Vlogs Pessoais e a Exposição da Vida na Rede


Exibir sua rotina em vídeo para que outras pessoas possam acompanhar não é mais privilégio somente de Big Brothers. A nova geração que nasceu e/ou cresceu junto com o boom da Internet experimenta agora os vlogs como plataforma para ganhar visibilidade, notoriedade e estão fazendo dos outrora vídeos caseiros cada vez mais uma ferramenta para serem vistos e lucrar com isso.

It's Judy

O conceito de vlog – vídeos postados na rede, normalmente feitos por pessoas comuns como blogs e fotologs – surgiu em 1999, quando o americano Adam Kontras postou um vídeo dentro de seu blog sobre sua mudança para outra cidade. Com a chegada do Youtube, em 2005, e a popularização da plataforma, os vlogs ganharam espaço e passaram a revelar talentos que migraram da web para a TV. Hoje, há vlogs sobre os mais variados assuntos, inclusive sobre a rotina e vida pessoal cuja audiência chega a ultrapassar canais convencionais de televisão.

Um dos exemplos deste novo cenário pode ser visto no canal ItsJudysLife. Os donos, o casal Judy e Benji Travis, já eram vloggers com certa visibilidade e mantinham cada um seu canal no Youtube quando decidiram abrir um canal em comum para mostrar sua rotina, a vida em família e registros como o nascimento da filha, Julianna. Os vídeos são como episódios de uma série – só que da vida real, a vida da família Travis. Resultado? O canal deles soma mais de 130 milhões de visualizações.

O Youtube tem uma política de remuneração de vídeos com audiência elevada, que inclui a veiculação de anúncios. Por isso, quando um canal dá certo, o vlog pode virar uma fonte de renda para seu criador. Ou seja: tem gente que ganha a vida somente por expô-la na rede.

Em entrevista ao site Seattle Met, Judy Travis comentou sobre o canal: “Houve uma tendência no YouTube em certo outubro chamado Vlogtober, onde você vlogava cada dia durante um mês. Quis entrar na onda e passei a postar sobre minha vida. E então o Vlogtober terminou, e as pessoas queriam mais. Eu não sei o porquê. Mas após os pedidos, eu disse: “Que diabos? Por que não? Quer dizer, eu estou vivendo minha vida de qualquer jeito, então eu vou gravá-la e editá-la. Eu não tenho nada a esconder”, emendou.

E você? O que pensa sobre a exposição da própria vida na web?

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

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