5 Dicas para Atingir o Consumidor 2.0 com sua Comunicação

5 Dicas para Atingir o Consumidor 2.0 com sua Comunicação

O marketing e o mercado de comunicação mudaram dramaticamente na última década. O consumidor está no comando do processo de compra e, muitas vezes, só interage com um representante de vendas quando a decisão de compra já foi tomada. Esta nova geração, informada, impaciente e cética – ou como costumamos chama-la: Consumidor 2.0 – quer acesso a informação confiável, relevante e disponível.

How Buyer 2.0 Affects Communications and Demand Generation Strategies

Para alcançar esse consumidor e engajá-lo, os profissionais de marketing precisam repensar suas estratégias de comunicação e geração de demanda.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a desenvolver um plano de comunicação de marketing para atingir o consumidor 2.0:

Dicas para Atingir o Consumidor 2.0 com sua Comunicação

Para mais informações e dicas sobre como você pode criar um plano de comunicação para alcançar o consumidor 2.0, baixe hoje esse white paper da CNW – PR Newswire: How Buyer 2.0 Affects Communications and Demand Generation Strategies.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 21 de julho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como Adaptar Vídeos para Economizar Dinheiro e ter Sucesso

Como Adaptar Vídeos para Economizar Dinheiro e ter Sucesso

Quando se trata de projetos criativos, tempo e dinheiro são os dois obstáculos, que muitas vezes impedem a conclusão de projetos de conteúdo.

Em particular, a produção de conteúdo em vídeo, pode exigir mais do que o esperado. Para escrever o script, filmar, editar e distribuir vídeos são necessárias pessoas, equipamentos e outros recursos.

Se não tomar cuidado, tudo isso pode “comer” o seu orçamento e cronograma.

Em contrapartida, a visibilidade que os vídeos garantem para marcas vale a pena o investimento. E ele não precisa ser gigantesco se você fizer as escolhas certas.

“Fazer um vídeo de sucesso, seja ele em live action, animação ou misto, se resume em uma palavra: Planejamento!”, escreve Larry Cardarelli em Making the Most of Your Video Production Budget.

Neste guia, o vice-presidente de Produção e Criatividade do MultiVu passa por dicas de como poupar seu dinheiro e garantir que seu vídeo tenha sucesso. Isso inclui adapta-los para diferentes canais.

“Ninguém deve produzir um vídeo para apenas um canal. Se você fizer isso, você certamente irá se decepcionar – e cometer uma grande gafe em relações públicas”, me disse Larry enquanto conversávamos sobre o poder de múltiplos canais de vídeo.

“A produção de vídeo para vários canais precisa ser um processo operacional padrão para todos”.

Audiência em primeiro lugar, economia em segundo.

Adaptar ou reutilizar vídeos para diferentes canais não é apenas uma questão de poupar dinheiro. Trata-se de contar uma história melhor e oferecer uma experiência perfeita para seu público em todos os meios que ele utiliza.

Mídia paga, espontânea, social e própria oferecem oportunidades para os vídeos que você produz – do YouTube, posts de blog, Vimeo, salas de imprensa no Facebook, páginas de demonstração de produto, Instagram e Twitter. E não se esqueça do Snapchat, em que o novo recurso “Memories” possui alto potencial para as marcas.

Com tantos canais para escolher, como um profissional de marketing consegue economizar?

Olhe para o seu público.

“Há novos canais aparecendo o tempo todo”, diz Larry. “A maioria deles não significa muito para nós, porque muitos são direcionados – como o PewDiePie e seus mais de 45 milhões de assinantes e entusiastas de jogos. Para nós, é melhor atingir canais tradicionais, como o Facebook. Porém, tenha em mente que o Facebook está declinando e se estabelecendo entre o público mais velho. Se você quer atingir os jovens, você precisa identificar quais canais eles estão usando hoje, talvez o Instagram”.

E não se esqueça da comunicação mais tradicional, como press releases e e-mails, que fornecem impulso e visibilidade com a inclusão de vídeos.

“Faça sua pesquisa”, estimula Larry. “Lembre quem é seu público, esse é o primeiro passo. É apenas uma questão de descobrir quais canais ele acessa para obter o conteúdo que procura. Coloque essa informação no seu planejamento de vídeo para atingi-lo e você conseguirá bons resultados”.

Olhe para o seu público.

Adapte o conteúdo para cada canal.

Depois de identificar quais canais serão o foco do seu vídeo, é hora de pensar em como adaptar a sua história para cada plataforma.

Republicar vídeos não significa usar o mesmo em todos os canais. Os requisitos técnicos e as melhores práticas de cada plataforma são importantes.

Por exemplo, seu site pode apresentar o vídeo em um formato mais longo, mas plataformas de mídia social exigem que seus vídeos sejam mais curtos – diferentes tamanhos, estilo e características específicas de cada plataforma.

“Melhor criar versões mais curtas de seu vídeo, já que alguns canais não vão publicar seis minutos de vídeo”, observa Larry. “Eles podem exigir menos de 30 segundos! ”

Não é apenas o comprimento que você precisa considerar. Você pode passar a sua mensagem por meio de legendas, textos e recursos gráficos para criar impacto em diferentes canais.

“Isso é essencial por conta da opção de assistir vídeos com e sem áudio, como por exemplo o Facebook, em que usuários são mais propensos a assistir vídeos sem som”, explica Larry.

Planejar faz a diferença.

Se você pensa em reaproveitar um vídeo em todos os canais, é melhor planejar isso o mais cedo possível.

“É possível reaproveita-lo de duas formas, antes e depois”, diz Larry. “Antes que seja publicado é mais fácil e os resultados mais coerentes. Após sua publicação, adapta-lo pode ser como tentar encaixar um prego quadrado em uma bucha redonda. As coisas podem ficar confusas. Mas, nada é impossível, você sempre pode usar um martelo! Mas certamente não é a solução ideal”.

“A filmagem também é crítica”, continua ele. “Por exemplo, um enquadramento fechado em seu porta-voz é bom para comunicações internas, mas se você decidir publicar na mídia social, talvez gere uma reação negativa com seu público e será tarde demais”.

“Se você soubesse antes que queria isso, poderia usar duas câmeras e cortes para ajudar com as transições”.

Planejamento prévio vai ajudá-lo a ter sucesso na criação de conteúdo atraente e continuar dentro do seu orçamento.

“Nós, da MultiVu acreditamos que todos os vídeos bons são o resultado de uma única coisa”, diz Larry. “Um excelente storytelling”.

Baixe Making the Most of Your Video Production Budget para mais dicas de como direcionar o seu conteúdo de vídeo e evitar altos custos que consomem seu orçamento.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Amanda Hicken no dia 14 de julho de 2016. Amanda é Gerente de Estratégicas de Conteúdo na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

 

Curadoria: 4 Dicas de Como Encontrar Conteúdo Interessante

Curadoria: 4 Dicas de Como Encontrar Conteúdo Interessante

Profissionais de comunicação sabem o impacto que o bom conteúdo tem no engajamento do público. Também reconhecem que os excessos podem ferir a construção de sua marca on-line. A verdade é que você precisa encontrar um equilíbrio saudável entre a publicação de conteúdo original e de terceiros para manter uma relação ideal na mídia social. Coloque curadoria de conteúdo em seu mix de conversação e permita que sua marca se conecte com novos públicos.

Aqui estão algumas dicas para mantê-los em alta em seu mercado e como top of mind entre o seu público.

4 Dicas Curadoria de Conteúdo

Comece com o Google

Tal como em outros momentos da vida, uma rápida pesquisa no Google é a maneira mais fácil de descobrir o conteúdo na hora certa sobre qualquer assunto. Em especial, é extremamente útil quando somos novos em um mercado. Precisa ganhar tempo? Defina um Alerta do Google para um determinado assunto e receba mensagens diretamente em seu e-mail em tempo real. Mas, saiba que esse serviço funciona como uma pesquisa por palavra-chave no próprio buscador, então você precisará peneirar os resultados para encontrar o que há de melhor. E quando falamos em “peneirar”, realmente queremos dizer ler o conteúdo – a Internet possui muita informação desnecessário ou inútil, você precisa estar alinhando à qualidade esperada para sua marca o tempo todo.

Listas do Twitter

Sua newsfeeds pode ficar confusa as vezes, especialmente quando se lida com contas corporativas, que muitas vezes contêm centenas de seguidores. Crie listas para acompanhar alguns temas e mercados em particular. Em outras palavras, conteúdo pré-curado! Embora o Twitter tenha desativado a busca por listas em sua plataforma, você ainda pode usar um buscador para ter algum resultado. Você pode se inscrever, ou criar a sua própria lista para compartilhar conteúdo com seus seguidores. Não sabe onde encontrar influenciadores on-line? Comece por aqui.

Há ferramentas para isso!

Programas como o Storify captura mensagens na mídia social e cria um material com conteúdo completo. Curata destaca que o Storify e muitas outras ferramentas para curadoria de conteúdo podem ajudá-lo a encontrar a história certa para seu público. Isso pode atender às suas necessidades de forma eficiente.

Understanding How Buyer 2.0 Impacts Your Approaches to Demand Generation

Inscreva-se em newsletters

Como as listas do Twitter, as newsletters de notícias são materiais pré-curados e selecionados com bases consistentes e podem ajudá-lo a encontrar ótimos temas. Por exemplo, as newsletters mais populares do mercado de mídia incluem a Nieman Lab e a J-Source. E não se esqueça de assinar o Beyond the Wire, fonte diária de CNW com dicas e truques para comunicadores profissionais.

Que métodos você usa para encontrar conteúdo atraente? Diga-nos nos comentários abaixo ou tweet conosco em @prnewswirebr.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Melissa Meyer no dia 19 de julho de 2016. Melissa é Assistente de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

5 Dicas para Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

5 Dicas para Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

Hoje, os clientes estão no controle. De acordo com o The Corporate Executive Board Company (2012), o comprador B2B completa mais da metade do processo de compra antes de entrar em contato com um fornecedor. Isto significa que a informação online sobre a sua marca substituiu o tradicional discurso de vendas. Seja relevante e útil para seus clientes.

The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist aborda o passo-a-passo que as empresas devem seguir para se comunicar por meio de vários canais e se conectarem aos seus potenciais clientes. O artigo também mostra as táticas mais eficazes para mensurar cada etapa do ciclo de compra.

Ter conteúdo de alta qualidade e relevante ainda é o mais importante, e o motivo pelo qual 79% dos clientes escolhem suas marcas e empresas. O passo-a-passo abaixo pode ajudar você a criar um conteúdo envolvente para seu público:

Criar Conteúdo e Engajar o Comprador 2.0

Para engajar verdadeiramente seus clientes (e prospects), as empresas precisam reagir a essa mudança de comportamento do consumidor e fornecer conteúdo consistente e interessante, pensado e desenvolvido para atender às necessidades do público em cada fase do ciclo de compra.

Para uma visão detalhada sobre cada etapa do processo de compra, baixe o white paper The Buyer 2.0 Content Strategy Checklist, grátis.

Texto traduzido do Blog Beyond the Wire, publicado por Amy-Louise Tracey no dia 13 de julho de 2016. Amy-Louise é Consultora de Comunicação na CNW – PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como Escolher o Melhor Serviço de Monitoramento de Mídia

Como Escolher o Melhor Serviço de Monitoramento de Mídia

Monitorar a mídia pode ser muito útil. Ajustar métricas, analisar dados e mensurar seus resultados vão além das tarefas do seu dia-a-dia. Nesse momento entram os serviços de clipping e monitoramento de mídia. Há uma infinidade de plataformas à sua disposição, e por isso, variam muito no que podem lhe oferecer.

É importante ter uma ideia clara do que você precisa antes de ir muito longe no processo de compra, muito antes de começar a procura por fornecedores, demonstrações e apresentações de plataformas de monitoramento de mídia. Caso contrário, você pode perder o foco e se concentrar em características de serviços que não atendem às suas necessidades. Tenha em mente o que você precisa saber em termos de conteúdo e plataforma, isso certamente te ajudará a alcançar seus objetivos.

Use as dicas da PR Newswire e faça as perguntas certas na hora de escolher o serviço de monitoramento de mídia.

Guia do cliente: Serviço de Monitoramento de Mídia, discute:

  • O que é importante na contratação de um serviço de monitoramento da mídia;
  • As perguntas para fazer ao seu fornecedor sobre monitoramento da mídia;
  • Entenda a diferença entre o monitoramento de mídia pago e serviços gratuitos.

Você está levando o seu programa de monitoramento de mídia para o próximo nível. Mas antes de assinar qualquer contrato, verifique se você avaliou os fornecedores por todos os ângulos. Há muitas coisas que devem ser consideradas quando se trata de escolher o serviço de monitoramento de mídia que melhor se adapta às necessidades do seu negócio. Você precisa fazer as perguntas certas. Clique na imagem acima para mais sugestões e dicas de como escolher o melhor serviço de monitoramento de mídia de acordo com as suas necessidades.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Guia “Friends” para Combinar Conteúdo ao Estilo do Leitor

Guia “Friends” para Combinar Conteúdo ao Estilo do Leitor

Pare por um momento e analise as pessoas que trabalham com você. Mesmo que todos trabalhem em conjunto para alcançar um mesmo objetivo, como indivíduos, cada um traz um conjunto único de interesses pessoais, conhecimentos e motivações.

Agora, pense em seu público. Como descrito em mais detalhes em nosso white paper: Buyer 2.0 Content Strategy Checklist, o público está mais seletivo sobre o que quer ler, assistir e ouvir. Ele está à procura de conteúdo que o ajude de alguma forma, e não de seus produtos.

Se fez sua lição de casa sobre “personas”, provavelmente você tem uma boa ideia sobre qual é a profissão, nível de experiência e outras informações relacionadas ao seu público, com o objetivo de manter um longo e próspero relacionamento para ambas as partes.

Mas você sabe como criar conteúdo para seus diferentes tipos de leitores e suas motivações pessoais?

Essa é uma pergunta “pegadinha”, já que não há uma fórmula única que englobe todos os seus públicos. Você precisa criar uma grande variedade de conteúdo para atingir as múltiplas personalidades que os compõem.

E é desse ponto em diante que “Friends”, comédia pop dos anos 90, pode nos ajudar. Cada membro do seriado tem uma personalidade única, que deve ser contemplada em seu calendário de conteúdo. Aqui estão as minhas dicas e truques para se envolver com cada tipo.

Monica – “A supera expectativas”

Monica – “A supera expectativas”

Em todo grupo tem aquela pessoa que parece ter nascido com o “dom” de ser bem-sucedida no trabalho. Sendo altamente organizada, parece sempre estar no caminho para alcançar o sucesso.

Ajude as “Monicas” de seu público a desenvolver seu trabalho, forneça para elas modelos de checklists, cálculos e planilhas.

Ross – “O sabe tudo”

Ross – “O sabe tudo”

Encontrados com certa frequência corrigindo erros gramaticais e compartilhando seus resultados do Trivia, os “Rosses” querem que todos saibam que eles são muito inteligentes.

Use seu conteúdo para entregar dados estatísticos e fatos para que eles possam aprender ainda mais e mostrar para seus amigos, colegas de trabalho e chefes.

Rachel – “O Coração”

Rachel – “O Coração”

As “Rachels” são fortemente guiadas por seus sentimentos, mais do que pela lógica. Por serem pessoas sensíveis, precisam de uma conexão mais pessoal com sua marca.

Junto com seu coração, vem a paixão. As “Rachels” são, por natureza, as mais fortes defensoras da sua marca. Apele à sua essência emocional com fotos, vídeo e outros conteúdos multimídia para que elas possam compartilha-los em seu círculo social.

Chandler – “O cínico”

Chandler – “O cínico”

Chandler é o extremo posto da emoção de Rachel. Como um potencial cliente, ele será cético a qualquer tipo de mensagem que você quiser passar. Os “Chandlers” normalmente conhecem o mercado da sua empresa muito bem e podem detectar o cheiro de uma abordagem de vendas em qualquer conteúdo a um quilometro de distância.

Faça com que eles abram um sorriso e você poderá desarmá-los por um tempo. O suficiente para que sua mensagem consiga passar por sua grossa muralha defensiva. Para ver mais dicas de como usar o humor em seu conteúdo, confira este recente post.

Joey – “O Confuso”

Joey – “O Confuso”

Os “Joeys” do seu público precisam de um pouco mais de tempo para entender o que você quer dizer. Eles podem ser novos no assunto que você está abordando ou incapazes de prestar a atenção exigida pelo tema.

Ajude-os com referências aos posts mais introdutórios sobre o assunto em seu blog antes que eles se aventurem em mergulhos sob conteúdo mais profundo. Também é sempre útil incluir imagens e infográficos para explicar ideias complexas. Elementos visuais ajudam a concentrar a atenção do público em meio a partes do conteúdo, muito importante para os “facilmente distraídos”.

Phoebe – “A Criativa”

Phoebe – “A Criativa”

Elas estão pouco interessadas em ouvir suas ideias e preferem compartilhar suas próprias perspectivas.

Trate suas “Phoebes” como influenciadoras e parceiras para criação de conteúdo. Isso ajudará a compartilhar sua mensagem para o público. Afinal, “Smelly Cat” foi um ótimo jingle publicitário.

VÍDEO

Seu público é composto por indivíduos com diferentes necessidades e desejos. Para converte-los em clientes, é preciso mostrar a eles que você estará sempre disponível com conteúdo de alta qualidade.

Baixe nosso popular Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para mais dicas de como planejar uma estratégia de criação e distribuição de conteúdo bem-sucedida.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Jamie Heckler no dia 12 de julho de 2016. Jamie é Gerente Criativa Senior na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

4 Lições que Aprendi como Gerente Criativa de Marketing

Pessoas criativas são o coração e a alma do marketing e da comunicação. Elas têm a capacidade de tornar informação, até então, sem graça em algo interessante. Por exemplo, essas pessoas podem visualizar, escrever e verbalizar histórias relevantes que vão além de uma breve descrição de produto em bullet points.

– Como entregar o tipo de narrativa convincente direcionada a seu público-, foi mapeado em nosso Buyer 2.0 Content Strategy Checklist.

Criativos contribuintes com seu talento em equipes de marketing e relações públicas.

Trabalhei com pessoas criativas e analíticas durante muitos anos, e isso me ensinou algumas coisas. Ambas são peças complementares e essenciais do quebra-cabeça.

Enquanto a mente analítica pode encontrar e apresentar dados, profissionais criativos podem desenvolver seu potencial e imaginar além do que foi encontrado.

No entanto, para que isso aconteça com sucesso, um ambiente de trabalho diferente se faz necessário.

Você pode pensar que uma sala cheia de quadros, uma grande janela com vista para as montanhas, música suave e algumas caixas cheias de canetas coloridas sejam essenciais para criar um ambiente criativo. Embora tudo isso possa ser importante para alguns, não é o fundamental.

O que importa é o lado humano e a habilidade interpessoal.

Aprendi que é necessário ter paciência para permitir que a criatividade floresça. Esses profissionais não devem ser apressados e o trabalho nem sempre acontece durante as horas normais de trabalho. Mas, com planejamento e orientações cuidadosas, eles podem cumprir os prazos e gerar bons resultados.

Há uma arte para a gestão de pessoas criativas que deve ser aprendida e dominada para que o sucesso seja alcançado. Para começar, deixe seu ego de fora e reconheça que as pessoas com quem você trabalha podem e devem ser mais talentosas do que você. Talvez não em tudo, mas você as contratou para isso.

Aqui estão as quatro principais coisas que eu aprendi com os criativos que tive o privilégio de trabalhar:

Sua mente deve ser “flexível”.

Quando pensamos em contratar alguém para funções criativas, queremos pessoas que possam pensar “fora da caixa”, que não são limitadas pelas possibilidades que a maioria de nós somos. E, no entanto, o que acontece depois de contratá-las é contraditório a tudo o que valorizávamos antes delas começarem a trabalhar.

Imediatamente falamos quais são nossas “regras” e como sempre fizemos as coisas. E ficamos frustrados quando elas querem pensar diferente.

Às vezes, ideias criativas são realmente doidas, bobas, perda de tempo ou muito complicadas. Mas, se ouvir e fazer as perguntas que ajudam no processo criativo ao invés de sufocá-las, coisas maravilhosas serão criadas.

Discuta como uma ideia se relaciona com o seu negócio, inclua o que você vende e quem você é como uma cultura corporativa.

Uma conversa pode revelar uma ideia, uma abordagem diferente ou até se adequar para um canal de marketing novo. A colaboração pode transformar ideias off-the-wall em ótimo conteúdo.

Buyer 2.0 Content Strategy Checklist

Trabalhe talentos complementares.

Você não pode conseguir bons resultados, se você não tiver o talento certo para trabalhar nisso. E isso significa que as pessoas não são iguais.

Na construção de uma equipe criativa, o talento de um profissional, equilibra o do outro. Eles até podem ter algumas coisas em comum, como o desejo de ser parte do sucesso do grupo (criativos individualistas não contam, estamos falando de equipe!), porém eles também têm que ser diferentes. E devem valorizar as diferenças uns dos outros, tanto quanto você.

A melhor maneira para que as pessoas se complementem é ter algum entendimento ou interesse no talento do outro. Eu adoro redatores que se interessam em Canva e Photoshop, assim como também valorizo designers que praticam a arte de contar histórias escritas em seu tempo livre.

Dê feedbacks consistentes e também receba.

Alguns podem pensar que pessoas criativas precisam de uma grande quantidade de elogios, mas isso não é verdade. O que é essencial para o processo criativo é um feedback consistente e honesto. Não há nenhuma fórmula matemática para calcular se um artigo está bem escrito ou se um infográfico pode capturar e manter a atenção do espectador, daí a necessidade do feedback.

A relação de como algo é visto e lido ou como pode estar associado aos objetivos da equipe e da marca são essenciais para ajudar a mente criativa a continuar trabalhando.

Preste atenção e seja um bom ouvinte.

Ouvir é o talento mais importante que um gerente pode ter, não importa que tipo de equipe ele tem. No entanto, a equipe de criação pode precisar disso mais do que a maioria. Não porque os artistas não podem fazer coisas por conta própria, mas porque trazer o processo criativo em um ambiente de negócios estruturado exige colaboração. Isso também requer sair do processo normal e colocar certos limites e prazos no lugar.

Você não quer sufocar a criatividade, mas precisa dar estrutura à medida que ela evolui.

O processo criativo geralmente envolve riscos. As vezes é necessário quebrar as regras. Mas isso pode ser a antítese de abordagens de muitas marcas.

Ser um bom ouvinte permite que sua equipe de criação assuma riscos inteligentes que ajudem a sua marca a contar histórias fortes, sem que você tenha que “tirar o pó” do manual de comunicação de crise.

Para se conectar com seu público e convertê-lo em clientes, você precisa criar conteúdo visual de alta qualidade e atraente. Baixe nosso white paper Buyer 2.0 Content Strategy Checklist para ter mais dicas sobre a criação e distribuição de conteúdo.

A autora Victoria Harres é vice-presidente de comunicações estratégicas e de conteúdo na PR Newswire. Sua equipe é responsável por mídias sociais, PR e blogs da marca. Vicky foi a primeira a twittar no @PRNewswire e continua fazendo parte dessa equipe. Se ela não está em sua mesa, você provavelmente irá encontrá-la em seu jardim.

Texto traduzido do Blog Beyond PR, publicado por Victoria Harres no dia 08 de julho de 2016.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire