Google+ versus Facebook – A disputa continua
3 de Maio de 2012 Deixe o seu comentário
A passos lentos, mas com grandes investimentos, o Google está lutando para alcançar seu rival e para aumentar o número de acessos. No último dia 11 de abril, a rede social passou por algumas mudanças estratégicas e ficou bem parecido com o Facebook. Atualmente o Google+ está com 170 milhões de acessos contra o concorrente que tem aproximadamente 845 milhões.
As mudanças:
- Bate-papo: agora no lado direito, foi colocada uma janela com seus contatos para conversar, mostrando quem está off-line, ocupado e até ausente. A diferença entre o bate-papo do Facebook é que a rede prioriza quem está on-line e não por “afinidade”.
- O G+ também colocou algo parecido com a “foto de capa” que tem no Facebook, mas ao invés de ser em cima, na rede do Google, ela fica à direita e você ainda pode colocar uma seqüência de imagens (caso você prefira).
- As postagens ou atualizações estão agora separadas por grupos na parte superior como por ex: amigos, trabalho, todos e etc. Assim como os grupos (para quem está em algum) no Facebook.
- Inspirado no Twitter, o Google+ lhe dá sugestões de pessoas que são assuntos no momento para você segui-los.
- Os menus que antes eram no topo foram colocados ao lado esquerdo e você pode alterá-los na ordem que mais lhe convém.
Mas o Facebook também não ficou parado e no último dia 9 de abril, antes mesmo das modificações do G+, comprou o Instagram pelo preço de 1,8 bilhões de dólares. O aplicativo de fotografias possui suporte para as plataformas IOS (produtos da Apple), quanto para Android (Google).
A compra foi feita com o intuito de melhorar o serviço de fotos em dispositivos móveis. Mas Zuckerberg (criador do Facebook), diz que não fará grandes alterações no software adquirido.
E o que você acha dessa disputa? O Facebook irá se distanciar mais ainda do seu concorrente ou o Google+ conseguirá se popularizar com suas atualizações a ponto de brigar com menos desvantagens?
Leandro Santos, Executivo de Contas
PR Newswire

Mas o que mudará nas redes sociais em si?


