Como Aumentar a Descoberta do Conteúdo de Press Releases

Comunicado à imprensa

Os press releases são usados para direcionar a descoberta de conteúdo e aumentar a mídia espontânea por meio do compartilhamento. Uma estratégia interessante e atual. No entanto, o cenário da mídia mudou drasticamente e há uma variedade de novas oportunidades para ganhar visibilidade para sua marca ou empresa. Agora, os profissionais de relações públicas têm que reconsiderar a habilidade do conteúdo que sua marca produz se tornar uma notícia. Mesmo que o conteúdo não seja considerado de interesse do público em geral, para ser publicado pelos principais veículos de comunicação, sua mensagem pode ser de interesse vital para o seu público-alvo.

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Garimpar informações que sua marca ou empresa já produziu no passado é uma maneira fantástica para localizar conteúdo interessante e valioso para o seu público. É provável também que a maioria das organizações encontrem muitos materiais atrativos e prontos para serem publicados.

No white paper Generating Content Discovery with Syndicated Distribution, os especialistas da CNW – PR Newswire compartilham dicas de como os profissionais de marketing de conteúdo devem fazer para que a sua mensagem seja descoberta por meio de canais de relações públicas tradicionais e sociais.

Abaixo estão algumas dicas para ajudar a sua empresa ou organização aumentar a descoberta do conteúdo de press releases:

Como Aumentar a Descoberta do Conteúdo de Press Releases

Seu objetivo principal é gerar uma resposta positiva em seu público-alvo. Para isso, faça o download de nosso white paper. Basta clicar aqui.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 14 de julho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Guia “Friends” para Combinar Conteúdo ao Estilo do Leitor

Guia “Friends” para Combinar Conteúdo ao Estilo do Leitor

Pare por um momento e analise as pessoas que trabalham com você. Mesmo que todos trabalhem em conjunto para alcançar um mesmo objetivo, como indivíduos, cada um traz um conjunto único de interesses pessoais, conhecimentos e motivações.

Agora, pense em seu público. Como descrito em mais detalhes em nosso white paper: Buyer 2.0 Content Strategy Checklist, o público está mais seletivo sobre o que quer ler, assistir e ouvir. Ele está à procura de conteúdo que o ajude de alguma forma, e não de seus produtos.

Se fez sua lição de casa sobre “personas”, provavelmente você tem uma boa ideia sobre qual é a profissão, nível de experiência e outras informações relacionadas ao seu público, com o objetivo de manter um longo e próspero relacionamento para ambas as partes.

Mas você sabe como criar conteúdo para seus diferentes tipos de leitores e suas motivações pessoais?

Essa é uma pergunta “pegadinha”, já que não há uma fórmula única que englobe todos os seus públicos. Você precisa criar uma grande variedade de conteúdo para atingir as múltiplas personalidades que os compõem.

E é desse ponto em diante que “Friends”, comédia pop dos anos 90, pode nos ajudar. Cada membro do seriado tem uma personalidade única, que deve ser contemplada em seu calendário de conteúdo. Aqui estão as minhas dicas e truques para se envolver com cada tipo.

Monica – “A supera expectativas”

Monica – “A supera expectativas”

Em todo grupo tem aquela pessoa que parece ter nascido com o “dom” de ser bem-sucedida no trabalho. Sendo altamente organizada, parece sempre estar no caminho para alcançar o sucesso.

Ajude as “Monicas” de seu público a desenvolver seu trabalho, forneça para elas modelos de checklists, cálculos e planilhas.

Ross – “O sabe tudo”

Ross – “O sabe tudo”

Encontrados com certa frequência corrigindo erros gramaticais e compartilhando seus resultados do Trivia, os “Rosses” querem que todos saibam que eles são muito inteligentes.

Use seu conteúdo para entregar dados estatísticos e fatos para que eles possam aprender ainda mais e mostrar para seus amigos, colegas de trabalho e chefes.

Rachel – “O Coração”

Rachel – “O Coração”

As “Rachels” são fortemente guiadas por seus sentimentos, mais do que pela lógica. Por serem pessoas sensíveis, precisam de uma conexão mais pessoal com sua marca.

Junto com seu coração, vem a paixão. As “Rachels” são, por natureza, as mais fortes defensoras da sua marca. Apele à sua essência emocional com fotos, vídeo e outros conteúdos multimídia para que elas possam compartilha-los em seu círculo social.

Chandler – “O cínico”

Chandler – “O cínico”

Chandler é o extremo posto da emoção de Rachel. Como um potencial cliente, ele será cético a qualquer tipo de mensagem que você quiser passar. Os “Chandlers” normalmente conhecem o mercado da sua empresa muito bem e podem detectar o cheiro de uma abordagem de vendas em qualquer conteúdo a um quilometro de distância.

Faça com que eles abram um sorriso e você poderá desarmá-los por um tempo. O suficiente para que sua mensagem consiga passar por sua grossa muralha defensiva. Para ver mais dicas de como usar o humor em seu conteúdo, confira este recente post.

Joey – “O Confuso”

Joey – “O Confuso”

Os “Joeys” do seu público precisam de um pouco mais de tempo para entender o que você quer dizer. Eles podem ser novos no assunto que você está abordando ou incapazes de prestar a atenção exigida pelo tema.

Ajude-os com referências aos posts mais introdutórios sobre o assunto em seu blog antes que eles se aventurem em mergulhos sob conteúdo mais profundo. Também é sempre útil incluir imagens e infográficos para explicar ideias complexas. Elementos visuais ajudam a concentrar a atenção do público em meio a partes do conteúdo, muito importante para os “facilmente distraídos”.

Phoebe – “A Criativa”

Phoebe – “A Criativa”

Elas estão pouco interessadas em ouvir suas ideias e preferem compartilhar suas próprias perspectivas.

Trate suas “Phoebes” como influenciadoras e parceiras para criação de conteúdo. Isso ajudará a compartilhar sua mensagem para o público. Afinal, “Smelly Cat” foi um ótimo jingle publicitário.

VÍDEO

Seu público é composto por indivíduos com diferentes necessidades e desejos. Para converte-los em clientes, é preciso mostrar a eles que você estará sempre disponível com conteúdo de alta qualidade.

Baixe nosso popular Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para mais dicas de como planejar uma estratégia de criação e distribuição de conteúdo bem-sucedida.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Jamie Heckler no dia 12 de julho de 2016. Jamie é Gerente Criativa Senior na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Além do Valor Publicitário – Dicas para Mensurar o ROI em Relações Públicas

Além do Valor Publicitário - Dicas para Mensurar o ROI em Relações Públicas

Hoje, as agências de relações públicas têm oportunidades incríveis com o cenário da mídia digital. Com as novas ferramentas e a integração de estratégias focadas em resultados, o papel da agência vai além do tradicional relacionamento com a mídia.

No The New PR Agency Benchmarks for Demonstrating Value to Clients, três agências líderes de mercado discutem como a agência moderna “é indispensável e deve fornecer insights e recomendações estratégicas para seus clientes”.

Se o papel da agência mudou, a forma como avaliamos o ROI também deve evoluir.

É hora de olhar além do valor publicitário.

Em relações públicas, o valor equivalente a publicidade (AVE – Advertising Value Equivalency) ou “valor de anúncio” refere-se ao custo de compra do espaço ocupado por uma cobertura jornalística na imprensa caso fosse um anúncio publicitário.

No caso da mídia impressa, esse valor é calculado por meio dos centímetros ocupados por uma marca em uma notícia e multiplicado pelo custo publicitário equivalente a esse espaço. Em meios eletrônicos, como rádio e TV, os segundos são usados como base de cálculo. Para artigos e notícias on-line, o valor é geralmente calculado com base em números de audiência.

Geralmente, profissionais de relações públicas usam esse valor como uma maneira rápida e fácil de demonstrar o sucesso de campanhas em mídia espontânea para seus clientes.

Embora esse valor tenha sua importância histórica, os profissionais de RP de hoje devem evitar sua utilização por uma série de razões.

Os problemas com Ad Value.

Há vários problemas com o uso do valor publicitário para demonstrar o sucesso de campanhas de mídia espontânea para um cliente.

Não existe uma fórmula padrão: As agências de relações públicas empregam fórmulas diferentes para calcular o valor publicitário. Assim, sem uma fórmula padrão, os clientes não conseguem comparar com precisão os resultados de suas campanhas de mídia espontânea se eles usam várias agências. Da mesma forma, é difícil comparar os resultados da campanha de um cliente com os padrões de mercado, uma vez que fórmulas diferentes, provavelmente, foram usadas para determinar os valores de referência.

Números de audiência não são uma ciência exata: Agências podem utilizar diferentes fornecedores de dados sobre o público, o que significa que o mesmo artigo pode ter um valor publicitário diferente de acordo com o relatório de referência. Esta falta de consistência nos dados torna difícil mostrar o valor de notícias on-line, o que é um problema dado o aumento de campanhas de mídia focadas na internet.

Valores publicitários e a falta de contexto: Artigos, notícias e anúncios não são a mesma coisa. As mensagens que compõem os anúncios são 100% controladas pelas empresas que os criaram, enquanto artigos e notícias não. Claro, os jornalistas podem usar parte de press releases de empresas para escrever seus artigos, mas é possível que os seus comentários tenham algum viés. Valores publicitários não levam a mensagem e o sentimento em consideração.

The New PR Agency Benchmarks for Demonstrating Value to Clients

Uma alternativa para o ROI.

O que profissionais de RP devem usar ao invés do valor publicitário? A resposta é “Impacto”.

Impacto é um valor que quantifica os aspectos qualitativos gerados pela cobertura de mídia. Este valor não depende de dados de audiência ou valores publicitários, tornando-o mais confiável. Além disso, o impacto informa aos clientes sobre a eficiência das suas estratégias de relações públicas e ajuda a melhorar suas futuras campanhas.

Algumas métricas que demonstram o impacto da cobertura de mídia incluem:

  • Sentimento: Qual o percentual positivo, neutro e negativo gerado pela cobertura de mídia para uma determinada marca?
  • Influência do veículo: os meios de comunicação que mencionaram sua marca são influentes e relevantes para seu público?
  • Tipo de cobertura: Qual o percentual da cobertura foi em forma de notícias, matérias dedicadas e menções?
  • Publicação da sua mensagem principal: Quanto da cobertura recebida você pode ligar diretamente aos press releases ou outras mensagens emitidas pela marca?
  • Efeito no tráfego online: Quanto tráfego a mídia espontânea gerou em canais próprios da marca (site, landing pages e redes sociais)?

Profissionais de relações públicas devem trabalhar junto com seus clientes para decidir quais métricas são importantes para eles, atribuir valores a essas métricas e desenvolver parâmetros de marca que podem ser usados em várias campanhas.

Isso demanda mais trabalho do que a fórmula AVE, mas a colaboração entre a agência e a marca vale a pena. Seus clientes irão lhe agradecer por fornecer conhecimento prático em seus esforços de relações públicas e recompensá-lo.

Aprenda como criar e gerenciar suas métricas baixando o The New PR Agency Benchmarks for Demonstrating Value to Clients. Esse white paper descreve como conectar RP e receita por meio da quantificação do impacto dos seus esforços nas buscas, leads e conversões de vendas.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Melissa Toso no dia 28 de junho de 2016. Melissa é Analista de Mídia da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

Pessoas criativas são o coração e a alma do marketing e da comunicação. Elas têm a capacidade de tornar informação, até então, sem graça em algo interessante. Por exemplo, essas pessoas podem visualizar, escrever e verbalizar histórias relevantes que vão além de uma breve descrição de produto em bullet points.

– Como entregar o tipo de narrativa convincente direcionada a seu público-, foi mapeado em nosso Buyer 2.0 Content Strategy Checklist.

Criativos contribuintes com seu talento em equipes de marketing e relações públicas.

Trabalhei com pessoas criativas e analíticas durante muitos anos, e isso me ensinou algumas coisas. Ambas são peças complementares e essenciais do quebra-cabeça.

Enquanto a mente analítica pode encontrar e apresentar dados, profissionais criativos podem desenvolver seu potencial e imaginar além do que foi encontrado.

No entanto, para que isso aconteça com sucesso, um ambiente de trabalho diferente se faz necessário.

Você pode pensar que uma sala cheia de quadros, uma grande janela com vista para as montanhas, música suave e algumas caixas cheias de canetas coloridas sejam essenciais para criar um ambiente criativo. Embora tudo isso possa ser importante para alguns, não é o fundamental.

O que importa é o lado humano e a habilidade interpessoal.

Aprendi que é necessário ter paciência para permitir que a criatividade floresça. Esses profissionais não devem ser apressados e o trabalho nem sempre acontece durante as horas normais de trabalho. Mas, com planejamento e orientações cuidadosas, eles podem cumprir os prazos e gerar bons resultados.

Há uma arte para a gestão de pessoas criativas que deve ser aprendida e dominada para que o sucesso seja alcançado. Para começar, deixe seu ego de fora e reconheça que as pessoas com quem você trabalha podem e devem ser mais talentosas do que você. Talvez não em tudo, mas você as contratou para isso.

Aqui estão as quatro principais coisas que eu aprendi com os criativos que tive o privilégio de trabalhar:

Sua mente deve ser “flexível”.

Quando pensamos em contratar alguém para funções criativas, queremos pessoas que possam pensar “fora da caixa”, que não são limitadas pelas possibilidades que a maioria de nós somos. E, no entanto, o que acontece depois de contratá-las é contraditório a tudo o que valorizávamos antes delas começarem a trabalhar.

Imediatamente falamos quais são nossas “regras” e como sempre fizemos as coisas. E ficamos frustrados quando elas querem pensar diferente.

Às vezes, ideias criativas são realmente doidas, bobas, perda de tempo ou muito complicadas. Mas, se ouvir e fazer as perguntas que ajudam no processo criativo ao invés de sufocá-las, coisas maravilhosas serão criadas.

Discuta como uma ideia se relaciona com o seu negócio, inclua o que você vende e quem você é como uma cultura corporativa.

Uma conversa pode revelar uma ideia, uma abordagem diferente ou até se adequar para um canal de marketing novo. A colaboração pode transformar ideias off-the-wall em ótimo conteúdo.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Trabalhe talentos complementares.

Você não pode conseguir bons resultados, se você não tiver o talento certo para trabalhar nisso. E isso significa que as pessoas não são iguais.

Na construção de uma equipe criativa, o talento de um profissional, equilibra o do outro. Eles até podem ter algumas coisas em comum, como o desejo de ser parte do sucesso do grupo (criativos individualistas não contam, estamos falando de equipe!), porém eles também têm que ser diferentes. E devem valorizar as diferenças uns dos outros, tanto quanto você.

A melhor maneira para que as pessoas se complementem é ter algum entendimento ou interesse no talento do outro. Eu adoro redatores que se interessam em Canva e Photoshop, assim como também valorizo designers que praticam a arte de contar histórias escritas em seu tempo livre.

Dê feedbacks consistentes e também receba.

Alguns podem pensar que pessoas criativas precisam de uma grande quantidade de elogios, mas isso não é verdade. O que é essencial para o processo criativo é um feedback consistente e honesto. Não há nenhuma fórmula matemática para calcular se um artigo está bem escrito ou se um infográfico pode capturar e manter a atenção do espectador, daí a necessidade do feedback.

A relação de como algo é visto e lido ou como pode estar associado aos objetivos da equipe e da marca são essenciais para ajudar a mente criativa a continuar trabalhando.

Preste atenção e seja um bom ouvinte.

Ouvir é o talento mais importante que um gerente pode ter, não importa que tipo de equipe ele tem. No entanto, a equipe de criação pode precisar disso mais do que a maioria. Não porque os artistas não podem fazer coisas por conta própria, mas porque trazer o processo criativo em um ambiente de negócios estruturado exige colaboração. Isso também requer sair do processo normal e colocar certos limites e prazos no lugar.

Você não quer sufocar a criatividade, mas precisa dar estrutura à medida que ela evolui.

O processo criativo geralmente envolve riscos. As vezes é necessário quebrar as regras. Mas isso pode ser a antítese de abordagens de muitas marcas.

Ser um bom ouvinte permite que sua equipe de criação assuma riscos inteligentes que ajudem a sua marca a contar histórias fortes, sem que você tenha que “tirar o pó” do manual de comunicação de crise.

Para se conectar com seu público e convertê-lo em clientes, você precisa criar conteúdo visual de alta qualidade e atraente. Baixe nosso white paper Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para ter mais dicas sobre a criação e distribuição de conteúdo.

A autora Victoria Harres é vice-presidente de comunicações estratégicas e de conteúdo na PR Newswire. Sua equipe é responsável por mídias sociais, PR e blogs da marca. Vicky foi a primeira a twittar no @PRNewswire e continua fazendo parte dessa equipe. Se ela não está em sua mesa, você provavelmente irá encontrá-la em seu jardim.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Victoria Harres no dia 08 de julho de 2016.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

5 Novos Papéis de uma Agência de RP

5 Novos Papéis de uma Agência de RP

O papel da agência de Relações Públicas mudou drasticamente ao longo dos últimos anos. Tradicionalmente, agências de RP eram contratadas para criar relacionamento com a mídia, mas com o novo “mundo online”, esse contexto se expandiu significativamente. Hoje, as agências contribuem muito mais e diretamente para o negócio de seus clientes, estando sempre a par das últimas tendências e avanços tecnológicos.

À medida que o relacionamento entre o cliente e agência se torna mais diversificado, as relações públicas podem agregar muito mais valor e ir além de campanhas de relacionamento com a mídia. Veja os cinco novos papéis de uma agência e como agregar valor ao negócio do seu cliente com novos relacionamentos e diversificação.

5 Novos Papéis de uma Agência de RP

Hoje as agências de RP conseguem entregar resultados duradouros para os clientes, tornando-se indispensáveis. Além do seu papel tradicional de relacionamento com a mídia, elas contribuem com conhecimentos e fornece conselhos estratégicos.

The New PR Agency Benchmarks for Demonstrating Value to Clients

Para mais detalhes de como as agências de PR estão agregando valor e compreendendo o impacto que PR pode ter sobre os KPIs das empresas, baixe o white paper da CNW – PR Newswire, The New PR Agency Benchmarks for Demonstrating Value to Clients.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 29 de junho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Huggies e a Importância da Pele Saudável para os Bebês

Huggies e a Importância da Pele Saudável para os Bebês

Divulgar o que sua marca faz ou promover os produtos que você oferece não é suficiente. Seu público quer saber quem é você, se sua empresa é confiável ou sensível.

São qualidades como essas que ajudam a transformar o público em defensores leais da marca.

Fazer o bem é uma maneira excelente para as organizações mostrarem às pessoas com o que realmente elas se importam.

Por exemplo a marca Huggies da Kimberly-Clark em parceria com a National Diaper Bank Network, doou mais de 200 milhões de fraldas e lenços umedecidos nos últimos seis anos.

Mesmo com essa mega ação, recentemente, a Casa Branca divulgou uma estatística alarmante: uma em cada três famílias americanas não tem condições de comprar fraldas para seus bebês. Isso fez com que a marca encarasse esse novo desafio e fosse além de seus esforços anteriores.

A Huggies atendeu ao apelo do Presidente Obama por ajuda e doou 22 milhões de fraldas e 22 milhões de lenços umedecidos para NDBN.

“Estamos comprometidos nessa luta com a doação de fraldas e lenços umedecidos para cuidados com a pele de todos os bebês”, disse Giusy Buonfantino, presidente da Kimberly-Clark para cuidados de bebés e crianças da América do Norte. “Queremos abraçar todos os bebês para que eles tenham a oportunidade de crescer saudáveis e se desenvolver – como descrito em nosso nome: Hugs + Babies = Huggies”.

Claro que não é apenas a incrível generosidade da Huggies que faz o seu anúncio um ótimo exemplo de como compartilhar suas notícias de responsabilidade social.

Dar ao público uma razão para cuidar.

Fazer o bem pode ser uma ótima maneira de construir a confiança junto aos consumidores, mas primeiro você precisa que as pessoas se preocupem com o assunto em questão.

O press release da Huggies não apenas anuncia a sua doação, ele serve como uma maneira de educar o público sobre a necessidade das fraldas e a importância que a pele limpa e seca desempenha na saúde dos bebês.

Envolva os leitores logo no início de seu press release, concentre-se no problema, como Huggies fez em sua primeira frase.

Press Release Boot Camp: What You Need to Know

Demonstrar um compromisso contínuo.

Responsabilidade social nas empresas pode começar com um pontapé inicial, mas não deve terminar aí. Ao desenvolver um CSR, com doações, programas filantrópicos ou voluntariado, sua marca deve se esforçar para estabelecer uma cultura autêntica de retribuição à sociedade.

Por exemplo, Huggies doar 22 milhões de fraldas e lenços umedecidos é seu compromisso de longa data para sanar a carência por fraldas e fornecer algo necessário à sociedade.

Embora o comunicado de imprensa seja principalmente sobre esta doação, ele também regista os esforços anteriores da marca e seu próximo projeto com o City Dads Group e The Association of Women’s Health, para engajar os pais sobre a saúde da pele dos bebês e a necessidade das fraldas.

A soma do trabalho da marca reforça a mensagem de que a organização realmente se preocupa em criar um impacto significativo na sociedade.

Oferecer um convite para participar.

Como pai de dois meninos, eu sei exatamente quantas fraldas as crianças precisam. A ideia de que algumas famílias não têm condições de compra-las para seus filhos é preocupante. E eu tenho certeza que não sou o único que pensa dessa forma.

É por isso que eu amo o press release da marca Huggies que além de ensinar, também empodera o público.

Além de convidar os leitores a participar da conversa em um bate-papo no Twitter “Huggies Wipes Out Diaper Need”, o comunicado à imprensa convida os pais a doarem seus pontos do programa de fidelidade “Huggies Rewards” para ajudar crianças carentes.

Ao incluir um call-to-action em seu press release, torna mais fácil para o público se envolver em seus esforços.

Com essas dicas, você pode começar a criar seu próprio conteúdo. E se você quiser saber mais sobre como escrever e distribuir comunicados de imprensa, faça o download do nosso Press Release Boot Camp: What You Need to Know grátis. Esta check-list descreve como escrever e formatar o seu press release para o sucesso com a distribuição wire.

Autor Ryan Hansen (@ RPH2004) gerencia as mídias sociais na PR Newswire, compartilhando as últimas tendências em PR, marketing e mídia social por meio de nossas redes. Veja o que ele está fazendo na PR Newswire, seguindo @PRNewswire no Instagram.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Ryan Hansen no dia 01 de julho de 2016. Ryan é Gerente de Mídias Sociais na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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5 Princípios do Jornal para Aplicar no seu Conteúdo On-line

5 Princípios do Jornal para Aplicar no seu Conteúdo On-line

Eu amo jornais.

Eu sou um ex-repórter – estagiei durante a faculdade, fui colunista de esportes durante seis anos e meu pai trabalhou em um jornal por quase 40 anos. Então, sim, eu tenho uma queda pelos impressos.

Hoje, a escrita ainda é a minha especialidade, mas eu penso um pouco diferente sobre ela.

Quando eu comecei como repórter, eu não tinha ideia do que era SEO – talvez ninguém em 2005. Eu não escrevia para internet, mas para pessoas em que o jornal era entregue à sua porta todos os dias.

Dez anos atrás, eu queria que meu conteúdo aparecesse acima da dobra na primeira página do jornal. Agora, eu quero que ele apareça na primeira página de pesquisas do Google.

Mesmo que muitas coisas tenham mudado quando falamos em meios de comunicação, o bom conteúdo continua sendo essencial.

Você pode surpreender seus editores com conteúdo de qualidade e conseguir com que ele seja publicado na primeira página do jornal, ou “impressionar” o algoritmo do Google ao ser colocado em uma posição privilegiada para busca online.

Aqui estão cinco princípios dos jornais que podem nos ajudar a aprender sobre SEO.

1. Um bom título pode fazer ou quebrar uma história

Imagine que você escreveu o melhor artigo no mundo. Eu estou falando algo para ganhar o Prêmio Pulitzer, com uma escrita que faria Bob Woodward ter inveja.

Mas seu título é ruim. Leve, muito “bonitinho” ou simplesmente confuso. Como ele atrairia a atenção dos leitores?

Quando um leitor abre um jornal, a primeira coisa que ele vê são as manchetes. É por isso que elas estão em negrito e em letras grandes.

Quando você faz uma pesquisa no Google, a primeira coisa que também vê são os títulos. E se eles não forem interessantes, não clicará para acessar o conteúdo.

Dê a seu público uma breve sinopse, provoque-o e faça as pessoas continuarem lendo.

Ninguém disse que isso era fácil. Mas em termos de SEO, os melhores títulos soam natural, e tem um comprimento tweetável (entre 100-120 caracteres), com uma palavra-chave forte e descritiva.

Se um leitor não tem uma compreensão razoável sobre seu conteúdo, ler apenas o título não é eficaz.

2. Jornalistas são tão bons quanto suas fontes ou seus links

Repórteres nem sempre são especialistas no tema da matéria. É importante que eles encontrem as pessoas certas para entrevistar. Bons recursos fornecem background e o contexto necessário.

O mesmo pode ser dito para hiperlinks quando se trata de conteúdo online.

Os links devem direcionar os leitores para uma página com conteúdo em profundidade em seu site que forneça informações extras. Antes de adicionar um link, se pergunte: “como isso pode complementar o meu conteúdo? ”

Você deve ter cuidado quando se trata de hiperlinks – muitos podem prejudicar a visibilidade do seu conteúdo, especialmente quando links duplicados estão envolvidos.

Os leitores são mais propensos a clicar quando há um número limitado de links.

Já viu conteúdo on-line cheio de hiperlinks? Isso é como um artigo de jornal só com citações. O segredo é a moderação.

3. Conheça o seu público

Tudo bem se o seu objetivo é aumentar seu público.

Claro, seu artigo pode aparecer na página de esportes. Mas e se uma pessoa que não é fã de esportes encontrar seu conteúdo? Será que ela vai entender?

Jargões podem ser perigosos. Ao usá-los, há o risco de perder uma parte de seus leitores.

Geralmente, é melhor usar uma linguagem natural e sempre amarrar o seu conteúdo ao público. Conte uma história que qualquer um possa entender. Seja claro. Descreva a tensão. Faça seus leitores se sentirem parte da história ou dentro do estádio.

O mesmo vale para conteúdo on-line – se você escrever para um público específico, você corre o risco de limitar o número de leitores.

Às vezes um jargão é bom. Por exemplo: Se você estiver escrevendo para um blog de tecnologia e você só se preocupa em atingir repórteres de tecnologia, vá em frente. Mas se seu objetivo é ser visto por um grande número de pessoas, não fale sobre taxas de bits variáveis e pontos quânticos. (Eu não sei o que isso significa.)

Infográfico SEO

4. Timing

Sua notícia está pronta: É oportuna, com linguagem natural, possui três citações ótimas e o título está no ponto.

Perfeito… até que algo melhor aparece.

As notícias de última hora podem ser o pesadelo de um repórter. Elas podem enterrar seu conteúdo.

O mesmo pode acontecer com os buscadores. Digamos que você está escrevendo um em um blog sobre cuidados de saúde – “As oito melhores dicas para aumentar os benefícios de sua saúde”.

Você pode publicar seu post totalmente otimizado com uma boa mistura de palavras-chave e frases. E logo em seguida, passados dez minutos – BOOM – “Obamacare é aprovada pelo Congresso”. Diga adeus para a primeira página de pesquisas do Google.

As notícias de última hora estão fora do seu controle. Mas, ainda assim, o timing deve ser cuidadosamente gerenciado. Faz sentido publicar meu artigo hoje?

5. Uma imagem vale mais que mil palavras

Use multimídia! (Sem qualquer formalidade).

Imagens sempre melhoram uma história.

Nos jornais, a história mais proeminente e mais importante aparece acima da dobra na primeira página com uma grande foto.

No on-line, fotos e vídeos também são importantes.

Tente pesquisar no Google por receitas de tacos com camarão. Veja os resultados. Alguns com fotos e vídeos, enquanto outros são apenas em texto. Onde será que você vai clicar?

Uma imagem dá autoridade ao artigo. Use uma imagem para fazer dupla com seu texto, sempre.

Texto traduzido do Blog Beyond Bylines, publicado por Ryan Day no dia 20 de junho de 2016. Ryan é Gerente de Serviços e Conteúdo ao Cliente na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
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