07 de abril, Dia do Jornalista.

Quem foi o jornalista Libero Badaró, como sua morte culminou na renúncia de Dom Pedro I e o que tudo isso tem a ver com o dia 07 de abril, dia do jornalista

Dia do Jornalista_PR Newswire

Giovanni Battista Libero Badarò nasceu na Itália, em 1798. Mudou-se para o Brasil em 1826, aos 28 anos, onde se radicou na cidade de São Paulo. Médico por formação, Libero Badarò dava aulas de matemática e passou a se engajar no jornalismo político. Em 1829, fundou o jornal O Observador Constitucional, veículo que lutava contra o absolutismo regente na época e à favor do liberalismo.

Por conta de seu envolvimento em questões políticas, Libero Badarò foi emboscado e morto na rua da sua casa em 20 de novembro de 1830, supostamente pronunciando as últimas palavras “Morro defendendo a liberdade”. A morte do jornalista causou comoção na sociedade e abalou ainda mais a imagem de Dom Pedro I, já arranhada por representar um tipo de estado ultrapassado e retrógrado. O resultado deste movimento, impulsionado pelo assassinato de Libero, culminou na renuncia de Dom Pedro I em 07 de abril de 1831.

Cem anos depois, em 07 de abril de 1931, a Associação Brasileira de Imprensa decretou a data “Dia Nacional do Jornalista”. Um dia para celebrarmos as conquistas e os desafios da liberdade de expressão e para darmos atenção ao profissional que nos representa e que trabalha para levar até nós a informação do cotidiano, a história do hoje.

Aos colegas jornalistas, então, nossos parabéns e obrigada!

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

Títulos com #Hashtags – Press-releases no Twitter

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 20 de março de 2013.

Fonte da imagem: nerdweek.com.br

Fonte da imagem: nerdweek.com.br

Na sessão CIO Network, no site da revista Forbes, foi publicado um artigo com o título “#Accounting: Why Finance Teams Need to Get Social” que gerou um tráfego incomum quando comparado aos outros artigos do mesmo canal. Com um registro atual de mais de 430 mil leituras, este artigo está realmente acima dos padrões. Essa anomalia foi destaca por Lou Hoffman da Agência Hoffman em um post chamado “O papel da hashtag em um título da Forbes que atraiu mais de 400 mil visitas” – no original The Role of the Hashtag in a Forbes Headline Attracting Over 400K Views, publicado em um blog americano.

“O elemento que faz esse artigo da Forbes diferente do de outras publicações executivas está no título e no uso da hashtag #Accounting”, destacou ele no artigo do blog.

Eu acho que Lou está no caminho certo. De acordo com LinkTally, a nova ferramenta do HubSpot, o artigo foi compartilhado 1.200 vezes nas redes sociais. E, como ilustrado no artigo de Lou, o Google gera diferentes resultados para a busca dos termos “#accounting” e “accounting”. Embora eu queira atribuir o sucesso do post publicado na Forbes unicamente à presença da hashtag no título – afinal, é um texto bem escrito falando sobre um assunto atual – eu realmente acredito que o formato do título tem algo a ver com o nível audiência alcançado.

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Não há sombra de dúvidas de que os press-releases são ingredientes importantes para se ter sucesso no Twitter. Uma breve pesquisa por “PRNewswire” no Twitter mostra que as pessoas estão twitando várias vezes por minuto os press-releases que publicamos. E há algumas coisas simples que você pode fazer quando for escrever o seu press-release para encorajar as pessoas a twittarem e compartilharem sua história.

  • Tente utilizar uma hashtag relevante e popular em um título amigável ao Twitter – mantenha-o com mais ou menos 100 caracteres e faça-o ser interessante.
  • E aquele citação que não pode faltar? Prepare-a para ser usada no twitter, de forma hiperbólica se possível, e editando-a para 100 caracteres – dessa forma ela será um ponto-chave do seu artigo.
  • Encoraje o compartilhamento via Twitter incluindo @nome de qualquer pessoa que você cite.
  • Não se esqueça do aspecto visual.  Twitter.com pode veicular várias mídias, e nós sabemos que o visual ajuda muito a capturar a atenção dos leitores.

Você também pode utilizar o ClickToTweet para incorporar tweets já configurados nas suas mensagens, embora eu recomende cautela em confiar unicamente em tweets incorporados para gerar engajamento. As pessoas usam muitos mecanismos diferentes para twittar, incluindo aplicativos ligados aos navegadores de internet e as mídias sociais. Você terá mais sucesso se conseguir reunir uma boa variedade das preferências dos seus leitores.

Porque 100 caracteres? Eu pensei que o Twitter permitisse 140!

Realmente, você pode escrever qualquer coisa com até 140 caracteres no Twitter, mas existem algumas razões para utilizar apenas 100 (ou até menos).

  • Se você está adicionando uma URL ao seu tweet, considere que 20 caracteres já serão utilizados pelo encurtador de link. Todas as URLs no twitter são encurtadas automaticamente.
  • Se você quer que as pessoas respondam e re-tweeten, é conveniente deixar espaço para elas fazerem isso.
  • Pesquisas feitas pela PR Newswire mostram que press-releases com títulos longos (com mais de 140 caracteres) tem queda significativa de visualizações. Então, escrever um título amigável ao Twitter gerará bons resultados.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

RP e Recursos Visuais – Combustível para o Motor do Content Marketing

Este texto foi traduzido do post escrito pela equipe  no Blog Beyond PR, em 06 de março de 2013.

“RP’s conheçam o seu mais novo melhor amigo! O querido Marketing de Conteúdo”

Essa mensagem foi dita por Lisa Buyer, CEO do The Buyer Group no webinar da PR Newswire que ocorreu recentemente (“Fueling the Content Marketing Engine through PR”), que ressalta a evolução no relacionamento entre profissionais de Relações Públicas e Marketing e sua necessidade de integração através de uma abordagem colaborativa na comunicação. No webinar, Lisa e Michael Pranikoff da PR Newswire, exploraram o uso e táticas de Relações Públicas para fortalecer uma estratégia de marketing.

O início da conversa focou nos online newsrooms (espaço dedicado à notícias na internet) . E como elas passaram por um renascimento. Não mais controladas apenas por um webmaster onde as atualizações eram difíceis e com pouca frequência  Hoje em dia as “newsrooms” são de responsabilidade do time de comunicação, com varias atualizações ao longo do dia e com um mix diversificado de conteúdo. Essencialmente é um hub de marketing de conteúdo, não só para distribuição de  press releases, mas também ampliando o conteúdo multimídia com fotos, informações financeiras, blogs e muito mais. Suprindo as necessidades de todos os visitantes, incluindo jornalistas, blogueiros, consumidores, investidores e muito mais.

Michael observou que mais empresas começaram a utilizar as mídias sociais, “marcas espertas estão se tornando editoras”, assim aumentando a necessidade e compromisso com conteúdo de qualidade integrado as oportunidades entre marketing e RP no mundo das mídias sociais.

Recursos Visuais em RP foi o tema do ano com o aniversário do Pinterest e Instagram. Saindo do ponto de partida, Lisa observou que: “Não há nada pior do que ler um post brilhante ou a notícia de um press release, quando nada no post vale um pin! Nem uma foto, infográfico ou vídeo… é isso que me faz querer compartilhá-lo com pessoas próximas e queridas. Somos uma espécie visual e conteúdo envolvente e influencia nossas ações.”

Um estudo da PR Newswire confirma que o conteúdo multimídia gera quase 10 vezes mais exibições do que apenas um simples texto isolado, porém outras estatísticas foram identificadas:

  • 44% das pessoas tem propensão a se envolver com empresas que usam fotos dentro seus conteúdos.
  • 79% dos jornalistas dizem que as imagens aumentam as chances de um release conseguir sua atenção.
  • Os leitores são quatro vezes mais propensos a se envolver ou comentar em um blog que tenha uma boa imagem.

Resumo: Use recursos visuais e diga não à chatice
O próximo “hot topic” foi à necessidade de conteúdo optimizado para dispositivos móveis. Envolver leitores e compartilhar conteúdo exclusivo e útil não limitasse apenas aos desktops. As marcas devem considerar o uso “multi-screen” na produção de conteúdo e melhorar sua “newsroom”. Uso móvel não é apenas dominar como recebemos informação, mas também entender como a informação é compartilhada. E não se esqueça: não perca a consistência da mensagem ao aperfeiçoar seu conteúdo para celular!

Esse simples post fornece uma visão geral das melhores dicas práticas que foram compartilhadas. Dê uma olhada em toda a apresentação, e ouça a gravação no arquivo. Foram inúmeras questões abordadas com respostas valiosas durante o Q&A. Vale a pena conferir.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Processo de Construção: Distribuição no Planejamento de Conteúdo

Este texto foi traduzido do post escrito por Kevin Wilke no Blog Beyond PR, em 05 de março de 2013.

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Embora as estratégias de marketing de conteúdo estejam se tornando mais presentes nas discussões corporativas, ainda há uma questão fundamental a ser respondida:

Quais estratégias podem ser usadas para criação e gerenciamento de conteúdo?

A maior dificuldade é entender como os ativos podem ser distribuídos, e assegurar a criação que se encaixe melhor. Atualmente, muitas empresas esperam pelo produto final (isto é, o conteúdo finalizado), e em seguida, elaboram a estratégia de distribuição. Essa pode ser mais a maneira mais rápida, porém compromete a qualidade da distribuição. O ideal é criar a estratégia e o plano de distribuição trabalhando em sincronia. Às vezes, as pessoas envolvidas podem ser de diferentes equipes, e provavelmente até de empresas diferentes! Pense nas agências e como elas foram historicamente configuradas.

Agências de Relações Públicas, Agências de publicidade, Branding e Marketing sempre foram encarregadas em distribuir conteúdo. Esse conteúdo pode ser uma mensagem de RP, uma tag de marketing,  um anúncio impresso ou vídeo publicitário. Essas equipes foram quase sempre apresentadas após a criação do conteúdo, praticamente com pouca abertura antes de sua conclusão. A gestão dos ativos foram supervisionadas, talvez, por uma pessoa (VP de Marketing, etc) e as várias equipes fizeram o melhor trabalho, de acordo com o que lhes foi fornecido.

kevin-professionalA Conferência de Gestão de Ativos Digitais em Los Angeles em fevereiro, contestou essa metodologia. Empresas como a HBO e Open Text promoveram a ideia de iniciar o planejamento para todos os ativos de distribuição. Este pode ser um desafio, especialmente com filosofias divergentes, mas finalmente ajuda a garantir a criação de melhores ativos para uma ótima gestão e distribuição.

O que nós vemos sobre isso – não somente contribuem para a quebra de concentração de ganhos/pagamentos/donos da mídia, mas também começam a desconcentrar o planejamento de conteúdo também.

O autor Kevin Wilke é vice-presidente da MultiVu, divisão da PR Newswire especializada em criação, produção e distribuição de conteúdo Multimídia.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Content Marketing e RP: Potencializando as Ferramentas de Marketing com os ganhos de Mídia

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 26 de fevereiro de 2013.

Robert-headshot-2011-color-medium-1-150x150Como principal líder de estratégias do Content Marketing Institute (juntamente com alguns profissionais de empreendimentos) Robert Rose é um renomado especialista em todas as coisas relacionadas a marketing de conteúdo. Recentemente, nós pedimos ao Robert para compartilhar sua opinião a respeito das Relações Públicas e suas relações com o marketing de conteúdo, e o resultado foi cheio de dicas e boas percepções. Esperamos que gostem!

 Marketing de Conteúdo… 

PR Newswire:  Qual é a primeira coisa que vem a sua cabeça quando você escuta o termo Marketing de Conteúdo…  ?

Robert Rose: Bem, a primeira coisa que me vem à cabeça é “meu trabalho”. Mas, o segundo pensamento é de como os profissionais do marketing estão usando conteúdos orgânicos e dinâmicos storytelling para afetar positivamente os resultados dos negócios.

Relações Públicas…

RR: A principal prática está sofrendo mudanças fundamentais. Eu sou um enorme e apaixonado fã de Relações Públicas. Mas, eu acho que a prática de Relações Públicas está perdendo um pouco seu foco, especialmente, porque diz respeito ao ser corporativo “storyteller”. Se há um grupo que deveria estar adepto às idéias do marketing de conteúdo , é o grupo de relações públicas. E, infelizmente, já que em muitos casos os profissionais de RP perderam espaço dentro das corporações (exceto nos casos de gerenciamento de crise) o departamento de RP é um dos últimos a realmente se engajar ao marketing de conteúdo.

Robert's dog

Daisy Rose, via BigBlueMoose on Flickr.

RR:  Oh meu Deus, você está “tentando”  colocar fotos do meu cachorro aqui, não está?

PRN:  Sim, nós estamos.

PRN: Quais são os paralelos entre marketing de conteúdo e RP? (O que Relações Públicas fornece ao marketing de conteúdo e vice versa?)

RR: Eu estou lendo um ótimo livro no momento chamado “PR!” de Stuart Ewen. Basicamente, é a história da prática de RP. Neste livro, há uma frase usada frequentemente descrevendo como “imagens usadas na persuasão” são a base de Relações Públicas . Isso está diretamente relacionado com o marketing de conteúdo é claro. A dúvida para marketing de marcas e marketing de produtos é como eles podem contar a vasta história de uma marca/produto para preencher o bem-estar emocional dos clientes, com a intenção de mudar ou melhorar seu comportamento. Esses objetivos são idênticos.

PRN:  Na sua opinião, qual o maior equívoco sobre RP?

RR: Eu acho talvez seja separar RP de marketing. Um programa de RP bem integrado é muito mais do que somente relação com investidor e/ou enviar conteúdo (news releases) para o espaço de publicação ou mais do que emitir um release “social” que simultaneamente uma conta do twitter ou um blog distribui seus últimos press-release. Um programa de RP bem integrado é um dos principais componentes para contar uma ampla e valiosa história. A oportunidade é realmente aproveitar os ganhos de mídia para potencializar outras partes das ferramentas de marketing.

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PRN: Se praticantes de RP estivessem sentados do outro lado da mesa com você  agora mesmo, qual conselho você daria à eles, sobre como eles poderiam ajudar suas respectivas empresas a aumentar os resultados de suas estratégias de conteúdo?

RR: Bom, é um assunto mais amplo do que este formato permite, e provavelmente seriam necessárias boas bebidas para discutir isso. Mas, aqui vai um pequeno conselho. O poder do serviço de distribuição hoje está sendo desperdiçado pela maioria das empresas. Em algum lugar do tempo, as empresas tiveram a ideia de que existia apenas uma maneira de escrever um press-release, e todos nós “engolimos” essa. Por que toda leitura de press-releases é feita como leitura de press-release. Imagine se nós (como profissionais de marketing ou RP) escrevêssemos um artigo que nós quiséssemos que um veículo publicasse, o serviço de distribuição ainda assim iria distribuí-lo. Não é necessário falar de forma corporativa ou branda, “Nós estamos orgulhosos de anunciar que blah blah blah”. Vamos começar a escrever conteúdos comprometedores e engajados, e usar o serviço de distribuição como um mecanismo para conseguir histórias fora do formato do mercado de trabalho.

PRN:  Quais oportunidades ou benefícios existem para organizações em que os departamentos de RP e marketing trabalham na colaboração conjunta da estratégia de conteúdo?

RR: A principal oportunidade e benefício é a verdadeira coesão da história através do pagamento, ganhos e domínio de mídia. Os colegas de “The Altimeter” estão fazendo um excelente trabalhando nesta questão, eu gostaria de incentivar qualquer um a ler o trabalho deles sobre este assunto. Mas francamente, se você está interessado no ROI do Marketing de Conteúdo, muito dessa parte tem a ver com estar disposto a alavancar uma coerente história ao longo destes canais de comunicação. Por exemplo, se olharmos para a Coca-Cola e seu marketing de conteúdo. Eles produziram um pequeno conteúdo com a câmera de segurança, que ficou muito popular no Youtube. Muito bom o conteúdo, certo?  Bem, sim, exceto pelo fato de que já tinham usado como uma propaganda para o Super Bowl (depois eles entenderam que já havia sido sucesso no Youtube) e eles conseguiram muitos ganhos de mídia em veículos que faziam a cobertura do evento. Pagar, ter ou ganhar pelo Conteúdo de Mídia dá muito mais trabalho para as empresas justificarem o custo para criação de grandes conteúdos impactantes.

PRN: Há uma ou duas empresas que você pode dizer que atingiram o sucesso em ambos os departamentos, marketing e RP, levando em conta que precisando atingir todas as metas com seu conteúdo enquanto trabalhavam com um orçamento limitado?  

RR: Sim, com certeza, como dito anteriormente, a Coca-Cola está fazendo um trabalho de conteúdo como ninguém. Também, é claro, você não pode evitar de mencionar Red Bull, que as pessoas descreveram como uma empresa de mídia que também vende bebidas em lata. Mas, eu também gostaria de destacar as empresas B2B como SAS e a SAP, que estão fazendo um excelente trabalhando com o conteúdo e o storytelling. E, finalmente, State Farm Insurance e o seu trabalho com o vídeo do peru frito do William Shatner que é um excelente exemplo de marketing/RP, se tornando um grande marketing de conteúdo.

state farm

Autor: 
Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Bruno Sutero, Pesquisador de Mídia
PR Newswire

Redes Sociais e Influenciadores: Como Gerar Engajamento com seus Principais Seguidores

Em um tempo onde a atenção do usuário é cada vez mais disputada, usar as conexões corretas é cada vez mais importante

Sua marca criou uma fanpage no Facebook e vocês já passaram dos mil fãs. Isso significa que o sucesso nas redes sociais é apenas uma questão de tempo, certo? Não necessariamente. Possuir uma ampla base de fãs ou seguidores é um importante passo, mas para a propagação de sua mensagem ser considerada bem-sucedida, você ainda precisa de mais uma peça: os influenciadores.

Clique nas imagens e veja o Infográfico:

influencers

Para entender o conceito sobre os influenciadores, é necessário compreender também a importância de gerar engajamento nas redes sociais. Quando se cria um perfil nas redes sociais, a meta é divulgar conteúdo, seja informativo ou para promover um produto. A melhor forma de saber se o objetivo está sendo conquistado é verificar o engajamento dos usuários. Eles estão comentando sobre o seu post? Estão curtindo ou compartilhando? Parabéns, você gerou engajamento!

Nesse processo, os influenciadores são aqueles que geram a disseminação de seu conteúdo de forma viral. Se você administra uma fanpage no Facebook ou um perfil em outra rede social, como Twitter ou LinkedIn, deve identificar quais são os seus contatos com mais poder de propagação.

A tarefa não é fácil. É importante usar ferramentas de métricas (Socialbakers, por exemplo) para analisar estatísticas e identificar os seus potenciais influenciadores dentro de sua base de fãs ou seguidores. Encontrou? Hora do Marketing! Entre em contato com eles e gere o relacionamento entre marca e indivíduo.

Peça a opinião dele e valorize seus argumentos. Obviamente, você não irá pedir “curta meus links”. Isso virá rapidamente após o elo criado pela conversa entre ambas as partes. Repita o processo sempre. Relacionamento é a base do engajamento.

Tendo o apoio de usuários influenciadores, seu conteúdo em redes sociais atingirá um público muito maior. É preciso ter conteúdo de qualidade e próprio. Quando se adquire domínio sobre um assunto, os influenciadores corretos são aqueles que darão o impulso inicial.

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Uma dica para encontrar influenciadores além de sua base de fãs e seguidores é procurar entre produtores de conteúdo, como blogs e outros veículos de comunicação. Gerar uma parceria com o blogueiro correto, que tem ligação com o mesmo assunto que você quer propagar. Assim, conseguindo atingir sua rede de fãs e seguidores. Entretanto, a parceria é bilateral. Da mesma forma que ele irá compartilhar e ajudar no seu conteúdo, também será necessário ajudar de alguma forma.

Lembre-se: após conseguir seguidores, seu próximo passo é encontrar os influenciadores. Mãos à obra!

Thiago Fonseca, Executivo de Contas
PR Newswire

Por que RP e Marketing de Conteúdo são a mesma coisa?

Este texto foi traduzido do post escrito por Blaise Lucey no site March Comunications, em 12 de março de 2013.

Fonte da imagem: www.marchpr.com

Fonte da imagem: http://www.marchpr.com

Os press releases são o arroz com feijão para qualquer empresa que quer colocar uma informação na rua. Eles ajudam a divulgar um lançamento de produto, serviço ou uma pesquisa inédita feita no mercado. Claro, o mais importante é jornalistas e analistas cobrirem o assunto. Mas um bom release pode aumentar o seu conhecimento de marca (Awareness da marca), colocando o nome da empresa “na boca do povo”.

Dito isso, anunciar um produto é uma coisa, e conseguir que seu público leia o anúncio é outra.

Com um bom canal de distribuição, você pode conseguir atrair uma gama variada de leitores que poderão ir além do título de seu texto, mas como encorajar estes impacientes internautas a de fato se engajarem com o seu material?

Um novo estudo realizado pela PR Newswire descobriu que a chave pode ser a utilização de marketing de conteúdo. Arquivos adicionados em comunicados para imprensa, como PDF’s, documentos do World ou vídeos foram identificados como responsáveis por aumentar a visualização de um release de 48% para 77%.

A Importância do Mix de Marketing de Conteúdo para o trabalho de RP tradicional

Esses tipos de estatísticas não devem ser surpreendentes. Conteúdo adequado é de extrema importância quando você está tentando “educar o público” sobre questões de tecnologia, produtos e serviços.

Cada vez mais os press releases estão se tornando um portal para a educação.

O objetivo do comunicado é intrigar. Já um conteúdo adicional deve educar. Com isso, se seu público/leitores são os jornalistas, eles vão saber ainda mais sobre o seu produto ou serviço e podem escrever um artigo mais aprofundado. Se são clientes potenciais, eles vão começar a ver como sua empresa pode ajudá-los.

De acordo com o estudo, as empresas que vão além de um “simples logotipo” podem impulsionar o compartilhamento do release de 0.99 por hora para 3,5.

A PR Newswire não poupou esforços para fazer a pesquisa. A organização analisou mais de 10.000 comunicados para a imprensa de seus clientes ao longo de um mês.

Os achados foram os seguintes:

Uma foto aumentou as visualizações de um release em 14%

Um vídeo aumentou as visualizações em 20%

Uma foto e um vídeo aumentaram as visualizações em 48%

Fotos, vídeos, apresentações, PDFs aumentaram as visualizações em 77%

Criação de conteúdo que funciona

O estudo conclui que mais empresas estão dependendo de press releases como ferramenta de captação de leads, e a melhor maneira de fazer isso é usando conteúdo multimídia dentro deles.

Adicionar ferramentas multimídia não é gratis, mas se o conteúdo produz leads, então vale a pena.

Os vídeos podem ser caros, mas para as empresas de tecnologia podem ser alicerces para uma ampla campanha de marketing. Da mesma forma PDFs e apresentações on-line são bastante acessíveis. Uma apresentação on-line com um propósito e público definido, pode envolver pontenciais consumidores e contar uma história mais profunda sobre a empresa.

Uma apresentação dentro do comunicado de imprensa é importante, mas é apenas a ponta do Icebergue.

O Marketing de Conteúdo efetivo significa que você esperará “outro passo” das pessoas após elas verem a sua apresentação – um formulário de inscrição, um guia que requer um email, uma demostração gratis ou apenas apresentar um número para ligarem ou link para visitar o seu blog.

Existe uma linha entre Marketing de Conteúdo e Relações Publicas?

A julgar pelo estudo da PR Newswire, um título bem colocado com um link para um conteúdo multimídia pode ser tão poderoso como inserir uma apresentação em um release.

O marketing de conteúdo tradicionalmente destaca que um blog pode gerar leads e conhecimento de marca, configurando-se como uma arma poderosa de divulgação. Mas o que acontece quando você tem a habilidade de escolher um ótimo título, que gere discussão, ou links para um outro formato de um conteúdo poderoso?

A pesquisa da PR Newswire mostra que há um grande potencial de oportunidades quando o Marketing de Conteúdo é usado efetivamente e estratégicamente. Títulos podem levar Leads ao blog, posts do blog podem levar para títulos, e os releases servem como portais para ambos.

Então, agora a questão é: as empresas têm tempo suficiente para fazer tudo isso?

Autor: Blaise Lucey é Desenvolvedor de Conteúdo  e entrevista dezenas de pequenas empresas sobre marketing online. Autor do Livro: “Technology and Culture Stink!”.

Fonte original: March Comunications

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

PR Newswire MultiVu – O que fazemos?

Vídeos Explicativos são uma ótima forma para falar sobre produtos e serviços para o seu público.
Melhor do que explicar como funciona, veja o vídeo e conheça um pouco dos nossos produtos e serviços.

Confira também nosso Multimedia News Release. E inscreva-se no nosso Canal no Youtube.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

Revista Marie Claire: Dicas e um overview da editora-chefe Trish Halpin

Este texto foi traduzido do post escrito por Andrew Woodall no Blog Beyond PR, em 06 de fevereiro de 2013.

Se tem um lugar onde as marcas de moda querem aparecer é na Marie Claire, a maior revista de moda no Reino Unido com um alcance de mais de 2 milhões de mulheres, tanto nas versões online, como no impresso. Então, quando a editora-chefe da Marie Claire Reino Unido Trish Halpin começa a revelar como seus jornalistas decidem o que entra em cada edição, os RP´s já ficam espertos.

Trish Halpin e Justine Southall, da revista Marie Claire, no recente Encontro com a Mídia da PR Newswire, em Londres.

Trish Halpin e Justine Southall, da revista Marie Claire, no recente Encontro com a Mídia da PR Newswire, em Londres.

Em outro glamuroso “Encontro com a Mídia da PR Newswire”, bem localizado no salão victoriano no centro de Londres na Avenida Northumberland 8, Trish Halpin e a diretora de publicações da Marie Claire Justine Southall causaram entusiasmo em muitos RP’s, com uma apresentação tipicamente polida e algumas dicas de como agarrar a atenção.

Os jornalistas da Marie Claire recebem milhares de produtos de beleza por ano, o que pode parecer um sonho, mas na verdade os deixam com uma batalha diária de explicar porque publicar um excitante novo batom, e digamos, enquanto deixam um delineador de fora.

Trish Halpin acredita que é o papel dos RP´s das empresas facilitar a vida dos jornalistas – para o benefício mútuo –  e ela deu ao público seus prós e contras que podem fazer a diferença entre um produto novo para que seja incluído na revista ou ser encaminhado para a pasta de “Itens Excluídos”.

Então, como atrair a atenção de um jornalista super ocupado da Marie Claire? Aqui as dicas de Trish Halpin:

Trish Halpin, editora-chefe da Marie Claire Reino Unido, fala no Encontro com a Mídia, na Avenida Northumberland 8, em Londres.

Trish Halpin, editora-chefe da Marie Claire Reino Unido, fala no Encontro com a Mídia, na Avenida Northumberland 8, em Londres.

Faça

Conheça as publicações

Tenha certeza que você sabe o motivo pelo qual você está entrando em contato com um jornalista da Marie Claire, e não alguém da Elle ou da Glamour. Para saber isso, você deve entender o diferencial de cada publicação. Se familiarize com cada seção e envie seu produto para páginas específicas da revista.

Se antecipe às dúvidas

Conheça seu produto e tente se antecipar às possíveis perguntas que os jornalistas podem fazer, porque eles irão fazer uma série de perguntas. Não os faça perder interesse não tendo a informação que necessitam.

Pense em formas divertidas de atrair atenção para sua marca

O melhor exemplo que conseguiu diversos tweets do time da Marie Claire foi uma marca de lingerie para tamanhos grandes que enviou em uma sacola de café da manhã junto com alguns sutiãs para tamanhos grandes que eles queriam que aparecesse. A equipe amou e pensou que foi realmente engraçado que todos eles ganharam uma grande cesta de café da manhã. Foi divertido e todos eles twitaram sobre isso. Iluminou o dia de todos e a lingerie apareceu na revista.

Inclua preços e números de telefones

Por favor, não dê mais nenhum trabalho para o jornalista. Você pode achar que o jornalista irá te ligar atrás de todos os detalhes que precisa, mas não tendo os meios necessários pode fazê-los desistir da ideia. Dê tudo que precisem desde o começo.

Conteúdo exclusivo

Não precisa nem dizer que se um conteúdo é exclusivo e oferecido para a Marie Claire como estudos, dica de um especialista ou de uma celebridade, não se espera ver o conteúdo em uma outra revista no mesmo mês. Um relacionamento longo e com boa qualidade é melhor que dois de curto tempo.

Não faça

Ligações frias ou pedir por listas

Você deve ter certeza de quem é responsável por cada seção. Ligar e dizer “Posso falar com alguém que lida com decoração?” é inútil. Você precisa saber o nome da pessoa que você quer.

Por exemplo, se você tem um produto de bronzeamento, ligue para a seção de beleza e diga, “Eu vi que você fez uma matéria sobre bronzeamento em Junho do ano passado. Você fará também neste ano? Qual será o foco?” Não diga apenas “Me dê uma lista do que você está fazendo”. Não irá acontecer. Você precisa fazer sua pesquisa.

Mandar muitos emails

Não mande muitos emails, porque os jornalistas irão parar de lê-los . “Assim que você vê na sua caixa de entrada você já apaga, porque se você recebe todo dia, você nem tem tempo de ler. É melhor focar em um ou dois emails muito bons para a pessoa certa desde o início”.

Mandar fotos em anexo

Não mande fotos em anexo. Coloque no corpo do email, porque o jornalista não terá tempo de fazer o download. Se eles tiverem que fazer o download, o jornalista pode nem ler seu email, mas se ele vê alguma coisa no corpo do email pode pensar “isso é realmente legal”, daí ele irá ler.

Mandar kits de imprensa repetitivos

Marie Claire tem quatro pessoas no departamento de beleza, mas não precisa de um kit de imprensa para cada um. Kits repetitivos é um desperdício de dinheiro e desperdiça muitos pacotes. Novamente, busque a pessoa certa.

Não subestime o poder do bolo

Não há nada mais que deixa a equipe de uma revista entusiasmada do que receber um bolo. É uma forma brilhante de entrar nas revistas porque os jornalistas, assim como o resto de nós, ficam muito felizes ao serem presenteados com bolo. Eles irão fotografar, “twittar”, comemorar e com certeza se lembrar.

Agility

Acrescente poder e precisão aos seus objetivos com o Agility, a platarforma única da PR Newswire para monitorar e distribuir. Identifique seu alvo na mídia e em blogs; descubra o que está sendo dito sobre sua marca e o que acontece; engaje essas influentes pessoas em tempo real através de canais tradicionais e sociais.

 

Autor Andrew Woodall é gerente de operações da PR Newswire na Europa, com sede em Londres.

Fonte:  Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por  Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

 

Facebook Graph Search – Como profissionais de RP e Marketing o usariam?

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 17 de janeiro de 2013.

No dia 15 de Janeiro, o Facebook anunciou o Facebook Graph Search, uma ferramenta que utiliza interação entre usuários e conteúdo no Facebook para gerar resultados relevantes de busca. Aqueles que trabalham com dados de mídias sociais saberão que o potencial do Facebook Graph Search é inatingível. O que o Graph Search faz é criar dados no Facebook mais acessíveis, que possam ser utilizados para entender o consumidor, prospecções ou stakeholders e construir relacionamentos que podem beneficiar-se mutuamente.

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Imagem retirada do site gadgets.ndtv.com

As funcionalidades do Graph Serach estão sendo abordadas em diversos outros blogs e nos próprios anúncios do Facebook. Eu ainda não acessei o Graph Search, ainda que tenha me inscrito para ser incluído no beta. Mesmo assim, eu especularia como profissionais de RP e Marketing o usariam. Então aqui seguem algumas pesquisas que podem ser interessantes para os negócios com presença no Facebook:

- Que fotos as pessoas que curtem a minha página têm?

- Que fotos as pessoas que curtem minha página comentaram?

- O que as pessoas que curtem minha empresa gostam?

- O que as pessoas que curtem meus concorrentes gostam?

- O que os especialistas do setor comentam?

Como utilizar essas buscas? Talvez ideias para posts, press releases, infográficos ou até ideias de produtos? Se você está contratando, o Facebook ainda tem o potencial para ajudá-lo a identificar seus candidatos. Tente isso:

- Quem trabalhou para companhia X e companhia Y?

- Quem trabalhou para a empresa Z e mora na minha cidade?

- Quem estudou naquela universidade específica e, digamos, tem interesse em RP?

- etc.

No seu anúncio, o Facebook proporciona outros exemplos de buscas que incluem:

- Engenheiros de software que moram em São Francisco e gostam de esquiar.

- Pessoas que gostam de tênis e vivem na vizinhança.

- Fotos dos meus amigos antes de 1.999.

- Cidades visitadas pela minha família.

- Restaurantes indianos que meus amigos da Índia gostam.

- Livros lidos por CEO`s.

- Amigos de seus amigos que já estiveram no Parque Nacional de Yosemite.

Pense nesse último. Será muito interessante ver se a busca dos amigos dos seus amigos também inclui a habilidade de pesquisar os amigos daqueles que gostam da página da empresa.

Pense nesse último. Será muito interessante ver as atividades dos “amigos de seus amigos”, já que a busca também inclui a habilidade de pesquisar entre aqueles amigos que curtem a página de uma empresa.

Inicialmente, o Graph Search tem foco nas pessoas, fotos, lugares e interesses, porém com apenas essas buscas são muitas as variações, e fazer as perguntas certas é crucial. (Você está organizando uma festa de premiação e quer ter certeza de que música colocar para agradar a maioria das pessoas? Pergunte ao Graph Search que música as pessoas da página do evento escutam.)

Assim, o Facebook multiplicou o valor do “Curtir” e do Comentário referentes a negócios. Antes do Graph Search, estes podem ter sido para muitos um bom meio de mensuração, mas uma métrica não muito tangível para campanhas nas mídias sociais. Agora eles são sinais vitais nos algoritmos de busca do Facebook e é provável que gere um novo campo de pesquisas por novos algoritmos no Facebook Optimization (FBO?). Claro que toda essa especulação é inteiramente dependente da qualidade das ações dos seus usuários, mas se você tem verdadeiros fãs que realmente seguem sua empresa, então o Graph irá te compensar com “engajamento”, por suas boas práticas nas mídias sociais.

Então, quanto isso realmente é relevante para os negócios? Em especial para os negócios B2B. Todos os resultados de busca não serão sobre coisas pessoais? E as questões de privacidade com os profissionais de Marketing e outros não será afetada? Isso não é assustador?

Sob a perspectiva da privacidade, a linha entre pessoal e público no Facebook não é clara e as pessoas são sensíveis à invasão de sua privacidade. Tudo isso faz com que seja importante para as organizações serem claras em suas políticas sobre privacidade e mídias sociais e lidar com essas questões, sendo o mais abertas e honestas possível.

Certamente não é a única forma de descobrir em que seus clientes estão interessados, e nunca deverá ser a única fonte, mas o Graph Search tem um potencial de fornecer uma perspectiva única.

É relevante para todas as organizações? Com certeza. Este foi o posicionamento do Facebook sobre um produto beta, então podemos aguardar mudanças, provavelmente radicais, no próximo ano. Mas se sua empresa não tem uma página no Facebook e não está à procura de construir relacionamentos na rede, então você deveria pensar seriamente em fazer algo em relação a isso.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por  Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

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