Top 10: Conheça as marcas mais engajadas nas redes sociais em 2012

Um ranking elaborado pelo indexSocial, uma ferramenta criada pela agência Espalhe, revelou as marcas mais engajadas de 2012. Os resultados, publicados em uma matéria no portal Exame, foram divididos em 2 listas: as marcas mais seguidas e as marcas mais engajadas. A ferramenta analisou a atuação das empresas em redes como Facebook, Twitter e Youtube.

As mais seguidas:

Empresas de bebidas, doces, cosméticos e um banco tiveram destaque no rol das marcas mais seguidas e campeãs em bate-papo com os usuários. As três primeiras, Guaraná, Skol e Brahma, respectivamente, ocuparam o pódio da lista, seguidas pela L’oreal (4º), Lacta (5º), Claro (6º), Hotel Urbano (7º), Dell (8º), Bis (9º) e Itaú (10º).

As mais engajadas:

Entre as mais engajadas – aquelas que tiveram uma maior resposta do público no ambiente social, como curtidas no Facebook, assinantes no Youtube e seguidores no Twitter – marcas relacionadas a bebidas, tecnologia e consumo saíram na frente. As vencedoras foram a Brahma (1º), Arezzo (2º) e Nike (3º). Na sequência, apareceram a Activia (4º), BMW (5º), Melissa (6º), Chiclets (7º), Stella Artois (8º), Samsung (9º) e Johnson’s Baby (10º).

Para ver o gráfico e a matéria completa no Portal Exame, acesse o link.

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

Mobile, Redes Sociais e Marketing Direto

O marketing direto tem a proposta de aproximar a empresa de seu público, com um vínculo de proximidade e conhecimento. Quando bem aplicado, é uma forma assertiva de mostrar para os consumidores que você sabe de suas necessidades e está promovendo uma solução personalizada. Quem nunca foi surpreendido por um email personalizado no dia do seu aniversário, depois de ter preenchido um cadastro de compra em uma loja? Além da surpresa, “os parabéns” são acompanhados de uma promoção direcionada para essa data tão especial e de acordo com suas preferências e costumes de compra.

Mas para que o marketing seja realmente “direto” e eficiente, temos que ter o suporte de uma ferramenta preciosa chamada Banco de Dados. O ideal é que cada empresa crie a sua própria ferramenta baseada nas informações dos clientes que são mais relevantes para o seu negócio. Na ação acima, três informações foram essenciais: Nome do cliente, email e data de aniversário.

MP900399235

Por exemplo, a integração de um excelente banco de dados com o sistema de serviços de uma instituição financeira promove maior eficiência na oferta de produtos. Quando um gerente de relacionamento entra em contato com seu cliente, sabendo que ele acabou de comprar um carro, que sua esposa está abrindo uma loja de chocolates e que seu filho completou 17 anos, essas informações sugerem algumas possibilidades. Seguro para autos, empréstimo para pequenas empresas e cartão de crédito para universitários podem ser alguns serviços necessários para o cliente e oportunidades para o gerente.

Essa é a verdadeira proposta do Marketing Direto, e não aquela ligação chata, recebida às 8hs da manhã de um domingo, oferecendo um produto ou serviço que  não termos interesse.

Mas como as Redes Sociais e o Mobile entram nessa história?

As grandes redes sociais são uma grande fonte de segmentação para o Marketing. O Facebook, atual líder no segmento, conta com informações preciosas sobre seus usuários em seu potente Banco de Dados. Quando uma empresa pensa em anunciar um produto no Facebook, é possível direcioná-lo através das informações cadastrais dos usuários, como profissão, formação, empresa em que trabalha, cidade e até mesmo status de relacionamento. Imagine uma floricultura, nos dias que precederam o Valentine’s Day, direcionando seus anúncios para usuários no Facebook com status de relacionamento “diferente de solteiro”.

O Google, outro gigante da internet, também fornece aos anunciantes alternativas parecidas para segmentar o público através do Google Analytics e Adwords.

No entanto, essas são algumas formas de focar seus esforços em um target com maior probabilidade de resultados, tendo seu retorno sobre investimento (ROI) mais confiável do que outros meios.

Mobile Marketing e Marketing Direto – One to one.

O Marketing direto tradicional usava como canais: malas diretas, distribuição de catálogos, telemarketing e tele-vendas. Com o surgimento da internet e dos canais de comunicação que essa ferramenta suporta, fomos bombardeados (e somos até hoje) por emails marketing.

Os anunciantes perceberam que os celulares também poderiam compor o mix entre os canais de comunicação em uma estratégia de marketing direto. Foi então que conhecemos os anúncios por SMS. Muito usado pelas próprias operadoras de telefonia para divulgação de um produto ou serviço, promoções e notificações para seus usuários. Porém essa prática, assim como algumas outras já citadas, podem ser vistas como invasivas e não agradar o público. Por isso, é sempre recomendado que as empresas só utilizem o marketing direto quando tiverem o aval do consumidor. Caso contrário pode não ser um “investimento”.

“Uma imagem vale mais que mil palavras”

O envio de anúncios por SMS é limitado a 160 caracteres, e muitas vezes as pessoas ficam desinteressadas na mensagem por não ter um aspecto atraente. Porém, com o mercado crescente dos smartphones isso mudou. Aos poucos o SMS está sendo substituído pelo RMM (rich media messaging). Esse sistema oferece anúncios e mensagens melhor produzidos e de maior receptividade pelo público. A tendência disponibiliza vídeos, imagens, texto e links em seu conteúdo, sendo mais dinâmica e atrativa para o público. Como pode ser visto no vídeo acima da empresa Adsmobi.

O Mobile Marketing e as Redes Sociais podem ser trabalhados em conjunto agregando maior valor à comunicação e favorecendo os objetivos do Marketing Direto. Além do RMM, outra estratégia que está sendo implementada pelas grandes empresas, é o desenvolvimento de aplicativos (Apps). Através deles é possível conhecer mais a fundo seu cliente, montar um banco de dados bem segmentado e manter um relacionamento próximo e menos invasivo com seu público.

Estamos a caminho de ter uma comunicação dirigida para cada pessoa (one to one). Algumas empresas já conseguem traçar estratégias com esse grau de fragmentação. É questão de tempo até que sejamos tratados como indivíduos e não mais como uma casta ou pertencente a um grupo. Afinal, segmentação também é uma forma de generalizar.

Fontes e mais informações: AbemdAdsmobiDM News, FacebookGoogleMicrosoft Advertising e Meio e Mensagem.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Pinleague mostra boas práticas de desenvolvimento de marcas no Pinterest

Este texto foi traduzido do post escrito por Natalie Bering no Blog Beyond PR, em 24 de outubro de 2012.

A Conferência de Marketing Online é um parque de diversões para profissionais de marketing aprimorar seus conhecimentos e estreitarem relacionamentos com colegas de profissão. Com a convergência de relações públicas e marketing, é natural que eu vá ao evento e compartilhe o conhecimento com meus clientes, e agora com todos vocês.

Uma das minhas primeiras sessões para aquele dia foi “Acionando o Pinterest: a hora é agora” apresentada por Dany Maolney, CEO e Co-fundador da PinLeague – a plataforma de marketing do Pinterest para agências, empresas, e-commerce e editores.

287174913710064773_R4vbNq28

Os empresários ainda se empenham para conseguir utilizar o Pinterest nos negócios. De acordo com Maloney, essa é uma plataforma com a qual as marcas ainda estão se familiarizando, mas lutam para conseguir engrenar. Eu também estou tentando encontrar maneiras para melhorar os resultados, especialmente para a organização sob minha responsabilidade, @PRNHealth.

Maloney salientou que o “Eu” em “O que eu quero ser” traduz a posição das marcas. Qual é a orientação da sua marca? O que é que você precisa mudar na percepção dela?

Os objetivos das companhias no Pinterest podem ser divididos em dois: trabalhar a presença de marca ou gerar mais tráfego. Ambos têm valor, sendo a última mais relacionada a mensurações de retorno de investimento – as duas ajudam a aprimorar os resultados SEO.

Estatísticas de audiência do Pinterest:

A audiência do Pinterest age de forma autônoma – estão procurando por quem querem encontrar e pelo que querem fazer. Isso somado ao grande número de mulheres utilizando a plataforma, em média elas estão na faixa de 25 a 44 anos. Aqui estão algumas estatísticas interessantes que ele compartilhou:

Menos de 1% de sentimentos negativos na plataforma.

Contribuição de 20% para o comércio via rede social (social commerce).

O tempo de meia-vida de um “pin” é de pouco mais de uma semana, comparado com 80 minutos para um post no Facebook e dentre 5 a 25 minutos para um tweet. Meia-vida é o tempo que leva para a audiência cair para a metade do seu valor inicial, exemplo: o tempo que demoraria para cair de 100 (inicial) para 50.

O Pinterest não trata só de gerar diálogo, mas de disponibilizar conteúdo de qualidade. É uma taxa de 175 pins para um comentário.

O valor médio das compras no Twitter é de $69, no Facebook é de $80 e no Pinterest de $179.

A PinLeague estima que dentro de 12 meses o Pinterest terá 90% das 1500 maiores marcas.

Agora, a pergunta é “como fazer o Pinterest funcionar para a sua marca”? De acordo com Maloney, “levar para o lado da rentabilidade rápida é uma receita para o fracasso”. Essa é uma plataforma social como qualquer outra, o benefício para a sua marca vem em longo prazo. O conselho dele foi “investir na construção da audiência primeiro, na rentabilidade depois”.

Começando a trabalhar a sua marca no Pinterest:

Você deveria investir tempo e energia para trabalhar a sua marca no Pinterest? Maloney é curto e direto: SIM.  Em uma resposta mais detalhada ele fala da implicação de aderir enquanto o Pinterest é “recente”: permitir à marca estabelecer credibilidade e criar audiência dentro da plataforma antes da inevitável pressão por rentabilidade, quando anúncios podem ser vendidos e pins promocionais criados. Nesse momento Pinterest ajuda a elevar o alcance do conteúdo sem custo.

Se você é novo no Pinterest e não sabe o que fazer, Maloney recomenda a criação de 12 boards para superar o “bloqueio inicial”. Cinco boards sobre coisas que seus clientes amam, cinco sobre coisas que eles podem ter dificuldade de passar a saber e dois sobre a sua marca.

Se você já começou a alavancar o seu Pinterest, olhe para os dados. Como está o desempenho dos Pins? Você tem seguidores influentes? Como estão indo os seus concorrentes? A PinLeague pode te ajudar com todos esses dados e, além disso, a atingir pessoas relevantes com base em no histórico de comportamento delas no Pinterest. Outras dicas sobre como elevar os seus Pins:

• Coloque uma boa foto principal.

• Direcione os fãs que você tem em outras plataformas para os boards e não peça que eles te sigam no Pinterest.

• Crie um concurso.

• Mantenha o conteúdo que as pessoas querem ver vivo nos seus boards.

• Combine conteúdo próprio com conteúdo de outras fontes, que sejam do interesse do seu público.

Aperfeiçoe o seu perfil no Pinterest

Promova uma troca de pins que sejam de assuntos relacionados.

Evite criar sobrecarga de pins, até mesmo as maiores marcas utilizam o pin poucas vezes por dia. Se você inundar seus seguidores com muito conteúdo e muito rapidamente eles ficarão irritados com a sua hiperatividade.

Quando perguntei a Maloney quais seriam as marcas no topo do Pinterest ele compartilhou alguns nomes de peso. GE foi citada pelo conjunto de boards que fortalecem a marca, Mashable por seu conteúdo de qualidade, Whole Foods fornece informação e ideias para seus seguidores e Karmaloop é um grande exemplo sobre como trabalhar a marca mostrando imagens engajadoras para contar histórias.

Recursos adicionais

O aspecto visual tem grande relevância para ganhar atenção online. Adicionalmente, ser amado pelos residentes do mundo das mídias sociais, imagens, infográficos e vídeos também geram visibilidade extra através dos mecanismos de busca e da mesma acontece forma com as redes sociais. Se você precisa de algumas ideias sobre como criar e utilizar recursos visuais para as campanhas de comunicação da sua organização, aqui está alguma informação adicional que pode ajudar com isso:

Autora: Natalie Bering is an account manager in PR Newswire’s San Francisco office.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

Facebook Graph Search – Como profissionais de RP e Marketing o usariam?

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 17 de janeiro de 2013.

No dia 15 de Janeiro, o Facebook anunciou o Facebook Graph Search, uma ferramenta que utiliza interação entre usuários e conteúdo no Facebook para gerar resultados relevantes de busca. Aqueles que trabalham com dados de mídias sociais saberão que o potencial do Facebook Graph Search é inatingível. O que o Graph Search faz é criar dados no Facebook mais acessíveis, que possam ser utilizados para entender o consumidor, prospecções ou stakeholders e construir relacionamentos que podem beneficiar-se mutuamente.

Facebook-graph-search-635

Imagem retirada do site gadgets.ndtv.com

As funcionalidades do Graph Serach estão sendo abordadas em diversos outros blogs e nos próprios anúncios do Facebook. Eu ainda não acessei o Graph Search, ainda que tenha me inscrito para ser incluído no beta. Mesmo assim, eu especularia como profissionais de RP e Marketing o usariam. Então aqui seguem algumas pesquisas que podem ser interessantes para os negócios com presença no Facebook:

- Que fotos as pessoas que curtem a minha página têm?

- Que fotos as pessoas que curtem minha página comentaram?

- O que as pessoas que curtem minha empresa gostam?

- O que as pessoas que curtem meus concorrentes gostam?

- O que os especialistas do setor comentam?

Como utilizar essas buscas? Talvez ideias para posts, press releases, infográficos ou até ideias de produtos? Se você está contratando, o Facebook ainda tem o potencial para ajudá-lo a identificar seus candidatos. Tente isso:

- Quem trabalhou para companhia X e companhia Y?

- Quem trabalhou para a empresa Z e mora na minha cidade?

- Quem estudou naquela universidade específica e, digamos, tem interesse em RP?

- etc.

No seu anúncio, o Facebook proporciona outros exemplos de buscas que incluem:

- Engenheiros de software que moram em São Francisco e gostam de esquiar.

- Pessoas que gostam de tênis e vivem na vizinhança.

- Fotos dos meus amigos antes de 1.999.

- Cidades visitadas pela minha família.

- Restaurantes indianos que meus amigos da Índia gostam.

- Livros lidos por CEO`s.

- Amigos de seus amigos que já estiveram no Parque Nacional de Yosemite.

Pense nesse último. Será muito interessante ver se a busca dos amigos dos seus amigos também inclui a habilidade de pesquisar os amigos daqueles que gostam da página da empresa.

Pense nesse último. Será muito interessante ver as atividades dos “amigos de seus amigos”, já que a busca também inclui a habilidade de pesquisar entre aqueles amigos que curtem a página de uma empresa.

Inicialmente, o Graph Search tem foco nas pessoas, fotos, lugares e interesses, porém com apenas essas buscas são muitas as variações, e fazer as perguntas certas é crucial. (Você está organizando uma festa de premiação e quer ter certeza de que música colocar para agradar a maioria das pessoas? Pergunte ao Graph Search que música as pessoas da página do evento escutam.)

Assim, o Facebook multiplicou o valor do “Curtir” e do Comentário referentes a negócios. Antes do Graph Search, estes podem ter sido para muitos um bom meio de mensuração, mas uma métrica não muito tangível para campanhas nas mídias sociais. Agora eles são sinais vitais nos algoritmos de busca do Facebook e é provável que gere um novo campo de pesquisas por novos algoritmos no Facebook Optimization (FBO?). Claro que toda essa especulação é inteiramente dependente da qualidade das ações dos seus usuários, mas se você tem verdadeiros fãs que realmente seguem sua empresa, então o Graph irá te compensar com “engajamento”, por suas boas práticas nas mídias sociais.

Então, quanto isso realmente é relevante para os negócios? Em especial para os negócios B2B. Todos os resultados de busca não serão sobre coisas pessoais? E as questões de privacidade com os profissionais de Marketing e outros não será afetada? Isso não é assustador?

Sob a perspectiva da privacidade, a linha entre pessoal e público no Facebook não é clara e as pessoas são sensíveis à invasão de sua privacidade. Tudo isso faz com que seja importante para as organizações serem claras em suas políticas sobre privacidade e mídias sociais e lidar com essas questões, sendo o mais abertas e honestas possível.

Certamente não é a única forma de descobrir em que seus clientes estão interessados, e nunca deverá ser a única fonte, mas o Graph Search tem um potencial de fornecer uma perspectiva única.

É relevante para todas as organizações? Com certeza. Este foi o posicionamento do Facebook sobre um produto beta, então podemos aguardar mudanças, provavelmente radicais, no próximo ano. Mas se sua empresa não tem uma página no Facebook e não está à procura de construir relacionamentos na rede, então você deveria pensar seriamente em fazer algo em relação a isso.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por  Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

10 Melhores Práticas para Mídias Sociais

 

Post originalmente publicado no Blog da PR Newswire USA em 03 de janeiro de 2013.

editorial-guidelines-sticky-note

 

Recentemente, eu me desafiei a trazer à tona as 10 melhores práticas para mídia social em um breve resumo. Assim que comecei, percebi logo que seria difícil manter a lista para apenas 10 itens. Fiz uma pesquisa e tratei de ir eliminando regras excessivas, para enfim conseguir delinear os 10 principios básicos para ser bem sucedido nas mídias sociais.

#10 – Conte com boas ferramentas
Você definitivamente pode traçar uma estratégia para mídia social somente contando com o acesso via web para Twitter e Facebook, mas se você quiser mensurar seu desempenho neste segmento e ter uma presença bem orquestrada para a sua marca (pessoal ou empresarial), então você precisa pensar em ferramentas que podem economizar tempo e dar estatísticas úteis. Alguns dos meus favoritos incluem Hootsuite (web e mobile), SocialOomph, Buffer, Twitter lists, SproutSocial, Bit.ly e Topsy.

#9 – Seja legal
Pode parecer simplista, mas eu não me canso de reforçar o quanto isto é importante. Mídia Social está diretamente relacionada ao envolvimento do ser humano, participando de uma grande festa virtual. Então isso significa ser bom e ajudar os outros sempre que possível. Oferecer respostas quando as pessoas estão procurando por elas.Especialmente quando você não tem nada para se beneficiar disto. As pessoas notam e lembram-se.

Quer que um jornalista no Twitter lembre-se de você com carinho? Ajude-os com uma dica descompromissada, sem interesses pessoais.

# 8 - Seja receptivo
Você tem que manejar suas contas sociais. Clientes esperam que você proveja um serviço equilibrado. Para isso, é preciso responder a perguntas e manejar as preocupações. É melhor ter um ou dois canais de mídia social bem administrados do que várias contas que você não consegue acompanhar.

#7 – Comprometa-se
Não há necessidade de comprar um anel de diamantes para isso, mas você precisa envolver sua audiência. Um fluxo de tweets que não têm ou com poucas respostas é pouco diferente de mídia paga. Se você quiser mídia espontêna, você tem que participar ativamente da conversa.

# 6 - Tenha diretrizes editoriais claras
Diretrizes em seus editoriais podem ser muito simples, mas são essenciais para sua estratégia, mesmo se você for o único gerente de contas de Mídia Social. Você precisa deixar claro quais tópicos irá debater ou não dentro das contas sociais de sua marca.

Isto, claro, se torna muito mais importante quando você tem várias pessoas integarindo em seus canais de mídia social.

# 5 -
Tenha um plano de crise

Mesmo que seja algo simples, um plano de crise é essencial. Liste quem precisa ser consultado ou contatado em uma situação potencial. Se você tem vários gestores de contas, é preciso deixar claro o que configura ou não uma crise.

Mantenha isto de forma simples. Não é necessário supervalorizar uma situação de risco.

# 4 - Tenha uma missão clara
Você deve ter uma razão para guiar seus esforços em mídia social e você deve ser capaz de colocar isso claramente em uma ou duas frases. Mais uma vez, como já descrito acima, isto é especialmente importante se você tem várias pessoas trabalhando em conjunto, mas mesmo que seja só você, mantenha isto como um lembrete diário.

# 3 – Escute!
Ouça seus clientes, ouça especialistas do setor, ouça os seus concorrentes e, em seguida, ouça um pouco mais algumas pessoas. Ouvir é aprender, ou seja, nunca é o bastante.


# 2 - Defina políticas e diretrizes de mídia social
Suas políticas e diretrizes não precisam ser complicadas, mas elas precisam existir e precisam estar disponíveis para que os funcionários tenham fácil acesso a elas. Todos devem estar familiarizados com elas e, mais importante, precisam ter uma compreensão clara das mesmas.

E, por último, mas não menos importante:

# 1 - Como sua mãe sempre disse: “Seja verdadeiro!”
Talvez sua mãe não tenha dito isso, mas eu tenho certeza que alguém já o fez. Sério, seja humano, seja você mesmo, seja “real”. O maior presente das mídias sociais é a oportunidade de humanizar uma marca e ser real é a única maneira de fazê-lo.

Deixei algo de fora? Avise-me caso considere um item #11. Gostaria muito de ouvir seus pensamentos sobre as melhores práticas.

Victoria Harres é Diretora de Desenvolvimento de Audiência na PR Newswire, a voz principal por trás do twitter @PRNewswire, líder do @Business4Better , palestrante frequente e escritora sobre mídia social para os negócios.

Traduzido e adaptado por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

 

Google+ versus Facebook – A disputa continua

A passos lentos, mas com grandes investimentos, o Google está lutando para alcançar seu rival e para aumentar o número de acessos. No último dia 11 de abril, a rede social passou por algumas mudanças estratégicas e ficou bem parecido com o Facebook. Atualmente o Google+ está com 170 milhões de acessos contra o concorrente que tem aproximadamente 845 milhões.

As mudanças:

- Bate-papo: agora no lado direito, foi colocada uma janela com seus contatos para conversar, mostrando quem está off-line, ocupado e até ausente. A diferença entre o bate-papo do Facebook é que a rede prioriza quem está on-line e não por “afinidade”.

- O G+ também colocou algo parecido com a “foto de capa” que tem no Facebook, mas ao invés de ser em cima, na rede do Google, ela fica à direita e você ainda pode colocar uma seqüência de imagens (caso você prefira).

- As postagens ou atualizações estão agora separadas por grupos na parte superior como por ex: amigos, trabalho, todos e etc. Assim como os grupos (para quem está em algum) no Facebook.

- Inspirado no Twitter, o Google+  lhe dá sugestões de pessoas que são assuntos no momento para você segui-los.

- Os menus que antes eram no topo foram colocados ao lado esquerdo e você pode alterá-los na ordem que mais lhe convém.

Mas o Facebook também não ficou parado e no último dia 9 de abril, antes mesmo das modificações do G+, comprou o Instagram pelo preço de 1,8 bilhões de dólares. O aplicativo de fotografias possui suporte para as plataformas IOS (produtos da Apple), quanto para Android (Google).

A compra foi feita com o intuito de melhorar o serviço de fotos em dispositivos móveis. Mas Zuckerberg (criador do Facebook), diz que não fará grandes alterações no software adquirido.

E o que você acha dessa disputa? O Facebook irá se distanciar mais ainda do seu concorrente ou o Google+ conseguirá se popularizar com suas atualizações a ponto de brigar com menos desvantagens?

Leandro Santos, Executivo de Contas
PR Newswire

Facebook + Jornalistas: como usar

O rápido crescimento do Facebook no mundo e, particularmente no Brasil, não poderia deixar de atingir a mídia. Além do compartilhamento de conteúdo – que impulsionou, por exemplo, o tráfego em sites de notícias, o FB também pode ser um recurso à mão para jornalistas que queiram entrar em contato com suas fontes ou com assuntos de seu interesse.

Buscando suas fontes

Um dos grandes trunfos do Facebook é poder encontrar cadastros com informações completas de pessoas. Jornalistas podem, sim, usar o FB para aproximar-se de suas fontes. A busca da rede, permite, inclusive, selecionar interesses por cidade, local de trabalho e instituição de ensino. Mas é preciso ter bom senso: ao abordar um contato, identifique-se de forma direta e profissional e nada de insistência neste ambiente. Funciona na vida real, funciona na vida virtual.

Assinando contatos

Com o recurso de assinaturas, é possível receber atualizações de um contato, mesmo que este não tenha autorizado um laço de amizade. O mesmo funciona para as páginas de empresas ou pessoas influentes. Assinar um contato pode ser uma maneira discreta de estreitar um laço.

Informações em grupos

Participar de grupos no Facebook pode ajudar a conseguir informações e fontes para uma reportagem. Os grupos reúnem pessoas debatendo um mesmo interesse, o que facilita a identificação de prováveis fontes dentro de um cenário específico.

Dica importante

Ricardo Sangion, Gerente de Expansão do Facebook no Brasil, disse em palestra no último Media On,em São Paulo: “É importante que o jornalista deixe claro em seu perfil as informações do lugar onde trabalha. Isto vai gerar confiança na fonte quando abordada”.

Leia mais:
Gerente vê Facebook menos imediatista que Twitter
Facebook para jornalistas


Por Camila Conte, Coordenadora de Relações com a Mídia
PR Newswire

Facebook X Google+… A guerra continua em 2012!

Em 2011, a vitória mais que merecida foi do Facebook, com mais de 800 milhões de acessos, a rede social manteve-se à frente do concorrente e se atualizou ao decorrer do ano para não perder usuários. Entretanto, o Google+ também merece respeito por conseguir mais de 62 milhões de pessoas cadastradas e só no mês de dezembro teve um aumento de 55%. Esse ano a rivalidade irá aumentar muito mais, pois agora a rede social de Zuckerberg abriu capital (IPO) para que investidores comprem ações da empresa. O dinheiro arrecadado na venda de ações ajudará o Facebook a diminuir a diferença financeira em relação à capacidade de investimentos do Google.                 

Mas o que mudará nas redes sociais em si?
Ambas estão querendo, além de mais anunciantes, incorporar mais recursos e aplicativos de pequenos e grandes programadores, além de empresas de jogos e etc. O Google+ integrará também novos recursos à sua rede social como o Google Music (ainda em processo de finalização), Google TV e abandonará recursos que consideram “inúteis”. Outro investimento da rede social será em acesso móvel, como o Android. Já o Facebook irá explorar o seu novo recurso “Linha do Tempo”.

“É uma luta pela sobrevivência para o Facebook e pela relevância para o Google+”, disse Rob Enderle, analista do Endrele Group. “O que acontecer em 2012 será decisivo para a década, de modo que ao fim dela poderemos ver se ainda haverá o domínio completo de uma única rede social ou se o Google conseguirá expandir sua influência para além do mercado de buscas”. 

Segundo os números, se o Google+ continuar com o mesmo rendimento de acessos, até o final do ano, ele pode chegar a 400 milhões, metade dos acessos do concorrente. Ambos possuem seus pontos fortes e fracos, mas por quanto tempo o Facebook continuará firme no topo das redes sociais? Será que o Google+ vai conseguir agregar mais usuários a ponto de disputar de igual para igual?

Esta é uma resposta que só conseguiremos obter no início do próximo ano. Mas podemos ter certeza de que os maiores beneficiados dessa disputa serão os usuários.

 Por enquanto, feliz 2012 a todos!

 Fontes:
IDG Now
G1 
Tech Tudo

Leandro Santos, Executivo de Contas
PR Newswire

Google Plus – A Rede Social do Google

O Google lançou recentemente uma rede social que pretende trazer ferramentas interessantes e inovadoras, o Google Plus. Por conta do interesse dos jovens e popularidade de outras propriedades do Google, a rede social vem crescendo com rapidez. Já existem alguns rumores de que esta possa ser uma rede social promissora e que fará forte concorrência ao Facebook, mas ainda não há dados suficientes para se chegar a uma conclusão sobre o futuro da ferramenta.

Reprodução Google Plus

PARA ENTRAR NO GOOGLE PLUS

Para quem trabalha ou já faz parte de uma rede social, o Google Plus será facilmente compreendido. Podem-se destacar alguns recursos nesta nova rede: Google Circles, Hunddle, Takeout, Hangout e Sparks.

Para ingressar na rede social, basta ter uma conta em qualquer serviço Google, por exemplo, o Gmail, ser convidado a ingressar por um amigo e adicionar o login e senha. Com uma conta Google já é possível ter acesso a todos os serviços disponibilizados na rede.

RECURSOS DO GOOGLE +

Círculos: Por meio desta ferramenta, você pode dividir seus amigos da maneira que desejar, como interesses, trabalho, família ou como preferir. Desta forma, é possível enviar suas postagens para os círculos selecionados. Ou seja: se você postou uma foto do churrasco no fim de semana e quer que somente os seus amigos de um determinado círculo vejam, isto é viável;

Sparks: Neste serviço você vai poder acessar qualquer assunto de seu interesse através da busca de conteúdo do Google Plus, podendo também compartilhar os resultados com quem quiser;

Hangouts: É uma ferramenta que permite a você conversar via voz, vídeo ou chat com os seus círculos de amigos.

Talkeout: Permite fazer download de arquivos postados em alguns serviços da empresa. Por enquanto estão disponíveis nas ferramentas Google Buzz, o Google Contacts e Circles.

Hunddles: O Google Plus também é acessível no celular, via browser e aplicativo para Android. O app dá acesso aos streams e organiza suas fotos e notificações. E há um diferencial interessante que permite que faça chats ou troque mensagens rápidas (como o app de SMS WhatsApp), com pessoas ou círculos específicos.

SERÁ QUE O GOOGLE + VAI CRESCER?

 Rede: Os Estados Unidos lidera o ranking de maior número de usuários com 5 milhões de cadastrados, a Índia com uma quantidade significativa de 3 milhões segue na frente de Grã- Bretanha, Canadá e Alemanha com menos de 1 milhão de usuários. E o Brasil é o 6º país com maior número de usuários do Google +. A rede em apenas 16 dias conseguiu atingir 10 milhões de usuários, enquanto o Facebook e o Twitter levaram mais de dois anos para alcançar este número (780 dias para o Twitter e 852 para o Facebook), segundo o The Next Web.  Veja o gráfico abaixo feito por Leon Haland:

Visitas: O Google + em apenas 3 semanas de vida teve um total de 1,8 milhões de visitas. Isso corresponde a um acréscimo de 283% desde a segunda semana e um acréscimo de 821% desde a semana de estréia.

Tráfego: 56% do tráfego que levou os internautas até o Google + foram de propriedades do próprio Google.  37% vieram dos sistemas de buscas e 21% dos usuários chegaram à rede social através de e-mails.

Usuários: O Google + é uma rede dominada por jovens adultos. Até o dia 16 de julho, o grupo de idade responsável pelo maior número de acesso foi o de 25 a 34 anos, que correspondia a 38,37% das visitas. Na primeira semana de vida, os usuários mais freqüentes eram jovens adultos entre 18 e 34 anos, representando 38,11% dos visitantes.

Los Angeles, Nova Iorque e São Francisco são as cidades metropolitanas que dominam o maior número de usuários do Google Plus.

Referências:

http://super.abril.com.br/blogs/rebit/google-lanca-o-plus-sua-rede-social-para-enfrentar-o-facebook/

http://super.abril.com.br/blogs/rebit/google-lanca-o-plus-sua-rede-social-para-enfrentar-o-facebook/

http://criarfazer.net/como-criar-uma-conta-no-google-plus/

http://www.tecnocratadigital.com.br/infografico-o-crescimento-do-google-plus/

http://thenextweb.com/google/2011/07/22/google-reached-10m-users-in-16-days-want-to-know-how-long-it-took-facebook-and-twitter/

http://webholic.com.br/2011/07/26/google-plus-faz-em-16-dias-o-que-o-facebook-e-twitter-fizeram-em-2-anos/

https://plus.google.com/112418301618963883780/posts/D2Rz5rdciWE

Por Mariana Leandro, Executiva de Contas
PR Newswire

 

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.