor de novas mídias da PR Newswire, que irá se concentrar no desenvolvimento e execução de uma estratégia contínua de conteúdo, incluindo:

#1. CALENDÁRIO E DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDO. O que fazer depois de criar um calendário de conteúdo e traçar os melhores canais para distribuir a sua mensagens.

#2. ENGAJAMENTO. Como desenvolver uma perspectiva do cliente que impulsiona o engajamento da comunidade.

#3. PROMOVER CONTEÚDO. Maneiras de acelerar a promoção de conteúdo.

Os participantes da Conferência podem interagir nas mídias sociais, completando a sentença “Content drives” usando as hashtags #contentdrives #cmworld.

Os participantes do Content Marketing World podem visitar o estande # 11 no evento para saber mais. Você também pode seguir este link para conhecer mais sobre como acelerar sua estratégia de conteúdo: http://prn.to/ContentMarketingWorld2014 .

¹ Newsy: Compilado de notícias de várias fontes que destaca as perspectivas de vários meios de comunicação em um  formato conciso e fácil de ser absorvido pelo público.

Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 05 de setembro de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Comunicação Estratégica da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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