Storytelling – Você pode não Saber, Mas Precisa de Histórias


Um bom filme é uma alternativa para deixarmos nosso cérebro viajar sem muito esforço. Mas não é só nos nossos momentos de ócio que preferimos deixar nossa mente livre e entrar em uma nova história. Essa necessidade que sentimos em vivenciar uma realidade diferente da que vivemos está mais que comprovada e vem sendo adotada em vários tipos de mídia e formatos. E presente na estratégia de marketing para marcas de grandes empresas.

 Histórias Storytelling

Você pode até não saber o é Storytelling, ou o que essa palavra significa. Mas certamente ela está presente na sua rotina mais do que você possa imaginar.

Basta entrar no metrô para deixar os seus ouvidos entrarem na história alheia. Há quem prefira passar esse tempo de trânsito na companhia de um livro. E os mais tecnológicos acompanham assistem suas séries preferidas usando smartphones enquanto estão no trajeto de casa. Isso por que gostamos de uma boa história.

Para quem não sabe, Storytelling é uma palavra em inglês que significa “contar histórias”.

 

Há algum tempo os profissionais de marketing e especialistas em comunicação identificaram o potencial que as histórias têm para conseguir e manter a atenção do público em sua mensagem e conteúdo. Grandes marcas usam o Storytelling para garantir eficiência e audiência.

Pelo lado da ciência e pesquisas, segundo um estudo da Nielsen, os consumidores querem conexões pessoais na coleta de informação e envolvimento com as mensagens. Assim como outros estudos ao longo dos anos têm demonstrado que nossos cérebros se envolvem mais em histórias do que com fatos brutos. No fundo, o que gostamos mesmo é de uma boa história.

O site Fast Company publicou um texto sobre esse assunto. Intitulado Why Our Brains Crave Storytelling in Marketing, destaca que quando lemos dados (como um post em formato de lista: 10 formas para… ou 5 dicas de…), apenas as partes da linguagem do nosso cérebro trabalham para decodificar o significado. Diferente disso, quando lemos uma história, não só as partes da linguagem do nosso cérebro são acionadas, mas também outras partes que usaríamos se estivéssemos realmente experimentando ou vivenciando o que estamos lendo.

Para se ter uma ideia, nossos cérebros são ávido por histórias. Passamos cerca de um terço de nossas vidas sonhando – nossas mentes estão constantemente à procura de distrações, o único momento que deixamos de sonhar acordados é quando temos uma boa história sendo contada.

Se a sua marca pretende conseguir um final feliz, conte uma boa história.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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