Snapchat – 11 Dicas para Cativar o Público Com Notícias

Snapchat - 11 Dicas para Cativar o Público Com Notícias

O Snapchat está ampliando sua base e conquistando novos usuários além de seu público de adolescentes.

Na semana passada, o The Wall Street Journal, publicou que 14% dos usuários de smartphones nos EUA com mais de 35 anos estão em Snapchat.

Ao aumentar sua base, com pessoas de maior faixa etária, o app ganha solidez.

Provavelmente, fãs mais jovens do aplicativo estejam o abandonando por não gostarem da ideia de ter que compartilhar este espaço com usuários mais velhos. Porém, essa é uma boa notícia para meios de comunicação e blogs espalhados pelo mundo e que estão à procura de novas maneiras de atingir esse público, anteriormente inexplorados dentro da plataforma.

Se você é novo no Snapchat, nós explicamos funções básicas aqui em nosso guia para iniciantes. Comece por ele caso suas habilidades no aplicativo sejam limitadas.

Se você já o conhece bem e procura novas formas de engajamento para sua marca, veja como aumentar seu público no Snapchat.

HISTÓRIAS NO SNAPCHAT

Ao fazer um snap, você pode envia-lo diretamente para um amigo ou adicioná-lo em “My Stories”. Se você escolher a última opção, abrirá seu conteúdo para um público muito mais abrangente, que poderá visualizá-lo durante 24 horas após sua publicação.

Indo além, o recurso permite criar histórias mais longas, reunindo fotos e vídeos – com até dez segundos de duração – em ordem sequencial.

Isso incentiva o público a se engajar com a sua marca por mais tempo e também a identificar qual tipo de conteúdo mantém a atenção das pessoas ou as dispersa.

Será que o público abandona a sua história após ver sua terceira publicação? Será que ele vê tudo o que você posta? Preste atenção. Sem os conhecidos “likes” ou “corações” para te ajudar a determinar o sucesso do seu conteúdo, essa é uma ótima maneira de conseguir alguma informação.

Jornalistas, blogueiros e grandes publicações estão usando esse espaço para compartilhar trechos de notícias de forma rápida, mostrar o seu lado pessoal e ganhar a confiança de seu público-alvo.

Essa é uma abordagem fácil e divertida, mas suas publicações não podem ser esporádicas.

Aqui estão onze dicas de como engajar e informar o seu público com notícias de última hora e ao vivo.

1 – Crie uma série explicativa.

Os Millennials amam notícias e eles se preocupam com suas questões mesmo que sua leitura seja diferente. Forneça a eles fatos rápidos, com uma série de snaps com fotos e vídeos divertidos acompanhados de informação. Para temas difíceis, como política, essa é uma maneira agradável para informar e educar de forma instantânea.

Crie uma série explicativa.

Uma rápida visão do Snapchat da The Skimms sobre a dívida de Porto Rico e como isso afeta os EUA.

2 – Faça uma pergunta.

Quem não gosta de perguntas inteligentes? Comece o dia fazendo um jogo de verdadeiro ou falso com seu público ou com uma questão de múltipla escolha. Faça relação com uma história que você está escrevendo ou ao veículo ou marca para quem você trabalha. Isso mostra aos seus espectadores quem você é. Compartilhe a pergunta e as respostas por meio de fotos e vídeos para criar uma linha de pensamento. Quando as publicações são feitas de forma continua e criativa os espectadores podem voltar em busca de mais diversão.

3 – Realize entrevistas rápidas.

“Pinga fogo” com respostas rápidas é uma maneira emocionante para ter interação personalizada por meio de vídeo do Snapchat. Faça uma série de perguntas rápida com alguém que você esteja entrevistando e compartilhe ou mostre o local onde isso está acontecendo. Você também pode fazer isso com sua própria equipe, perguntando sobre qual tema as pessoas estão trabalhando, suas preferências e muito mais.

3 – Realize entrevistas rápidas.

A jornalista da Forbes, Natalie Sportelli vai até o restaurante Luke’s Lobster, e compartilha um “pinga fogo” com seu fundador, Luke Holden.

4 – Crie um ponto frequente.

Dê ao seu público algo em que ele possa confiar. Abordar um assunto semanal ou diário sobre algo que esteja em alta em sua publicação pode ajudar a manter o seu público sintonizado. Comente produtos ou cubra a notícia mais importante do dia para manter seus espectadores ligados no seu Snapchat ao longo do dia.

Crie um ponto frequente.

Cenas de série diária da CBS News com as principais notícias do dia.

5 – Deixe sua equipe ajudar.

Sua conta do Snapchat não deve ser apenas responsabilidade da equipe de mídias sociais ou de marketing. Se você tem funcionários que dominem o aplicativo, dê a eles algum tempo como mestre de cerimonias. Algumas políticas internas para seu uso e um treinamento devem ser colocadas em prática, mas isso pode gerar ainda mais engajamento.

6 – Traga-os para o seu mundo.

Mostre para seu público os bastidores de um evento que você está participando, o processo para elaborar uma notícia ou uma reunião de equipe dentro do seu escritório. As pessoas gostam de conhecer a personalidade de uma marca – especialmente se usam o Snapchat – e a melhor maneira de fazer isso é leva-las para um passeio com você. Ver o trabalho que você faz ajuda a criar credibilidade e pode impulsionar conexões emocionais e construir confiança.

Condé Nast Traveler Snapchat

Os funcionários da Condé Nast Traveler levando espectadores para um passeio – desta vez sobre o rejuvenescido rio Queen Mary 2.

The New York Times Snapchat

Equipe do The New York Times compartilha um vídeo ao vivo na apresentação, de alta costura, da Chanel em Paris.

7 – Convidado Snapchat.

Convide uma pessoa de seu interesse para fazer publicações diretamente de sua conta por algumas horas. O convidado poderá ser alguém que você apresentará em uma próxima matéria, ou ser o representante de uma marca parceira. Isso é uma atividade popular no Instagram, os convidados expõem o público a novos conteúdos, expandem seu alcance e aumentam sua comunidade. Se tudo der certo, isso gerará novas ideias para a sua equipe sobre como ou o que compartilhar daqui para frente.

8 – Compartilhe um teaser.

Faça com que os espectadores do seu Snapchat se sintam como privilegiados, com acesso VIP às informações confidenciais. Revele o design da capa da sua próxima edição, mostre trechos de uma história que não será lançada agora para o público em geral ou compartilhe as próximas novidades. Seus seguidores vão se sentir parte do seu projeto. Eles até podem procurar mais detalhes sobre você fora do aplicativo.

Compartilhe um teaser.

Casey Newton do The Verge mostra um pouco do recurso Snapchat Memories, disponível apenas para alguns usuários atualmente.

9 – Foco na narrativa.

Faça com que sua história tenha começo, meio e fim. Em um mundo social que está dominado por selfies, vídeos de shows e fotos de comida, uma história que funciona como uma narrativa tem uma boa chance de se destacar. Múltiplas partes de uma história direcionam a curiosidade de seus espectadores para vê-la por inteiro.

10 – Aumente seus limites criativos.

Todas as ideias para as notícias acima podem caber muito bem em qualquer outra rede social, se você não fizer isso do “jeito Snapchat”. Seja criativo com etiquetas, filtros e ferramentas de desenho. A intenção original do aplicativo é ser um espaço criativo. Então, seja ousado e tente se divertir. Clichês, piadas, hashtags irônicas e trocadilhos podem não funcionar para o tipo de conteúdo que você está acostumado a publicar, mas são apropriados para a plataforma e ajudam a implementar um tom mais coloquial e bem-humorado.

Aumente seus limites criativos.

Washington Post publicou uma série de piadas divertida para o dia dos pais.

11 – Peça feedbacks.

O Snapchat não é uma mídia social comum e ter um feedback pode ser um desafio. Seja criativo ao pedir a opinião de seus seguidores. A plataforma permite interação direta entre duas pessoas. Você também pode ver quem tirou um “print” do seu conteúdo. Pergunte ao seu público se eles gostaram da sua publicação e o que mais lhe chamou a atenção em sua série de snaps. Peça que enviem um comentário ou uma imagem com sua opinião. Eles podem ajudar a determinar o que está gerando buzz, o que querem ver e o que evitar.

Texto traduzido do post escrito por Anna Jasinski no Blog Beyond PR, no dia 13 de julho de 2016. Anna Jasinski é Gerente de Relacionamento com Audiências na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

5 Princípios do Jornal para Aplicar no seu Conteúdo On-line

5 Princípios do Jornal para Aplicar no seu Conteúdo On-line

Eu amo jornais.

Eu sou um ex-repórter – estagiei durante a faculdade, fui colunista de esportes durante seis anos e meu pai trabalhou em um jornal por quase 40 anos. Então, sim, eu tenho uma queda pelos impressos.

Hoje, a escrita ainda é a minha especialidade, mas eu penso um pouco diferente sobre ela.

Quando eu comecei como repórter, eu não tinha ideia do que era SEO – talvez ninguém em 2005. Eu não escrevia para internet, mas para pessoas em que o jornal era entregue à sua porta todos os dias.

Dez anos atrás, eu queria que meu conteúdo aparecesse acima da dobra na primeira página do jornal. Agora, eu quero que ele apareça na primeira página de pesquisas do Google.

Mesmo que muitas coisas tenham mudado quando falamos em meios de comunicação, o bom conteúdo continua sendo essencial.

Você pode surpreender seus editores com conteúdo de qualidade e conseguir com que ele seja publicado na primeira página do jornal, ou “impressionar” o algoritmo do Google ao ser colocado em uma posição privilegiada para busca online.

Aqui estão cinco princípios dos jornais que podem nos ajudar a aprender sobre SEO.

1. Um bom título pode fazer ou quebrar uma história

Imagine que você escreveu o melhor artigo no mundo. Eu estou falando algo para ganhar o Prêmio Pulitzer, com uma escrita que faria Bob Woodward ter inveja.

Mas seu título é ruim. Leve, muito “bonitinho” ou simplesmente confuso. Como ele atrairia a atenção dos leitores?

Quando um leitor abre um jornal, a primeira coisa que ele vê são as manchetes. É por isso que elas estão em negrito e em letras grandes.

Quando você faz uma pesquisa no Google, a primeira coisa que também vê são os títulos. E se eles não forem interessantes, não clicará para acessar o conteúdo.

Dê a seu público uma breve sinopse, provoque-o e faça as pessoas continuarem lendo.

Ninguém disse que isso era fácil. Mas em termos de SEO, os melhores títulos soam natural, e tem um comprimento tweetável (entre 100-120 caracteres), com uma palavra-chave forte e descritiva.

Se um leitor não tem uma compreensão razoável sobre seu conteúdo, ler apenas o título não é eficaz.

2. Jornalistas são tão bons quanto suas fontes ou seus links

Repórteres nem sempre são especialistas no tema da matéria. É importante que eles encontrem as pessoas certas para entrevistar. Bons recursos fornecem background e o contexto necessário.

O mesmo pode ser dito para hiperlinks quando se trata de conteúdo online.

Os links devem direcionar os leitores para uma página com conteúdo em profundidade em seu site que forneça informações extras. Antes de adicionar um link, se pergunte: “como isso pode complementar o meu conteúdo? ”

Você deve ter cuidado quando se trata de hiperlinks – muitos podem prejudicar a visibilidade do seu conteúdo, especialmente quando links duplicados estão envolvidos.

Os leitores são mais propensos a clicar quando há um número limitado de links.

Já viu conteúdo on-line cheio de hiperlinks? Isso é como um artigo de jornal só com citações. O segredo é a moderação.

3. Conheça o seu público

Tudo bem se o seu objetivo é aumentar seu público.

Claro, seu artigo pode aparecer na página de esportes. Mas e se uma pessoa que não é fã de esportes encontrar seu conteúdo? Será que ela vai entender?

Jargões podem ser perigosos. Ao usá-los, há o risco de perder uma parte de seus leitores.

Geralmente, é melhor usar uma linguagem natural e sempre amarrar o seu conteúdo ao público. Conte uma história que qualquer um possa entender. Seja claro. Descreva a tensão. Faça seus leitores se sentirem parte da história ou dentro do estádio.

O mesmo vale para conteúdo on-line – se você escrever para um público específico, você corre o risco de limitar o número de leitores.

Às vezes um jargão é bom. Por exemplo: Se você estiver escrevendo para um blog de tecnologia e você só se preocupa em atingir repórteres de tecnologia, vá em frente. Mas se seu objetivo é ser visto por um grande número de pessoas, não fale sobre taxas de bits variáveis e pontos quânticos. (Eu não sei o que isso significa.)

Infográfico SEO

4. Timing

Sua notícia está pronta: É oportuna, com linguagem natural, possui três citações ótimas e o título está no ponto.

Perfeito… até que algo melhor aparece.

As notícias de última hora podem ser o pesadelo de um repórter. Elas podem enterrar seu conteúdo.

O mesmo pode acontecer com os buscadores. Digamos que você está escrevendo um em um blog sobre cuidados de saúde – “As oito melhores dicas para aumentar os benefícios de sua saúde”.

Você pode publicar seu post totalmente otimizado com uma boa mistura de palavras-chave e frases. E logo em seguida, passados dez minutos – BOOM – “Obamacare é aprovada pelo Congresso”. Diga adeus para a primeira página de pesquisas do Google.

As notícias de última hora estão fora do seu controle. Mas, ainda assim, o timing deve ser cuidadosamente gerenciado. Faz sentido publicar meu artigo hoje?

5. Uma imagem vale mais que mil palavras

Use multimídia! (Sem qualquer formalidade).

Imagens sempre melhoram uma história.

Nos jornais, a história mais proeminente e mais importante aparece acima da dobra na primeira página com uma grande foto.

No on-line, fotos e vídeos também são importantes.

Tente pesquisar no Google por receitas de tacos com camarão. Veja os resultados. Alguns com fotos e vídeos, enquanto outros são apenas em texto. Onde será que você vai clicar?

Uma imagem dá autoridade ao artigo. Use uma imagem para fazer dupla com seu texto, sempre.

Texto traduzido do Blog Beyond Bylines, publicado por Ryan Day no dia 20 de junho de 2016. Ryan é Gerente de Serviços e Conteúdo ao Cliente na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Como Encontrar Novos Ângulos para sua Notícia

Como Encontrar Novos Ângulos para sua Notícia

Na era digital em que vivemos, os criadores de conteúdo têm vários veículos a disposição para contar sua história.

Se você quer escrever artigos para veículos tradicionais, produzir conteúdo para seus clientes, ou simplesmente divulgar seu próprio trabalho, é preciso ficar atento às várias ferramentas e plataformas disponíveis.

Recentemente, quatro mulheres influentes do mercado editorial compartilharam sua visão sobre o assunto em uma apresentação da American Society of Journalists and Authors (ASJA): Sherry Beck Paprocki – VP do ASJA; Tanya Hall – CEO da Greenleaf Book Group; Lottie Joiner – editora sênior da revista The Crisis e Emily Paulsen – escritora especialista em saúde.

Storytelling em diferentes plataformas

Quando Joiner, jornalista de justiça criminal, cobriu o aniversário do caso Freddie Gray, ela contou uma única história de três maneiras diferentes: um tweet ao vivo de uma coletiva que discutia sobre a reforma da polícia; um podcast com uma ativista comunitária e um agente da polícia; e um post de blog.

Joiner também conseguiu levar o material extra de suas entrevistas e escreveu dois artigos diferentes, um para sua publicação trimestral na revista The Crisis, e um para o National Journal’s Next America. As histórias cobriram diversos ângulo em defesa do controle de armas, um assunto importante que ela foi capaz de cobrir de diversas maneiras.

Quando se trata de contar histórias em diferentes plataformas, Joiner acredita que sua “origem” é um ótimo ponto para começar. Uma história é uma notícia em linha reta; mostre-a aos leitores de um ponto específico ou de um assunto, inclua entrevistas, imagens e estatísticas.

“É uma grande porta de entrada para outras histórias maiores”, disse Joiner.

Joiner considera-se uma “generalista em minha especialidade”. Estar aberto a diferentes tarefas ajudará novos storytellers a ganharem mais clientes.

Tenha uma história para contar

Paulsen, escritora especialista em saúde, disse que o importante é o conteúdo – independente do formato escolhido. Ela escreve para profissionais e executivos dá área de saúde e para pacientes.

“Você tem que escolher a sua história e o seu formato de acordo com o público que você está trabalhando”, ressaltou.

Um projeto em que Paulsen trabalhou foi um kit de ferramentas para instrução de pacientes, onde desenvolveu um folheto com informações dos pacientes e outro material de “como usar o folheto” para servir de guia para médicos e enfermeiros.

Ambos foram escritos de maneira muito simples, mesmo o guia, para que pudessem ajudar os clínicos a falar com os pacientes de forma mais humana e sensível, em oposição a tradicional fala médica.

Paulsen sugeriu estar aberta a novos formatos e as ideias dos clientes. Por isso, foi capaz de trabalhar em vários projetos, incluindo o desenvolvimento de um curso sobre como escrever para gerar impacto e um discurso de formatura.

“Seja qual for a história em que você está trabalhando, em qualquer formato, você tem que abordá-la com a mesma integridade e profissionalismo”, disse Paulsen. Isto é o que distingue criadores de conteúdo profissionais de alguém que apenas escreve por dinheiro.

Paulsen também sugeriu “ter sua própria história para contar”. Ela é sempre honesta com ela mesma enquanto escritora, mesmo com o fato de não ter qualquer tipo de formação em medicina ou títulos a frente de seu nome.

Seu último projeto, tem a colaboração de dois parceiros. Eles estão capacitados para assumir projetos maiores de mais impacto, incluindo a documentação para o novo website federal para testes clínicos (ClinicalTrials.gov).

Livro de Conteúdo com Múltiplos Propósitos

Hall da Greenleaf usou seu tempo para falar sobre a publicação de livros e definir autores de sucesso.

“O lançamento de um livro de sucesso se resume a convicção do autor”, disse Hall.

A Greenleaf olha um autor como uma marca. Aproximadamente dois mil livros são publicados diariamente, por isso é importante ter uma “mensagem diferenciada e um apelo muito forte”. Isso começa com o autor e sua história.

A próxima coisa que se deve saber, depois de fixar um autor como uma marca e saber qual experiência ele quer transmitir, é conhecer seus concorrentes – com quem você estará dividindo uma prateleira.

O público vem em seguida, e Hall sugere que escritores devem fazer pesquisas de mercado sobre o que estão escrevendo. Uma ótima maneira de fazer isso é começar a ter um blog, e acompanhar o que está sendo compartilhado, comentado, etc. Lembre-se para quem você está escrevendo.

Manter um inventário de conteúdo é um elemento importante para tornar o processo de escrever um livro mais fácil. A maioria dos escritores consideram apenas os seus artigos e white papers, sem considerar apresentações, webinars e outras peças de conteúdo que podem transcrever ou usar para criar uma nova obra.

Hall recomenda o desenvolvimento de uma “matriz de conteúdo” para identificar o que você já tem. A matriz de conteúdo é uma “planilha organizacional que classifica o conteúdo com alguns fatores ordenados”, explica Hall.

Hall pensou em divulgar materiais de apoio para que os leitores possam lê-los. Escritores querem saber como os leitores implementam o que está sendo prometido no livro. Forneça exercícios, abra discussões, ou outros recursos para fornecer o passo a passo para implementarem o que o livro está tentando ensinar.

15 maneiras de contar uma história

O livro de Paprocki, “50 maneiras de contar a sua história”, começou como um workshop para jornalistas analisarem seu próprio trabalho, como um grupo, e conseguiram chegar em mais de 50 dicas de como fazê-lo. Esse evento rendeu conteúdo para escrever uma lista para a revista da ASJA que foi publicada em um artigo e se tornou um livro.

Paprocki considera seu livro um manual para pequenas empresas, explicando o quanto é importante contratar alguém que tenha habilidades para contar suas histórias e criar sua marca.

Paprocki compartilhou 15 maneiras de contar uma história. Claro, existem muitas outras, mas esse é um bom começo:

  • histórias de marca;
  • biografias;
  • resumos;
  • páginas FAQ;
  • auditoria de mídia social;
  • planos estratégicos de mídia social;
  • análise de mídia social ou Big Data;
  • estudos de caso;
  • vídeos;
  • discursos;
  • cartas para o editor;
  • colunas de opinião;
  • revistas de nicho;
  • relatórios anuais;
  • e-books e livros.

Se você é um repórter, blogueiro, autor ou criador de conteúdo, o ProfNet pode ajudá-lo com suas buscas por fontes especializadas. Faça uma consulta entre milhares de especialistas, sobre diversos temas, e encontre um profissional para sua entrevista ou citação. A melhor parte? É grátis! Comece sua busca agora: prn.to/sendaquery

Texto traduzido do Blog Beyond Bylines, publicado por Stephanie de Ruiter no dia 22 de junho de 2016. Stephanie é Analista de Mídia na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Laila Coelho – Autenticidade é o Segredo para Blogs de Sucesso

Assumidamente apaixonada por moda, viagens, culinária e assuntos de beleza, Laila Coelho, jornalista e consultora de imagem e estilo, iniciou seu trabalho como blogueira com o intuito de compartilhar suas experiências.

Hoje, com site novo e recém-lançado (lailacoelho.com.br), a blogueira Laila Coelho nos conta um pouco sobre seu trabalho e o mercado de blogs, cada vez mais em ascensão.

Acompanhe a entrevista feita pela PR Newswire:

Laila Coelho – Autenticidade é o Segredo para Blogs de Sucesso

1. Como surgiu a ideia de criar um canal no Youtube? Quando e por que você se viu na necessidade de lançar o blog? 

A ideia surgiu a partir de um sonho que sempre tive em ser apresentadora de TV. Quando vi que poderia desenvolver esse lado de vídeos pelo Youtube e ainda me divertir, não pensei duas vezes e criei meu canal! A ideia do blog veio depois, a partir dessa necessidade em dividir cada vez mais coisas e assuntos com as leitoras!

2. Todo o conteúdo divulgado em seus canais de mídia é produzido por você ou há uma equipe de auxílio?

É tudo comigo e com as sugestões das leitoras que estão sempre ali me dando aquele HELP com sugestões e hoje tenho a Nath que me ajuda a editar os vídeos.

3. Você acha útil receber nossos releases? Utiliza-os para a produção do conteúdo de suas redes?

Acho legal sim! A gente consegue ter uma dimensão de novos conteúdos.

4. De que maneira você acredita que os blogs estão influenciando o mercado da moda e os hábitos de consumo?

Acho que antigamente eram os artistas e celebridades que faziam isso. Com as blogueiras isso facilitou mais para as pessoas acreditarem que você não precisa estar na TV para ser ou para pertencer a algo, sabe? Acho que humanizou um pouco e desmistificou esse mundo que parecia muito distante!

5. Considerando o alto índice de blogueiras especializadas em moda e beleza, o que você considera essencial para se sobressair dentro deste universo?

Autenticidade! Eu me mantenho firme nos meus ideais e sonhos. O que eu quero para o meu futuro, sempre vem na frente de qualquer decisão.

6. Como você lida com a responsabilidade de ser uma referência de moda para milhares de seguidoras no Brasil?

Até eu entender isso demorou um pouco. Hoje sei que influencio pessoas não só na moda, mas em qualquer aspecto em que eu fale, é muita responsabilidade. Mas sou muito feliz trabalhando com isso e podendo ajudar pessoas.

7. Do ponto de vista jornalístico, você acredita que a explosão de blogs e o aumento contundente de influenciadoras digitais é um aspecto positivo ou negativo?

Super positivo! Como falei acima, humaniza e traz para o real tudo isso que até pouco tempo parecia distante, e eu sou jornalista também, então super apoio.

8. Como descreveria sua experiência na TV? Há novos projetos em vista?

Maravilhosa, sonho realizado! Sim, muitas coisas novas estão por vir! Por enquanto não posso falar, mas vai ser o máximo!

*Se você é um jornalista, blogueiro, autor ou criador de conteúdo, o ProfNet pode te ajudar a encontrar fontes especializadas. Tudo que você tem que fazer é preencher um rápido formulário dizendo o que você procura, o seu prazo, e como você quer ser contatado, para colocarmos você em contato com os especialistas mais apropriados em nossa rede. A melhor parte? É GRÁTIS! Comece agora.

Por Larissa Nalin, Pesquisadora de Mídia
PR Newswire

Como a Mídia Social Mudou a Forma de Fazer Notícia

Como a Mídia Social Mudou a Forma de Fazer Notícia

As mídias sociais estão mudando a forma de como as notícias são divulgadas, mas algumas regras antigas ainda prevalecem. Segundo Aaron Davis do Washington Post, se você está em uma reunião e escuta um “furo” exclusivo e na sala não há outros jornalistas presentes, e a notícia nunca foi divulgada nas redes sociais, guarde-a para você.

Davis cobre política e governo e, recentemente, esteve no Society of Professional Journalists Panel com dois outros colegas para discutir os desafios de cobrir a capital dos Estados Unidos.

“A internet mudou a forma de divulgação das notícias”, Davis menciona que o jornal Washington Post sempre considera o timing para suas publicações. “O planejamento virou de cabeça para baixo”.

Muitas das principais notícias do Washington Post são colocadas on-line logo cedo – perto das 06:00 ou 07:00 – literalmente, quando as pessoas estão acordando para ler as notícias em seus smartphones. O próximo grupo é liberado pouco antes do almoço, quando os leitores de novo estão on-line para ver o que está acontecendo.

A estratégia se intensifica ainda mais quando se trata de segurar notícias que poderiam ser publicadas no período da tarde ou até mesmo considerar divulga-las na manhã seguinte.

Publicar no impresso ou on-line? Dicas para novos jornalistas

Dicas para novos jornalistasDevemos considerar a experiência do leitor.

O que é uma tendência no Washington Post on-line não pode ser uma notícia adiada para publicação impressa de primeira página no dia seguinte. A escolha depende de como o dia se desenrola, diz Davis.

Washington não é única – é como qualquer outra cidade com uma infinidade de notícias locais.

Então, o que ela tem a oferecer quando falamos de cobertura local? Se você responde política, não está errado, mas saiba que o DC está repleto de outras notícias.

Segundo Kavitha Cardoza, repórter que cobre educação na rádio WAMU (FM) de Washington e é membro do corpo docente do Departamento de Comunicação da American University, diz que a estação está adicionando novos “ritmos”.

Entre eles, raça e etnia agora tem seu espaço. Antes, o WAMU dividia notícias de acordo com a geografia, com profissionais cobrindo estados diferentes como Maryland e Virginia.

O Washington Post também pensa no DC como uma cidade em transição – visualizando economia e sociedade, diz Davis.

“A questão racial no DC é uma questão bastante interessante”, diz ele, acrescentando que a cidade costumava ter uma maioria negra. “Agora não tem maioria, mas ainda é muito segregada”.

Twitter para anotações

Cuneyt Dil, fundador da newsletter District Links e freelancer em The Current Newspapers, diz que ele fica atento às notícias em desenvolvimento. Sejam elas sobre os bairros do distrito frente a um grande progresso ou sobre empresas, Dil sempre quer “encontrar o ângulo do DC”.

The Washington Post, Davis traz uma analogia usada por outro jornalista que uma vez o surpreendeu:

“Use o Twitter quase como o seu caderno de notas”, disse Davis. “Tweet sobre as coisas mais interessantes, permitindo que os leitores fiquem informados sobre todos os fatos quase tão rápido quanto você. Em seguida, volte e crie uma notícia”.

No painel, ele se despediu com um conselho para os novos jornalistas que estão entrando para começando a ingressar nessa atividade:

  • Construa um público no Twitter. Tenha um perfil online que fale sobre você.
  • Saiba como fazer tudo. Familiarize-se com áudio e vídeo. Tire fotografias. Seja capaz de construir imagens.
  • Conheça o seu ofício. Cardoza acrescentou que estagiar em um veículo impresso é difícil. “Você deve começar pelo impresso”, diz ela. “Às vezes, vejo jovens estagiários que querem ser jornalistas, mas eles estão muito focados em mídias sociais. Existem princípios básicos do jornalismo que você tem que saber”.
  • Escreva rápido. Na mesma rapidez que escreve, você deve ser capaz de conquistar as pessoas; sua escrita deve chegar ao editor rápido. “Não conte com a publicação para você ser melhor”, diz Davis. “Você tem que ser melhor”.

Texto traduzido e adaptado do Blog Beyond Bylines, publicado por Christine Cube no dia 18 de maio de 2016. Christine é Gerente de Relacionamento com a Mídia da PR Newswire.

Tradução e adaptação: Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Guia para Iniciantes: Como Encontrar seu Ritmo ao Criar um Blog

Guia para Iniciantes: Como Encontrar seu Ritmo ao Criar um Blog

Criar o seu próprio blog pode ser um pouco assustador.

É como uma corrida – há muita preparação envolvida para manter a sua resistência durante uma prova.

Há também expectativas e dúvidas de como você deve percorrer o seu caminho entre a multidão.

Mas se você começar a trabalhar e se preparar, você pode realizar seus objetivos e conseguir grandes recompensas.

Assim como no espírito de corrida, aqui estão algumas coisas para você pensar quando você estiver pronto para escrever:

Faça sua lição de casa. Observe seu percurso. Você teve tempo para treinar? O clima e época do ano também são decisivas no trabalho. Assim são as fases iniciais de um blog. É preciso planejar e definir a estratégia e traçar os objetivos. Visite outros blogs e preste atenção como eles trabalham. Desenvolver um estilo e ritmo individual é necessário, mas se houver um tema que você julga ser interessante, pode replicar no seu blog.

Obter o equipamento certo. Qualquer corredor pode confirmar que o par de tênis de corrida certo faz toda a diferença. Como um blogueiro, é importante encontrar as ferramentas certas para você continuar. Explore o que há disponível e encontre a plataforma certa para o seu blog. Invista tempo (e dinheiro, se puder) em um bom design para ajudar a envolver os leitores e mostrar a sua credibilidade. Se você não tem certeza por onde começar, aqui estão algumas das nossas ferramentas de design para blogs favoritas.

Coloque ritmo. Não faça muito de uma vez. Comece com um pouco de cada vez e construa resistência, colocando um pouco mais a cada dia. Tudo bem ter um dia de folga ou dormir um pouco mais. Tente de novo e você encontrará o seu ritmo – você também achará exatamente onde  e como você precisa se posicionar. Para se manter na corrida, trabalhe em um calendário editorial para o seu blog. Isso o manterá responsável por seus objetivos, enquanto segue suas ideias e se lembra de conteúdos passados.

Encontre parceiros. Lute contra a rotina e permaneça flexível. Às vezes mudar as coisas ou encontrar um novo caminho é o melhor remédio. Para os corredores, um grupo de apoio pode ser a chave para contribuir com o seu desenvolvimento no esporte. Ter um blog, assim como correr, às vezes pode ser um trabalho muito solitário, por isso faça amigos blogueiros. Participe de uma comunidade ou de chats no Twitter.

Inspire-se. É preciso apenas tempo e prática para construir audiência para o seu blog. Que tal ouvir aquela playlist animada para servir de combustível para terminar sua prova? Assim como na corrida, que você pode estar nos últimos quilômetros para terminar e a música te dá aquele gás final, às vezes ver o trabalho criativo de outras pessoas pode aumentar a sua capacidade para desenvolver o seu assunto. Se você não faz isso, inscreva-se por meio do feed RSS dos Blogs. Ler outro blogueiro que você gosta pode ser inspirador e ajudar a mantê-lo no ritmo.

Reflita sobre seu duro trabalho. É uma ótima sensação quando seu trabalho compensa, não é mesmo? Mas é sempre bom olhar para trás e ver como você conquistou seu objetivo (ou o que deu de errado, se você não conseguiu). Como um corredor, você pode se perguntar: Eu estou feliz com meu tempo ou há algo que eu possa mudar para melhorar a minha próxima corrida? Como blogueiro, uma vez que você publicou seus pensamentos, você está satisfeito com o impacto que conseguiu. Preste atenção ao que funciona para você e aproveite as tendências. Como correr, quanto mais você escreve, melhor você escreverá.

Uma vez que você atingir uma meta, se recompense. Faça uma pausa, mas não pare por muito tempo – há muita estrada pela frente.

Texto traduzido do post escrito por Stephanie Donovan no Blog Beyond Bylines, no dia 14 de abril de 2016. Stephanie é Senior Customer Content Specialist na PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

6 Dicas para Criar Infográficos Incríveis para suas Histórias

6 Dicas para Criar Infográficos Incríveis para suas Histórias

Ao trabalhar em um artigo ou post do blog, pode ser um desafio encontrar o conteúdo multimídia certo para compor o seu texto.

Você pode não ter sempre o tempo ou meios para produzir um vídeo, ou ele pode não ser a melhor opção para o conteúdo. Talvez, você não tenha fotos e certeza se quer usar um banco de imagens.

No entanto, algumas dessas frases podem ser verdadeiras:

  • Você tem alguns números ou dados importantes
  • Você acredita que poderia usar símbolos ou iconografia para ajudar a explicá-los
  • Você tem um conjunto de dicas que podem se bullet points ou instruções passo-a-passo
  • Você tem um tema focal que pode se tornar uma imagem que as pessoas vão querer compartilhar

Em qualquer um destes casos, a criação de um infográfico para mostrar seus dados pode ser mais vantajoso para contar a sua história.

Uma vez que convencido de que um infográfico é o que você precisa, existem alguns prós e contras de ter espectadores lendo e compartilhando seu conteúdo.

O QUE NÃO FAZER

Não tente abordar vários temas.

Seu artigo é realmente o lugar para expandir ideias. O infográfico é sua chance de resumi-las –e provocar o público – sobre o conteúdo que o acompanha. Um foco limitado ajuda você a ser capaz de obter um rápido conjunto de fatos sobre um único tópico para o seu público através de meios visuais. Se limite a um tema ou conjunto de dados, se possível. Se alguém olhar, e souber imediatamente a sua mensagem, você conseguiu.

Não encha o seu infográfico com muitos dados ou frases longas.

Não encha o seu infográfico com muitos fatos que as pessoas nem sequer vão começar a lê-lo. É comum ver infográficos longos e finos que continuam a compartilhar seus dados abaixo da página. Embora isso possa ser eficaz se você tem muitos dados para compartilhar, e não tem outra opção, é melhor ter um infográfico que com uma única seção de informações. Se você precisa fazer um infográfico longo para o seu conteúdo, o quebre em pedaços menores que possam ser compartilhados separadamente um do outro. Isso está “OK” para se ter mais de um infográfico!

Não esconda informações em um infográfico que não estão também no seu texto.

Esta dica é especialmente importante se você estiver usando o seu infográfico em conjunto com importantes notícias financeira, legais ou regulamentares. Não enterre fatos em um infográfico e se não for cobri-los em seu artigo. Você quer que esse infográfico ajude a sua credibilidade se estabeleça como um recurso criativo. Esta é uma oportunidade para destacar seus pontos mais importantes de uma forma atraente e visual – use isso!

O QUE FAZER

Preste atenção na organização.

Organizar o seu conteúdo de uma maneira que faça sentido para aqueles que procuram, pode ser tão importante – se não for ainda mais importante – do que a própria notícia. Passe algum tempo planejando o que você quer dizer e coloque isso de uma forma que, de forma imediata e aparente, seja identificado à primeira vista. Se o leitor tem que gastar muito tempo tentando descobrir o fluxo do infográfico ou manter o controle da mensagem, parte da retenção para sua informação será perdida. Vale a pena ter tempo para usar títulos de seções, linhas, alterações de cor e sombras para ajudar a organiza-lo de forma eficaz.

Mostre o impacto com tipografia e cores.

Tipografia pode ser uma ferramenta poderosa para ajudá-lo a expressar a sua mensagem. Se você quer inspirar alguém a agir, talvez você possa usar uma fonte em negrito ou ainda mais ousada. Se você tem uma mensagem mais elegante e refinada, talvez você queira usar uma fonte escrita. Se a mudança de fonte pode ajudá-lo com o objetivo do seu infográfico, considere mudar.

A cor é igualmente importante. Cores não são apenas uma marca ou prestando atenção a avaliação psicológica de que as cores são mais eficazes em mensagens. Use cores para chamar a atenção para palavras ou frases importantes, organizar o conteúdo, ou para se correlacionar com a simbologia da sua mensagem. Se você tem um aviso urgente, você provavelmente não quer que isso seja um texto amarelo sobre um fundo branco, por exemplo.

Ilustre o seu ponto.

Um infográfico é uma oportunidade única de usar símbolos e iconografia para trabalhar como uma mensagem subliminar para o telespectador. Muito parecido com a seta no logotipo da FedEx, um bom ícone ou símbolo pode ser tão eficaz como muitas palavras. Você não precisa dizer a um leitor sobre o índice de calor se trabalhar com um termômetro em seu infográfico, por exemplo. Com um pouco de planejamento para uma imagem simples, você pode acrescentar muito mais à sua mensagem em um curto espaço de tempo do que parágrafos de texto podem fazer por você.

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Texto traduzido do post escrito por Jaimee Bruening no Blog Beyond Bylines, no dia 23 de março de 2016. Jaimee é um Gerente de Serviços on-line da MultiVu / PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire