Seis erros que podem afundar a visibilidade de um Press Release

Post originalmente publicado no blog da PR Newswire USA em 19 de abril de 2012

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O Press Release é uma ferramenta importante e (apesar de muitos anuncios prematuros sobre seu fim) continua sendo atualmente um dos formatos mais populares de comunicação para os profissionais de Relações Públicas. Dito isto, todos podemos concordar que nos últimos anos – ou nos últimos meses mesmo – temos visto uma enorme mudança no modo como a informação é consumida. Para garantir que seu press release seja eficaz em atingir o atual público conectado, evite alguns erros comuns que podem afundar a visibilidade da sua mensagem.

Os seis erros que redatores de Press Release podem cometer:

1. Falta de foco: Muitos redatores cometem o erro de tentar emplacar temas demais em uma única mensagem, com a intenção de apelar para vários públicos.

Aqui está o problema que uma mensagem fora de foco pode criar. As pessoas buscam informações específicas e motores de busca baseiam-se nisto. Conteúdo sem foco é susceptível de cair no esquecimento em redes sociais, terminando por não ser compartilhado. Além disso, é provável que os algoritmos do Search Engine – que são destinados a analizar o conteúdo de uma página e categorizá-la de acordo com sua informação – concluam que o conteúdo é efetivamente sobre “nada” quando o foco do texto está muito enfraquecido.

2. Escrita sem naturalidade: Começando pela abertura do press release (ex: Companhia XXX, provedora global e inovadora de classe mundial…”) até as aspas padrão de executivos declarando sua empolgação sobre alguma novidade de mercado, muitos textos são a antítese do modo de escrita natural e interessante.

Jargão duro e “linguagem corporativa” desaceleram (e desligam!) leitores e distanciam o público da sua organização por serem menos relacionáveis. Jornalistas concluem “Nada de novo aqui …” e clicam em delete e os leitores mal conseguem chegar à metade do lead. Além disso, os motores de busca são incrivelmente bons em detectar a linguagem natural, e recompensá-lo. Conteúdo que é muito “estilo máquina” pode ser penalizado.

3. Formatação unidimensional: Muitas notícias são escritas para serem lidas em uma folha de papel e não um ambiente fluido e interativo.

Blocos de texto e a falta de links interativos e botões de compartilhamento atrapalham as mensagens chave e colocam os leitores em uma armadilha. O simples ato de incorporar um link ao texto cria um chamado para a ação, convidando seus leitores a dar um próximo passo e visitar a página da web que você sugere. E pequenas mudanças de formatação como usar listas e cabeçalhos em negrito capturam a atenção quando o público bate o olho no conteúdo e torna mais fácil para os leitores conectados a discenir mensagens chave e compartilhá-las em suas redes sociais.

4. Títulos longos e densos: Títulos existem para chamar a atenção, não para contar toda a história ou reforçar um exercício de marca. E o papel de um título está ainda mais importante hoje, porque uma boa chamada pode despertar o interesse e influenciar no compartilhamento de um conteúdo, além de ajudar os mecanismos de busca a indexar seu conteúdo corretamente.

Quando escrever um título, considere alguns fatos:

  • Mecanismos de busca não indexam além do que 65 caracteres de sua chamada. (Um estudo feito por Hubspot e PR Newswire indicou que um título ideal tem 120 caracteres para leitores e usuários do Twitter).
  • Títulos com números inclusos angariam mais leitores (do mesmo estudo Hubspot/PRN).

Nosso conselho:

  • Escreva um título em torno de 120 caracteres (não mais, você quer deixar um respiro para quando ele for postado e repostado no Twitter).
  • Coloque a sua mais importante palavra-chave nos 65 primeiros caracteres do seu título de 120 caracteres.
  • E para todos os efeitos, se possível, coloque um numeral no seu títulos (Por que você acha que este post foi nomeado desta maneira?).
  • Finalmente, se você necessita de mais detalhes, use um subttítulo.

5. Muitos links inseridos: Antes de sair adicionando links inspirado pelo item #3, preste atenção a esta ressalva. Um link ou dois em um press release é ótimo, mas muitos links no texto podem trazer conseqüências negativas à visibilidade do conteúdo.

Conteúdo que é salpicado com hyperlinks é o equivalente àquele vendedor com um alto-falante ou aquele apresentador do canal de vendas que gesticula e fala freneticamente. Eles são irritantes. Pior, mecanismos de busca estão prestando cada vez mais atenção aos links de um conteúdo e muitos links embutidos podem sinalizar seu comunicado como um spam e eliminá-lo dos resultados de busca. Não seja ganancioso. Insira um link – ou dois, se você acha  absolutamente necessário – em cada um comunicado de imprensa. É isso. Não mais. Links em comunicados de imprensa devem prestar um serviço, não ser uma distração.

6.Visual. A importância dos recursos visuais nas campanhas de RP e press releases não podem ser exageradas, mas a maioria dos press releases divulgados por agências de notícias comerciais hoje são ainda textos simples, apesar dos press releases com acompanhamento visual gerarem melhores resultados.

Por que isso é um problema: Google e Facebook ambos dão mais peso para conteúdo visual em seus algoritmos de classificação, razão pela qual imagens e vídeos sobem para o topo dos resultados de busca e feeds de notícias do Facebook. Além disso, muitas redes sociais populares como Pinterest e Instagram são baseadas em imagens. Sem um visual, o seu conteúdo não estará disponível para estas audiências maciças e engajadas.

Se você está enviando seu comunicado de imprensa a uma lista de meios de comunicação, colocando-o em seu site ou planejando distribuí-lo globalmente em um serviço wire, evitar esses erros irá ajudá-lo a conquistar uma melhor visibilidade para a sua mensagem – e a alcançar resultados para seus esforços .

Sarah Skerik é vice-presidente de Mídia Social na PR Newswire USA e autora do e-book gratuito Unlocking Social Media for PR.

 

Traduzido por Camila Conte, Coordenadora de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

O que as penalidades de excesso de otimização do Google significam para RP

Texto originalmente publicado como What Google’s Over-Optimization Penalties Mean For PR no Blog da PR Newswire USA em 20 de abril de 2012 de autoria de Sarah Skerik

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Rand Fishkin da SEOmoz oferece conselhos para pessoas que escrevem press release prestar atenção e evitar as penalidades de excesso de otimização que o Google anunciou.

Sarah Sherik vice-presidente de Mídia Social da PR Newswire resume os pontos principais das dicas de Rand Fishkin e descreve as implicações dessas penalidades para RP.

1) Texto com repetições de palavras-chave: O texto precisa ser autêntico, e precisa soar como escrito por humanos, para humanos. Repetir palavras-chave toda hora e frases não naturais é como acionar “sinal vermelho”.

Implicação para RP : Escreva texto e título que tem como principal objetivo capturar o interesse de sua audiência e transmitir sua história.

2) Links manipulativos: Links internos utilizando o mesmo texto âncora várias vezes não é favorável (o primeiro link é o único que conta). Use a lógica, links consistentes, link com diferentes URL, e use link que você queira que as pessoas realmente acessem.

Implicação para RP: Quando você distribui seu press release ele de fato se torna uma página na web. Use – mas não excessivamente – link de texto âncora em seu press release, mas use-o como um serviço de leitura, fornecendo uma chamada para ação ou mais informações detalhadas. Mantenha o mínimo de links – um ou dois por press releases.

3) Rodapés com vários links: ou mais especificamente um monte de links no final do texto com o único objetivo de otimizar sua página para determinadas palavras-chave, o que acaba se tornando algo que ninguém realmente clicaria. Isto é tática de uma década atrás.

Implicação para RP : Mantenha o mínimo de links, em torno de dois. Resista ao desejo de adicionar listas de links em seu press release.

4) Texto construído com mecanismo de bloqueio: Spammy bloqueia o texto que tem como única finalidade colocar a palavra-chave no texto. Isto afasta as pessoas. É perigoso por que proporciona uma experiência sem consistência.

Implicação para RP: Proteja-se contra qualquer texto que é crivado de palavras-chave incluindo seu “boiler plate”. Por que a maioria dos press releases inclui o mesmo “boiler plate” várias vezes.

5) Um grande número de páginas focando em palavras-chave similares com uma leve variação entre elas, mas que é essencial para o mesmo conteúdo. O que Rank quer dizer é que têm páginas em website que essencialmente dizem a mesma coisa, mas que têm variações leves nos títulos e nas palavras-chaves.

Implicação para RP: Se você usa um modelo para seu press release, isso pode ser um problema, especialmente se tem uma pequena variação em seu título ou em todo corpo do release. Com ênfase nos dias atuais da escrita natural, é provavelmente o momento para abandonar desse modelo. Para finalizar tenha certeza de escrever um título e lead novo, e mude um pouco do corpo do texto.

Basicamente, Sarah aponta cuidados para que os profissionais de comunicação tenham ao escrever press-releases de uma forma mais natural, sem muitos links ou palavras-chave. A idéia é concentrar-se mais na audiência e criar conteúdo de qualidade para pessoas lerem e não máquinas.

Vídeo recomendado (em inglês): 6 Changes Every SEO Should Make BEFORE the Over-Optimization Penalty Hits – Whiteboard Friday

Por Erika Macknight, Editora
PR Newswire

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