Jornalismo no Instagram – Fotojornalistas e Fotografia Digital

Entre fotógrafos amadores e profissionais, o Instagram reúne mais de 200 milhões de usuários.

 

O aplicativo de imagens é usado para registrar momentos do cotidiano. Conceitos de fotografia como abertura do diafragma, tempo de exposição, foco e profundidade de campo podem ser deixados de lado no Instagram. Criado para que qualquer pessoa, com pouca ou nenhuma introdução à fotografia, consiga manipular suas próprias imagens com simplicidade. Basta um toque para captura-las e depois se divertir com as opções de filtros disponíveis no app.

Contrariando alguns críticos, que veem o Instagram como um prejuízo à produção fotográfica, muitos fotógrafos profissionais usam a rede social para divulgar seus trabalhos. Sejam imagens artísticas, editoriais ou fotos jornalísticas.

Em seu site, o Marshable publicou uma lista com 14 fotojornalistas que usam a rede social para publicar fotos. Intitulado 14 Instagram Photojournalists Who Will Open Your Eyes to the World, o texto aborda a diversidade de publicações entre usuários e a crescente expansão do aplicativo pelo mundo. Além de trazer detalhes sobre os profissionais que ilustram o post com suas imagens.

#1. David Guttenfelder: (dguttenfelder)

Instagram_Photojournalism

Fotógrafo da Associated Press e sete vezes vencedor do prêmio World Press Photo, foi nomeado fotógrafo do ano do Instagram pela revista TIME.

#2. Phil Moore: (philmoorephoto)

Instagram_Photojournalism

Fotojornalista freelance na África Oriental. Phil captura imagens de fortes como a violência no Congo, e os conflitos na Líbia durante a “Primavera Árabe”. No Instagram, suas publicações retratam a paisagem Africana.

#3. Benjamin Lowy: (benlowy)

Instagram_Photojournalism

Um dos cinco fotojornalistas selecionados da revista Time para documentar o furacão Sandy via Instagram quando a tempestade atingiu Nova York. Uma de suas fotografias apareceu na capa da revista.

Confira a lista completa e o trabalho dos fotojornalistas no site Mashable. Se você segue ou é um fotógrafo profissional que usa as redes sociais para publicação de conteúdo jornalístico, deixe seu perfil nos comentários e divulgue seu trabalho.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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MEDIAware Brasil – Novidades da Mídia e de Jornalistas

Bem-vindo ao MEDIAware, a newsletter mensal com o resultado das pesquisas da equipe de mídia PR Newswire.

MEDIAware tem como objetivo trazer a seleção das mais importantes atualizações da mídia e dos jornalistas que ocorrem em todo o Brasil, através do trabalho feito por nossos pesquisadores. Caso tenha informações sobre alterações recentes na mídia e/ou sobre profissionais de comunicação ou dúvidas a respeito do conteúdo, entre em contato pelo e-mail: mediapt@prnewswire.com.

MEDIAware_PR Newswire

 

1. Agência EstadoAgência Estado (São Paulo, SP): Patrícia Bull, Ricardo Criez (@RicardoCriez) e Tais Laporta deixaram a Agência Estado. Patrícia está como repórter especial no Brasil Econômico (pbull@brasileconomico.com.br). Ricardo está atuando como escritor e Tais Laporta (tlaporta@igcorp.com.br) está como editora-assistente econômica no Portal IG. Por outro lado, chegou a Agência Estado, a editora-assistente de Finanças Marcelle Gutierrez (marcelle.gutierreza@estadao.com.br) que veio do DCI.

 

 

2. Diário do Amazonas

 

Diário do Amazonas (Manaus, AM): Filipe Carvalho (@fcarvalho7) e Hudson Braga deixaram o jornal para trabalhar em outras áreas da comunicação.

 

 

3. Jornal de Piracicaba

 

Jornal de Piracicaba (Piracicaba,SP): Cristiane Sanches(@crisbsanches), Iuri Botão (@idbotao), Patricia Guimarães e Rubens Vitti  Jr. Deixaram o jornal para trabalhar em outras áreas da comunicação.

 

4. Jornal do Comércio

 

Jornal do Comércio (Porto Alegre, RS): Denise de Rocchi (@derocchi), Leandro Brixius (@lebrixius) e Mayara Bacelar (@mayarabacelar) deixaram o jornal. Denise está como repórter geral na Agência Radioweb (denise@agenciaradioweb.com.br ), Leandro está como editor do caderno de Empregos no jornal Zero Hora (leandro.brixius@zerohora.com.br) e Mayara está trabalhando como freelancer (mayarabarcelarr@gmail.com).

 

5. Jornal do Comercio

 

Jornal do Commercio (Rio de Janeiro, RJ): Ana Beatriz Thieme deixou o Jornal e atualmente está na Dow Jones Newswires como repórter freelancer na área de economia. Dirley Fernandes (@dirleyfer) deixou a editoria do Jornal, atualmente está como editor na revista “História Viva” (redacaohistoriaviva@duettoeditorial.com.br). Fabio Teixeira deixou o jornal e está como freelancer.

 

6. Jornal do DF

 

Jornal do DF (Brasília, DF): Wilma Magalhaes(@wilmamagalhaes), diretora do Jornal do DF, está respondendo através do novo e-mail wilmamalhaes1@gmail.com

 

 

7. TV Bandeirantes

TV Bandeirantes (São Paulo,SP):  Livia Filadelfo, Marcos Freitas e Vanessa Braga deixaram a TV Bandeirantes.  Lívia está atuando como editora do “Jornal do SBT” (liviafiladelfo@sbt.com.br), Marcos está como editor no “SBT Repórter” (marcosfreitas@sbt.com.br) e Vanessa Braga está no “Jornal da Record” como editora do programa (vbraga@sp.rederecord.com.br).

 

Conheça também a seleção das mais importantes atualizações da mídia e dos jornalistas estão acontecendo em outros países da América Latina: *MEDIAware Latam. Caso tenha outras informações sobre alterações recentes na mídia e/ou sobre os profissionais de comunicação ou dúvidas a respeito do conteúdo, entre em contato com nossa equipe de Relacionamento com a Mídia pelo e-mail: mediapt@prnewswire.com.

 

10 Práticas Recomendadas pelo Facebook para Marcas

Essa semana o Facebook lançará um guia de boas práticas reunindo 10 dicas desenvolvidas pela Creative Shop (divisão de criação do Facebook Brasil), com objetivo de auxiliar as empresas nos bons resultados dentro da plataforma a não correrem o risco de serem “ignoradas” pelo público, fato que está ocorrendo em outras mídias sociais.

Facebook Brands_ Dove-Ben&Jerrys-Coca Cola-Harley Davidson

No portal ProXXIma há um relatório de inteligência de social media da Adobe, a maioria das mídias sociais sofreram uma queda na receita fornecida por sites de vendas. O Facebook foi o único a obter um crescimento de 2% em comparação ao trimestre anterior. Por outro lado, o Twitter e Tumblr observaram um declínio de 23% e 36% respectivamente.

Segundo o mesmo portal, o estrategista do Facebook Cris Dias afirma que, “se as empresas não criarem um conteúdo excelente, os usuários simplesmente irão ignorá-las”.Ele ressalta também que a principal estratégia da marca deve focar no Newsfeed, levando em conta que mais da metade do tempo dos 83 milhões de usuários no Brasil destinado à plataforma, está lá.

Conheça a seguir as 10 práticas de marca recomendadas pelo Facebook, com comentários do estrategista.

#1. Uma marca é um ponto de vista

Fanpage Dove Facebook

“Não tente agradar todo mundo. Quando uso uma camiseta da Nike ou um celular da Apple, as pessoas olham e entendem o que eu quero transmitir sobre mim. A marca Dove, por exemplo, é a que enaltece a beleza interior da mulher. Por isso, todos os posts de Dove devem ressaltar este ponto de vista.”

 

#2. Conte histórias, não apenas fatos

“Ninguém pega o celular antes de dormir e assim que acorda por causa de marcas. No newsfeed, as marcas competem com histórias reais, com amigos e família. Mas a boa publicidade sempre soube contar boas histórias e, no Facebook, não é diferente. Certas coisas nunca mudam.”

#3. Gatos: use apenas se você vende ração para eles

“As marcas não estão no Facebook para ganhar likes, e sim para gerar resultados de negócio. Todo mundo faz post baseado em datas especiais, mas todo dia do ano é dia de alguma coisa. Faça apenas se a data for importante para a sua marca ou crie uma nova data comemorativa.”

#4. Explore o poder das imagens

Fanpage Ben & Jerry Facebook

“Isso é essencial. Além disso, nunca faça um banner no Facebook – é o pior tipo de banner que existe, porque ele nem se mexe. Ao longo do tempo, nós fomos treinados para ignorar banners, e nosso algoritmo penaliza gravemente quem é marcado com um ‘Não quero mais ver isto’. Faça uma imagem linda, marcante, ou invista em fotos que seus amigos poderiam ter feito. Ben & Jerry faz isso com consistência e muito bem.”

#5 Texto? Curto

“Um estudo mostrou que o post de uma pessoa comum tem, em média, 16 palavras. O post mais compartilhado da história, comemorando a reeleição de Barack Obama, trazia uma imagem maravilhosa, que a equipe guardou para aquele momento, e apenas três palavras: ‘Four more years’ (em português, “Mais quatro anos”). É legal deixar espaço para a imaginação.”

#6. Mobile ready? Mobile best

“Hoje, o Facebook tem 58 milhões de usuários ativos mensais em mobile no Brasil. Mas as marcas devem pensar no device usado, porque nosso algoritmo também decide se vai mostrar algo ou não por ele. Em feature phone, não dá para mostrar imagem. Sugiro ainda fazer vídeos nativos – eles têm alta taxa de play. Se você jogar o cara para fora, ele pode ter de pagar para ver o vídeo. Também recomendo segmentar post: por exemplo, só quero exibir para quem estiver no Wi-Fi.”

#7. Criador e curador de conteúdo

Content Coca-Cola Social Media

“Não se trata apenas de criar conteúdo. Muitas marcas fazem um ótimo trabalho de curadoria, com uma equipe que procura e edita histórias de pessoas reais envolvendo a marca. O Instagram de Coca-Cola é só curadoria, é 100% feito por consumidores.”

#8. Consistência, consistência, consistência

Fanpage Harley Davidson Facebook

“Não conte uma história apenas uma vez. Seja consistente, senão a mensagem não fixa. Harley Davidson sempre coloca uma mulher em suas imagens, e vai repetindo aquilo. Deste jeito, a mensagem que ela quer passar acaba entrando no imaginário dos consumidores.”

#9. Arte + ciência

“Numa plataforma tecnológica, você pode usar as ferramentas disponíveis para entender o seu público. Também pode testar, entre poucas pessoas, qual post causa mais impacto. Só mudar as cores usadas já faz toda a diferença: para vender mais, os players de e-commerce fazem testes o tempo todo. E, é claro, você deve segmentar os seus posts. O X-Tudo da Rocinha não tem verba para anunciar na Globo, mas pode impactar toda a sua comunidade com um bom conteúdo no Facebook.”

#10. Entregue o conteúdo certo às pessoas certas

“É errado falar com 83 milhões de pessoas do mesmo jeito. Nesta plataforma, você pode falar para nichos ou fatiar o seu público. As mães não são todas iguais: um post para uma mãe de bebê deve ser totalmente diferente de um post para a mãe de uma criança de até três anos. E para mãe de adolescente, mais ainda! Fatiando a audiência, também é mais fácil deixar o usuário com aquela sensação: ‘Este post foi feito para mim!’, o que é excelente para a marca.”

Por Milena Souza, Pesquisadora de Mídia
PR Newswire

A Evolução da Mídia e seu Impacto em Relações Públicas

Tradicionalmente, as redações atingiam o público por meio de um canal e mediam o sucesso da história pelo seu impacto na comunidade local. Entretanto, tudo isso mudou, diz Ellyn Angelotti, diretora de Programas Personalizados do Poynter Institute for Media Studies. Agora, o público acessa os meios de comunicação usando diversos canais. Além da imprensa tradicional e da transmissão, as redações mantém sites mobile ou não, aplicativos para tablet, blogs e mídias sociais. A comunidade se diversificou e o impacto é medido em escala maior.

Media Evolution PR

Angelotti, que também ensina mídia social e legislação no Poynter, juntou-se ao diretor de Circa News David Cohn, o editor de dispositivos móveis/tablet do Washington Post Theodore Kim e a moderadora Sarah Skerik para uma discussão sobre como as redações estão se adaptando ao ambiente, em constante mudança, da mídia.

No Washington Post, diz Kim, a avaliação do sucesso da história depende dela própria. Embora a meta final da publicação seja provocar mudanças positivas no governo e na sociedade, o Post oferece seções de notícias e mais de 30 blogs sobre temas variados. Uma história de entretenimento ou de esportes pode ser guiada por medidas diferentes.

Cada seção é olhada além das métricas universais para se descobrir como o engajamento é influenciado pela produção humana.  O Post analisa o número de cliques recebidos por uma notícia para determinar se há algo na experiência do usuário, no título ou no enredo da história que funcionaram bem e que podem ser replicados ou melhorados.

Kim esclareceu, no entanto, que é importante lembrar que cada redação, do Huffington Post e New York Times ao Dallas Morning News, tem diferentes estratégias de receita e formas de ver o público. Por exemplo, enquanto a notícia comumente é pensada como uma corrente de mão única, Cohn e Circa consideram-na como uma relação de ida e volta entre o meio de comunicação e o público.

O aplicativo móvel de notícias mede o sucesso com base numa única medida. Quando o leitor está no aplicativo, ele pode “seguir” uma história que lhe interesse. Na próxima vez que o usuário visitar o aplicativo, a equipe de Cohn o apresentará atualizações com base no que mudou desde sua última visita.

Manter-se a par do que os leitores consomem permite que o aplicativo personalize e ofereça a melhor experiência possível, e assim construir um relacionamento a longo prazo.

 

O IMPACTO DAS MÉTRICAS SOBRE OS JORNALISTAS E REDAÇÕES

Embora um jornalista possa estar mais focado em atender o público do que prever métricas, fica claro que elas têm impacto sobre como contar histórias e sobre o papel dos jornalistas ao longo do tempo.

Uma dessas mudanças é o rompimento na estrutura da pirâmide invertida. Kim citou a popularidade da publicação 9 perguntas sobre a Síria que você tinha muita vergonha de perguntar (Washington Post) e como ela preencheu a lacuna entre o modo antigo e o novo jeito de se contar histórias.

Por outro lado, a história atende ao papel tradicional da mídia de instruir o público sobre um tema importante e complexo. No entanto, a execução teve uma nova abordagem. O título foi escrito para ser compartilhado nas mídias sociais e o formato da história fragmentou o texto em 9 pequenos itens com conteúdo.

Circa, igualmente, encontrou o sucesso organizando as informações das notícias em grupos: fatos, citações, estatísticas, eventos e imagens. Esses formatos de “fácil digestão” estão ganhando popularidade porque o público quer chegar ao centro da questão rapidamente. As medições entram no jogo para determinar quais histórias devem ser publicadas.

O interesse jornalístico costumava ser decidido pelos editores e redatores, disse Angelotti. Mas com maior frequência, vemos agora ele ser decidido pelo que as redes sociais das redações e o público online estão falando.

Kim concorda, porém com uma advertência. Se todos estão falando de alguma coisa nas redes sociais, uma organização jornalística deve prestar atenção a isso; no entanto ela pode ou não ser de interesse jornalístico.

Temos que ter em mente que o número de usuários ativos nas mídias sociais é uma fração da população mundial, diz ele.  Se algo está sendo comentado no Twitter, a tendência é pensarmos que todos estão falando sobre o assunto. Porém, nem sempre é o caso.

Por isso, a maioria dos jornalistas usa toda e qualquer ferramenta imaginável: Eles têm múltiplas colunas no Tweetdeck ao mesmo tempo. Filtram e-mails de entrada e ficam de olho nos alertas do Google News, em buscas gravadas e nos outros sistemas de notificação da redação.

Como Angelotti precisamente coloca: “Jornalistas deixaram de ser apenas contadores de história e serão os responsáveis por dar sentido as informações”.

É de responsabilidade do jornalista, examinar o volume de informações, verificá-las, adicionar conteúdo e dar ao público os recursos para pensar criticamente.

COMO RP PODE CONTRIBUIR NO PROCESSO DE COLETA DE INFORMAÇÕES?

Kim estima receber 600 a 700 e-mails por dia. De forma conservadora, 10 desses e-mails são abordagens relevantes para histórias.

Para melhorar suas chances e fazer com que seu e-mail seja um dos relevantes, é importante compreender o público do jornalista. Os jornalistas se desenvolvem em um nicho ou especialização. Eles conhecem e compreendem quem é seu público e como atendê-los. “Se sua abordagem consegue estar em sincronizar com isso, é muito melhor”, diz Cohn. “Se não se encaixar, seu e-mail será como arranhar uma lousa, irritante”.

Angelotti diz que uma abordagem é mais convincente se você for além das informações estereotipadas e contar uma história. Um bom jornalista tomará isso como uma primeira etapa para ir adiante. Eles podem não usar sua versão da história, mas o processo a que se submete para pesquisar, elaborar e aprimorar a narrativa da sua marca cria uma percepção valiosa.

O mesmo serve para multimídia, diz Kim. Embora seja útil ter imagens e vídeos disponíveis, muitos repórteres não usarão seu pacote de vídeos no seu todo. É importante tornar seus materiais editáveis e fáceis de serem modificados.

Os palestrantes concordaram que a melhor forma para sua história ser ouvida é construir um relacionamento com o jornalista. “Pergunte-se: Quantas vezes você se envolveu com um repórter no Twitter? Você retuitou e leu o material dele?”, sugere Kim.

Uma coisa é clara: Embora o jornalismo e as relações públicas estejam em constante mudança, sem a construção de relacionamentos você não chegará a lugar nenhum.

Confira o Webinar on-demand sobre a evolução da mídia: The Media Evolution Webinar.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Amanda Hicken no Blog Beyond PR, no dia 27 de março de 2014.

Como gerente de relações de mídia da PR Newswire, Amanda Hicken gosta de ajudar jornalistas e bloggers a personalizar as notícias que recebem no PR Newswire para Jornalistas. Siga-a no @PRNewswire e @ADHicken.

LinkedIn – Postar Currículo já era. Consuma Conteúdo

O LinkedIn, rede social para profissionais, muitas vezes é esquecido ou colocado em segundo plano no planejamento de comunicação on-line das empresas. Porém não deveria ser assim. Atualmente a plataforma social conta com mais de 290 milhões de usuários por todo o mundo.

LinkedIn Marketing de Conteúdo

Segundo dados do SocialBakers, especializado em estatísticas e análises em redes sociais, o Brasil é o terceiro país em número de usuários do Linkedin, com mais de 17 milhões de profissionais inscritos. O país fica atrás apenas da Índia com mais de 26 milhões de usuários, e dos Estados Unidos, país com maior número de usuários, chegando a mais de 101 milhões de profissionais cadastrados.

Diferente do Facebook e do Twitter, o LinkedIn se caracteriza por ser uma rede social mais segmentada. É um ponto de encontro entre profissionais de diversas áreas que podem interagir entre si. No Brasil, a cada três usuários cadastrados na rede social, dois têm diploma universitário. A cada quatro profissionais brasileiros cadastrados na plataforma, um tem pós-graduação. Infográfico: quem são os usuários brasileiros do LinkedIn*

Assim como outras redes sociais e aplicativos, o primeiro passo para qualquer rede social é cair no gosto do público e conquistar usuários. O LinkedIn, por já ter conquistado esse espaço entre as plataformas de relacionamento digitais agora almeja outro objetivo para continuar seu crescimento sustentável. Investir e incentivar a produção e distribuição de conteúdo dentro da sua interface.

PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE CONTEÚDO NO LINKEDIN

Uma publicação no site Digiday afirma que o LinkedIn está se aproximando de marcas para que elas sejam editoras de conteúdo em sua plataforma. A rede social para profissionais promoveu um encontro entre algumas empresas, entre elas The Atlantic, Bloomberg, CBSi e IDG. A proposta é que as marcas construam publicações que gerem experiências e vivam dentro e fora do LinkedIn.

Assim como o caminho trilhado pelo Facebook e pelo Twitter, o LinkedIn está incentivando as empresas a usarem a sua rede para chegar até o público. E com isso contribuir para a experiência dos usuários. Se você trabalha com mídias sociais e comunicação, deve saber que o marketing de conteúdo é uma das melhores formas para posicionar sua empresa no ambiente digital.

 

Seguindo a proposta do LinkedIn, as marcas e empresas conseguiriam se aproximar de profissionais cadastrados na rede.

O LinkedIn, por sua vez, conseguiria entregar conteúdo relevante a seus usuários. E também com a promoção do material produzido e publicado em sua rede. Segundo um artigo publicado na Folha de São Paulo. Hoje os ganhos do LinkedIn são divididos em três grupos. Mais da metade do faturamento da rede social (55%) está concentrado em solução de recrutamento, que são vendidas para empresas que buscam profissionais dentro da plataforma. Os anúncios comerciais dentro do LinkedIn correspondem a 25%. E 20% do faturamento advém de usuários que pagam por ter contas PRO, que permitem mais visualizações de vagas e também de perfis de outros usuários dentro da rede.

A Plataforma hoje está em outro patamar. Antes o LinkedIn era usado para os profissionais postarem seu currículo. Hoje quer fazer com que as pessoas consumam conteúdo de sua indústria e façam conexões profissionais.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

6 Dicas – Como usar o Novo Design do Twitter para RP

Espelhado no layout do Facebook e enfatizando o visual, o novo design do Twitter reforça a importância do uso de elementos multimídia na comunicação. Já está disponível para todos os usuários, entre perfis pessoais e perfis corporativos. Além disso, o novo layout oferece novas oportunidades para as marcas.

Novo Design do Twitter para Relações Públicas

Você pode conferir na integra o post oficial do Twitter sobre a mudança:
Coming soon – a whole new you, in your Twitter profile.

DESTAQUE O CONTEÚDO MINIMALISTA E GANHE ATENÇÃO

Algumas marcas fazem isso melhor do que ninguém e elas sabem que o Twitter é uma plataforma para conteúdo minimalista. O formato curto requer brevidade, e força os autores a irem direto ao ponto. Melhores práticas para twittar links são simples:

1. Em 140 caracteres, o seu tweet é a sua manchete (tweet isso!). O seu papel é prender a atenção do leitor e levá-lo a dar o próximo passo, como clicar em um link ou re-twittar a sua mensagem. Evite generalizar. Ao invés disso, se o seu tweet contém um link, pense que ele deve dar aos seus seguidores a visão geral sobre o que o link contém (e incentiva-los a clicar).

2. Inclua recursos visuais. Eles devem estar relacionados com a sua mensagem para ilustrar o conteúdo que você está compartilhando. Fotos e vídeos se destacam no newsfeed do Twitter. Direcionam a atenção e transmitem a mensagens por si só.

3. Use hashtags relevantes. Enquanto podem ser usadas para transmitir comentários ou emoção, para as marcas, hashtags são uma forma de direcionar a descoberta do conteúdo. Uma alternativa para que sua mensagem possa ser encontrada.

Analise o seu próprio feed de notícias no Twitter para identificar hashtags relevantes, e também use a função de busca do Twitter para pesquisa-las.

Não use uma hashtag sem primeiro consultar os tweets que são relacionados a ela. Assim você terá certeza de que suas mensagens estão sendo relevantes e adequadas.

COMPARTILHE SUA MENSAGEM SOBRE VÁRIOS ÂNGULOS

Você pode aparecer e ilustrar uma variedade de temas e elementos para a história que você está promovendo. Na maioria dos casos, as histórias que criamos na forma de press release sobre um novo produto, ou um post no blog sobre uma tendência da indústria ou importantes lançamentos para as empresas que representamos – contém vários ganchos e elementos que podem ser abordados por vários ângulos. Cada novo tweet é uma nova oportunidade para envolver o seu público e partilhar diferentes ângulos da mesma história. Aumentando assim o apelo da mensagem.

Dessa forma, para os profissionais de relações públicas, que já há algum tempo cultivam marcas com forte presença no Twitter, algumas novas táticas são, em ordem:

4. Evite maus hábitos no Twitter. Não crie o hábito de twittar títulos ou as chamadas do dia. Ao invés disso, crie uma série de tweets que destaquem diferentes partes do texto.

5. Compartilhe elementos visuais individuais. Por exemplo, quando for compartilhar um infográfico, peça para que seu designer crie pequenas imagens que ilustrem alguns dados fundamentais. Uma imagem simples é mais eficiente no feed de notícias do Twitter.

6. Não tenha medo. Compartilhe várias mensagens sobre a mesma parte do conteúdo. Um white paper ou um press release poderia oferecer vários ângulos para se twittar – citações de pessoas, uma série de dados importantes, uma variedade de tabelas e gráficos. Programar tweets ao longo de alguns dias (ou até mais) pode maximizar sua visibilidade.

Com a mudança lançada pelo Twitter, todos nós precisamos trabalhar em nossos arquivos de imagens para preencher os novos espaços visuais. Imagens maiores de perfil e um estilo de banner similar ao do Facebook são as principais características do novo visual. Eles oferecem boas oportunidades para as marcas mostrarem suas identidades visuais.

Saiba mais sobre o uso de recursos visuais em campanhas B2B visualizando o Webinar on demand: Powering B2B Content with Multimedia.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 09 de abril de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Content Marketing da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.O que é RP

Traduzido e Adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Quando Marcas devem se Desculpar nas Redes Sociais

As redes sociais são um ponto de encontro entre pessoas e marcas. Desde as mais conhecidas como Twitter, Facebook e Instagram até as plataformas mais recentes, não importa. Provavelmente você já encontrou alguma marca navegando por esses mares.

I'm Sorry

Assim como as pessoas, as marcas também estão sujeitas a fazer posts que não agradam a todos. Porém o problema está quando a mensagem desagrada a maioria.

Um caso recente é da companhia aérea U.S. Airways, que usa a rede social para se relacionar com clientes e para reservas de voos. Em meio a uma discussão no Twitter, a empresa americana publicou uma foto pornográfica em resposta para uma cliente. A ação repercutiu e ganhou força na plataforma.

Por estar fora do padrão de linguagem nas redes sociais da companhia e de bom senso, a U.S. Airways apagou o post e publicou uma retratação. “Pedimos desculpas por uma imagem inadequada recentemente compartilhada como um link em uma das nossas respostas. Nós removemos o tweet e estão investigando”.

 

Outro incidente um mais próximo da realidade brasileira, e menos pesado, foi o da marca de chocolates Cacau Show. A marca publicou em sua Fan Page do Facebook um post em tom de brincadeira que não foi muito aceito pelo público. A marca de chocolates dizia ter descoberto um novo recurso do Facebook que permitia sentir o irresistível sabor de seu chocolate. A imagem acompanhada da frase “Lamba aqui” não foi aceita por alguns usuários. Marcas concorrentes também aproveitaram a oportunidade com o deslize da marca.

 

Cacau_Show_Polemica

A Cacau Show também teve que se retratar e justificar a brincadeira. Em comunicado a empresa disse: “Entre os pilares editoriais do Facebook da Cacau Show está o de trazer diversão com ‘licenças poéticas’ bem humoradas”.

QUANDO AS MARCAS DEVEM PEDIR DESCULPAS NAS REDES SOCIAIS?

Você se sente confiante quando uma marca está constantemente se desculpando publicamente? Será que isso fará você pensar que essa é uma empresa que proporciona qualidade em seus produtos e serviços? Questões como essa foram levantadas por Rick Liebling, head of global marketing da Unmetric, especializada em mídias sociais. É preciso manter o holofote naquilo que você quer alcançar. Se sua empresa presa pela qualidade, não irá precisar se desculpar.

“Às vezes, a reação instintiva de fazer o pedido de desculpas pode tornar o problema maior do que precisava ser”, acrescenta Liebling – Tweet isso!

QUANDO AS DESCULPAS PODEM AGRAVAR O PROBLEMA

O erro das empresas que usam as redes sociais para se desculpar é entender que um post, desaprovado por algumas pessoas, reflita os sentimentos de todos seus seguidores ou fãs.

Muitas vezes os ataques aos posts de uma empresa são feitos por pequenos núcleos de pessoas. Quando uma empresa usa as redes sociais para se retratar, isso pode despertar a curiosidade do público em saber qual o seu motivo. Por exemplo, se uma marca com publica uma mensagem inicial e essa é desaprovada por um pequeno grupo entre seus fãs e seguidores, ao se retratar em uma segunda mensagem de desculpas ela maximiza o alcance da sua mensagem inicial, podendo despertar o interesse de outras pessoas em descobrir o motivo que gerou as desculpas.

A Cacau Show aproveitou seu pedido de desculpas para ressaltar que sua Fan Page busca trazer diversão com mensagens bem humoradas e com “licenças poéticas”. Pode ser que antes essa proposta não estivesse clara para seus fãs. E a marca aproveitou a oportunidade de reforçar sua linguagem e forma de interação no Facebook.

Se você administra uma Fan Page no Facebook ou é responsável por um perfil corporativo no Twitter, lembre-se de adequar seus post a linguagem adotada na comunicação da sua empresa e alinha-lo com seu posicionamento de mercado. Se você precisa pedir desculpas, é sinal que há alguma falha entre esses dois pontos. Quer dizer que é hora de revê-los.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire