Yahoo! anuncia compra do aplicativo Summly

Aquisição foi feita no último dia 25 de março por R$ 120 milhões

Ao que parece, o Yahoo! está empenhado em desenvolver seu núcleo de conteúdo multiplataforma com grande foco em mobile. Uma prova disso foi a compra do aplicativo, facilitador de leitura de notícias, Summly.

Fonte da Imagem: thenextweb.com

Fonte da Imagem: thenextweb.com

Desenvolvido por Nick D’Aloísio, que está hoje com 17 anos, o App tem como principal objetivo resumir notícias facilitando sua leitura e navegação por parte dos usuários. Com textos objetivos e de fácil leitura o serviço torna-se atrativo para o público que se encontra na mesma faixa etária do desenvolvedor e além de outros usuários preocupados com a otimização do tempo.

Mas porque a compra? A busca por audiência entre os portais da internet sempre existiu, agora além de uma briga por conteúdo e cliques, os portais têm investido também na modernização e aquisição de aplicativos móveis com o objetivo de conquistar a faixa etária que cresceu envolvida com a evolução do mercado de móbile, e bastante familiarizados com o uso de smartphones.

O Summly rendeu ao jovem Nick, um emprego no Yahoo!. Ele fará parte da equipe de mobile da empresa e trabalhará diretamente de sua casa, na Inglaterra. Lançar, desenvolver e comprar produtos no segmento móvel fica mais fácil quando alguém que se enquadra ao perfil do público-alvo faz parte da equipe participando ativamente do planejamento de ações.

A empresa tem feito uma série de aquisições de aplicativos e plataformas, como o Stamped, uma rede social de recomendações de lugares, bares, livros, restaurantes, etc., e o site de leitura de notícias Snip it. Com o surgimento de tantas redes sociais de compartilhamento, agregadores de conteúdo e em breve certamente teremos mais informações sobre a compra ou desenvolvimento de novos aplicativos pelo Yahoo! Vamos acompanhar. ;)

Fontes: Estadão e Exame.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

Foto feita via IPhone e editada no Instagram pelo fotografo Nick Laham, é publicada na capa do New York Times

No inicio de abril, o New York Times, um dos maiores e mais influentes jornais do mundo, publicou em sua primeira página uma foto registrada pelo fotografo Nick Laham por meio de um celular e editada unicamente pelo Instagram – aplicativo que permite a usuários de smartphones fotografarem, editarem e compartilharem suas imagens com seus seguidores. A foto trazia o jogador de beisebol Alex Rodríguez e foi feita no vestuário do New York Yankees, equipe do atleta.

Foto de Alex Rodrigues, por Nick Laham, NYT, feita via Iphone + Instagram

Foto de Alex Rodrigues, por Nick Laham, NYT, feita via Iphone + Instagram

Trata-se da primeira vez que uma foto feita com a câmera de smartphone ganha tanto destaque em uma publicação. Em seu blog, Laham comentou: “Não foi uma escolha minha. Não me foi dada a opção de fazer os registros em um estúdio ou em vestuário e optei pelo último. Me uni à rede de fotógrafos às 6 da manhã no Centro de Treinamento do New York Yankees, em Tampa, e tive de lidar com o espaço que tinha para poder trabalhar”.

Evolução e futuro: Os recursos dos profissionais de fotografia têm evoluído nos últimos anos de forma rápida, primeiro com a chegada dos equipamentos digitais (mais o combo Photoshop) e depois com o aprimoramento das câmeras dos celulares. A foto feita por Laham não foi, como ele mesmo disse, sua primeira opção, mas demonstrou que o fotografo, mesmo com recursos reduzidos, conseguiu captar imagens ótimas, com qualidade suficiente para estampar a capa de um periódico. No blog dele tem a série toda de imagens registradas.

E vocês, fotógrafos, o que pensam disto?

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

 

 

 

 

 

Google e o Gerenciador de Contas Inativas

Ninguém espera por ela, mas ela vem para todos. Como afirma a sabedoria popular: a única certeza da vida é a morte!

E o que acontece com as informações digitais de uma pessoa que nos deixa? O que acontecerá com os seus próprios dados?

Algumas pessoas evitam o assunto e não querem sequer cogitar a hipótese. Contudo, para quem se importa com o tema, o Google surpreendeu ao lançar o “Gerenciador de Contas Inativas”.

Gerenciador de contas inativas - Cópia (2) - Cópia

Esta ferramenta, com um nome burocrático, oferece a chance de o usuário decidir o que acontecerá com seus dados do Gmail, Youtube, Blogger, Álbuns do Picasa, Google + e todos os outros serviços da companhia, após um período inativo.

Primeiro, você escolhe o limite de tempo para ser alertado antes da conta expirar. Em seguida pode optar por excluir tudo, ou compartilhar com alguém. É possível definir até 10 contatos e você pode especificar para cada um os serviços que terão acesso.

Logo após decidir, ainda cadastra o número de celular dos contatos para eles receberem um código de verificação – que será necessário com o intuito de evitar fraudes.

Por fim, poderá personalizar um e-mail para seu familiar ou amigo, avisando que você está deixando o acesso de sua conta para ele. Algo parecido com um “testamento virtual” (essa parte é a mais difícil, principalmente para quem é emotivo).

Depois que sua conta expira, o contato confiável pode fazer o download de seus dados por três meses.

 Por Diego Lago, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Página não encontrada: Censura e mídias Sociais na China

Com população de mais de 500 milhões de usuários ativos na web, na China a censura a alguns sites existe desde 2003 e foi se intensificando ao longo dos anos. Apenas as cidades de Hong Kong e Macau, que possuem legislações próprias, estão fora do circuito de censura na web. Nos demais locais o Partido Comunista da China (PCC) é quem dita as regras sobre o que pode ou não ser divulgado, lido e compartilhado na web.

IMAGEM

Estima-se que quase 20 mil websites são bloqueados no país, assim como alguns temas que o PCC considere que pode provocar perturbação da ordem provocativos a perturbação da ordem, gerem revoltas, ou que a população se organize e comece a protestar contra a censura. No país, sites como Google e Wikipedia, por exemplo, precisaram negociar com o governo para exibir conteúdo parcial (sob censura) aos internautas.

Frente a este cenário, os chineses não pensaram duas vezes e criaram seus próprios sites de busca, redes sociais e YouTube. Listo alguns deles a seguir e quem tiver curiosidade de ver a home dos sites chineses basta clicar no nome  ;)

Baidu – O maior e mais popular buscador Chinês, está sob censura do governo e exibe apenas resultados “permitidos”.

Goojje – Semelhante ao Google, é um buscador, mas seu conteúdo está sob censura e exibe os mesmos resultados que o Baidu e o Google apresentam no país.

YouTube CN – Cópia do YouTube, que exibe os mesmos resultados que o buscador de vídeos apresenta no mundo.

YouKu – Este é outro site de download e compartilhamento de vídeos,  que se parece com o YouTube e foi criado pelos chineses.

Cópias do Facebook e OrkutKaixin, RenRen, PengYouQzone (Orkut) e 51.com .

Sina Weibo – Rede Social criada pelos chineses similar ao Twitter.

Jiepang – É um site de localização parecido com o Foursquare, criado pelos chineses.

Fontes: [n]Jovem , Social Networking WatchBBC e Wikipedia.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

4 Razões para Marcas não dependerem das Mídias Sociais na Comunicação

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 04 de abril de 2013.

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Eu não era a única profissional de mídias sociais que quebrou a cabeça e disse: “Sério?” Em resposta à decisão da SEC (Securities and Exchange Commision) de alguns dias atrás, que abriu caminho para que empresas públicas divulguem suas notícias por redes sociais. Acontece que eu estava em boa companhia, e assim como eu, muitos olharam para a decisão de forma “diferente”, incluindo Dan Primack da Fortune (Novas Políticas para Mídias Sociais estão aquém”).

Não me interpretem mal. Fundamentalmente, apoio marcas que usam canais sociais para se comunicar. Eu estou completamente convencida da eficácia das redes sociais como um meio para se comunicar com seu público-alvo.

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Mas também sei, através da minha experiência na gestão de várias mídias sociais na PR Newswire nos últimos dois anos,  as redes sociais não são canais de comunicação perfeitos. Por várias razões, eu nunca dependeria exclusivamente delas como principal canal de comunicação.

E aqui vai o por que:

  • Confiabilidade – Se você usa o Twitter, provavelmente já viu a “baleia de falha” que aparece quando o Twitter excede sua capacidade. Os usuários do Facebook têm problemas com sua API e atrasos na obtenção de conteúdo que é postado o tempo todo. Basta colocá-lo, você nunca saberá quando sua rede social cairá – ou até mesmo ficar paralisada. Podem me chamar de cínica, mas a Lei de Murphy diz que, em algum momento, você encontrará um problema de serviço logo quando mais precisar postar alguma coisa.
  • Serviços e Mudanças de Plataforma – Todas as redes sociais reservam o direito de fazer alterações em seus serviços e suas plataformas sem qualquer aviso prévio aos usuários, e alteram o jeito de se fazer as coisas. Ao longo dos últimos anos, temos visto as redes começarem e terminarem relacionamentos com os buscadores, mudarem a forma como o conteúdo do usuário é exibido e aumentarem os anúncios dentro do fluxo de conteúdo gerado pelos usuários. Todas essas mudanças têm afetado (em alguns casos de forma significativa) como e quando o conteúdo social é compartilhado e visualizado.
  • Gerenciamento de Feed e Algoritmos - Pode ser uma surpresa para alguns, mas a maioria das redes sociais empregam gerenciamento de conteúdo que seus usuários veem. Usando algoritmos, e através de seus feeds de notícias, tweet streams e atualizações que são exibidas aos usuários, trazendo à tona o conteúdo popular e / ou aqueles produzidos por usuários “populares”. Mensagens mais comuns são enterradas. O ponto é, não é por que a empresa está em uma rede social que terá a garantia de que seu conteúdo será visto por seus amigos/seguidores/fãs. Na verdade,  estará certa  de que relativamente poucos membros de seu público social vai ver a sua mensagem no momento em que é publicada.
  • Segurança – As redes sociais podem ser invadidas, e enquanto elas, obviamente, tentam se proteger, não é incomum vermos spams “jorrando” de contas hackeadas. As contas da empresa não estão imunes, e o risco aumenta se você cultivar um público influente e bem relacionado como analistas, blogueiros e jornalistas.

Se este post fez você “suar frio”, talvez seja uma boa ideia dar uma rápida olhada em alguns termos de serviço que as redes sociais nos obrigam a aceitar quando criamos uma conta. Nenhuma contém acordos sobre nível de serviço e suas garantias, geralmente aplicados em serviços pagos. (Nota: PR Newswire é um fornecedor pago. Nós construímos segurança e garantias para o que fazemos, e consideramos o prazo das exigências).

Acho ótimo que as empresas possam usar as redes sociais no seu mix de comunicação desde que de forma segura. E que as marcas precisam ser cautelosas sobre se tornar autossuficientes em redes sociais, pensando que elas não têm garantias e nenhum controle real nesse universo.

 é Vice Presidente da PR Newswire de Marketing de Conteúdo, e é Autora do e-book “Unlocking Social Media for PR.”

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Brastemp – Sinergia de Mídia e Exclusividade

Mesclando promoção de produto com informação, marca dá exemplo de marketing

Exclusividade: esse é o termo que muitos consumidores têm buscado na hora de escolher um produto ou serviço. É interessante notar como o cliente quer ter algo que seja somente seu, refletindo sua personalidade e seus gostos. Você já pode ver essa tendência em alguns carros, empresas de decoração e de outros segmentos. Entre elas, aparece a Brastemp com uma nova proposta de linha branca.

by you - Cópia

Por meio do lançamento de sua recente linha By You, a Brastemp possibilitou ao seu consumidor uma forma de criar sua própria geladeira, fogão ou lavadora. São mais de 2 mil combinações de cores possíveis, assim como diferentes níveis para separação do freezer com o restante da geladeira. Quer ter um aparelho de linha branca com três cores fortes e diferentes? Sem problemas, é possível.

A Brastemp não é a primeira nem a última empresa a explorar essa nova tendência de exclusividade no mercado. Mas não é só isso. A marca consegue realizar uma sinergia entre sua nova linha de produtos com seus canais de comunicação. A geração de conteúdo somado a elementos informativos dos aparelhos impulsiona as vendas e a disseminação de lembrança na mente do consumidor.

Utilizando diferentes redes sociais, a Brastemp chega ao seu consumidor. No Facebook, é possível ver posts sobre tutoriais de como usar os produtos da marca, receitas, dicas de lazer, entre outros. Você sabia que uma lava-louça não consome mais água do que a tradicional lavagem na pia? Pois é, eles explicam isso em um vídeo no Youtube.

Somando o site da Brastemp com seus canais no Facebook e Youtube, a marca consegue oferecer uma melhor experiência ao seu consumidor. O repertório de informações dá segurança ao cliente, que se sentirá mais à vontade para comprar um novo produto.

Quando empresas precisam promover os seus produtos, é preciso entender que o cliente é cada vez mais crítico e bem-informado. Não basta ter o melhor aparelho, é necessário que o consumidor receba a mensagem de como aquilo será útil e necessário a sua vida. E nesse sentido, a Brastemp vem conseguindo dar um exemplo prático de como equilibrar essas diferentes ações.

Por Thiago Fonseca, Executivo de Contas
PR Newswire

Facebook apresenta novidades na Timeline. Quer saber o que mudou?

A rede social agora apresenta fotos em tamanho maior, pois o foco passa a ser as imagens e textos menores. Os feeds de notícias tornaram-se múltiplos onde os usuários podem escolher acompanhar as atualizações de todos os seus amigos, ídolos e empresas que seguem, na integra ou separadamente. Os jogos, notícias e músicas, por exemplo, passam a ser divididos por itens gerando feeds especializados. Outros serviços que são baseados em compartilhamentos de imagens como o Pinterest e o Instagram ganham ainda mais espaço.

A nova versão passa a utilizar soluções que já eram encontradas em dispositivos móveis. Dessa forma o site, quando visualizado em navegação pela web, fica semelhante com a forma utilizada em smartphones e tablets, onde seu conteúdo está disponível de maneira mais clara e em várias resoluções, deixando a plataforma mais intuitiva.

O objetivo da empresa, segundo Mark Zuckerberg, é que o Facebook seja o melhor jornal personalizável do mundo, através dos feeds de notícias, onde as pessoas terão acesso a todas as informações que necessitam na página principal.

A implantação das novidades no layout será gradual e já está disponível para alguns usuários e existe uma fila no Facebook para quem desejar ser um dos primeiros a migrar para a nova versão.

O que vocês acharam nas novidades mostradas pelos executivos do Facebook?

Por Evely Souza, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Como fazer os Press-Releases ajudarem o SEO?

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 22 de janeiro de 2013.

Os press-releases distribuídos por uma agência de notícias, como a PR Newswire, ajudam ou não com o trabalho de SEO? Esse debate tem durado muito tempo, gerando falta de clareza sobre a eficácia dessa prática para aumentar a aderência junto aos mecanismos de busca e dar mais visibilidade para um website.

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Há anos atrás, enviar um press-release contendo links dava ao emissor dezenas – ou mesmo centenas – de compartilhamentos. Em muitos casos, o website associado saltava para o topo das listas dos mecanismos de busca e, voilà, uma tática popular acabou nascendo.

Desde então, os mecanismos de busca tornaram-se mais inteligentes e mais focados nos seus usuários. As atualizações nos sistemas do Google são feitas para separar o conteúdo bom do ruim. Muitos dos press-releases enviados eram criados com base em links, não em conteúdo, e esses não passam despercebidos pelos sistemas de avaliação de conteúdo.

De acordo com Matt Cutt, chefe do time antispam do Google, links nos press-releases não estão mais funcionando muito bem. Entretanto, um teste recente feito pelo blog SEO Consult traz evidências que sugerem o contrário. Um experimento feito pelo blog aponta que links nos press-releases trazem resultados positivos.

Então, qual é a resposta? Press-releases realmente geram visitas quando incorporados ao SEO do site? Sim, eles geram resultado, mas não da maneira como vem sendo utilizados.

Os velhos tempos de utilizar um press-release com links para sites na internet ainda não acabaram.  Evidencias apontam que ainda pode ser benéfico, mas as expectativas quanto ao resultado têm crescido significativamente.

Por outro lado, o conteúdo que é escrito para atrair a atenção das pessoas – e consequentemente avaliado por elas – causa um bom impacto, seja ele um press-release, um artigo ou uma atualização em um blog.

“Nosso conselho é: escrever primeiramente para as pessoas e depois se preocupar em tornar o press-release fácil de ser encontrado”, explica Rod Nicolson, vice-presidente de Global Reporting da PR Newswire. “Ao compartilhar alguma informação que seu público precise ou algo que eles queiram, você está empregando uma boa prática tão antiga quanto o próprio press-release”, completa ele.

“Matt não está dizendo que os press-releases não ajudam”, comentou Joshua Butler, leitor do SEO Round Table – uma publicação eletrônica sobre o assunto -, em um artigo cujo título é “Links in Press Releases Don’t Help Your SEO? This Experiment Proved They Do” e que promoveu um debate agitado sobre o assunto. “Matt está dizendo que press–releases que só ficam disponíveis em de sites de agências, sem serem publicados por verdadeiras empresas de notícias, não vão ajudar. Então, o que fazer? Continue publicando press-releases, mas faça-os serem verdadeiramente úteis para os noticiários. Ter o seu link publicado em sites especializados, que já estejam a pelo menos três anos na ativa, é uma excelente conquista.

Se o seu press-release e qualquer outro conteúdo que a sua empresa distribua ou publique é efetivo ou não em termos de aderência aos mecanismos de busca – e dessa forma, uma ferramenta de credibilidade para gerar o compartilhamento dos seus links – vai depender de algumas coisas:

  • Tema e conteúdo: o conteúdo é pertinente aos interesses da sua audiência? Está escrito na linguagem que eles usam? Há termos que as pessoas vão procurar?
  • A competitividade do assunto e das palavras-chave: competir pela atenção das pessoas quando você usa palavras-chave muito populares, tais como “Michelle Obama” ou “Super Bowl 2013” é difícil em função da enorme quantidade de informação disponível sobre tópicos populares. Palavras-chave mais direcionadas para o seu conteúdo tenderão a gerar um resultado melhor.
  • Onde o conteúdo é divulgado: Boas notícias, conteúdo bem redigido aparecendo em sites relevantes e de autoridade serão notados pelos mecanismos de busca e o efeito será positivo. O site da PR Newswire está, ininterruptamente, desde 2005 servindo a clientes e seus públicos. A nossa rede de distribuição de conteúdo inclui as maiores empresas de noticias, bem como milhares de sites muito respeitados e publicações especializadas.
  • Se as pessoas realmente lêem e compartilham: conteúdo que é publicado, mas não é lido leva a lugar nenhum – tanto em termos de visitas quanto de aderência aos mecanismos de busca, além de representar um grande desperdício de recursos. Quando as pessoas lêem e compartilham o conteúdo, elas geram sinais indicando aos buscadores o valor de um pedaço específico do material. Então, gerar conteúdo capaz de convencer as pessoas que vale a pena lê-lo tem um beneficio duplo: além de espalhar a sua mensagem de forma viral, vai aumentar também a sua visibilidade junto das ferramentas de pesquisa na internet.

Então, a conclusão é: não existe uma receita de bolo no uso de press-releases para aumentar o tráfego do seu site. Entretanto, enfatize conteúdos que tenham valor para os leitores, isso incrementa a visibilidade junto aos mecanismos de busca e eleva a credibilidade junto ao público-alvo do seu negócio.

Melhore a visibilidade do seu conteúdo

Que tal algumas dicas sobre como melhorar a visibilidade dos press-releases e os outros conteúdos que você publica? Veja nos slides abaixo algumas boas práticas simples e fáceis de implantar, que você pode começar a usar ainda hoje.

Autor: Sarah Skerik é vice-presidente de mídia social da PR Newswire.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

Video on Demand (VoD) ou Deliver – Um Novo Jeito de Assistir Filmes

O modo de se assistir filmes mudou radicalmente nos últimos anos. Hoje sair de sua residência para ir até uma locadora é uma ação cada vez mais rara. Novos canais oferecem opções para todos os gostos. Há quem exiba instantaneamente de forma gratuita (e legal) na internet; há opções de aluguéis ilimitados através de assinatura mensal; ainda há serviços que entregam e retiram DVDs e blu-ray  via “motoboy”.

Fonte da imagem: www.zdnet.com

Fonte da imagem: http://www.zdnet.com

Na era do VHS vimos à popularização das locadoras de bairro, que, excluindo algumas exceções, não resistiram ao mundo digital. O mercado sofreu quando a pirataria foi facilitada com o surgimento do formato DVD, além do avanço da banda larga, que permitiu aos internautas baixarem arquivos e filmes com maior facilidade.

Diante deste cenário o mercado tem se reinventado. Nos novos tempos a acessibilidade não é a questão primordial, o grande trunfo dos serviços legalizados são outros: a qualidade e comodidade.

Para você que preza assistir filmes com boa qualidade de áudio e vídeo, confira algumas indicações!

CRACKLE
Gratuito – Assista Online

Totalmente gratuito. Não precisa realizar cadastro para assistir aos filmes. O acesso aos filmes é muito fácil e ainda disponibiliza um próprio acervo de séries originais. Como não opera com assinatura, a proposta do site é exibir alguns comerciais durante os vídeos – assim como fazem as emissoras de TV Aberta.

NETFLIX
Pago – Assista Online

Tem ganhado força no Brasil. A vantagem do serviço é o catalogo amplo com direito a séries clássicas e atuais.  Em fevereiro estreou sua primeira série original, House of Cards.  Atualmente alguns aparelhos de TV, Blu-Ray e até vídeo-games permitem o acesso direto e facilitado ao serviço. Oferece 30 dias grátis para teste.
*O plano mensal custa R$ 14,99.

NETMOVIES
Pago – Receba em casa e assista online

Aluga séries e filmes e entrega o DVD ou BluRay em casa, sem multa e sem prazo de devolução. Quem assina ainda tem o acesso ao catalogo online. Segundo o site da empresa, há disponíveis 35.000 títulos físicos e 5.000 na web.
O serviço online não tem limite de acesso, o físico depende das condições do plano.
*Os planos mensais variam de R$ 18,90 a R$ 64,90.

BLOCKBUSTER
Pago – Receba em casa

A famosa cadeia de locadoras oferece plano de aluguel físico por internet semelhante à Netmovies. Segundo o site da empresa, há 20.000 títulos disponíveis. Não há prazo de devolução e o frete é grátis. A quantidade de mídias por pedido e a troca por mês depende do plano escolhido.  Também loca games para PlayStation3, XBOX 360 e Wii.
*Os planos mensais variam de R$ 12,90 a R$ 99,90.

*Valores consultados no dia 19/03/2013

 Por Diego Lago, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

 

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