Foto feita via IPhone e editada no Instagram pelo fotografo Nick Laham, é publicada na capa do New York Times

No inicio de abril, o New York Times, um dos maiores e mais influentes jornais do mundo, publicou em sua primeira página uma foto registrada pelo fotografo Nick Laham por meio de um celular e editada unicamente pelo Instagram – aplicativo que permite a usuários de smartphones fotografarem, editarem e compartilharem suas imagens com seus seguidores. A foto trazia o jogador de beisebol Alex Rodríguez e foi feita no vestuário do New York Yankees, equipe do atleta.

Foto de Alex Rodrigues, por Nick Laham, NYT, feita via Iphone + Instagram

Foto de Alex Rodrigues, por Nick Laham, NYT, feita via Iphone + Instagram

Trata-se da primeira vez que uma foto feita com a câmera de smartphone ganha tanto destaque em uma publicação. Em seu blog, Laham comentou: “Não foi uma escolha minha. Não me foi dada a opção de fazer os registros em um estúdio ou em vestuário e optei pelo último. Me uni à rede de fotógrafos às 6 da manhã no Centro de Treinamento do New York Yankees, em Tampa, e tive de lidar com o espaço que tinha para poder trabalhar”.

Evolução e futuro: Os recursos dos profissionais de fotografia têm evoluído nos últimos anos de forma rápida, primeiro com a chegada dos equipamentos digitais (mais o combo Photoshop) e depois com o aprimoramento das câmeras dos celulares. A foto feita por Laham não foi, como ele mesmo disse, sua primeira opção, mas demonstrou que o fotografo, mesmo com recursos reduzidos, conseguiu captar imagens ótimas, com qualidade suficiente para estampar a capa de um periódico. No blog dele tem a série toda de imagens registradas.

E vocês, fotógrafos, o que pensam disto?

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

 

 

 

 

 

É hora de dar nome aos Press-Releases – Dicas de como fazer

Quem tem ou está para ter um filho sabe como é difícil dar nome ao bebê. Parece menos complexo, mas encontrar um nome para um animal de estimação, para um prato de um restaurante ou para um produto exige esforço também; dar nome a uma empresa é igualmente complicado. Não é à toa que o ditado “é hora de dar nome aos bois” é utilizado no momento de tomar uma decisão difícil. O mesmo acontece na ao escrever títulos: dúvidas e insegurança atormentam o autor.

Fonte da imagem: www.iloveugly.net

Fonte da imagem: http://www.iloveugly.net

Os press-releases oferecem o mesmo desafio, mas com um incremento: eles devem ser bons o bastante para atrair e reter a atenção tão cobiçada de editores muito ocupados. A primeira dica para isso: tudo começa – ou termina – com o título.

Um bom título deve combinar objetividade e disponibilizar informações relevantes, deve soar como uma sugestão de matéria e provar ao jornalista que vale escrever sobre aquele assunto. (Tweet)

Continue lendo este artigo e veja:

  1. Título curto: indícios de um tamanho ideal (Tweet)
  2. Praticalidades: coisas que funcionam (Tweet)
  3. O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas (Tweet)

O que é um título curto e indícios de um tamanho ideal

Se você quer encontrar o tamanho ideal, tenha em mente o seguinte: use o mínimo de palavras para transmitir informação relevante, as principais palavras-chaves do seu conteúdo e um verbo de ação.

Em função da grande influência dos mecanismos de busca para a efetividade da comunicação e prevendo que, muito provavelmente, seu press-release também será publicado na internet, é interessante considerar que existem limites de caracteres para a exibição das chamadas. Por exemplo: o Google mostra 70 caracteres na área dos títulos, contanto os espaços. Já o Yahoo e o Bing exibem 72 e 65 caracteres respectivamente. Então tente se manter dentro desses limites e se precisar completar seu título, use subtítulos – que não devem ter mais do que duas linhas em sua forma ideal.

Ser curto não é meramente uma questão de tamanho, mas sim de ter a dose certa de informação e apelo, no menor espaço possível ao mesmo tempo em que permite uma leitura rápida e de fácil assimilação. O objetivo é gerar estímulo suficiente para a leitura de todo o conteúdo.

“Um título, ao ser bem escolhido e otimizado, curto e objetivo garante a comunicação com seus dois interlocutores: os mega buscadores, por exemplo o Google, e o seu interlocutor/consumidor”, explica Laila Vanetti, linguista e professora da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, Aberje@aberje. (Tweet)

Coisas práticas e que funcionam

  • Pense nos editores: Ajude-os a saberem o que você tem a dizer e para isso escreva um bom título. Por exemplo: prefira algo como “LabAtlantis: como evitar alergias que atacam 6 em cada 10 adultos”. A fonte da informação é clara (LabAtlantis – um nome fictício), há um informação objetiva e palpável, um verbo que sugere ação e uma sugestão para o editor:  “ei, talvez os leitores queiram saber quais sejam esses elementos que causam alergia em 60% dos adultos”. (Tweet)
  • Evite adjetivos e elogios: jornalistas são treinados para fugirem de adjetivos e elogios. Um exemplo de como não fazer: “LabAtlantis: grande descoberta sobre como salvar 60% dos adultos da alergia” – fuja de qualquer linguagem que enalteça as qualidades do seu produto ou os profissionais da imprensa vão correr de você. Se atenha ao fato que torna a sua comunicação relevante para os editores e para as pessoas (não pense tanto nos mecanismos de busca). (Tweet)
  • Fale a língua das pessoas: esqueça o jargão técnico – exceto se o seu público passa por uma publicação muito especializada. No geral, um título como esse dificilmente funcionaria: “SoudFuture S.A. lança plataforma multimídia pluripolar de adaptação interativa”.  Traduzindo: “Novo microfone da SoundFuture faz pessoas comuns cantarem como astro” – essa versão funciona melhor, você não acha? (Tweet)
  • Use palavras-chaves: é possível que o receptor não tenha muitas informações sobre o assunto do seu press-release.  Se o título leva ao menos três palavras-chaves do seu conteúdo há boas chances de ele descrever bem aquilo que vem em seguida. (Tweet)
  • Edite depois de pronto: eu uso um método nada científico, mas objetivo. Depois do título pronto, faço uma contagem de palavras e me obrigo a reformular com 20% menos caracteres. É incrível como, na medida em que você se esforça, descobre que o título sempre pode ser menor e melhor. (Tweet)

O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas

Através do meu twitter e do twitter da PR Newswire Brasil, perguntamos a centenas de jornalistas o que um título de press-release que chama a atenção tem. Compilamos as 5 respostas que representam e resumem tudo o que ouvimos e agora você tem dicas valiosas do que os farão ler o título e ter interesse para checar o conteúdo.

“Tem que ter criatividade e apelo midiático. Não pode ter um tom “oficialesco”, “quadrado”…”,
Alexandre Sena (@alexandresena), muito respeitado no meio jornalístico pelo excelente e pioneiro trabalho no blog LinkZero  – 23 mil seguidores no twitter @link_zero -, que presta serviço valioso a jornalistas que buscam oportunidade de trabalho.

“Direto ao assunto, sem rodeios”,
Márcil Antunes (@antunesmarcioo), de Belo Horizonte. Especialista na cobertura de UFC, MMA e lutas

“Concisão: afinal quem tem tempo para ler nas redações? Informação: tem que dizer alguma coisa. Títulos cegos que pretendem chamar a atenção, mas não dizem nada correm o risco de irem pra lixeira. Criatividade: no sentido de chamar a atenção, despertar a curiosidade e, assim, se diferenciar no mar de releases enviados diariamente”
Luiz Semine (@luizsemine), redator e roteirista.

“Acho que o tom certo para deixar a pessoa curiosa e ser objetivo ao mesmo tempo”,
Fernanda Fabian (@fernandaf), blogueira e profissional de relações públicas.

“Penso q melhor título é aquele com a essência do texto. Já li release que depois de ler tudo não entendia o ponto principal”,
Elis Amancio (@elis_amancio), jornalista com cerca de 10 mil e 200 seguidores só no twitter.

Além dos requisitos apontados acima, também é importante ter um bom “gancho”, que é o motivo para falar daquele assunto, o argumento que o torna relevante. O jornalista, empresário e também professor da Aberje, Luiz Chinan (@chinansan), explica: “Um título bom tem um fato associado a um fenômeno social em evidência. O lançamento de uma nova caixa de bombom é uma coisa. Já o lançamento de uma caixa de bombom especial para a Páscoa que está chegando é outra”. (Tweet)

Capriche no título, e o seu texto terá mais chances de ser lido. Utilize um bom serviço de distribuição, como o da PR Newswire e você terá a visibilidade de que precisa. Portanto capriche no material que você está escrevendo para o tiro não sair pela culatra – a PR Newswire tem boas informações nessa apresentação.

Conforme a professora Laila Vanetti ressalta: “O conteúdo é rei”. Sendo assim, dê a ele uma boa coroa. (Tweet)

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Lomography – A marca vencedora que mantém viva a fotografia analógica
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Por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

 

Globo retira links do Facebook: decisão é polêmica.

Desde a última segunda-feira, 8 de abril, as publicações das Organizações Globo não estão mais postando links de seu conteúdo em suas páginas oficiais no Facebook. A decisão teria sido motivada após um estudo que teria apontado a tendência dos internautas acompanharem as notícias em estilo “RSS” dentro da rede social, fixando-se principalmente nos títulos. Isto resultaria em uma não migração para a fonte original do conteúdo, para ler o material na íntegra, impactando na audiência dos sites.

As páginas das revistas da Editora Globo, G1 e o site de O Globo já estão colocando a medida em prática. A decisão, no entanto, foi recebida de forma polêmica pelos usuários. Nas contas das publicações há várias reclamações de internautas insatisfeitos com a iniciativa.

Print de post da página da Revista Época Negócios no FB: notícia sem link é decisão das organizações Globo

Print de post da página da Revista Época Negócios no FB: notícia sem link é decisão das organizações Globo

Na contramão do The Guardian

O The Guardian, um dos jornais mais influentes da Europa, adotou a estratégia oposta. Em 2011, o periódico decidiu construir um site exclusivo dentro do Facebook.

Durante uma palestra em São Paulo, no ano passado, Pier Jones, gerente de produtos do The Guardian, defendeu o potencial das redes sociais para incrementar a audiência de veículos de mídia.

“Nós exploramos novas maneiras de contar nossas notícias. Nosso jornal distribui conteúdo por uma variedade de plataformas diferentes: Android, iPhone, iPad, Kindle etc. Todos esses canais se complementam e aumentam o alcance do The Guardian pela web. São usuários diferentes navegando em locais diferentes.”, explica Jones. “Hoje, o aplicativo já tem mais de 4 milhões de usuários. Um em cada cinco leitores do The Guardian hoje vêm do Facebook”.

E você, o que achou da decisão da Globo? Deixe um comentário!

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

07 de abril, Dia do Jornalista.

Quem foi o jornalista Libero Badaró, como sua morte culminou na renúncia de Dom Pedro I e o que tudo isso tem a ver com o dia 07 de abril, dia do jornalista

Dia do Jornalista_PR Newswire

Giovanni Battista Libero Badarò nasceu na Itália, em 1798. Mudou-se para o Brasil em 1826, aos 28 anos, onde se radicou na cidade de São Paulo. Médico por formação, Libero Badarò dava aulas de matemática e passou a se engajar no jornalismo político. Em 1829, fundou o jornal O Observador Constitucional, veículo que lutava contra o absolutismo regente na época e à favor do liberalismo.

Por conta de seu envolvimento em questões políticas, Libero Badarò foi emboscado e morto na rua da sua casa em 20 de novembro de 1830, supostamente pronunciando as últimas palavras “Morro defendendo a liberdade”. A morte do jornalista causou comoção na sociedade e abalou ainda mais a imagem de Dom Pedro I, já arranhada por representar um tipo de estado ultrapassado e retrógrado. O resultado deste movimento, impulsionado pelo assassinato de Libero, culminou na renuncia de Dom Pedro I em 07 de abril de 1831.

Cem anos depois, em 07 de abril de 1931, a Associação Brasileira de Imprensa decretou a data “Dia Nacional do Jornalista”. Um dia para celebrarmos as conquistas e os desafios da liberdade de expressão e para darmos atenção ao profissional que nos representa e que trabalha para levar até nós a informação do cotidiano, a história do hoje.

Aos colegas jornalistas, então, nossos parabéns e obrigada!

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

Mídia Social e seu impacto no engajamento de adolescentes

Como sites de relacionamento têm motivados jovens a se engajarem: estudo recente da Harris Interactive mostrou que grande parte dos adolescentes creditam à mídia social o interesse despertado por problemas como educação e a fome no mundo.

Jovens engajados

Adolescentes muito tempo conectados podem estar online por um motivo nobre. Um estudo recente conduzido no início deste mês pela Harris Interactive em nome da World Vision, mostrou que 56% dos jovens acreditam que sites de mídia social (Facebook e Twitter) tornaram-nos mais conscientes das necessidades dos outros.

Ainda de acordo com o estudo, 68% dos adolescentes dizem que quando se trata de ajudar os necessitados, o exemplo dos adultos não é suficiente. Assim, eles encontram na interatividade das mídias sociais o lugar apropriado para trocarem ideias, promoverem campanhas e se engajarem em questões relevantes.

No Brasil, um dos casos mais emblemáticos é o da jovem Isadora Faber, 13 anos, criadora do Diário de Classe, uma fanpage no facebook cujo o intuito é mostrar a rotina e os problemas da escola onde estuda, em Santa Catarina. Isadora seguiu o exemplo da garota Britânica Martha Payne, que também escreve o blog “Never Seconds” (algo como nunca repetir a refeição), criticando a quantidade e a qualidade da merenda em seu colégio.

Isadora conseguiu visibilidade para os problemas da escola, porém mais do que isso: foi capaz de envolver os outros estudantes e de colocar pontos em debate. As redes sociais como o Twitter e Facebook, por meio de seus recursos e de seu alto poder de interação potencializaram o engajamento online. Inúmeros eventos como passeatas e manifestações são organizados primeiro nestes sites e só depois se materializam nas ruas.

E você, tem usado as redes sociais para se engajar e participar de questões sociais? Compartilhe sua opinião nos comentários =)

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

 

Sabrina Sato – Celebridade mais comentada em Fevereiro, alcança o 1º lugar no Ranking da PR Newswire

Top Cast Fev2013

Qualquer jornalista, site ou blogueiro interessado em obter mais informações sobre o assunto poderá entrar em contato pelo e-mail atendimento@prnewswire.com.

Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

A volta da Rádio 89 – Os rumos do Rock e a Influência das Mídias Sociais

Os fãs do rock certamente comemoraram, em dezembro, a notícia do retorno da 89 rádio rock. Uma das mais tradicionais estações de São Paulo foi ao ar pela primeira vez na década de 80, e deixou seus fãs órfãos em 2006, quando a direção foi trocada e o pop tomou conta da programação.

89fm

Assim, os amantes do estilo musical contaram por quase 6 anos com poucas opções para o estilo, sendo a Kiss a principal delas. A ressurreição de uma das emissoras mais populares da cidade curiosamente se deu pelas redes sociais, quando a equipe da rádio anunciou seu retorno “na forma online”. O estardalhaço foi tanto, que seu retorno foi viabilizado através de uma parceria com o Uol, se chamando agora Uol 89 FM – A rádio rock.

Novos rumos

Mas o que esse retorno pode significar? Primeiramente, para o rock é uma ótima notícia pois hoje o segmento obtém pouco espaço nas rádios, e assim, é mais uma opção para seus fãs, com uma programação composta por locutores descontraídos e trazendo um mix de músicas mais tradicionais, até os sucessos atuais e novas descobertas do gênero.

Seu retorno também é uma resposta aos que decretam o futuro fim das rádios, na disputa com os meios digitais. E mostra, acima de tudo, que em tempos de iPod, iPhone, e outros aparelhos super modernos, ainda existe sim o espaço para o rádio.

Por fim, a volta da 89 mostra o poder cada vez maior das mídias sociais. Ao simplesmente anunciar seu retorno online, a repercussão foi tão grande que conseguiu tirar o projeto do meio online. Em uma semana, a página teve cerca de 50 mil likes no Facebook. Certamente sem as mídias sociais o impacto não seria tão grande, e, principalmente não seria tão mensurável. Após um mês, a rádio já está entre uma das mais escutadas de São Paulo, e mostra que nada como uma equipe empenhada e fãs fiéis para trazerem de volta uma das rádios mais celebradas da cidade de São Paulo.

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Com ‘Pé na Cova’, Miguel Falabella se despede da TV

RankingCasting-Sem08Qualquer jornalista, site ou blogueiro interessado em obter mais informações sobre o assunto poderá entrar em contato pelo e-mail atendimento@prnewswire.com.

Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Mídias Sociais: Uma possível ameaça à imprensa tradicional?

Com o avanço das mídias sociais, as grandes empresas ganharam um forte aliado, à medida que podem responder imediamente às críticas, sejam de consumidores, empresas ou da mídia. Nas últimas semanas, um fato supreendente ganhou as manchetes nos Estados Unidos na questão de empresas versus imprensa.

John Broder, do New York Times, realizou um test drive em um carro da Tesla Motors. Em sua publicação, o autor apontou diversas falhas no carro. Quase que imediatamente, a empresa falou sobre o assunto em seu blog, onde o CEO da Tesla, Elon Musk, respondeu aos questionamentos e trouxe os dados do veículo: “Quando os fatos não foram de acordo com sua opinião, ele simplesmente mudou os fatos”.

Imprensa vs medias sociais

Em seguida, John Broder escreveu nova matéria sobre o assunto. Assim, a discussão continua, com o embate entre o NYT e a Tesla. Há alguns anos atrás uma situação como essa causaria grandes danos à uma empresa. Sem as mídias sociais, a imprensa tradicional publica suas versões da realidade, impactando totalmente na formação da opinião pública.

Hoje é bem diferente. As empresas, além de terem o espaço para exporem imediatamente seu lado da história, atualmente ao dar suporte quase que imediato às suas conexões, fidelizam ainda mais os clientes, tornando-os verdadeiros embaixadores de sua marca. Isso pode ser comprovado no caso da Tesla, onde diversos clientes saíram em sua defesa. Há pouco tempo atrás, o público estaria do lado do jornal.

Mas o que isso pode significar para a imprensa tradicional? Provavelmente uma exigência de maior cautela e responsabilidade, no mínimo. Se antes só apenas as empresas estavam na mira dos internautas, hoje a imprensa também está. Na lógica de que os internautas se tornam de certa forma guardiões de tudo o que acontece no virtual e real, então, assim não são só as companhias que podem ter sua reputação arranhada, os veículos impressos também estão sujeitos a isso.

Quanto ao caso Tesla versus New York Times, ainda nada foi esclarecido, e muito irá acontecer. O que fica de lição é a importância da responsabilidade do que é publicado, uma vez que você está muito mais propenso à críticas. Do lado das empresas, ao seguir simples passos como comunicação direta, transparente e imediata, você evita possíveis danos à imagem de sua corporação.

Fique por dentro da história:

Inspiração: Blog Beyond PR

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

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