A volta da Rádio 89 – Os rumos do Rock e a Influência das Mídias Sociais

Os fãs do rock certamente comemoraram, em dezembro, a notícia do retorno da 89 rádio rock. Uma das mais tradicionais estações de São Paulo foi ao ar pela primeira vez na década de 80, e deixou seus fãs órfãos em 2006, quando a direção foi trocada e o pop tomou conta da programação.

89fm

Assim, os amantes do estilo musical contaram por quase 6 anos com poucas opções para o estilo, sendo a Kiss a principal delas. A ressurreição de uma das emissoras mais populares da cidade curiosamente se deu pelas redes sociais, quando a equipe da rádio anunciou seu retorno “na forma online”. O estardalhaço foi tanto, que seu retorno foi viabilizado através de uma parceria com o Uol, se chamando agora Uol 89 FM – A rádio rock.

Novos rumos

Mas o que esse retorno pode significar? Primeiramente, para o rock é uma ótima notícia pois hoje o segmento obtém pouco espaço nas rádios, e assim, é mais uma opção para seus fãs, com uma programação composta por locutores descontraídos e trazendo um mix de músicas mais tradicionais, até os sucessos atuais e novas descobertas do gênero.

Seu retorno também é uma resposta aos que decretam o futuro fim das rádios, na disputa com os meios digitais. E mostra, acima de tudo, que em tempos de iPod, iPhone, e outros aparelhos super modernos, ainda existe sim o espaço para o rádio.

Por fim, a volta da 89 mostra o poder cada vez maior das mídias sociais. Ao simplesmente anunciar seu retorno online, a repercussão foi tão grande que conseguiu tirar o projeto do meio online. Em uma semana, a página teve cerca de 50 mil likes no Facebook. Certamente sem as mídias sociais o impacto não seria tão grande, e, principalmente não seria tão mensurável. Após um mês, a rádio já está entre uma das mais escutadas de São Paulo, e mostra que nada como uma equipe empenhada e fãs fiéis para trazerem de volta uma das rádios mais celebradas da cidade de São Paulo.

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

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Com ‘Pé na Cova’, Miguel Falabella se despede da TV

RankingCasting-Sem08Qualquer jornalista, site ou blogueiro interessado em obter mais informações sobre o assunto poderá entrar em contato pelo e-mail atendimento@prnewswire.com.

Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Vine, Strum e Cinemagr.am – Compartilhando com Movimento

Compartilhar fotos através dos smartphones e tablets está cada vez mais comum.

Conheça alguns aplicativos exclusivos que podem inovar a forma de compartilhamento de vídeos ou imagens em movimento:

VINEVine:
O Vine é um aplicativo do Twitter, que permite diferentes formas de captura de vídeos de até seis segundos. Seu diferencial está na possibilidade de se realizarem pequenos cortes nos vídeos, tornando-os semelhantes a imagens de GIF. Apesar de sua ligação com o Twitter, é possível que os usuários criem um perfil e tenham seguidores e também compartilhem seus vídeos na rede de microblogs e no Facebook. É possível ingressar ao Vine através de uma conta do Twitter ou de um e-mail.

STRUM

Strum:
O Strum é um aplicativo da Smule, voltado para a captura e o compartilhamento de vídeos de até quinze segundos de duração.

Os usuários do Strum podem editar seus vídeos aplicando filtros e trilhas sonoras aos seus pequenos filmes.

O aplicativo funciona como uma rede social, onde é possível acompanhar as atividades dos amigos e conecta-lo ao Facebook.

CINEMAGRAM

Cinemagram:
Diferente dos aplicativos anteriores, o Cinemagram, da Factyle, é voltado para fotos. Ele permite a criação de imagens com pequenos movimentos, semelhantes aos GIFs e, apenas com o toque, é possível animar somente determinada parte da imagem. Assim como o Instagram, o Cinemagram disponibiliza a alteração das imagens através de filtros. Permite que os usuários tenham um perfil e acompanhem as atualizações de seus amigos do aplicativo e também o compartilhamento com outras redes sociais, como o Facebook.

Todos os aplicativos citados são gratuitos e, até o momento, estão disponíveis apenas para iOS.

Se você já utilizou algum dos aplicativos acima, compartilhe seus vídeos e suas imagens conosco!

Por Evely Souza, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Mudança de hábito: Listamos 10 Apps que você precisa conhecer

Há quem diga que os formatos de notícias impressas estão com seus dias contados e que em breve a leitura de conteúdos jornalísticos será integralmente digital. No entanto, isso também aconteceu com o rádio na chegada da internet e ele ainda está ai, mais moderno e podendo ser ouvido pela rede.

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Aqui no Brasil, segundo pesquisa da PR Newswire com 316 jornalistas entre setembro e outubro de 2012, estes profissionais não acreditam no fim do impresso, mesmo com a expansão e popularização das novas tecnologias. Asim, selecionamos aqui 10 aplicativos para você se manter informado utilizando seu smartphone, tablet, ou PC.

CBN – Fique por dentro da programação da rádio CBN, baixando o aplicativo gratuito que está disponível para Iphone, Ipad, BlackBerry, Nokia e Wapp.

Exame.com – Acesse gratuitamente as notícias, análises, blogs e vídeos da Exame.com, por meio de seu smartphone ou tablet, com compartilhamento par as redes sociais, cotações de moedas e ações da Bovespa.

Folha de São Paulo – Confira por meio dos aplicativos as edições do Jornal Folha de São Paulo. O aplicativo está disponível para Android , Iphone e Ipad. No Itunes cada edição sai por US$ 1,99.

Estadão – Acompanhe na integra a edição impressa do Estadão, com vídeos e fotos que prometem interação com o usuário. O aplicativo está disponível para Android, Iphone e Ipad. No Itunes cada edição sai por US$ 1,99.

*Flipboard – Com mais de 20 milhões de usuários no mundo, este aplicativo reúne noticias de diversos segmentos e veículos, num mix de canais RSS em formato de revista. Tem interface com Instagram, LindedIn, Google Reader, Flicker e Tumblr, com possibilidade compartilhamento nas redes sociais . Também está disponível para Android.

*News 360 – Reúne o melhor da web para sua leitura, de acordo com suas preferências. Disponível para Iphone, Ipad, Android e Windows.

*Press Reader – Possui  mais de 2300 jornais com conteúdo completo de 95 países para o iPad, iPhone, BlackBerry, smartphones, eReaders, PCs e Macs.

*Tunein  Radio – Sintonize diversas estações de rádio pela internet. Disponível para Android Iphone, Windows e Windows Phone.

Veja 24 horas – O aplicativo disponível para Ipad e Iphone interage com o usuário, que pode programar o melhor horário para saber quais as principais noticias da Veja.com, o clima da cidade e a cotação da bolsa.

Zinio – Converte revistas impressas para o formato digital, com o mesmo conteúdo e design da edição impressa.  Possui diversos títulos, inclusive internacionais para escolha e download, avisando ao leitor quando sua revista já “chegou”.  Disponível para Ipad, MAC ou PC.

Quer ficar por dentro dos lançamentos de aplicativos?  O APP Grátis  oferece a possibilidade de experimentar de graça em Iphone e Ipad as novidades que são lançadas na App Store.

*Sites com conteúdo em inglês.

Fontes: Olhar Digital e Info Exame.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

Mobile, Redes Sociais e Marketing Direto

O marketing direto tem a proposta de aproximar a empresa de seu público, com um vínculo de proximidade e conhecimento. Quando bem aplicado, é uma forma assertiva de mostrar para os consumidores que você sabe de suas necessidades e está promovendo uma solução personalizada. Quem nunca foi surpreendido por um email personalizado no dia do seu aniversário, depois de ter preenchido um cadastro de compra em uma loja? Além da surpresa, “os parabéns” são acompanhados de uma promoção direcionada para essa data tão especial e de acordo com suas preferências e costumes de compra.

Mas para que o marketing seja realmente “direto” e eficiente, temos que ter o suporte de uma ferramenta preciosa chamada Banco de Dados. O ideal é que cada empresa crie a sua própria ferramenta baseada nas informações dos clientes que são mais relevantes para o seu negócio. Na ação acima, três informações foram essenciais: Nome do cliente, email e data de aniversário.

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Por exemplo, a integração de um excelente banco de dados com o sistema de serviços de uma instituição financeira promove maior eficiência na oferta de produtos. Quando um gerente de relacionamento entra em contato com seu cliente, sabendo que ele acabou de comprar um carro, que sua esposa está abrindo uma loja de chocolates e que seu filho completou 17 anos, essas informações sugerem algumas possibilidades. Seguro para autos, empréstimo para pequenas empresas e cartão de crédito para universitários podem ser alguns serviços necessários para o cliente e oportunidades para o gerente.

Essa é a verdadeira proposta do Marketing Direto, e não aquela ligação chata, recebida às 8hs da manhã de um domingo, oferecendo um produto ou serviço que  não termos interesse.

Mas como as Redes Sociais e o Mobile entram nessa história?

As grandes redes sociais são uma grande fonte de segmentação para o Marketing. O Facebook, atual líder no segmento, conta com informações preciosas sobre seus usuários em seu potente Banco de Dados. Quando uma empresa pensa em anunciar um produto no Facebook, é possível direcioná-lo através das informações cadastrais dos usuários, como profissão, formação, empresa em que trabalha, cidade e até mesmo status de relacionamento. Imagine uma floricultura, nos dias que precederam o Valentine’s Day, direcionando seus anúncios para usuários no Facebook com status de relacionamento “diferente de solteiro”.

O Google, outro gigante da internet, também fornece aos anunciantes alternativas parecidas para segmentar o público através do Google Analytics e Adwords.

No entanto, essas são algumas formas de focar seus esforços em um target com maior probabilidade de resultados, tendo seu retorno sobre investimento (ROI) mais confiável do que outros meios.

Mobile Marketing e Marketing Direto – One to one.

O Marketing direto tradicional usava como canais: malas diretas, distribuição de catálogos, telemarketing e tele-vendas. Com o surgimento da internet e dos canais de comunicação que essa ferramenta suporta, fomos bombardeados (e somos até hoje) por emails marketing.

Os anunciantes perceberam que os celulares também poderiam compor o mix entre os canais de comunicação em uma estratégia de marketing direto. Foi então que conhecemos os anúncios por SMS. Muito usado pelas próprias operadoras de telefonia para divulgação de um produto ou serviço, promoções e notificações para seus usuários. Porém essa prática, assim como algumas outras já citadas, podem ser vistas como invasivas e não agradar o público. Por isso, é sempre recomendado que as empresas só utilizem o marketing direto quando tiverem o aval do consumidor. Caso contrário pode não ser um “investimento”.


“Uma imagem vale mais que mil palavras”

O envio de anúncios por SMS é limitado a 160 caracteres, e muitas vezes as pessoas ficam desinteressadas na mensagem por não ter um aspecto atraente. Porém, com o mercado crescente dos smartphones isso mudou. Aos poucos o SMS está sendo substituído pelo RMM (rich media messaging). Esse sistema oferece anúncios e mensagens melhor produzidos e de maior receptividade pelo público. A tendência disponibiliza vídeos, imagens, texto e links em seu conteúdo, sendo mais dinâmica e atrativa para o público. Como pode ser visto no vídeo acima da empresa Adsmobi.

O Mobile Marketing e as Redes Sociais podem ser trabalhados em conjunto agregando maior valor à comunicação e favorecendo os objetivos do Marketing Direto. Além do RMM, outra estratégia que está sendo implementada pelas grandes empresas, é o desenvolvimento de aplicativos (Apps). Através deles é possível conhecer mais a fundo seu cliente, montar um banco de dados bem segmentado e manter um relacionamento próximo e menos invasivo com seu público.

Estamos a caminho de ter uma comunicação dirigida para cada pessoa (one to one). Algumas empresas já conseguem traçar estratégias com esse grau de fragmentação. É questão de tempo até que sejamos tratados como indivíduos e não mais como uma casta ou pertencente a um grupo. Afinal, segmentação também é uma forma de generalizar.

Fontes e mais informações: AbemdAdsmobiDM News, FacebookGoogleMicrosoft Advertising e Meio e Mensagem.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Mídias Sociais: Uma possível ameaça à imprensa tradicional?

Com o avanço das mídias sociais, as grandes empresas ganharam um forte aliado, à medida que podem responder imediamente às críticas, sejam de consumidores, empresas ou da mídia. Nas últimas semanas, um fato supreendente ganhou as manchetes nos Estados Unidos na questão de empresas versus imprensa.

John Broder, do New York Times, realizou um test drive em um carro da Tesla Motors. Em sua publicação, o autor apontou diversas falhas no carro. Quase que imediatamente, a empresa falou sobre o assunto em seu blog, onde o CEO da Tesla, Elon Musk, respondeu aos questionamentos e trouxe os dados do veículo: “Quando os fatos não foram de acordo com sua opinião, ele simplesmente mudou os fatos”.

Imprensa vs medias sociais

Em seguida, John Broder escreveu nova matéria sobre o assunto. Assim, a discussão continua, com o embate entre o NYT e a Tesla. Há alguns anos atrás uma situação como essa causaria grandes danos à uma empresa. Sem as mídias sociais, a imprensa tradicional publica suas versões da realidade, impactando totalmente na formação da opinião pública.

Hoje é bem diferente. As empresas, além de terem o espaço para exporem imediatamente seu lado da história, atualmente ao dar suporte quase que imediato às suas conexões, fidelizam ainda mais os clientes, tornando-os verdadeiros embaixadores de sua marca. Isso pode ser comprovado no caso da Tesla, onde diversos clientes saíram em sua defesa. Há pouco tempo atrás, o público estaria do lado do jornal.

Mas o que isso pode significar para a imprensa tradicional? Provavelmente uma exigência de maior cautela e responsabilidade, no mínimo. Se antes só apenas as empresas estavam na mira dos internautas, hoje a imprensa também está. Na lógica de que os internautas se tornam de certa forma guardiões de tudo o que acontece no virtual e real, então, assim não são só as companhias que podem ter sua reputação arranhada, os veículos impressos também estão sujeitos a isso.

Quanto ao caso Tesla versus New York Times, ainda nada foi esclarecido, e muito irá acontecer. O que fica de lição é a importância da responsabilidade do que é publicado, uma vez que você está muito mais propenso à críticas. Do lado das empresas, ao seguir simples passos como comunicação direta, transparente e imediata, você evita possíveis danos à imagem de sua corporação.

Fique por dentro da história:

Inspiração: Blog Beyond PR

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire