Yahoo! anuncia compra do aplicativo Summly

Aquisição foi feita no último dia 25 de março por R$ 120 milhões

Ao que parece, o Yahoo! está empenhado em desenvolver seu núcleo de conteúdo multiplataforma com grande foco em mobile. Uma prova disso foi a compra do aplicativo, facilitador de leitura de notícias, Summly.

Fonte da Imagem: thenextweb.com

Fonte da Imagem: thenextweb.com

Desenvolvido por Nick D’Aloísio, que está hoje com 17 anos, o App tem como principal objetivo resumir notícias facilitando sua leitura e navegação por parte dos usuários. Com textos objetivos e de fácil leitura o serviço torna-se atrativo para o público que se encontra na mesma faixa etária do desenvolvedor e além de outros usuários preocupados com a otimização do tempo.

Mas porque a compra? A busca por audiência entre os portais da internet sempre existiu, agora além de uma briga por conteúdo e cliques, os portais têm investido também na modernização e aquisição de aplicativos móveis com o objetivo de conquistar a faixa etária que cresceu envolvida com a evolução do mercado de móbile, e bastante familiarizados com o uso de smartphones.

O Summly rendeu ao jovem Nick, um emprego no Yahoo!. Ele fará parte da equipe de mobile da empresa e trabalhará diretamente de sua casa, na Inglaterra. Lançar, desenvolver e comprar produtos no segmento móvel fica mais fácil quando alguém que se enquadra ao perfil do público-alvo faz parte da equipe participando ativamente do planejamento de ações.

A empresa tem feito uma série de aquisições de aplicativos e plataformas, como o Stamped, uma rede social de recomendações de lugares, bares, livros, restaurantes, etc., e o site de leitura de notícias Snip it. Com o surgimento de tantas redes sociais de compartilhamento, agregadores de conteúdo e em breve certamente teremos mais informações sobre a compra ou desenvolvimento de novos aplicativos pelo Yahoo! Vamos acompanhar. ;)

Fontes: Estadão e Exame.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

Bom, Bonito, Barato… e Social

Fundada em abril do ano passado, a Lema21 é uma marca de óculos de grau que tem como proposta oferecer produtos de alta qualidade, design sofisticado e preço acessível. Baseada nessa promessa a empresa tem uma estratégia clara e definida para seu processo de produção e comercialização. Criando seus próprios designs e com produção nas mesmas fábricas usadas por marcas de luxo, a empresa diminui seus custos não tendo royalties para pagar. A internet além de meio de relacionamento da marca, por meio de seus perfis em redes sociais como FacebookTwitter e Youtube, também é utilizada como  o seu único canal de vendas, não tendo os custos que das lojas físicas.

 

A Marca 

No site da marca, seu nome é definido como uma “homenagem as pessoas inspiradoras do século XXI que promovem mudanças positivas ao redor do mundo”. Adotando e expressando os códigos e valores dessa geração que é motivada por novos desafios, segue um estilo de vida inteligente e coletivo. São referências para novas atitudes positivas.

Responsabilidade Social  

Alinhado com suas crenças e cultura corporativa, a marca se compromete a quando um óculos é vendido, o custo de um óculos simples é doado a instituição Laramara que apoia a inclusão social de pessoas com deficiência visual, e para a RestoringVision que fornece pares de óculos para comunidades carentes.

O que mais impressiona é como uma empresa e marca tão jovem conseguiu alinhar sua estratégia de negócio com diferenciais competitivos e responsabilidade social. Um pequeno case de Branding que tem tudo para dar certo.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Twitter um pouco mais Brasileiro

No começo de 2013 o Twitter resolveu aproximar suas ações da população brasileira, abrindo uma filial da empresa dentro do país, mais precisamente na cidade de São Paulo. Mas, quais seriam as intenções de Shailish Rao, vice-presidente do Twitter, ao expandir a companhia para a América Latina?

Fonte da Imagem: canaltech.com.br

Fonte da Imagem: canaltech.com.br

O Brasil é o quarto país a receber uma unidade de negócios do Twitter, juntamente com Estados Unidos, Japão e Inglaterra. Nosso país é um dos cinco com maior número de usuários na rede social. Para expandir sua atuação nos mercados de maior concentração de usuários, firmar parcerias e aumentar a publicidade com grandes empresas influentes, a companhia não se restringiu somente ao território americano.

Guilherme Ribenboim, diretor geral do Twitter no Brasil, afirmou ao PropMark, que um em cada três usuários brasileiros que assistem a algo interessante ou polêmico na televisão sempre compartilham sua opinião via Twitter. Ainda segundo Ribenboim, o escritório terá quatro diferentes campos de atuação: usuários, veículos de mídia, personalidades e anunciantes.

Até o momento, as negociações entre as empresas brasileiras e o Twitter eram feitas via escritório americano. Com a nova iniciativa serão aperfeiçoadas:

- Aproximação com o público brasileiro com ações direcionadas e sem intermediários.

- Orientações serão dadas a respeito dos perfis disponíveis por interesse.

- Dicas de como alavancar a plataforma para usuários.

- Possibilidade de checar os trending topics regionais (estado ou cidade específica).

Atualmente, de acordo com Shailesh ao Zero Hora, as empresas ainda não se adaptaram ao uso das ferramentas da rede social. Apesar da filial brasileira ainda ser pequena e contar apenas com três profissionais definidos, a tendência é que o número de contratações aumente consideravelmente, e ao longo dos próximos anos o Twitter terá potencial para ser ainda maior dentro do território brasileiro.

Por Bruno Sutero, Pesquisador de Mídia
PR Newswire

Facebook Home – Amá-lo ou odiá-lo?

No dia 12 de abril, foi lançado ao mercado o Facebook Home, aplicativo novo da companhia de Mark Zuckerberg que promete mudar a interação entre o usuário e seu celular.

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Fonte: uol.com.br

Modificando a interface do sistema operacional Android de alguns modelos de smartphones, o Home faz com que o usuário tenha acesso ao conteúdo do Facebook de um modo mais interativo, através do status, notificações, comentários, likes e até chats com os amigos.

Assim que ligar o telefone, a tela de descanso se tornará um feed, com as últimas fotos e atualizações de seus contatos e páginas que curte. De um modo muito mais simples será possível curtir ou comentar algo, eliminando a necessidade de abrir o aplicativo tradicional do Facebook.

Outra novidade é o “Chat Heads”, onde um círculo com a foto de perfil do amigo que enviar uma mensagem aparecerá na tela, permitindo continuar o papo sem precisar fechar outros aplicativos. Esse círculo também pode ser movimentado, e para descartá-lo basta selecionar a foto e excluí-lo.

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Fonte da imagem: meunomeandroid.blogspot.com

Mesmo com o número limitado de modelos, já são mais de 500 mil aparelhos com o aplicativo instalado. De acordo com a empresa, o aplicativo será atualizado todo o mês e a cada nova versão, a disponibilidade será ampliada.

Você já instalou o Facebook Home? Conte para nós suas primeiras impressões.

Link Facebook Home

Fontes: Info e G1.

Por Evely Souza, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

É hora de dar nome aos Press-Releases – Dicas de como fazer

Quem tem ou está para ter um filho sabe como é difícil dar nome ao bebê. Parece menos complexo, mas encontrar um nome para um animal de estimação, para um prato de um restaurante ou para um produto exige esforço também; dar nome a uma empresa é igualmente complicado. Não é à toa que o ditado “é hora de dar nome aos bois” é utilizado no momento de tomar uma decisão difícil. O mesmo acontece na ao escrever títulos: dúvidas e insegurança atormentam o autor.

Fonte da imagem: www.iloveugly.net

Fonte da imagem: http://www.iloveugly.net

Os press-releases oferecem o mesmo desafio, mas com um incremento: eles devem ser bons o bastante para atrair e reter a atenção tão cobiçada de editores muito ocupados. A primeira dica para isso: tudo começa – ou termina – com o título.

Um bom título deve combinar objetividade e disponibilizar informações relevantes, deve soar como uma sugestão de matéria e provar ao jornalista que vale escrever sobre aquele assunto. (Tweet)

Continue lendo este artigo e veja:

  1. Título curto: indícios de um tamanho ideal (Tweet)
  2. Praticalidades: coisas que funcionam (Tweet)
  3. O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas (Tweet)

O que é um título curto e indícios de um tamanho ideal

Se você quer encontrar o tamanho ideal, tenha em mente o seguinte: use o mínimo de palavras para transmitir informação relevante, as principais palavras-chaves do seu conteúdo e um verbo de ação.

Em função da grande influência dos mecanismos de busca para a efetividade da comunicação e prevendo que, muito provavelmente, seu press-release também será publicado na internet, é interessante considerar que existem limites de caracteres para a exibição das chamadas. Por exemplo: o Google mostra 70 caracteres na área dos títulos, contanto os espaços. Já o Yahoo e o Bing exibem 72 e 65 caracteres respectivamente. Então tente se manter dentro desses limites e se precisar completar seu título, use subtítulos – que não devem ter mais do que duas linhas em sua forma ideal.

Ser curto não é meramente uma questão de tamanho, mas sim de ter a dose certa de informação e apelo, no menor espaço possível ao mesmo tempo em que permite uma leitura rápida e de fácil assimilação. O objetivo é gerar estímulo suficiente para a leitura de todo o conteúdo.

“Um título, ao ser bem escolhido e otimizado, curto e objetivo garante a comunicação com seus dois interlocutores: os mega buscadores, por exemplo o Google, e o seu interlocutor/consumidor”, explica Laila Vanetti, linguista e professora da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, Aberje@aberje. (Tweet)

Coisas práticas e que funcionam

  • Pense nos editores: Ajude-os a saberem o que você tem a dizer e para isso escreva um bom título. Por exemplo: prefira algo como “LabAtlantis: como evitar alergias que atacam 6 em cada 10 adultos”. A fonte da informação é clara (LabAtlantis – um nome fictício), há um informação objetiva e palpável, um verbo que sugere ação e uma sugestão para o editor:  “ei, talvez os leitores queiram saber quais sejam esses elementos que causam alergia em 60% dos adultos”. (Tweet)
  • Evite adjetivos e elogios: jornalistas são treinados para fugirem de adjetivos e elogios. Um exemplo de como não fazer: “LabAtlantis: grande descoberta sobre como salvar 60% dos adultos da alergia” – fuja de qualquer linguagem que enalteça as qualidades do seu produto ou os profissionais da imprensa vão correr de você. Se atenha ao fato que torna a sua comunicação relevante para os editores e para as pessoas (não pense tanto nos mecanismos de busca). (Tweet)
  • Fale a língua das pessoas: esqueça o jargão técnico – exceto se o seu público passa por uma publicação muito especializada. No geral, um título como esse dificilmente funcionaria: “SoudFuture S.A. lança plataforma multimídia pluripolar de adaptação interativa”.  Traduzindo: “Novo microfone da SoundFuture faz pessoas comuns cantarem como astro” – essa versão funciona melhor, você não acha? (Tweet)
  • Use palavras-chaves: é possível que o receptor não tenha muitas informações sobre o assunto do seu press-release.  Se o título leva ao menos três palavras-chaves do seu conteúdo há boas chances de ele descrever bem aquilo que vem em seguida. (Tweet)
  • Edite depois de pronto: eu uso um método nada científico, mas objetivo. Depois do título pronto, faço uma contagem de palavras e me obrigo a reformular com 20% menos caracteres. É incrível como, na medida em que você se esforça, descobre que o título sempre pode ser menor e melhor. (Tweet)

O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas

Através do meu twitter e do twitter da PR Newswire Brasil, perguntamos a centenas de jornalistas o que um título de press-release que chama a atenção tem. Compilamos as 5 respostas que representam e resumem tudo o que ouvimos e agora você tem dicas valiosas do que os farão ler o título e ter interesse para checar o conteúdo.

“Tem que ter criatividade e apelo midiático. Não pode ter um tom “oficialesco”, “quadrado”…”,
Alexandre Sena (@alexandresena), muito respeitado no meio jornalístico pelo excelente e pioneiro trabalho no blog LinkZero  – 23 mil seguidores no twitter @link_zero -, que presta serviço valioso a jornalistas que buscam oportunidade de trabalho.

“Direto ao assunto, sem rodeios”,
Márcil Antunes (@antunesmarcioo), de Belo Horizonte. Especialista na cobertura de UFC, MMA e lutas

“Concisão: afinal quem tem tempo para ler nas redações? Informação: tem que dizer alguma coisa. Títulos cegos que pretendem chamar a atenção, mas não dizem nada correm o risco de irem pra lixeira. Criatividade: no sentido de chamar a atenção, despertar a curiosidade e, assim, se diferenciar no mar de releases enviados diariamente”
Luiz Semine (@luizsemine), redator e roteirista.

“Acho que o tom certo para deixar a pessoa curiosa e ser objetivo ao mesmo tempo”,
Fernanda Fabian (@fernandaf), blogueira e profissional de relações públicas.

“Penso q melhor título é aquele com a essência do texto. Já li release que depois de ler tudo não entendia o ponto principal”,
Elis Amancio (@elis_amancio), jornalista com cerca de 10 mil e 200 seguidores só no twitter.

Além dos requisitos apontados acima, também é importante ter um bom “gancho”, que é o motivo para falar daquele assunto, o argumento que o torna relevante. O jornalista, empresário e também professor da Aberje, Luiz Chinan (@chinansan), explica: “Um título bom tem um fato associado a um fenômeno social em evidência. O lançamento de uma nova caixa de bombom é uma coisa. Já o lançamento de uma caixa de bombom especial para a Páscoa que está chegando é outra”. (Tweet)

Capriche no título, e o seu texto terá mais chances de ser lido. Utilize um bom serviço de distribuição, como o da PR Newswire e você terá a visibilidade de que precisa. Portanto capriche no material que você está escrevendo para o tiro não sair pela culatra – a PR Newswire tem boas informações nessa apresentação.

Conforme a professora Laila Vanetti ressalta: “O conteúdo é rei”. Sendo assim, dê a ele uma boa coroa. (Tweet)

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Por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

 

Globo retira links do Facebook: decisão é polêmica.

Desde a última segunda-feira, 8 de abril, as publicações das Organizações Globo não estão mais postando links de seu conteúdo em suas páginas oficiais no Facebook. A decisão teria sido motivada após um estudo que teria apontado a tendência dos internautas acompanharem as notícias em estilo “RSS” dentro da rede social, fixando-se principalmente nos títulos. Isto resultaria em uma não migração para a fonte original do conteúdo, para ler o material na íntegra, impactando na audiência dos sites.

As páginas das revistas da Editora Globo, G1 e o site de O Globo já estão colocando a medida em prática. A decisão, no entanto, foi recebida de forma polêmica pelos usuários. Nas contas das publicações há várias reclamações de internautas insatisfeitos com a iniciativa.

Print de post da página da Revista Época Negócios no FB: notícia sem link é decisão das organizações Globo

Print de post da página da Revista Época Negócios no FB: notícia sem link é decisão das organizações Globo

Na contramão do The Guardian

O The Guardian, um dos jornais mais influentes da Europa, adotou a estratégia oposta. Em 2011, o periódico decidiu construir um site exclusivo dentro do Facebook.

Durante uma palestra em São Paulo, no ano passado, Pier Jones, gerente de produtos do The Guardian, defendeu o potencial das redes sociais para incrementar a audiência de veículos de mídia.

“Nós exploramos novas maneiras de contar nossas notícias. Nosso jornal distribui conteúdo por uma variedade de plataformas diferentes: Android, iPhone, iPad, Kindle etc. Todos esses canais se complementam e aumentam o alcance do The Guardian pela web. São usuários diferentes navegando em locais diferentes.”, explica Jones. “Hoje, o aplicativo já tem mais de 4 milhões de usuários. Um em cada cinco leitores do The Guardian hoje vêm do Facebook”.

E você, o que achou da decisão da Globo? Deixe um comentário!

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

Google e o Gerenciador de Contas Inativas

Ninguém espera por ela, mas ela vem para todos. Como afirma a sabedoria popular: a única certeza da vida é a morte!

E o que acontece com as informações digitais de uma pessoa que nos deixa? O que acontecerá com os seus próprios dados?

Algumas pessoas evitam o assunto e não querem sequer cogitar a hipótese. Contudo, para quem se importa com o tema, o Google surpreendeu ao lançar o “Gerenciador de Contas Inativas”.

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Esta ferramenta, com um nome burocrático, oferece a chance de o usuário decidir o que acontecerá com seus dados do Gmail, Youtube, Blogger, Álbuns do Picasa, Google + e todos os outros serviços da companhia, após um período inativo.

Primeiro, você escolhe o limite de tempo para ser alertado antes da conta expirar. Em seguida pode optar por excluir tudo, ou compartilhar com alguém. É possível definir até 10 contatos e você pode especificar para cada um os serviços que terão acesso.

Logo após decidir, ainda cadastra o número de celular dos contatos para eles receberem um código de verificação – que será necessário com o intuito de evitar fraudes.

Por fim, poderá personalizar um e-mail para seu familiar ou amigo, avisando que você está deixando o acesso de sua conta para ele. Algo parecido com um “testamento virtual” (essa parte é a mais difícil, principalmente para quem é emotivo).

Depois que sua conta expira, o contato confiável pode fazer o download de seus dados por três meses.

 Por Diego Lago, Analista de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

RP Proativo: Não deixe sua Marca ser Hackeada!

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 04 de abril de 2013.

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Casos recentes de invasão de contas corporativas de Twitter, como aconteceu com o Burger King e com a Jeep, certamente tiram o sono de profissionais de Relações Públicas. A boa notícia é que manter a segurança da presença social de sua marca não é tão dificil. O contrário – deixar uma marca vulnerável à pirataria – não é apenas uma má prática, mas um risco desnecessário.

As senhas mais comuns em uso.

As senhas mais comuns em uso.

Muitas vezes, a melhor estratégia de RP é a prevenção e dedicar uma política adequada de segurança de contas pode ser a melhor saída. E, aqui entre nós, os cuidados que podem ser aplicados em canais corporativos também podem ser replicados nas suas contas pessoais. Algumas dicas:

  1. Não use a mesma senha para todas as contas. Pode parecer conveniente, mas uma vez que um hacker quebre uma única senha, ele poderá  ter acesso a todos os seus canais. Uma sugestão: crie uma boa “base” de senha e, em seguida, adicione uma extensão exclusiva para cada conta.
  2. Mude as senhas com frequência – ao menos uma vez por trimestre.
  3. Evite rigorosamente usar senhas simplistas, como “senha” ou “123456”. Em vez disso, use agrupamento de palavras e frases que misturem letras maiúsculas, minúsculas, numerais e símbolos. Gramática incorreta ajuda na construção de melhores senhas também.

Além de garantir que as suas contas tenham senhas fortes, também é importante lembrar suas equipes para serem mais cuidadosas quando se trata de clicar em links compartilhados por meio de e-mails, comentários em blogs e em redes sociais. Se é bom demais para ser verdade, não clique. Ninguém está dando iPads ou vale compras de mil dólares através de mensagens aleatórias. Mesmo se uma mensagem vier de uma pessoa que você confia, você ainda precisa ter cuidado. Sua conta pode ter sido comprometida, e os links que parecem ter sido enviados a você podem ser uma armadilha.

Alteração de senhas e atualização de computadores, aplicativos e dispositivos móveis podem ser um incômodo, mas eu aposto que é muito menos do que a agravante situação de ver sua estratégia de mídia social, em que você trabalhou tão duro para construir, caindo nas mãos de um hacker.

Leitura relacionada:  Password security advice from Microsoft

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

Página não encontrada: Censura e mídias Sociais na China

Com população de mais de 500 milhões de usuários ativos na web, na China a censura a alguns sites existe desde 2003 e foi se intensificando ao longo dos anos. Apenas as cidades de Hong Kong e Macau, que possuem legislações próprias, estão fora do circuito de censura na web. Nos demais locais o Partido Comunista da China (PCC) é quem dita as regras sobre o que pode ou não ser divulgado, lido e compartilhado na web.

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Estima-se que quase 20 mil websites são bloqueados no país, assim como alguns temas que o PCC considere que pode provocar perturbação da ordem provocativos a perturbação da ordem, gerem revoltas, ou que a população se organize e comece a protestar contra a censura. No país, sites como Google e Wikipedia, por exemplo, precisaram negociar com o governo para exibir conteúdo parcial (sob censura) aos internautas.

Frente a este cenário, os chineses não pensaram duas vezes e criaram seus próprios sites de busca, redes sociais e YouTube. Listo alguns deles a seguir e quem tiver curiosidade de ver a home dos sites chineses basta clicar no nome  ;)

Baidu – O maior e mais popular buscador Chinês, está sob censura do governo e exibe apenas resultados “permitidos”.

Goojje – Semelhante ao Google, é um buscador, mas seu conteúdo está sob censura e exibe os mesmos resultados que o Baidu e o Google apresentam no país.

YouTube CN – Cópia do YouTube, que exibe os mesmos resultados que o buscador de vídeos apresenta no mundo.

YouKu – Este é outro site de download e compartilhamento de vídeos,  que se parece com o YouTube e foi criado pelos chineses.

Cópias do Facebook e OrkutKaixin, RenRen, PengYouQzone (Orkut) e 51.com .

Sina Weibo – Rede Social criada pelos chineses similar ao Twitter.

Jiepang – É um site de localização parecido com o Foursquare, criado pelos chineses.

Fontes: [n]Jovem , Social Networking WatchBBC e Wikipedia.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

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