Bitly, Migre.me e KnowUrl – O perigo dos “encurtadores” de links

Com a popularização do Twitter, microblog que limita no máximo 140 caracteres por mensagem, surgiu a necessidade de reduzir uma grande URL em poucas letras. Inúmeros sites nasceram com essa função e até mesmo o próprio Twitter integrou um encurtador automático ao seu serviço (t.co) – que, aliás, facilita o reconhecimento do link original.

Imagem: Fonte site Topblog

Imagem: Fonte site Topblog

Mas, ao mesmo tempo em que trazem benefícios, os encurtadores bastante utilizados como o Bitly e o Migre.me, entre outros, escondem perigos reais.

Ao se mascarar o endereço original de uma URL, fica muito mais fácil o usuário clicar em um link malicioso. As consequências podem ser muitas. Desde entrar em um shock site (site com cenas chocantes) até cair em um golpe de phishing, instalando em seu computador um vírus ou “Cavalo de Tróia”.

O que fazer quando se deparar com um link encurtado? Para todo mal existe um remédio. Há a opção de verificar o endereço original. Alguns aplicativos agregados aos navegadores ou sites oferecem este serviço, como o KnowUrl e o próprio Bitly.

Se previna sempre. Segurança nunca é demais!

 Por Diego Lago, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

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