A Fonte para Meios Impressos serem Sustentáveis


Muita coisa mudou desde 1428, quando o alemão Johannes Gensfleisch, conhecido como Gutenberg, fez suas primeiras experiências no processo de impressão com tipos móveis.

A Fonte da Sustentabilidade – Como Meios Impressos podem ser Mais Sustentáveis

A evolução em quase 600 anos é notória. Grande parte do consumo de informação passou do analógico para o digital e quase toda informações que recebemos são pela internet. As cartas aos poucos foram substituídas por e-mails. Cartões postais era a forma que tínhamos de nos conectarmos com nossos amigos e familiares para que soubessem nosso paradeiro. Hoje com o Foursquare, bastam alguns toques na tela que os check-ins são feitos.

Embora as plataformas tenham evoluído, ainda consumimos muito das mídias consideradas tradicionais. Jornais e revistas ainda são meios de informação para muitas pessoas e profissionais. Carregam alto nível de confiabilidade, com informações mais analíticas e com profundidade, características menos presentes nos meios digitais.

Porém, um dos pontos negativos dos meios de comunicação impressos são seus altos custos de produção. Desde sua diagramação até a impressão dos seus exemplares.

 

Um estudante da Dorseyville Middle School na Pensilvânia identificou uma solução simples para esse problema por meio de uma pesquisa. O jovem, Suvir Mirchandani de 14 anos, testou quatro fontes que são geralmente utilizadas em materiais impressos em sua escola: Century Gothic, Times New Roman, Comic Sans e Garamond.

O estudante constatou que se os funcionários da sua escola utilizassem uma fonte mais fina para a impressão, sua escola economizaria US$ 21 mil por ano, correspondente a 24% do consumo. Cada mililitro de tinta gasto pela escola custa cerca de US$ 25. Duas vezes mais caro do que o perfume francês Chanel Nº 5.

Por meio de um software chamado APFill Ink, Suvir calculou a quantidade de tinta ao usar cada uma das quatro fontes.

Seguindo a mesma lógica, se o governo americano trocasse as fontes que utilizam atualmente, seriam economizados US$ 136 milhões anualmente. Os gastos passariam de US$ 460 milhões para US$ 324 milhões.

Curiosidade: O tipo de letra Garamond foi desenhado por Claude Garamond, um editor francês que viveu entre 1490 e 1561, e é uma das mais antigas para impressão.

Essa é uma grande oportunidade para empresas brasileiras e meios de comunicação impressos. É possível adaptar sem perder a identidade visual. Hoje temos inúmeras opções de fontes, muitas vezes, com poucas diferenças entre uma família e outra que podem ser usadas para minimizar os gastos com impressões.

Tente aderir essa descoberta em seus projetos visuais. Caso tenha alguma sugestão e alternativas para sustentabilidade, compartilhe conosco nos comentários.

Por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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