Crie uma História em Vídeo: Conheça o Wochit

Crie uma História em Vídeo: Conheça o WochitSeja você um importante portal de notícias ou blogueiro, você precisa saber como contar uma história envolvente. Wochit é uma plataforma de criação de vídeo que permite que você crie sua história em 15 minutos usando uma combinação automática com toque humano. Pedimos para Drew Berkowitz, vice-presidente sênior de parcerias na Wochit, para discutir este tipo de storytelling, seus benefícios e muito mais. Confira o que ele disse:

Em primeiro lugar, diga como funciona o Wochit?

Usando uma combinação de entre automação: Fontes de vídeo licenciado e imagens da AP, Reuters, Getty entre outras. Adicione mapas, infográficos, feeds de social media e muito mais. E o elemento humano: A capacidade de fazer upload de suas próprias gravações, permitindo sua edição de forma criativa e rápida, além da opção de inserir a voz humana.

Wochit permite que qualquer pessoa conte histórias por meio de vídeos de 10 a 15 minutos.

Que tipo de organizações podem usar essa plataforma de vídeo?

Qualquer pessoa que queira melhorar, promover ou criar uma história em vídeo. Isso pode desde grandes editoras, jornalistas independentes, estudantes, blogueiros até marcas que estão envolvidas com marketing de conteúdo – qualquer criador.

Para discutirmos mais sobre o uso do vídeo nas comunicações, inscreva-se para o webinar gratuito “Tendências de RP para 2015: Foco em Visual Storytelling”.

Qualquer história pode ser contada usando Wochit?

Sim. Breaking, tópicos e tendências são histórias que têm uma vantagem clara por causa da velocidade em que nós entregamos o conteúdo licenciado, mas a nossa plataforma de edição, rápida e simples, permite fazer uploads de seus próprios arquivos e isso torna qualquer história possível.

Como esse tipo de narrativa visual pode beneficiar uma organização?

Não tem fim à quantidade de pesquisas que mostram como vídeos aumentam o tempo de permanência e envolvimento com uma página ou artigo, ou como direcionam tráfego e criam awareness, sendo em dispositivos mobile ou desktop.

Nossos parceiros estão usando nossa plataforma de várias maneiras para tirar vantagem dessas estatísticas, se promovendo em redes sociais com curtos teasers em vídeo, incluindo um pequeno vídeo em um artigo, construindo novos canais no YouTube, reforçando seus anúncios nativos com vídeo, e também criando suas próprios shows. Ao final, para a maioria isso se trata de melhorar sua awareness, e claro, aumentar a receita.

Que tipo de emoções um vídeo provoca diferente de alguém que lê um texto?

Eu não tenho certeza se é diferente, mas é maior. Visual Storytelling aumenta muito a conexão humana, o envolvimento e a atitude com uma história. Como um exemplo recente e perfeito: Olhe para o mais incidente envolvendo Ray Rice e as emoções criadas quando lemos sobre o assunto e as emoções mais fortes depois de tudo que vimos no vídeo.

Que tipo de gráficos que você recomendaria para uma organização utilizar para contar uma história? Quais são alguns dos gráficos mais poderosos?

O sistema do Wochit fornece a maioria dos recursos que um criativo precisa para uma história atraente em vídeo; realidade, som de primeiro plano, som natural, a possibilidade de selecionar seu thumbnail, adicionar um título criativo, zoom, citações e adicionar a voz humana. Estes são todos os elementos que fazem um vídeo do Wochit mais atraente.

Quais são os benefícios ao adicionar uma narração humana em um vídeo?

Pessoas adicionam entonação, emoção e personalidade que nos conecta a uma história.

Depois que o vídeo está completo, como uma organização pode divulgá-lo para o seu público?

Trabalhamos com parceiros para encaixa-los em seus sistemas CMS, players de vídeo, etc., e oferecendo uma possibilidade para o criador compartilhar o vídeo. O Wochit também tem parcerias de distribuição com a AOL, Yahoo, NDN e outros para ajudar os criativos colocarem seus vídeos disponíveis para o público.

Como uma organização pode compartilhar um vídeo em suas redes e mídia social?

Os vídeos têm um código de incorporação (embed code) e por eles pode é possível executar no Twitter, Facebook, YouTube e outros, não importa qual seja a rede.

É possível monitorar o número de compartilhamentos e visualizações do vídeo?

Sim, trabalhamos com os nossos parceiros e pelas redes para monitorar os compartilhamentos e visualizações, e para os criativos individuais, nós podemos ajuda-los com essas estatísticas também.

Você prevê que mais empresas de notícias irão para o caminho da narrativa visual no futuro?

Acredito que sim! A resposta é absolutamente sim. A Forrester Research divulgou uma estatística que 1,8 milhão de palavras é igual a um minuto de vídeo. Isso é incrivelmente poderoso, mas até agora não usual. O tempo e os custos da criação em vídeo proibiam que os jornalistas realmente tirassem proveito do novo meio digital / mobile. Wochit resolveu este problema e permitiu que qualquer pessoa conte histórias criando um vídeo em minutos.

Como criativos podem se inscrever no Wochit?

Podem nos contactar por meio do nosso site. Você também pode entrar em contato comigo em drew.berkowitz@wochit.com. Eu estou sempre feliz em me conectar.

Este texto foi traduzido do post escrito por  Polina Opelbaum no Blog Beyond PR, no dia 16 de outubro de 2014.

Polina Opelbaum é a editora de ProfNet, um serviço que ajuda jornalistas a se conectarem com fontes especializadas. Para ler mais escritos de Polina, verifique seu blog no ProfNet Connect.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Por que Vídeos são Investimentos para Empresas

Uma nova pesquisa da Vidyard confirma que o uso de vídeo não é apenas para entretenimento ou para melhorar awereness, mas é uma fonte legítima de receita. 

Por que Vídeos são Investimentos para Empresas

Com a explosão de estrelas do YouTube, vídeo na newsfeed do Facebook, o “ALS Desafio do Balde de Gelo”  sendo uma sensação viral, 2014 provou ser o ano do vídeo.  Agora, uma nova pesquisa da Vidyard confirma que o uso de vídeo não é apenas para entretenimento ou para melhorar awereness, mas é uma fonte legítima de receita. De acordo com os resultados, 71% dos participantes confirmaram que vídeos eram melhores em direcionar conversões do que outros tipos de conteúdo, como texto e foto.

O especialistas em vídeo da PR Newswire, Larry Cardarelli, produtor executivo da MultiVu, e Kevin West, vice-presidente sênior de Multimedia da MultVu, analisaram os resultados e as melhores práticas para a criação de vídeos eficazes.

Por que vídeos funcionam melhor do que o texto ou foto?

Nada surpreso com as descobertas da Vidyard, Cardarelli se lembra do velho ditado: “uma imagem vale mais que mil palavras”, para lembrar os profissionais de marketing por que vídeos funcionam melhor.

“Um minuto de vídeo, é basicamente, equivalente a comunicação de 1.8 milhões palavras”, diz Cardarelli, “Isso é, 30 mil palavras por segundo. Se você não faz alguém sentir alguma coisa em um vídeo de 30 segundos (ou seja, 900 mil palavras) então você tem um grande problema”.

Para discutirmos mais sobre o uso do vídeo nas comunicações, inscreva-se para o webinar gratuito “Tendências de RP para 2015: Foco em Visual Storytelling”.

No que diz respeito ao comprovado poder de conversão de vídeo, os achados de West da Vidyard declaram que “Mais pessoas estão procurando alguma forma de conversão, sendo ou não vendedores de um produto ou uma empresa. Praticamente todos em marketing e relações públicas estão procurando. Textos e imagens fazem uma conexão mais longa, mas um vídeo conta a história de forma mais eficiente e lhe dá o maior potencial para a conversão”.

Marketing deveria criar mais vídeos do que outro tipo de conteúdo?

Apesar dos vídeos converterem melhor do que textos e imagens, West lembra os marqueteiros para prestar atenção à qualidade dos vídeos que eles estão produzindo mais do que a quantidade, a falta dela coloca em risco os resultados finais. “Qualidade gera mais engajamento e desenha melhores resultados, diferente do envio de muitos vídeos”, ele diz: “Os buscadores favorecem vídeos, mas não necessariamente a quantidade que vai ajudar o seu SEO, é a relevância e a qualidade do vídeo, melhor ou mais eficaz, que será levado em conta”.

Por outro lado, Cardarelli tem uma solução para a criação de vídeos com qualidade em manter a frequência. Em vez de divulgar uma história completa em um vídeo, dividi-lo em pequenos pedaços conectar o público fazer com que ele sempre volte para ver o próximo capítulo.

Como profissionais de marketing podem criar melhores vídeos?

Cardarelli e West sugerem as seguintes dicas para ajudar os profissionais de marketing produzirem sua estratégia de criação de vídeo:

A qualidade deve ser adequada ao contexto. “Só há duas verdades universais sobre como fazer um vídeo de sucesso, (1) tem de ser bem escrito e produzido ou (2) o conteúdo tem que ser sensacional: adorável, chocante ou estrelado por um artista. Nesse último caso, não importa o quão bem ele é filmado”, observa Cardarelli, “A maioria de nós cai na primeira verdade universal , você precisa realmente contratar um equipamento que sabia o que está fazendo. Assim, você economiza tempo e dinheiro no longo prazo”.

Gaste algum tempo para criação de uma história multifacetada. Com relação à ideação e estratégia, Kevin desafia marketeiros a passar mais tempo pesquisando e em brainstormings sobre as diferentes maneiras que uma história única pode ser contada através de diferentes perspectivas.

Preste muita atenção às tendências de mídia social. Cardarelli explica: “Há alguns anos atrás, falar de um vídeo de segundo 6 soaria como uma loucura. Hoje, as grandes marcas estão gastando muitos dólares tentando descobrir maneiras de produzir vídeos eficazes para o Vine ou vídeos com menos de 30 segundos”.

Distribuir vídeos além de canais próprios. “Vá além dos vídeos no Facebook e considere outros caminhos que você pode distribuir o seu vídeo,” West afirma, “Obviamente as mídias sociais e Facebook são gigantes, mas vão além do necessário. Como, de outra forma, você consegue colocar os seus vídeos online frente a frente com os diferentes públicos que você almeja?”.

O que o futuro reserva para o mercado de vídeo?

Cardarelli espera que os profissionais de marketing deixem para trás antigas ideias sobre o que a criação de vídeo costumava ser, e considerem formas mais criativas e visualmente atraente de conteúdo que a avançada tecnologia permite hoje. “O termo vídeo é um pouco fora de moda, evocando imagens de um sujeito robusto, com uma câmera de 150lb em seu ombro filmando. Os vídeos hoje incluem um grande mundo de animações: stop motion, 2D e 3D, arquivos compartilhados, texto em movimento que poucos anos atrás eram considerados do orçamento de todos, só para aqueles com bolsos fundos”, explica ele, “Animações são muitas vezes uma maneira muito mais eficaz de contar uma história, especialmente as histórias que poderiam ser considerados um pouco mais diretas”.

A noção de que a criação de vídeo é uma opção e não uma necessidade é desaparecerá, antecipa West. “Não é mais uma coisa que é um bom fazer ou algo que se tem que talvez deva ser considerado”, acrescenta, “Neste momento é uma necessidade se você quiser sobreviver em mercados diferentes onde a sua empresa pretende operar. Você tem que produzir efeitos visuais, para isso”.

Este texto foi traduzido do post escrito por Shannon Ramlochan no Blog Beyond PR, no dia 15 de outubro de 2014.

Shannon Ramlochan é Coordenadora de Marketing de Conteúdo da PR Newswire

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

[Prévia] Tendências para Relações Públicas em 2015

Qual é o futuro das Relações Públicas? Ganhar atenção? Influenciar o comportamento público? Contar histórias de marca? Envolver o público em canais sociais? Não importa como você respondeu as perguntas, uma coisa é certa – o escopo de RP remete ao balonismo. Quando entramos em zonas cinzentas as RP se sobrepõem com as mídias sociais, marketing e aumenta a geração de demanda.

PR TRENDS_2015

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Scott Linabarger, Cleveland Clinic

Ênfase na Criação de Conteúdo. Publicar é coloca a experiência em exibição. Um grande exemplo pode ser encontrado na abordagem da equipe do Cleveland Clinic adota. Eles  concentram os seus esforços de mídia social sobre a criação de conteúdo, publicando várias mensagens ao longo do dia – todos os dias.

Isso é muito intenso? De acordo com Scott Linabarger (@scottl64), Diretor Sênior de Marketing de Conteúdo Multicanal da Cleveland Clinic, a resposta um sonoro “NÃO”. Mais de 94% das pessoas entrevistadas disseram que a organização estava fazendo o mix certo.

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Andrew Davis, autor de Brandscaping

Desenvolver Marcas com Conteúdo, não Conteúdo para Marcas. O que a sua organização faz e para que? A resposta para essa pergunta reflete no conteúdo que a sua empresa publica? O público responde às marcas que são capazes de desenvolver conteúdo consistente e confiável de forma contínua.

“Eu acho que uma das maiores mudanças para um jornalista ou profissional RP é quando eles se tornam “jornalistas de marca”, onde eles precisam pensar menos como um grande repórter e mais como um executivo da rede de televisão”, diz o autor de Brandscaping, Andrew Davis (@tpldrew). “Eles precisam criar marcas com conteúdo, não conteúdo para marcas”.

Michael Pranikoff, PR Newswire

Michael Pranikoff, PR Newswire

Conteúdo Visual tornou-se Indiscutível, e não vamos discutir… O consumo de vídeo em todo o panteão de dispositivos móveis disponíveis continua a crescer, e os dados são claros – conteúdo que apresenta vários recursos visuais gera mais visualizações. Mas há outra vantagem de usar recursos visuais.

“Multimídia simplifica ideias complexas”, aponta Michael Pranikoff (@mpranikoff) Diretor de Mídias Emergentes da PR Newswire. “Também transmite emoção e emoção desempenha um papel poderoso em influenciar decisões.”

CONTENT MARKETING E O JORNALISMO DE MARCAS – AS PRÓXIMAS GRANDE TENDÊNCIAS EM RP

Dê um mergulho profundo nas tendências emergentes dos principais pensadores de comunicação e ultrapasse seus limites em “The New Public Relations: How Content Marketing and Brand Journalism have become the Next Great Practice in PR,”, que será realizado nos dias 5 e 6 de Novembro, em Nova York.

Andrew Davis e a CMO do Mashable, Stacy Martinet, conduzem um potente line-up de palestrantes que inclui Scott Linabarger e Michael Pranikoff, e profissionais da Whole Foods, IBM e Mastercard. Mais informações: TheNewPR.

Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond PR, no dia 09 de outubro de 2014.

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Comunicação Estratégica da PR Newswire, e autora dos e-books Driving Content Discovery e  New School Press Release Tactics.  Twitter: @sarahskerik.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

 

Comunicação Digital – Ferramenta para Expansão de Negócios

O primeiro dia do Social Media Week São Paulo, 22/09, aconteceu no Museu da Imagem e do Som (MIS) e foi marcado por diversos workshops e palestras direcionadas as mídias sociais. O evento aconteceu simultaneamente em algumas das principais capitais mundiais como, Londres e Chicago e o tema desta edição é “On! The Future of Now”.

Comunicação Digital: Ferramenta para Expansão de Negócios

Em uma nova era na qual as novas tendências digitais e tecnológicas se tornaram essenciais, as empresas estão em uma constante busca por novas maneiras para alcançar e manter seus clientes. Para entender sobre como isto está acontecendo atualmente, a palestra “O que há depois da comunicação digital? R. Negócios!”, do sócio-diretor da empresa Sodet, Bruno Encarnação, mostrou resultados de empresas que utilizam as mídias sociais e conteúdo digital como estratégia para expandir seus negócios.

Para o palestrante, os negócios estão em constate desenvolvimento e passaram por diversas mudanças ao longo do tempo. Uma das principais mudanças foi a inclusão e influência das mídias sociais. A internet é uma importante ferramenta para a inovação, sendo usada como estratégia digital e assim gerando impacto nos negócios, que devem ser úteis, principalmente, para o público das empresas.

Comunicação Digital: Ferramenta para Expansão de Negócios

Atualmente, os negócios tendem a manter sua forma tradicional, mas estão sempre em busca de inovação na qual as mídias sociais fazem parte, ajudando as empresas a se adequarem nesta nova era digital. A área de marketing se tornou uma das principais áreas corporativas, justamente por ter a maior participação na busca por renovação e engajamento com o público.

Um exemplo de renovação de marca, segundo Bruno, é o Twitter, que mesmo sendo uma famosa rede social, seu objetivo inicial não permanece o mesmo. Atualmente, o Twitter oferece a outras empresas mais visibilidade das marcas para seguidores e clientes, gerando também engajamento. Para ter a comunicação digital, as empresas não precisam utilizar somente as redes sociais, também podem usar portais, blogs, entre outros. Tais ferramentas colaboram com o aumento do serviço e dos negócios das empresas, e estas precisam estar sempre em crescimento para atrair as pessoas.

Para o palestrante, performance e inovação somente se completam com timing na busca de sucesso nos negócios. Inovação e tecnologia também são fatores importantes quando alinhados a estratégia de negócio, mas o que ainda prevalece, é o conteúdo como o fator mais importante nas mídias sociais.

Por Milena Souza e Caroline Malgueiro, Pesquisadoras de Mídia
PR Newswire

#SMWSP – Como Ampliar o Alcance de Seu Conteúdo Digital

A mídia social já se tornou obrigatória dentro das empresas, mas para que ela seja realmente eficaz, é preciso focar em alguns detalhes e estratégias. Cada rede social apresenta um alcance e um tipo diferente de público. Sabendo disso, necessitamos saber qual o público-alvo que queremos atingir, mas, principalmente, o que eles estão querendo receber.

Como Ampliar o Alcance de Seu Conteúdo Digital - #SMWSP

Na última terça-feira (23), o evento Social Media Week recebeu Luiz Carlos Conte, empreendedor, especialista em Inbound Marketing e Hubspot Software além de fundador da Agência Inbound Marketing Brasil. Ele ministrou a palestra Como Ampliar o Alcance de Seu Conteúdo com a Mídia Social”.

O primeiro passo é a realização de uma pesquisa para identificar quais são os consumidores ideais. Dependendo do serviço oferecido, é possível identificar até quatro tipos de Buyer Personas. É preciso saber onde eles trabalham, em que área atuam, as preferências de consumo, idade, entre outras coisas. Segundo Luiz Carlos Conte, identificando o público-alvo, fica mais fácil elaborar técnicas para atrair mais tráfego, visitantes e clientes, além de decidir qual a melhor forma de usufruir o máximo de cada mídia social.

Não se limite em apenas gerar conteúdo: “Tudo é uma oportunidade para se comunicar com nosso público”, diz Luiz Carlos Conte.

Atualmente, mais de 1 bilhão de pessoas utilizam diariamente o Facebook e cerca de 300 milhões fazem uso do Twiiter. Empresas que usam o Twitter, por exemplo, conseguem 200% mais leads e clientes em relação às demais.

Como Aumentar o Alcance?

Publicações variadas, promoção de conteúdo próprio, compartilhamento de conteúdo de outras empresas são as principais chaves para alcançar tal objetivo. Publicações frequentes e consistentes, juntamente com o uso de outras ferramentas como as hashtags e a menções aumentam a relevância das publicações, e consequentemente o compartilhamento. Pesquisas mostram que o uso de hashtags, por exemplo, aumenta em 50% o compartilhamento nas redes sociais.

Utilize sempre links que direcionem o leitor ao seu site ou blog. Responda perguntas, inscreva-se em outros blogs e siga conversas. Desta forma é possível conquistar mais seguidores, engajamento e visibilidade na rede. Vale lembrar que, “explosões de conteúdo”, muitos posts publicados em um curto espaço de tempo não funcionam.

Humanizar a comunicação entre empresa e cliente é uma boa estratégia para manter um bom relacionamento entre as partes, como por exemplo, oferecer e-mails diretos para contato com algum colaborador da empresa, como nome@empresa.com.br, ao invés de contato@empresa.com.br; telefones diretos também são uma alternativa. É preciso ouvir o público, responder solicitações, sugestões e até mesmo críticas, criando mais proximidade e credibilidade.

Por Adna Santana e Larissa Nalin, Pesquisadoras de Mídia
PR Newswire

YouTube ViewBusters – Por dentro dos Ads que você não pula

No último final de semana, o Google lançou um canal no Youtube com web séries focadas no mercado, nos profissionais bem sucedidos e cases de sucesso do mundo da publicidade. A ação foi criada pela R/GA São Paulo tem o nome de “YouTube ViewBusters – Por dentro dos ads que você não pula”.

YouTube View Busters

Segundo o portal Proxxima, o canal é baseado em uma entrevista descontraída de Antonio Tabet, famoso por dois canais online de sucesso (Kibe Loco e Porta dos Fundos), com profissionais renomados do ramo. Ao final da entrevista, o entrevistador entrega o troféu ViewBusters, que funciona como forma de mensuração do número de visualizações do vídeo.

Os vídeos contam com a participação: de Ícaro Dória, da W+K, Marco Versolato, da DM9DDB, entre outros. Todos os participantes que integram o ranking de campanhas mais visualizadas no Youtube segundo o Meio&Mensagem.

Por Bruno Sutero, Coordenador de Banco de Dados
PR Newswire

Como As Redes Sociais Estão Mudado seu Cérebro

Como os sites de mídias sociais estão sendo utilizados por 1/3 da população mundial, eles tem claramente grande influência sobre a sociedade. Mas o que dizer sobre nosso corpo?  Aqui estão cinco “ideias loucas” sobre como as mídias sociais e a internet estão afetando seu cérebro agora mesmo!5 Estudos que Comprovam Como As Redes Sociais Estão Mudado seu Cérebro

Mídias Sociais_Drogas: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #1.  Não é possível fazer logoff? Surpreendentemente, 5-10% dos usuários de internet são incapazes de controlar a quantidade de tempo que passam online. Apesar de ser uma dependência psicológica e não uma dependência por substâncias químicas, exames cerebrais dessas pessoas mostram uma deficiência semelhante nas mesmas regiões cerebrais de pessoas dependentes de drogas. Especificamente, há uma degradação clara de substância branca nas regiões que controlam o processamento emocional, atenção e tomada de decisão. Porque a mídia social oferece recompensas imediatas com pouco esforço. Seu cérebro começa a reconectar, fazendo você desejar esses estímulos. E você começa querer mais desse estimulo neurológico depois de cada interação. Parece um pouco com uma droga, certo?

Mídias Socias_Multitarefa: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #2.  Vemos também consequências quando olhamos para as “pessoas multitarefas”. Você pode pensar que aqueles que usam as mídias sociais ou constantemente alternam entre trabalho e sites são melhores em multitarefas. Mas estudos descobriram que quando se comparam os viciados em mídia sociais com outros, eles tiveram um desempenho muito pior durante os testes de alternância de tarefas. Quanto mais multitarefas online maior a redução da capacidade cerebral para filtrar interferências, e pode tornar mais difícil para o cérebro reter informações na memória.

Mídias Sociais_Sindrome da Vibração Fantasma: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #3.  Como quando o telefone vibra no meio de um trabalho. Ou esperar … ele vibrou mesmo? A Síndrome da Vibração Fantasma é um fenômeno psicológico relativamente novo, onde você sente o seu telefone vibrar, quando na verdade isso não acontece. Em um estudo, 89% dos indivíduos entrevistados, disseram que isso aconteceu com eles pelo menos uma vez a cada duas semanas. Parece que nossos cérebros agora entendem uma simples coceira como sendo uma vibração real do nosso telefone. Tão louco quanto parece, a tecnologia começou a ativar nosso sistema nervoso – e os nossos cérebros estão sendo acionados de forma nunca vista na história.

Mídias Sociais_Dopamina: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #4.  As Mídias Sociais também desencadeia a liberação de dopamina – uma sensação química boa. Usando exames de ressonância magnética, os cientistas descobriram que os centros de recompensa no cérebro das pessoas são muito mais ativos quando eles estão falando sobre os seus si mesmas, diferente de quando ouve os outros. Isso não nos surpreende – todos nós amamos falar de nós mesmos né? Enquanto 30 – 40% das conversas “cara a cara” se desenvolvam em torno de nossas próprias experiências,  esse número chega aos 80% na comunicação feita em mídias sociais. A mesma parte do cérebro relacionada com o orgasmo, motivação e amor é estimulada pelo uso de mídias sociais – e, mais ainda, quando você sabe que tem uma audiência. Nosso corpo é fisiologicamente recompensado quando falamos de nós mesmos online!

Mídias Sociais_Relacionamentos: Como As Redes Sociais Estão Mudado seu CérebroIDEIA LOUCA #5.  Mas nem tudo é sobre auto envolvimento. De fato, estudos sobre os relacionamentos descobriram que os parceiros tendem a gostar mais um do outro quando se conhecem pela internet, ao invés de pessoalmente. Pode ser por que as pessoas estão mais anônimas ou talvez por serem mais claras sobre seus objetivos futuros. Nesse caso há um aumento estatístico de casais de sucesso que se conheceram online.  Enquanto a internet mudou nossa comunicação verbal, aproximou os casais que estão separados de forma física e que querem realmente estar mais próximos.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

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