A tecnologia que vestimos e o mundo fitness


Pulseiras, calçados e roupas não serão mais os mesmos no mundo fitness, que atualmente está muito além das dietas, exercícios e comidas orgânicas. Uma das tendências dos praticantes de musculação, corrida e esportes individuais são os dispositivos wearables, que proporcionam comodidade e fácil mobilidade para o público esportivo. As empresas especializadas em criação de gadgets estão em uma corrida “corpo a corpo” para concretizar a fidelização e o engajamento dos clientes. A última a lançar um wearable foi a Microsoft, que lançou a Microsoft Band. Segundo o IT Channel, o aparelho é “como uma ponte entre um smartwatch e uma pulseira fitness desenvolvida a pensar nas atividades ao ar livre.” A novidade da Microsoft, disponível temporariamente apenas nos Estados Unidos, verifica funções fisiológicas como: frequência cardíaca, quantidade de calorias queimadas, qualidade da sua noite de sono, dentre muitas outras, além de lembranças de boa conduta para manutenção da saúde, apesar da necessidade de conexão com os demais aplicativos de Microsoft. O mercado de wearables está em alta no Brasil, e isso o torna um investimento bastante rentável na área. Segundo o Mundo Marketing, o segmento foi responsável por movimentar US$ 9 bilhões em 2014 e a expectativa para os próximos três anos (até 2018) é que essa marca salte para R$ 30 bilhões, de acordo com levantamento feito pelo banco Credit Suisse.

Pulseiras, calçados e roupas não serão mais os mesmos no mundo fitness, que atualmente está muito além das dietas, exercícios e comidas orgânicas. Uma das tendências dos praticantes de musculação, corrida e esportes individuais são os dispositivos wearables, que proporcionam comodidade e fácil mobilidade para o público esportivo.

As empresas especializadas em criação de gadgets estão em uma corrida “corpo a corpo” para concretizar a fidelização e o engajamento dos clientes. A última a lançar um wearable foi a Microsoft, o Microsoft Band. Segundo o IT Channel, o aparelho é “como uma ponte entre um smartwatch e uma pulseira fitness desenvolvida pensando nas atividades ao ar livre.” A novidade da Microsoft, disponível temporariamente apenas nos Estados Unidos, verifica funções fisiológicas como: frequência cardíaca, quantidade de calorias queimadas, qualidade da sua noite de sono, dentre muitas outras, além de lembranças de boa conduta para manutenção da saúde, apesar da necessidade de conexão com os demais aplicativos da Microsoft.

O mercado de wearables está em alta no Brasil, e isso o torna um investimento bastante rentável na área. Segundo o Mundo Marketing, o segmento foi responsável por movimentar US$ 9 bilhões em 2014, de acordo com levantamento feito pelo banco Credit Suisse, e a expectativa para os próximos três anos (até 2018) é que essa marca salte para R$ 30 bilhões.

Por Bruno Sutero, Coordenador de Banco de Dados

PR Newswire

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