#JeSuisCharlie – Mídia, Jornalismo e Liberdade de Expressão


Atentado de ontem a sede da revista satírica Charlie Hebdo deixou 12 mortos e 11 feridos.

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NO PASSADO. Não é a primeira vez que publicação sofreu um atentado. Em novembro de 2011 o escritório da revista foi atacada por uma bomba logo após a divulgação de uma charge do profeta Maomé como capa de uma de suas edições. A imagem trazia a frase “Cem chicotadas se você não morrer de rir”, como referência a lei muçulmana Sharia, baseada no Alcorão, livro sagrado do Islamismo. Além disso, na ocasião o site da Charlie Hebdo foi invadido e mostrava imagens de uma mesquita com a frase “Nenhum Deus além de Alá”.

Na época, Stéphane Charbonnier – editor da publicação disse: “Em todo caso, não há dúvida de que não faremos concessões aos islamistas. Nós vamos continuar”.

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Homenagem da AFP

JANEIRO DE 2015. Oito funcionários da revista estão na contagem de vítimas fatais: Stéphane Charbonnier (Charb) – editor da publicação, os cartunistas Wolinski, Jean Cabu e Bernard Verlhac (Tignous), o vice-editor Bernard Maris, o desenhista Phillippe Honoré, o revisor Mustapha Ourad e a psicanalista Elsa Cayat. Dois policiais também foram mortos, além de um funcionário do prédio onde se localiza o Charlie Hebdo e um colaborador. Entre os 11 feridos, quatro estão em estado grave. Segundo o Comitê para a Proteção de Jornalistas, esse foi o pior ataque à mídia desde 2009.

Segundo policiais, os terroristas gritavam “Vingamos o Profeta”, fazendo referencia a Maomé, personagem satirizado pela revista e que provocou revolta entre os muçulmanos.

VIGÍLIA EM PARIS. Em solidariedade as vítimas do atentado, mais de 100 mil pessoas foram às ruas em várias cidades francesas. Sindicatos, associações, meios de comunicação e partidos políticos convocaram a população para uma vigília às 17h na Praça de la Republique, centro de Paris. Alguns manifestantes usaram cartazes com a mensagem “Je suis Charlie” (“Eu sou Charlie”).

REPERCURSÃO. A hastag #JeSuisCharlie virou símbolo de defesa de liberdade de expressão e forma adotada pelos internautas para prestarem sua solidariedade as vítimas pelas redes sociais. O ataque também está sendo abordado de diversos ângulos pelos meios de comunicação.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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