4 Boas-Práticas para adotar agora que o Twitter é uma fonte de notícias para o Yahoo!

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 17 de maio de 2013.

No mês passado um simples tweet de 61 caracteres (12 palavras, na verdade) elevou o índice S&P 500 – composto pelo preço das 500 ações mais importantes para o mercado – para $136 bilhões em dois minutos.

Fonte da imagem: latosensu.be

Fonte da imagem: latosensu.be

Esse fato confunde a mente até mesmo dos especialistas e faz todos tentarem encontrar algum sentido nisso. Bem, certamente provou a enorme influência que o conteúdo vindo do Twitter exerce sobre todos nós. Alguns diriam que os investidores confiam demasiadamente nas tendências apontadas por informações baseadas em tweets.

Esse fato também mostrou o grande valor que a nossa sociedade deposita no Twitter como um provedor de conteúdo e informação. Dia 16 de Maio, o Yahoo! anunciou que realmente tem levado o Twitter muito a sério. Merissa Mayer, CEO do Yahoo!, afirmou em seu blog: “tweets tornaram-se uma importante fonte de informação para muitos de nossos usuários, por isso estamos felizes em anunciar nossa parceria com o Twitter para incorporar tweets diretamente na cadeia de notícias do Yahoo! “.

Tweets agora será destaque no feed de notícias do Yahoo.

Tweets agora será destaque no feed de notícias do Yahoo.

Ela chegou a dizer que ao longo dos próximos dias, os usuários começarão a ver tweets “segmentados por seus interesses e preferências” em seu fluxo de conteúdo, cumprindo as promessas anteriores de que o gigante da busca e agregação de conteúdo, o Yahoo!, caminha na direção de personalizar cada vez mais o conteúdo para seus usuários. “Uma nota interessante é que o título do post de Mayer é “@Yahoo oferece #bestoftheweb” não é realmente muito tweetável. Oops, iniciar um tweet com um nome Twitter é um erro, a menos que você está falando diretamente para essa pessoa/conta, porque não vai aparecer como o tweet normal.”

A principal empresa concorrente no mercado de mecanismos de busca, Google, não manteve o seu relacionamento com o gigante do microblog – os resultados do Twitter não aparecem mais nas buscas do Google. Isso torna esse passo do Yahoo! uma vitória ainda maior.

Mas, o que isso significa para os comunicadores?

Embora poucos detalhes tenham sido revelados até agora, é provavelmente que o Yahoo! contará com tweets que são populares, influentes e, claro, que atendam a certos critérios de autenticidade e de noticiabilidade.

Como comunicadores, devemos estar preparados e simplesmente manter na lembrança algumas das melhores práticas para a criação de conteúdo:

1) Criar conteúdo que as pessoas sintam que valha compartlihar, com manchetes amigáveis ao Twitter e destacando fatos interessantes e realmente relevantes;
2) Cultivar redes sociais. Construir credibilidade para o seu conteúdo e sua marca;
3) Construir relacionamentos com formadores de opinião;
4) Alinhar sua equipe para dar respostas rápidas aos eventos atuais.

Se você mantiver seu conteúdo alinhado com esses quatro tópicos, talvez o seu conteúdo vá para a página de notícias do Yahoo!, juntamente com outros conteúdos relevantes de fontes de notícias confiáveis ​​que o Yahoo! personalizará para cada usuário. com base no interesse deles.

Se tem uma coisa que uma equipe de comunicação eficiente precisa é de informações rápidas. Fique por dentro das ameaças e oportunidades que surgem das notícias da mídia com o monitoramento em tempo real, que é possível ao incorporar o MediaVantage à sua estratégia de comunicação. Saiba mais.

Victoria Harres é vice-presidente  de audiência e mídias sociais da PR Newswire, principal voz por trás @ PRNewswire, publicando o conteúdo social mais influente para @Business4Better; palestrante freqüente e escritora sobre uso das mídias sociais para negócios.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

Bom, Bonito, Barato… e Social

Fundada em abril do ano passado, a Lema21 é uma marca de óculos de grau que tem como proposta oferecer produtos de alta qualidade, design sofisticado e preço acessível. Baseada nessa promessa a empresa tem uma estratégia clara e definida para seu processo de produção e comercialização. Criando seus próprios designs e com produção nas mesmas fábricas usadas por marcas de luxo, a empresa diminui seus custos não tendo royalties para pagar. A internet além de meio de relacionamento da marca, por meio de seus perfis em redes sociais como FacebookTwitter e Youtube, também é utilizada como  o seu único canal de vendas, não tendo os custos que das lojas físicas.

 

A Marca 

No site da marca, seu nome é definido como uma “homenagem as pessoas inspiradoras do século XXI que promovem mudanças positivas ao redor do mundo”. Adotando e expressando os códigos e valores dessa geração que é motivada por novos desafios, segue um estilo de vida inteligente e coletivo. São referências para novas atitudes positivas.

Responsabilidade Social  

Alinhado com suas crenças e cultura corporativa, a marca se compromete a quando um óculos é vendido, o custo de um óculos simples é doado a instituição Laramara que apoia a inclusão social de pessoas com deficiência visual, e para a RestoringVision que fornece pares de óculos para comunidades carentes.

O que mais impressiona é como uma empresa e marca tão jovem conseguiu alinhar sua estratégia de negócio com diferenciais competitivos e responsabilidade social. Um pequeno case de Branding que tem tudo para dar certo.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

4 Razões para Marcas não dependerem das Mídias Sociais na Comunicação

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 04 de abril de 2013.

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Eu não era a única profissional de mídias sociais que quebrou a cabeça e disse: “Sério?” Em resposta à decisão da SEC (Securities and Exchange Commision) de alguns dias atrás, que abriu caminho para que empresas públicas divulguem suas notícias por redes sociais. Acontece que eu estava em boa companhia, e assim como eu, muitos olharam para a decisão de forma “diferente”, incluindo Dan Primack da Fortune (Novas Políticas para Mídias Sociais estão aquém”).

Não me interpretem mal. Fundamentalmente, apoio marcas que usam canais sociais para se comunicar. Eu estou completamente convencida da eficácia das redes sociais como um meio para se comunicar com seu público-alvo.

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Mas também sei, através da minha experiência na gestão de várias mídias sociais na PR Newswire nos últimos dois anos,  as redes sociais não são canais de comunicação perfeitos. Por várias razões, eu nunca dependeria exclusivamente delas como principal canal de comunicação.

E aqui vai o por que:

  • Confiabilidade – Se você usa o Twitter, provavelmente já viu a “baleia de falha” que aparece quando o Twitter excede sua capacidade. Os usuários do Facebook têm problemas com sua API e atrasos na obtenção de conteúdo que é postado o tempo todo. Basta colocá-lo, você nunca saberá quando sua rede social cairá – ou até mesmo ficar paralisada. Podem me chamar de cínica, mas a Lei de Murphy diz que, em algum momento, você encontrará um problema de serviço logo quando mais precisar postar alguma coisa.
  • Serviços e Mudanças de Plataforma – Todas as redes sociais reservam o direito de fazer alterações em seus serviços e suas plataformas sem qualquer aviso prévio aos usuários, e alteram o jeito de se fazer as coisas. Ao longo dos últimos anos, temos visto as redes começarem e terminarem relacionamentos com os buscadores, mudarem a forma como o conteúdo do usuário é exibido e aumentarem os anúncios dentro do fluxo de conteúdo gerado pelos usuários. Todas essas mudanças têm afetado (em alguns casos de forma significativa) como e quando o conteúdo social é compartilhado e visualizado.
  • Gerenciamento de Feed e Algoritmos - Pode ser uma surpresa para alguns, mas a maioria das redes sociais empregam gerenciamento de conteúdo que seus usuários veem. Usando algoritmos, e através de seus feeds de notícias, tweet streams e atualizações que são exibidas aos usuários, trazendo à tona o conteúdo popular e / ou aqueles produzidos por usuários “populares”. Mensagens mais comuns são enterradas. O ponto é, não é por que a empresa está em uma rede social que terá a garantia de que seu conteúdo será visto por seus amigos/seguidores/fãs. Na verdade,  estará certa  de que relativamente poucos membros de seu público social vai ver a sua mensagem no momento em que é publicada.
  • Segurança – As redes sociais podem ser invadidas, e enquanto elas, obviamente, tentam se proteger, não é incomum vermos spams “jorrando” de contas hackeadas. As contas da empresa não estão imunes, e o risco aumenta se você cultivar um público influente e bem relacionado como analistas, blogueiros e jornalistas.

Se este post fez você “suar frio”, talvez seja uma boa ideia dar uma rápida olhada em alguns termos de serviço que as redes sociais nos obrigam a aceitar quando criamos uma conta. Nenhuma contém acordos sobre nível de serviço e suas garantias, geralmente aplicados em serviços pagos. (Nota: PR Newswire é um fornecedor pago. Nós construímos segurança e garantias para o que fazemos, e consideramos o prazo das exigências).

Acho ótimo que as empresas possam usar as redes sociais no seu mix de comunicação desde que de forma segura. E que as marcas precisam ser cautelosas sobre se tornar autossuficientes em redes sociais, pensando que elas não têm garantias e nenhum controle real nesse universo.

 é Vice Presidente da PR Newswire de Marketing de Conteúdo, e é Autora do e-book “Unlocking Social Media for PR.”

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Publicidade dirigida às Crianças – Regulamentação ou Não?

A publicidade infantil está cada vez mais influente dentro do cotidiano das crianças, mas até que ponto isso é algo positivo?

Fonte da imagem: management-thinking.org

Fonte da imagem: management-thinking.org

Claramente, a mídia publicitária sempre esteve presente dentro da maior parte das decisões da vida dos brasileiros. Um número considerável da população nacional e mundial consome produtos, os quais são divulgados com maior contundência dentro de todos os veículos de mídia (TV, rádio, internet, etc.). Porém, se a publicidade tem o “dom” de encantar e persuadir adultos ao consumo, o impacto no público infantil é ainda maior, pois o discernimento do público infantil é praticamente nulo. A psicóloga norte-americana Susan Linn, diretora associada do Centro de Mídia Infantil Judge Baker, nos Estados Unidos, participou, em Brasília, do Seminário Internacional Infância e Comunicação – Direitos, Democracia e Desenvolvimento. O debate reuniu por três dias pesquisadores e representantes de organizações ligadas ao tema de vários países. Susan defende o fortalecimento da regulação da publicidade infanto-juvenil.

Segundo a psicóloga, as propagandas encorajam o consumo de alimentos menos nutritivos e mais gordurosos, além de alterarem significativamente o comportamento das crianças em todos os ciclos sociais que ela frequenta (família,escola,etc). ”A publicidade dirigida ao público infanto-juvenil contribui para o consumo de alimentos com baixo teor nutritivo e o surgimento de alterações emocionais em crianças e adolescentes.” Susan é autora do livro “Crianças do Consumo: A Infância Roubada”, e ela defende veementemente a regulação dentro da mídia publicitária infantil. “Pesquisas indicam que as crianças precisam de alimentação saudável, brincadeiras ativas e de passar um tempo com os adultos que cuidam delas para crescerem e se desenvolverem [adequadamente] e a publicidade e o marketing minam essas condições” Linn é contra o uso de tablets e de ferramentas tecnológicas sofisticadas por crianças.

Segundo especialista, o alvo publicitário dos produtos infantis devem ser os pais, porque eles são capazes de diferenciar os produtos necessários dos produtos supérfluos.

 Wanderlino Nogueira , membro do Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas, as medidas de regulamentação são necessárias e não afetam em nada a liberdade de expressão, em países mais desenvolvidos que o Brasil, as campanhas publicitárias direcionadas ao público infantil são ilegais. Para o peruano Jaime Delgado, professor do Instituto de Consumo da Universidade San Martin de Porres, o foco do problema é na saúde do público infantil. Segundo ele, os fabricantes de produtos alimentícios gordurosos, desenvolvem maneiras de persuadir o público infantil a consumi-los em excesso, aumentando assim consideravelmente o índice da obesidade infantil.

O Projeto de Lei 5.921/01, que proíbe a publicidade dirigida à criança no Brasil e regulamenta a publicidade dirigida a adolescentes, tramita há doze anos no Congresso Nacional. O Conar é contrário à proibição, pois afirma que a publicidade infantil faz parte do desenvolvimento da educação infantil.

O público infantil não deve ser visto somente com uma fonte de renda publicitária, afinal de contas às crianças são muito vulneráveis e influenciáveis, e os meios de comunicação contribuem significativamente para o desenvolvimento educacional.

Por Bruno Sutero, Pesquisador de Mídia
PR Newswire

Títulos com #Hashtags – Press-releases no Twitter

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 20 de março de 2013.

Fonte da imagem: nerdweek.com.br

Fonte da imagem: nerdweek.com.br

Na sessão CIO Network, no site da revista Forbes, foi publicado um artigo com o título “#Accounting: Why Finance Teams Need to Get Social” que gerou um tráfego incomum quando comparado aos outros artigos do mesmo canal. Com um registro atual de mais de 430 mil leituras, este artigo está realmente acima dos padrões. Essa anomalia foi destaca por Lou Hoffman da Agência Hoffman em um post chamado “O papel da hashtag em um título da Forbes que atraiu mais de 400 mil visitas” – no original The Role of the Hashtag in a Forbes Headline Attracting Over 400K Views, publicado em um blog americano.

“O elemento que faz esse artigo da Forbes diferente do de outras publicações executivas está no título e no uso da hashtag #Accounting”, destacou ele no artigo do blog.

Eu acho que Lou está no caminho certo. De acordo com LinkTally, a nova ferramenta do HubSpot, o artigo foi compartilhado 1.200 vezes nas redes sociais. E, como ilustrado no artigo de Lou, o Google gera diferentes resultados para a busca dos termos “#accounting” e “accounting”. Embora eu queira atribuir o sucesso do post publicado na Forbes unicamente à presença da hashtag no título – afinal, é um texto bem escrito falando sobre um assunto atual – eu realmente acredito que o formato do título tem algo a ver com o nível audiência alcançado.

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Não há sombra de dúvidas de que os press-releases são ingredientes importantes para se ter sucesso no Twitter. Uma breve pesquisa por “PRNewswire” no Twitter mostra que as pessoas estão twitando várias vezes por minuto os press-releases que publicamos. E há algumas coisas simples que você pode fazer quando for escrever o seu press-release para encorajar as pessoas a twittarem e compartilharem sua história.

  • Tente utilizar uma hashtag relevante e popular em um título amigável ao Twitter – mantenha-o com mais ou menos 100 caracteres e faça-o ser interessante.
  • E aquele citação que não pode faltar? Prepare-a para ser usada no twitter, de forma hiperbólica se possível, e editando-a para 100 caracteres – dessa forma ela será um ponto-chave do seu artigo.
  • Encoraje o compartilhamento via Twitter incluindo @nome de qualquer pessoa que você cite.
  • Não se esqueça do aspecto visual.  Twitter.com pode veicular várias mídias, e nós sabemos que o visual ajuda muito a capturar a atenção dos leitores.

Você também pode utilizar o ClickToTweet para incorporar tweets já configurados nas suas mensagens, embora eu recomende cautela em confiar unicamente em tweets incorporados para gerar engajamento. As pessoas usam muitos mecanismos diferentes para twittar, incluindo aplicativos ligados aos navegadores de internet e as mídias sociais. Você terá mais sucesso se conseguir reunir uma boa variedade das preferências dos seus leitores.

Porque 100 caracteres? Eu pensei que o Twitter permitisse 140!

Realmente, você pode escrever qualquer coisa com até 140 caracteres no Twitter, mas existem algumas razões para utilizar apenas 100 (ou até menos).

  • Se você está adicionando uma URL ao seu tweet, considere que 20 caracteres já serão utilizados pelo encurtador de link. Todas as URLs no twitter são encurtadas automaticamente.
  • Se você quer que as pessoas respondam e re-tweeten, é conveniente deixar espaço para elas fazerem isso.
  • Pesquisas feitas pela PR Newswire mostram que press-releases com títulos longos (com mais de 140 caracteres) tem queda significativa de visualizações. Então, escrever um título amigável ao Twitter gerará bons resultados.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

Monitoramento de Notícias – Benchmarking e Resultados

Como medir resultados utilizando o Monitoramento de Notícias? Antes de fazermos essa pergunta, precisamos saber o que é, e sua importância para as empresas.

As informações que são transmitidas pela mídia em forma de notícias, artigos e outros tipos de publicações, são de conhecimento estratégico. Possibilitando gerenciar as próximas ações e rumos que a empresa irá tomar. Como por exemplo, rumores e especulações sobre fusões e aquisições que movimentam um determinado mercado. Saber o que seu concorrente está planejando, que patentes está adquirindo e quais empresas  do setor estão sendo adquiridas, são informações cruciais quando se pretende brigar por uma posição no mercado.

Social-Media-Monitoring soshable.com

Fonte da Imagem: soshable.com

Certo, agora que conhecemos a importância do Monitoramento de Mídia, como adotá-lo em minha organização?

O serviço conhecido como “clipping” é fornecido por empresas específicas que entregam informações relevantes ao conteúdo publicado nos veículos de comunicação. Através de um relatório – que pode ser diário, semanal ou mensal – enviado aos departamentos de marketing e de comunicação das empresas ou à sua assessoria de imprensa. Possibilitando a  comparação entre concorrentes mês à mês, ou comparado o volume de resultados da mesma empresa entre determinado período.

Benchmarking – Cada empresa adota um tipo específico de manipulação dessas informações, podendo assim se antecipar ante a concorrência e sair à frente com resultados positivos, ou  aprender com os resultados negativos de alguma empresa do seu setor e saber que em certos “territórios não se deve pisar”.

Por Leandro Santos, Executivo de Monitoramento de Mídia
PR Newswire

RP e Recursos Visuais – Combustível para o Motor do Content Marketing

Este texto foi traduzido do post escrito pela equipe  no Blog Beyond PR, em 06 de março de 2013.

“RP’s conheçam o seu mais novo melhor amigo! O querido Marketing de Conteúdo”

Essa mensagem foi dita por Lisa Buyer, CEO do The Buyer Group no webinar da PR Newswire que ocorreu recentemente (“Fueling the Content Marketing Engine through PR”), que ressalta a evolução no relacionamento entre profissionais de Relações Públicas e Marketing e sua necessidade de integração através de uma abordagem colaborativa na comunicação. No webinar, Lisa e Michael Pranikoff da PR Newswire, exploraram o uso e táticas de Relações Públicas para fortalecer uma estratégia de marketing.

O início da conversa focou nos online newsrooms (espaço dedicado à notícias na internet) . E como elas passaram por um renascimento. Não mais controladas apenas por um webmaster onde as atualizações eram difíceis e com pouca frequência  Hoje em dia as “newsrooms” são de responsabilidade do time de comunicação, com varias atualizações ao longo do dia e com um mix diversificado de conteúdo. Essencialmente é um hub de marketing de conteúdo, não só para distribuição de  press releases, mas também ampliando o conteúdo multimídia com fotos, informações financeiras, blogs e muito mais. Suprindo as necessidades de todos os visitantes, incluindo jornalistas, blogueiros, consumidores, investidores e muito mais.

Michael observou que mais empresas começaram a utilizar as mídias sociais, “marcas espertas estão se tornando editoras”, assim aumentando a necessidade e compromisso com conteúdo de qualidade integrado as oportunidades entre marketing e RP no mundo das mídias sociais.

Recursos Visuais em RP foi o tema do ano com o aniversário do Pinterest e Instagram. Saindo do ponto de partida, Lisa observou que: “Não há nada pior do que ler um post brilhante ou a notícia de um press release, quando nada no post vale um pin! Nem uma foto, infográfico ou vídeo… é isso que me faz querer compartilhá-lo com pessoas próximas e queridas. Somos uma espécie visual e conteúdo envolvente e influencia nossas ações.”

Um estudo da PR Newswire confirma que o conteúdo multimídia gera quase 10 vezes mais exibições do que apenas um simples texto isolado, porém outras estatísticas foram identificadas:

  • 44% das pessoas tem propensão a se envolver com empresas que usam fotos dentro seus conteúdos.
  • 79% dos jornalistas dizem que as imagens aumentam as chances de um release conseguir sua atenção.
  • Os leitores são quatro vezes mais propensos a se envolver ou comentar em um blog que tenha uma boa imagem.

Resumo: Use recursos visuais e diga não à chatice
O próximo “hot topic” foi à necessidade de conteúdo optimizado para dispositivos móveis. Envolver leitores e compartilhar conteúdo exclusivo e útil não limitasse apenas aos desktops. As marcas devem considerar o uso “multi-screen” na produção de conteúdo e melhorar sua “newsroom”. Uso móvel não é apenas dominar como recebemos informação, mas também entender como a informação é compartilhada. E não se esqueça: não perca a consistência da mensagem ao aperfeiçoar seu conteúdo para celular!

Esse simples post fornece uma visão geral das melhores dicas práticas que foram compartilhadas. Dê uma olhada em toda a apresentação, e ouça a gravação no arquivo. Foram inúmeras questões abordadas com respostas valiosas durante o Q&A. Vale a pena conferir.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Brastemp – Sinergia de Mídia e Exclusividade

Mesclando promoção de produto com informação, marca dá exemplo de marketing

Exclusividade: esse é o termo que muitos consumidores têm buscado na hora de escolher um produto ou serviço. É interessante notar como o cliente quer ter algo que seja somente seu, refletindo sua personalidade e seus gostos. Você já pode ver essa tendência em alguns carros, empresas de decoração e de outros segmentos. Entre elas, aparece a Brastemp com uma nova proposta de linha branca.

by you - Cópia

Por meio do lançamento de sua recente linha By You, a Brastemp possibilitou ao seu consumidor uma forma de criar sua própria geladeira, fogão ou lavadora. São mais de 2 mil combinações de cores possíveis, assim como diferentes níveis para separação do freezer com o restante da geladeira. Quer ter um aparelho de linha branca com três cores fortes e diferentes? Sem problemas, é possível.

A Brastemp não é a primeira nem a última empresa a explorar essa nova tendência de exclusividade no mercado. Mas não é só isso. A marca consegue realizar uma sinergia entre sua nova linha de produtos com seus canais de comunicação. A geração de conteúdo somado a elementos informativos dos aparelhos impulsiona as vendas e a disseminação de lembrança na mente do consumidor.

Utilizando diferentes redes sociais, a Brastemp chega ao seu consumidor. No Facebook, é possível ver posts sobre tutoriais de como usar os produtos da marca, receitas, dicas de lazer, entre outros. Você sabia que uma lava-louça não consome mais água do que a tradicional lavagem na pia? Pois é, eles explicam isso em um vídeo no Youtube.

Somando o site da Brastemp com seus canais no Facebook e Youtube, a marca consegue oferecer uma melhor experiência ao seu consumidor. O repertório de informações dá segurança ao cliente, que se sentirá mais à vontade para comprar um novo produto.

Quando empresas precisam promover os seus produtos, é preciso entender que o cliente é cada vez mais crítico e bem-informado. Não basta ter o melhor aparelho, é necessário que o consumidor receba a mensagem de como aquilo será útil e necessário a sua vida. E nesse sentido, a Brastemp vem conseguindo dar um exemplo prático de como equilibrar essas diferentes ações.

Por Thiago Fonseca, Executivo de Contas
PR Newswire

Content Marketing e RP: Potencializando as Ferramentas de Marketing com os ganhos de Mídia

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 26 de fevereiro de 2013.

Robert-headshot-2011-color-medium-1-150x150Como principal líder de estratégias do Content Marketing Institute (juntamente com alguns profissionais de empreendimentos) Robert Rose é um renomado especialista em todas as coisas relacionadas a marketing de conteúdo. Recentemente, nós pedimos ao Robert para compartilhar sua opinião a respeito das Relações Públicas e suas relações com o marketing de conteúdo, e o resultado foi cheio de dicas e boas percepções. Esperamos que gostem!

 Marketing de Conteúdo… 

PR Newswire:  Qual é a primeira coisa que vem a sua cabeça quando você escuta o termo Marketing de Conteúdo…  ?

Robert Rose: Bem, a primeira coisa que me vem à cabeça é “meu trabalho”. Mas, o segundo pensamento é de como os profissionais do marketing estão usando conteúdos orgânicos e dinâmicos storytelling para afetar positivamente os resultados dos negócios.

Relações Públicas…

RR: A principal prática está sofrendo mudanças fundamentais. Eu sou um enorme e apaixonado fã de Relações Públicas. Mas, eu acho que a prática de Relações Públicas está perdendo um pouco seu foco, especialmente, porque diz respeito ao ser corporativo “storyteller”. Se há um grupo que deveria estar adepto às idéias do marketing de conteúdo , é o grupo de relações públicas. E, infelizmente, já que em muitos casos os profissionais de RP perderam espaço dentro das corporações (exceto nos casos de gerenciamento de crise) o departamento de RP é um dos últimos a realmente se engajar ao marketing de conteúdo.

Robert's dog

Daisy Rose, via BigBlueMoose on Flickr.

RR:  Oh meu Deus, você está “tentando”  colocar fotos do meu cachorro aqui, não está?

PRN:  Sim, nós estamos.

PRN: Quais são os paralelos entre marketing de conteúdo e RP? (O que Relações Públicas fornece ao marketing de conteúdo e vice versa?)

RR: Eu estou lendo um ótimo livro no momento chamado “PR!” de Stuart Ewen. Basicamente, é a história da prática de RP. Neste livro, há uma frase usada frequentemente descrevendo como “imagens usadas na persuasão” são a base de Relações Públicas . Isso está diretamente relacionado com o marketing de conteúdo é claro. A dúvida para marketing de marcas e marketing de produtos é como eles podem contar a vasta história de uma marca/produto para preencher o bem-estar emocional dos clientes, com a intenção de mudar ou melhorar seu comportamento. Esses objetivos são idênticos.

PRN:  Na sua opinião, qual o maior equívoco sobre RP?

RR: Eu acho talvez seja separar RP de marketing. Um programa de RP bem integrado é muito mais do que somente relação com investidor e/ou enviar conteúdo (news releases) para o espaço de publicação ou mais do que emitir um release “social” que simultaneamente uma conta do twitter ou um blog distribui seus últimos press-release. Um programa de RP bem integrado é um dos principais componentes para contar uma ampla e valiosa história. A oportunidade é realmente aproveitar os ganhos de mídia para potencializar outras partes das ferramentas de marketing.

an integrated PR program

PRN: Se praticantes de RP estivessem sentados do outro lado da mesa com você  agora mesmo, qual conselho você daria à eles, sobre como eles poderiam ajudar suas respectivas empresas a aumentar os resultados de suas estratégias de conteúdo?

RR: Bom, é um assunto mais amplo do que este formato permite, e provavelmente seriam necessárias boas bebidas para discutir isso. Mas, aqui vai um pequeno conselho. O poder do serviço de distribuição hoje está sendo desperdiçado pela maioria das empresas. Em algum lugar do tempo, as empresas tiveram a ideia de que existia apenas uma maneira de escrever um press-release, e todos nós “engolimos” essa. Por que toda leitura de press-releases é feita como leitura de press-release. Imagine se nós (como profissionais de marketing ou RP) escrevêssemos um artigo que nós quiséssemos que um veículo publicasse, o serviço de distribuição ainda assim iria distribuí-lo. Não é necessário falar de forma corporativa ou branda, “Nós estamos orgulhosos de anunciar que blah blah blah”. Vamos começar a escrever conteúdos comprometedores e engajados, e usar o serviço de distribuição como um mecanismo para conseguir histórias fora do formato do mercado de trabalho.

PRN:  Quais oportunidades ou benefícios existem para organizações em que os departamentos de RP e marketing trabalham na colaboração conjunta da estratégia de conteúdo?

RR: A principal oportunidade e benefício é a verdadeira coesão da história através do pagamento, ganhos e domínio de mídia. Os colegas de “The Altimeter” estão fazendo um excelente trabalhando nesta questão, eu gostaria de incentivar qualquer um a ler o trabalho deles sobre este assunto. Mas francamente, se você está interessado no ROI do Marketing de Conteúdo, muito dessa parte tem a ver com estar disposto a alavancar uma coerente história ao longo destes canais de comunicação. Por exemplo, se olharmos para a Coca-Cola e seu marketing de conteúdo. Eles produziram um pequeno conteúdo com a câmera de segurança, que ficou muito popular no Youtube. Muito bom o conteúdo, certo?  Bem, sim, exceto pelo fato de que já tinham usado como uma propaganda para o Super Bowl (depois eles entenderam que já havia sido sucesso no Youtube) e eles conseguiram muitos ganhos de mídia em veículos que faziam a cobertura do evento. Pagar, ter ou ganhar pelo Conteúdo de Mídia dá muito mais trabalho para as empresas justificarem o custo para criação de grandes conteúdos impactantes.

PRN: Há uma ou duas empresas que você pode dizer que atingiram o sucesso em ambos os departamentos, marketing e RP, levando em conta que precisando atingir todas as metas com seu conteúdo enquanto trabalhavam com um orçamento limitado?  

RR: Sim, com certeza, como dito anteriormente, a Coca-Cola está fazendo um trabalho de conteúdo como ninguém. Também, é claro, você não pode evitar de mencionar Red Bull, que as pessoas descreveram como uma empresa de mídia que também vende bebidas em lata. Mas, eu também gostaria de destacar as empresas B2B como SAS e a SAP, que estão fazendo um excelente trabalhando com o conteúdo e o storytelling. E, finalmente, State Farm Insurance e o seu trabalho com o vídeo do peru frito do William Shatner que é um excelente exemplo de marketing/RP, se tornando um grande marketing de conteúdo.

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Autor: 
Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Bruno Sutero, Pesquisador de Mídia
PR Newswire

Redes Sociais e Influenciadores: Como Gerar Engajamento com seus Principais Seguidores

Em um tempo onde a atenção do usuário é cada vez mais disputada, usar as conexões corretas é cada vez mais importante

Sua marca criou uma fanpage no Facebook e vocês já passaram dos mil fãs. Isso significa que o sucesso nas redes sociais é apenas uma questão de tempo, certo? Não necessariamente. Possuir uma ampla base de fãs ou seguidores é um importante passo, mas para a propagação de sua mensagem ser considerada bem-sucedida, você ainda precisa de mais uma peça: os influenciadores.

Clique nas imagens e veja o Infográfico:

influencers

Para entender o conceito sobre os influenciadores, é necessário compreender também a importância de gerar engajamento nas redes sociais. Quando se cria um perfil nas redes sociais, a meta é divulgar conteúdo, seja informativo ou para promover um produto. A melhor forma de saber se o objetivo está sendo conquistado é verificar o engajamento dos usuários. Eles estão comentando sobre o seu post? Estão curtindo ou compartilhando? Parabéns, você gerou engajamento!

Nesse processo, os influenciadores são aqueles que geram a disseminação de seu conteúdo de forma viral. Se você administra uma fanpage no Facebook ou um perfil em outra rede social, como Twitter ou LinkedIn, deve identificar quais são os seus contatos com mais poder de propagação.

A tarefa não é fácil. É importante usar ferramentas de métricas (Socialbakers, por exemplo) para analisar estatísticas e identificar os seus potenciais influenciadores dentro de sua base de fãs ou seguidores. Encontrou? Hora do Marketing! Entre em contato com eles e gere o relacionamento entre marca e indivíduo.

Peça a opinião dele e valorize seus argumentos. Obviamente, você não irá pedir “curta meus links”. Isso virá rapidamente após o elo criado pela conversa entre ambas as partes. Repita o processo sempre. Relacionamento é a base do engajamento.

Tendo o apoio de usuários influenciadores, seu conteúdo em redes sociais atingirá um público muito maior. É preciso ter conteúdo de qualidade e próprio. Quando se adquire domínio sobre um assunto, os influenciadores corretos são aqueles que darão o impulso inicial.

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Uma dica para encontrar influenciadores além de sua base de fãs e seguidores é procurar entre produtores de conteúdo, como blogs e outros veículos de comunicação. Gerar uma parceria com o blogueiro correto, que tem ligação com o mesmo assunto que você quer propagar. Assim, conseguindo atingir sua rede de fãs e seguidores. Entretanto, a parceria é bilateral. Da mesma forma que ele irá compartilhar e ajudar no seu conteúdo, também será necessário ajudar de alguma forma.

Lembre-se: após conseguir seguidores, seu próximo passo é encontrar os influenciadores. Mãos à obra!

Thiago Fonseca, Executivo de Contas
PR Newswire

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