É hora de dar nome aos Press-Releases – Dicas de como fazer

Quem tem ou está para ter um filho sabe como é difícil dar nome ao bebê. Parece menos complexo, mas encontrar um nome para um animal de estimação, para um prato de um restaurante ou para um produto exige esforço também; dar nome a uma empresa é igualmente complicado. Não é à toa que o ditado “é hora de dar nome aos bois” é utilizado no momento de tomar uma decisão difícil. O mesmo acontece na ao escrever títulos: dúvidas e insegurança atormentam o autor.

Fonte da imagem: www.iloveugly.net

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Os press-releases oferecem o mesmo desafio, mas com um incremento: eles devem ser bons o bastante para atrair e reter a atenção tão cobiçada de editores muito ocupados. A primeira dica para isso: tudo começa – ou termina – com o título.

Um bom título deve combinar objetividade e disponibilizar informações relevantes, deve soar como uma sugestão de matéria e provar ao jornalista que vale escrever sobre aquele assunto. (Tweet)

Continue lendo este artigo e veja:

  1. Título curto: indícios de um tamanho ideal (Tweet)
  2. Praticalidades: coisas que funcionam (Tweet)
  3. O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas (Tweet)

O que é um título curto e indícios de um tamanho ideal

Se você quer encontrar o tamanho ideal, tenha em mente o seguinte: use o mínimo de palavras para transmitir informação relevante, as principais palavras-chaves do seu conteúdo e um verbo de ação.

Em função da grande influência dos mecanismos de busca para a efetividade da comunicação e prevendo que, muito provavelmente, seu press-release também será publicado na internet, é interessante considerar que existem limites de caracteres para a exibição das chamadas. Por exemplo: o Google mostra 70 caracteres na área dos títulos, contanto os espaços. Já o Yahoo e o Bing exibem 72 e 65 caracteres respectivamente. Então tente se manter dentro desses limites e se precisar completar seu título, use subtítulos – que não devem ter mais do que duas linhas em sua forma ideal.

Ser curto não é meramente uma questão de tamanho, mas sim de ter a dose certa de informação e apelo, no menor espaço possível ao mesmo tempo em que permite uma leitura rápida e de fácil assimilação. O objetivo é gerar estímulo suficiente para a leitura de todo o conteúdo.

“Um título, ao ser bem escolhido e otimizado, curto e objetivo garante a comunicação com seus dois interlocutores: os mega buscadores, por exemplo o Google, e o seu interlocutor/consumidor”, explica Laila Vanetti, linguista e professora da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, Aberje@aberje. (Tweet)

Coisas práticas e que funcionam

  • Pense nos editores: Ajude-os a saberem o que você tem a dizer e para isso escreva um bom título. Por exemplo: prefira algo como “LabAtlantis: como evitar alergias que atacam 6 em cada 10 adultos”. A fonte da informação é clara (LabAtlantis – um nome fictício), há um informação objetiva e palpável, um verbo que sugere ação e uma sugestão para o editor:  “ei, talvez os leitores queiram saber quais sejam esses elementos que causam alergia em 60% dos adultos”. (Tweet)
  • Evite adjetivos e elogios: jornalistas são treinados para fugirem de adjetivos e elogios. Um exemplo de como não fazer: “LabAtlantis: grande descoberta sobre como salvar 60% dos adultos da alergia” – fuja de qualquer linguagem que enalteça as qualidades do seu produto ou os profissionais da imprensa vão correr de você. Se atenha ao fato que torna a sua comunicação relevante para os editores e para as pessoas (não pense tanto nos mecanismos de busca). (Tweet)
  • Fale a língua das pessoas: esqueça o jargão técnico – exceto se o seu público passa por uma publicação muito especializada. No geral, um título como esse dificilmente funcionaria: “SoudFuture S.A. lança plataforma multimídia pluripolar de adaptação interativa”.  Traduzindo: “Novo microfone da SoundFuture faz pessoas comuns cantarem como astro” – essa versão funciona melhor, você não acha? (Tweet)
  • Use palavras-chaves: é possível que o receptor não tenha muitas informações sobre o assunto do seu press-release.  Se o título leva ao menos três palavras-chaves do seu conteúdo há boas chances de ele descrever bem aquilo que vem em seguida. (Tweet)
  • Edite depois de pronto: eu uso um método nada científico, mas objetivo. Depois do título pronto, faço uma contagem de palavras e me obrigo a reformular com 20% menos caracteres. É incrível como, na medida em que você se esforça, descobre que o título sempre pode ser menor e melhor. (Tweet)

O que é um bom título de press-release, na opinião dos jornalistas

Através do meu twitter e do twitter da PR Newswire Brasil, perguntamos a centenas de jornalistas o que um título de press-release que chama a atenção tem. Compilamos as 5 respostas que representam e resumem tudo o que ouvimos e agora você tem dicas valiosas do que os farão ler o título e ter interesse para checar o conteúdo.

“Tem que ter criatividade e apelo midiático. Não pode ter um tom “oficialesco”, “quadrado”…”,
Alexandre Sena (@alexandresena), muito respeitado no meio jornalístico pelo excelente e pioneiro trabalho no blog LinkZero  – 23 mil seguidores no twitter @link_zero -, que presta serviço valioso a jornalistas que buscam oportunidade de trabalho.

“Direto ao assunto, sem rodeios”,
Márcil Antunes (@antunesmarcioo), de Belo Horizonte. Especialista na cobertura de UFC, MMA e lutas

“Concisão: afinal quem tem tempo para ler nas redações? Informação: tem que dizer alguma coisa. Títulos cegos que pretendem chamar a atenção, mas não dizem nada correm o risco de irem pra lixeira. Criatividade: no sentido de chamar a atenção, despertar a curiosidade e, assim, se diferenciar no mar de releases enviados diariamente”
Luiz Semine (@luizsemine), redator e roteirista.

“Acho que o tom certo para deixar a pessoa curiosa e ser objetivo ao mesmo tempo”,
Fernanda Fabian (@fernandaf), blogueira e profissional de relações públicas.

“Penso q melhor título é aquele com a essência do texto. Já li release que depois de ler tudo não entendia o ponto principal”,
Elis Amancio (@elis_amancio), jornalista com cerca de 10 mil e 200 seguidores só no twitter.

Além dos requisitos apontados acima, também é importante ter um bom “gancho”, que é o motivo para falar daquele assunto, o argumento que o torna relevante. O jornalista, empresário e também professor da Aberje, Luiz Chinan (@chinansan), explica: “Um título bom tem um fato associado a um fenômeno social em evidência. O lançamento de uma nova caixa de bombom é uma coisa. Já o lançamento de uma caixa de bombom especial para a Páscoa que está chegando é outra”. (Tweet)

Capriche no título, e o seu texto terá mais chances de ser lido. Utilize um bom serviço de distribuição, como o da PR Newswire e você terá a visibilidade de que precisa. Portanto capriche no material que você está escrevendo para o tiro não sair pela culatra – a PR Newswire tem boas informações nessa apresentação.

Conforme a professora Laila Vanetti ressalta: “O conteúdo é rei”. Sendo assim, dê a ele uma boa coroa. (Tweet)

Artigos em destaque deste autor:

Lomography – A marca vencedora que mantém viva a fotografia analógica
Lição de marketing com o primeiro marinheiro que chegou à Antártica

Por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

 

Monitoramento de Notícias – Benchmarking e Resultados

Como medir resultados utilizando o Monitoramento de Notícias? Antes de fazermos essa pergunta, precisamos saber o que é, e sua importância para as empresas.

As informações que são transmitidas pela mídia em forma de notícias, artigos e outros tipos de publicações, são de conhecimento estratégico. Possibilitando gerenciar as próximas ações e rumos que a empresa irá tomar. Como por exemplo, rumores e especulações sobre fusões e aquisições que movimentam um determinado mercado. Saber o que seu concorrente está planejando, que patentes está adquirindo e quais empresas  do setor estão sendo adquiridas, são informações cruciais quando se pretende brigar por uma posição no mercado.

Social-Media-Monitoring soshable.com

Fonte da Imagem: soshable.com

Certo, agora que conhecemos a importância do Monitoramento de Mídia, como adotá-lo em minha organização?

O serviço conhecido como “clipping” é fornecido por empresas específicas que entregam informações relevantes ao conteúdo publicado nos veículos de comunicação. Através de um relatório – que pode ser diário, semanal ou mensal – enviado aos departamentos de marketing e de comunicação das empresas ou à sua assessoria de imprensa. Possibilitando a  comparação entre concorrentes mês à mês, ou comparado o volume de resultados da mesma empresa entre determinado período.

Benchmarking – Cada empresa adota um tipo específico de manipulação dessas informações, podendo assim se antecipar ante a concorrência e sair à frente com resultados positivos, ou  aprender com os resultados negativos de alguma empresa do seu setor e saber que em certos “territórios não se deve pisar”.

Por Leandro Santos, Executivo de Monitoramento de Mídia
PR Newswire

Como fazer os Press-Releases ajudarem o SEO?

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 22 de janeiro de 2013.

Os press-releases distribuídos por uma agência de notícias, como a PR Newswire, ajudam ou não com o trabalho de SEO? Esse debate tem durado muito tempo, gerando falta de clareza sobre a eficácia dessa prática para aumentar a aderência junto aos mecanismos de busca e dar mais visibilidade para um website.

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Há anos atrás, enviar um press-release contendo links dava ao emissor dezenas – ou mesmo centenas – de compartilhamentos. Em muitos casos, o website associado saltava para o topo das listas dos mecanismos de busca e, voilà, uma tática popular acabou nascendo.

Desde então, os mecanismos de busca tornaram-se mais inteligentes e mais focados nos seus usuários. As atualizações nos sistemas do Google são feitas para separar o conteúdo bom do ruim. Muitos dos press-releases enviados eram criados com base em links, não em conteúdo, e esses não passam despercebidos pelos sistemas de avaliação de conteúdo.

De acordo com Matt Cutt, chefe do time antispam do Google, links nos press-releases não estão mais funcionando muito bem. Entretanto, um teste recente feito pelo blog SEO Consult traz evidências que sugerem o contrário. Um experimento feito pelo blog aponta que links nos press-releases trazem resultados positivos.

Então, qual é a resposta? Press-releases realmente geram visitas quando incorporados ao SEO do site? Sim, eles geram resultado, mas não da maneira como vem sendo utilizados.

Os velhos tempos de utilizar um press-release com links para sites na internet ainda não acabaram.  Evidencias apontam que ainda pode ser benéfico, mas as expectativas quanto ao resultado têm crescido significativamente.

Por outro lado, o conteúdo que é escrito para atrair a atenção das pessoas – e consequentemente avaliado por elas – causa um bom impacto, seja ele um press-release, um artigo ou uma atualização em um blog.

“Nosso conselho é: escrever primeiramente para as pessoas e depois se preocupar em tornar o press-release fácil de ser encontrado”, explica Rod Nicolson, vice-presidente de Global Reporting da PR Newswire. “Ao compartilhar alguma informação que seu público precise ou algo que eles queiram, você está empregando uma boa prática tão antiga quanto o próprio press-release”, completa ele.

“Matt não está dizendo que os press-releases não ajudam”, comentou Joshua Butler, leitor do SEO Round Table – uma publicação eletrônica sobre o assunto -, em um artigo cujo título é “Links in Press Releases Don’t Help Your SEO? This Experiment Proved They Do” e que promoveu um debate agitado sobre o assunto. “Matt está dizendo que press–releases que só ficam disponíveis em de sites de agências, sem serem publicados por verdadeiras empresas de notícias, não vão ajudar. Então, o que fazer? Continue publicando press-releases, mas faça-os serem verdadeiramente úteis para os noticiários. Ter o seu link publicado em sites especializados, que já estejam a pelo menos três anos na ativa, é uma excelente conquista.

Se o seu press-release e qualquer outro conteúdo que a sua empresa distribua ou publique é efetivo ou não em termos de aderência aos mecanismos de busca – e dessa forma, uma ferramenta de credibilidade para gerar o compartilhamento dos seus links – vai depender de algumas coisas:

  • Tema e conteúdo: o conteúdo é pertinente aos interesses da sua audiência? Está escrito na linguagem que eles usam? Há termos que as pessoas vão procurar?
  • A competitividade do assunto e das palavras-chave: competir pela atenção das pessoas quando você usa palavras-chave muito populares, tais como “Michelle Obama” ou “Super Bowl 2013” é difícil em função da enorme quantidade de informação disponível sobre tópicos populares. Palavras-chave mais direcionadas para o seu conteúdo tenderão a gerar um resultado melhor.
  • Onde o conteúdo é divulgado: Boas notícias, conteúdo bem redigido aparecendo em sites relevantes e de autoridade serão notados pelos mecanismos de busca e o efeito será positivo. O site da PR Newswire está, ininterruptamente, desde 2005 servindo a clientes e seus públicos. A nossa rede de distribuição de conteúdo inclui as maiores empresas de noticias, bem como milhares de sites muito respeitados e publicações especializadas.
  • Se as pessoas realmente lêem e compartilham: conteúdo que é publicado, mas não é lido leva a lugar nenhum – tanto em termos de visitas quanto de aderência aos mecanismos de busca, além de representar um grande desperdício de recursos. Quando as pessoas lêem e compartilham o conteúdo, elas geram sinais indicando aos buscadores o valor de um pedaço específico do material. Então, gerar conteúdo capaz de convencer as pessoas que vale a pena lê-lo tem um beneficio duplo: além de espalhar a sua mensagem de forma viral, vai aumentar também a sua visibilidade junto das ferramentas de pesquisa na internet.

Então, a conclusão é: não existe uma receita de bolo no uso de press-releases para aumentar o tráfego do seu site. Entretanto, enfatize conteúdos que tenham valor para os leitores, isso incrementa a visibilidade junto aos mecanismos de busca e eleva a credibilidade junto ao público-alvo do seu negócio.

Melhore a visibilidade do seu conteúdo

Que tal algumas dicas sobre como melhorar a visibilidade dos press-releases e os outros conteúdos que você publica? Veja nos slides abaixo algumas boas práticas simples e fáceis de implantar, que você pode começar a usar ainda hoje.

Autor: Sarah Skerik é vice-presidente de mídia social da PR Newswire.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

Lomography – A marca vencedora que mantém viva a fotografia analógica

Veremos neste estudo de caso o que uma marca, que diariamente vence a batalha contra a tecnologia digital, tem a ensinar. Estamos falando da Lomography, uma firma que brota em 1982 de dentro do escritório de um líder militar soviético. O intrigante é que essa empresa tem altos lucros com a venda de máquinas fotográficas que supostamente não deveriam existir mais.

Visite o site da Lomografia no Brasil e continue lendo este artigo para saber mais.

Uma breve história (antes de contar o caso)

Em 1982 Michail Panfiloff estava confuso com uma encomenda que recebera do General Igor Petrowitsch Kornitzky, braço direito do Ministro da Defesa Soviética. Se ele era responsável pela produção das poderosas metralhadoras LOMO, porque recebia um exemplar da pequena máquina fotográfica de origem japonesa?

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General Igor Petrowitsch Kornitzky. Crédito da foto: http://www.lomography.com

Panfiloff viu a clareza da lente, a nitidez e a sensibilidade à luz do aparelho e entendeu tudo. Analisando, os dois perceberam o potencial do equipamento e deram ordens à fábrica LOMO PLC para produção da versão russa do aparelho japonês chamado COSINA. Nasceu assim a máquina fotográfica LOMO LC-A. Em 1984 iniciou-se a produção em massa e 1.200 pessoas já trabalhavam para entregar 1.100 unidades por mês somente ao mercado russo. Rapidamente o produto se espalhou por outros países.

Em 1991 alguns estudantes austríacos compraram uma máquina dessas em uma loja da periferia de São Petersburgo. Voltando à cidade de Viena, onde moravam, ficaram extasiados com o resultado: todos os seus amigos queriam comprar a mesma máquina e fazer fotos com o mesmo estilo. Em 1992 já era muita gente interessada no equipamento e assim nasceu a Lomographic Society International (LSI).

A Sociedade cresceu e se tornou uma empresa. A empresa cresceu e se tornou uma multinacional.  Com lojas nas principais cidades do mundo, vendem máquinas fotográficas juntamente com filmes de todas as espécies. Em São Paulo a Sociedade fica na Rua Augusta.

Como eles se tornaram tão competitivos e globais em um mundo que se volta mais e mais para a tecnologia digital?

Paixão fideliza

A primeira vez em que os jovens austríacos perceberam o poder da paixão foi no ano em que tomaram a decisão de fundar a Sociedade Lomográfica. Em 1992 eles perceberam o grande interesse pela estética produzida pelo equipamento russo e encomendaram uma boa quantidade daquelas máquinas.  As vendas não foram imediatas, como pensaram que seria. Eles entenderam que faltava o conceito do negócio e que não estavam lidando com um produto de consumo de massa.

Então eles criaram as “10 Regras de Ouro da Lomografia”. Em 5 de novembro essas regras foram publicas junto do “Manifesto Lomográfico”  e poucos dias depois a Câmara dos Vereadores de Viena decidiu doar a casa que serviu para a base de todas as operações. Eles fizeram uma exposição, criando a primeira “LomoWall” e nesse dia venderam todas as 700 unidades de LC-A que estavam encalhadas.

As pessoas começaram a criar suas próprias LomoWalls , que são paredes inteiras decoradas com fotos feitas utilizando máquinas LOMO. Isso se tornou uma febre, uma paixão.

Utilizando o crowdsourcing

Em 1997 a Sociedade Lomográfica reformulou a sua página na internet. Eles criaram a loja virtual onde os clientes poderiam comprar toda linha de produtos: máquinas, acessórios, filmes, livros e itens de moda – roupas, cintos, faixas e todo tipo de produto que sirva para as pessoas manifestarem que amam a marca.

Os líderes da empresa perceberam que as vendas dos produtos são sempre baseadas na indicação e referência de quem já usa e já é fã – não só dos itens, mas da experiência que a Lomografia proporciona a quem ama a fotografia como arte. Incorporaram ao web-site ferramentas para que os clientes evangelizadores da marca pudessem repetir na internet o mesmo comportamento. Fizeram assim:

  • O site possui uma rede social onde os usuários podem criar o seu perfil, compartilhar suas fotos, seguir e serem seguidos, curtir as fotografias e terem as suas curtidas por outros;
  • Os usuários podem utilizar as suas fotos compartilhadas para criar LomoWals e compartilhar com o mundo inteiro – reparem: a mesma LomoWal que decorava as casas agora quebra a barreira dos ambientes domésticos.
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LomoWall criada na rede social, parte do web-site da Lomography. Crédito da foto: Destroyeverything, membro da comunidade http://www.lomography.com

  • Os usuários podem ter o seu blog e compartilhar qualquer coisa. As pessoas têm utilizado para narrar histórias pessoais, dicas e truques e para manifestar seu amor pela marca.
  • Revista eletrônica do time da Sociedade Lomográfica sobre novidades, curiosidades, aspectos técnicos etc. Eles sempre valorizam algum usuário do sistema que dê contribuições constantes.
  • Todo o conteúdo gerado pelos clientes e pela empresa pode ser facilmente divulgado em outras redes sociais.

A mais incrível ferramenta utilizada no site é também a mais simples e mais óbvia (e por isso passa despercebida por uma série de empresas que poderiam fazer algo parecido). Quando os clientes publicam uma nova foto, antes de ir ao ar é preciso fazer um breve cadastro informando a máquina utilizada, o filme empregado, o local onde a foto foi feita etc. E esse é o truque: sempre que o cliente vai adicionar uma máquina ou um filme que esteja disponível na loja, o próprio banco de dados do site indica que o mesmo produto utilizado para fazer aquela imagem está disponível para outras pessoas comprarem. Assim, os clientes se tornam evangelistas da marca felizes e involuntários.

Para completar, eles têm um “microsite” para cada máquina fotográfica vendida – são dezenas de modelos com explicações detalhadas e ilustradas com fotos feitas pelos clientes.

Moral da história

  • Um conceito desperta paixão, que por sua vez gera engajamento e ação criando possibilidades concretas de compras frequentes.
  • Estude o comportamento dos seus clientes e conheça o que gera nele paixão pelo produto ou serviço. Então crie oportunidades diversas para que eles possam expressar isso.
  • Crie maneiras com que os clientes possam associar a sua personalidade ao produto ou serviço. Se você vende roupas, porque não criar uma área para os clientes publicarem os looks que eles criam com suas peças? Ou se você vende instrumentos musicais, pode ser interessante criar uma área para os músicos compartilharem gravações feitas com produtos da sua loja.
  • Seja leal à natureza do seu produto e use toda tecnologia possível para mostrar isso.  O slogan da Lomografia é “O futuro é analógico”.  Tudo que a empresa faz está alinhado com a cultura e a experiência da fotografia à moda antiga – até mesmo o website, onde é nítida a natureza dos produtos e serviços.

Todos esses pontos podem ser resumidos em apenas uma prática: seja inovador e cativante na sua proposta comercial.

Por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

10 Canais do Youtube para Comunicadores

Sempre que ficamos um longo tempo na internet, precisamos de um descanso. Para isso nós selecionamos alguns canais do Youtube para você, que se interessa por comunicação, redes sociais e etc.

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1 Nós da Comunicação: Dirigido para profissionais de comunicação e áreas similares. No canal possui mais de 300 vídeos com entrevistas, reportagens, artigos e pesquisas com profissionais do ramo. Muito interessante para estudantes, pois tem um conteúdo didático e muito útil para passar o tempo com muita informação bacana.

2 – FSB Digital:  Canal de uma agência, contém entrevistas com conteúdo muito relevante para profissionais da comunicação. Ele possui uma sessão de dicas com vídeos sobre como se portar na comunicação empresarial. Não possui muitos vídeos, mas vale consultar!

3 – RMA Comunicação:  Possui ótimos vídeos sobre conteúdo para comunicadores e trata de comunicação corporativa. Alguns vídeos são sobre a própria RMA, mas porém outros trazem  declarações de grandes empresas e sobre a visão estratégica e a importância da comunicação. Bem interessante!

4 – Mundo do Marketing: Esse não pode faltar! O canal do site voltado para o marketing e comunicação possui mais de 90 vídeos com depoimentos e entrevistas com grandes profissionais da área e dicas para quem trabalha no ramo. O conteúdo também é citado em grandes revistas como Exame e HSM Management.

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5 – Blog Midia8: Esse canal é voltado ao conteúdo de mídias sociais, mas também podemos encontrar conteúdo de marketing, comunicação empresarial e branding. Possui em média 50 vídeos com cases e dados relevantes sobre as redes.

6 – Tedx: Um dos maiores eventos sobre comunicação, tecnologia, criatividade, entretenimento e cases de sucesso, possui um canal com vídeos de suas palestras pelo mundo todo. Alguns são em inglês, mas muitos possuem legenda. O conteúdo é altamente recomendado e muito inspirador.

7 – Braincast: O canal do Brainstorm9, o Braincast (videocasts), possui conteúdo muito interessante sobre comunicação, redes sociais, mídias e alguns temas de entretenimento. Alguns são bem divertidos.

8 – EdelmanInc: Esse canal é totalmente em inglês, mas traz conteúdo muito essencial para assessores de imprensa. Aborda temas relacionados a importância da comunicação nas empresas, grandes profissionais dão entrevistas sobre a área de marketing, estratégias e etc.

9 – Meio & Mensagem: O canal da revista contém vários vídeos interessantes. Ele conta com o conteúdo da revista entre outras coisas. Voltado para marketing, mídia e comunicação. Com muitos vídeos de campanhas publicitárias. Possui mais de 600 vídeos, então tem muita coisa para se ver e se informar!

10 – Ignição Digital: Voltado para o marketing digital e redes sociais o canal conta com milhares de vídeos interessantes sobre o temas de comunicação, mostrando desde palestras, cases e conteúdo didático sobre marketing. Muito interessante!

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Dê uma breve pausa em sua leitura e aproveite!

Por Leandro Santos, Executivo de Monitoramento de Mídia
PR Newswire

 

Endomarketing: O melhor aliado das empresas no engajamento de funcionários

A comunicação interna é uma das mais importantes e eficazes ferramentas das empresas, não apenas para transmitir informações, mas para fazer com que os colaboradores se sintam parte do universo corporativo. O principal objetivo é despertar a coletividade e o sentimento de pertencimento, fortalecendo internamente a imagem da empresa e fazendo com que seus funcionários, em diversos níveis, tornem-se “embaixadores da marca”.

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Mas como conseguir esse engajamento e a fidelidade dos colaboradores para que defendam a empresa dentro e fora do ambiente empresarial?

Aqui vão algumas dicas de ações de endomarketing que, aliadas a uma estratégia de comunicação interna eficaz e objetiva, podem trazer resultados de alto impacto junto aos colaboradores de qualquer empresa:

1-      Desenvolva ferramentas de comunicação que falem diretamente com os colaboradores, analise o melhor formato antes de começar. O ideal é que alcance o maior número possível de funcionários, assim evita-se a famosa “rádio peão”.

2-      Abra espaço para o diálogo e contribuição, se não de todos, de representantes das mais diversas áreas da empresa, assim a sensação de pertencimento torna-se presente e vai se espalhando junto aos demais colaboradores.

3-      Ações que melhorem o ambiente corporativo fazem toda a diferença para ampliar o engajamento. Se ainda não há, faça uma pesquisa de “clima” organizacional. A partir dela muitas respostas, sugestões e especialmente críticas virão. Esteja preparado para absorver e apresentar propostas que de fato melhorem o dia a dia no trabalho.

4-      Seja transparente em relação a processos, ações e mudanças importantes que possam afetar a rotina dos colaboradores, evitando surpresas, “burburinho” pelos corredores e comentários desnecessários.

5-      Esteja sempre aberto por meio do RH e do departamento de comunicação interna, busque soluções que deixem colaborador e empresa alinhados.

6-      Realize ações de endomarketing, mostre as conquistas da empresa aos colaboradores e demonstre que os ganhos são sempre coletivos e vão refletir de maneira positiva no futuro, trazendo novas possibilidades de sucesso e expansão profissional a todos.

Estas são ações simples, que podem fazer toda a diferença na forma como o colaborador percebe a empresa em que trabalha e do que fala sobre ela fora do ambiente corporativo. Trazer qualidade de vida é uma opção extremamente rentável para as empresas, pois funcionários satisfeitos trabalham melhor e rendem mais.

Por Richele Manoel, Coordenadora de Distribuição Online
PR Newswire 

SEO já era! É hora de otimizar!

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 21 de janeiro de 2013.

CYCLE OF SOCIAL AND SEO

O auge do SEO terminou.

Como uma disciplina, a sigla SEO – ou Searche Engine Optimization – ocupou a cabeça dos editores de internet em função do papel crítico que os mecanismos de busca desempenham na geração de tráfego para os sites, que por sua vez têm uma função importante para a rentabilidade dos mesmos.

Entretanto, SEO foi uma vítima do seu próprio sucesso, que levou a um excesso de uso. Com isso surgiu uma armadilha para a eficácia de qualquer mecanismo de busca e, mais importante ainda, fez com que editores, profissionais de marketing e vários outros produtores de conteúdo perdessem o foco. Pararam de escrever para o seu público e passaram a produzir coisas que atraíssem a atenção dos algoritmos, não das pessoas.

Vamos pegar como exemplo a busca por palavras-chave, porque o SEO se baseia nelas. É uma ideia bem racional tentar identificar quais as palavras-chave são mais comumente procuradas e então incluí-las no conteúdo. E adicioná-las ao título. E então adicionar mais e mais delas.

Foi então que os spammers começaram a participar da festa SEO e coloram essas palavras-chaves em conteúdos que não tinham absolutamente nada a ver com o que o internauta desavisado realmente estava procurando. Na verdade, um grande número de empresas cresceu com base em tráfego gerado por palavras-chave direcionando as pessoas para um conteúdo raso, de baixo custo e de pouco valor.

Então, depois de 200 ou mais ajustes nos algoritmos, o Google acabou com essa história. O uso dos links está caminhando para o esquecimento.

O objetivo do Google e de todos os outros mecanismos de busca é levar ao topo das buscas conteúdo de qualidade (ao menos, é claro, que você esteja pagando para estar lá). Então, o conselho para quem publica na internet é “produza conteúdo de qualidade”.

Mas os mecanismos de busca não podem realmente avaliar a qualidade. O que eles fazem é associar qualidade com local onde ele aparece – por exemplo: é mais provável que o conteúdo seja algo de qualidade se estiver publicado no The New York Times do que no eHow. Em seguida tenta-se definir o nível de qualidade com base em características do conteúdo identificadas de forma robótica, como por exemplo, a probabilidade de um conteúdo de 400 palavras ter mais informação que uma de 200. Mas eles não conseguem lidar com o fato de que você pode dizer algo brilhante em um parágrafo.

Otimização pós-SEO

Se você é um profissional de marketing ou relações públicas, se você é o guru digital da sua organização ou da nova geração de promotores de conteúdo, você pode se dar ao luxo de escrever “Aqui vamos nós, Google”. Em um mundo pós-SEO, o que você precisa fazer é otimizar – e aqui vão alguns conselhos sobre como fazer isso:

1. Em primeiro lugar, o seu conteúdo precisa de uma boa página. Apenas publicar no seu web-site não é suficiente, você deveria ter uma sala de notícias online. Ela se torna um lugar importante, que serve para direcionar o tráfego para o seu conteúdo e o lugar onde você pode empregar algumas das boas práticas de SEO para gerar melhores resultados com os mecanismos de busca.

2. Manter um blog também é uma boa ideia, tanto para organizações como para indivíduos. Aproveite as vantagens dos estilos únicos de redação e da quantidade de perspectivas das pessoas de dentro das empresas. Torne seu conteúdo um pouco menos institucional e dê outro viés à sua sala de notícias online.

3. Você não vai conseguir maximizar a sua audiência utilizando apenas os mecanismos de busca. Use mídias sociais. Todas as novidades que você publica devem repercutir o seu conteúdo novo com links de volta para sua sala de notícias online. Uma tática que pode funcionar para construir audiência é utilizar a voz de pessoas formadoras de opinião de dentro da sua empresa, ao invés de trabalhar exclusivamente com o perfil corporativo. Isso torna as mensagens mais personalizadas e mais sociais. (Se você ainda não tem muitos seguidores no Twitter pode utilizar o serviço de Social Post da PR Newswire). Para as empresas de B-to-B, em particular, o LinkedIn tem se tornado uma rede social relevante para compartilhar informação.

4. É importante utilizar todas as redes sociais que você acredite serem relevantes para o seu negócio ou marca. Entretanto, qualidade vale mais do que quantidade – é melhor manter o foco onde você realmente consegue se concentrar em construir e manter uma base de seguidores. Ao aprender que tipo de mensagem atrai mais “curtidas”, compartilhamentos ou seguidores você poderá refinar a utilização de cada rede.

5. Fazer anúncios pagos é uma outra forma de atrair leitores. Não estou pensando no formato clássico e tradicional de anunciar. Existem muitas alternativas inovadoras disponíveis no mercado, incluindo mecanismos de recomendação, palavras-chaves pagas e links patrocinados em aplicativos móveis e redes sociais. Uma abordagem de custo-benefício para anúncios é utilizar um serviço de distribuição de informações, como o da PR Newswire, que tem uma rede robusta de publicação. Dessa forma você poderá alcançar muitos canais com audiência seletiva de pessoas que se interessem pelo seu conteúdo.

Então, otimização é mais importante do que nunca, mas não para a prática de SEO baseada em palavras-chave, links e truques junto aos mecanismos de busca. A otimização tem um significado mais amplo que se baseia em bom conteúdo e bons canais de comunicação para publicar, somente então os leitores poderão ser bem direcionados através da busca, mídia social e distribuição.

Autor:  é vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Audiência & Mídias Sociais da PR Newswire.

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Leonardo Camacho, Associate Customer Content Specialist
PR Newswire

Mídias Sociais: Uma possível ameaça à imprensa tradicional?

Com o avanço das mídias sociais, as grandes empresas ganharam um forte aliado, à medida que podem responder imediamente às críticas, sejam de consumidores, empresas ou da mídia. Nas últimas semanas, um fato supreendente ganhou as manchetes nos Estados Unidos na questão de empresas versus imprensa.

John Broder, do New York Times, realizou um test drive em um carro da Tesla Motors. Em sua publicação, o autor apontou diversas falhas no carro. Quase que imediatamente, a empresa falou sobre o assunto em seu blog, onde o CEO da Tesla, Elon Musk, respondeu aos questionamentos e trouxe os dados do veículo: “Quando os fatos não foram de acordo com sua opinião, ele simplesmente mudou os fatos”.

Imprensa vs medias sociais

Em seguida, John Broder escreveu nova matéria sobre o assunto. Assim, a discussão continua, com o embate entre o NYT e a Tesla. Há alguns anos atrás uma situação como essa causaria grandes danos à uma empresa. Sem as mídias sociais, a imprensa tradicional publica suas versões da realidade, impactando totalmente na formação da opinião pública.

Hoje é bem diferente. As empresas, além de terem o espaço para exporem imediatamente seu lado da história, atualmente ao dar suporte quase que imediato às suas conexões, fidelizam ainda mais os clientes, tornando-os verdadeiros embaixadores de sua marca. Isso pode ser comprovado no caso da Tesla, onde diversos clientes saíram em sua defesa. Há pouco tempo atrás, o público estaria do lado do jornal.

Mas o que isso pode significar para a imprensa tradicional? Provavelmente uma exigência de maior cautela e responsabilidade, no mínimo. Se antes só apenas as empresas estavam na mira dos internautas, hoje a imprensa também está. Na lógica de que os internautas se tornam de certa forma guardiões de tudo o que acontece no virtual e real, então, assim não são só as companhias que podem ter sua reputação arranhada, os veículos impressos também estão sujeitos a isso.

Quanto ao caso Tesla versus New York Times, ainda nada foi esclarecido, e muito irá acontecer. O que fica de lição é a importância da responsabilidade do que é publicado, uma vez que você está muito mais propenso à críticas. Do lado das empresas, ao seguir simples passos como comunicação direta, transparente e imediata, você evita possíveis danos à imagem de sua corporação.

Fique por dentro da história:

Inspiração: Blog Beyond PR

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Conquistando um emprego com o LinkedIn

Na hora de procurar um emprego, buscamos sites de gerenciamentos de vagas tanto os gratuitos, como os pagos, mas esquecemos de que as redes sociais também podem nos ajudar a encontrar uma nova posição. Nesse caso o LinkedIn é a ferramenta perfeita para isso.

image linkedin

Voltada para o lado profissional, é nessa rede que se encontram os “headhunters”, ou seja, os caçadores de talentos para vagas que as empresas estão precisando. Ao criar o seu perfil, você já poderá entrar em grupos de discussões na área em que atua ou qualquer ramo que goste e etc.

Recursos:

Os grupos de discussões são onde os “headhunters” identificam sua forma de pensar e quais são suas qualidades, defeitos, experiências que teve durante sua vida profissional entre vários outros aspectos.

Outro recurso bacana do LinkedIn são as recomendações, com elas amigos, parentes, colegas de trabalho e ex-colegas de trabalho podem dizer como você é em um ambiente corporativo. Com essas recomendações fica bem mais fácil chamar a atenção de quem procura bons profissionais.

Agora caso você se interesse em trabalhar em uma empresa específica, uma boa ideia é seguir o seu perfil, assim você saberá quando vagas forem abertas e poderá acompanhar sua rotina diariamente.

Tudo isso sem contar seu método de busca. Você pode procurar um termo específico, ou cargo que deseja. Ao clicar em um perfil de empresa que está procurando, automaticamente a rede procura por pessoas que possam estar em sua rede de contatos ou na rede de seus colegas. Assim pode-se conseguir até uma indicação! Mas para que você tire o melhor proveito de tudo isso é necessário ter paciência e elaborar um ótimo perfil, sendo claro, objetivo, se atualizando e postando sempre conteúdo relevante, tornando-se cada vez mais atrativo dentro dessa rede.

Fontes e outras Informações: Techtudo, Portal R7, Escola Freelancer e Tappnews

Por Leandro Santos, Executivo de Contas
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Branding – Marcas e seu país de origem

Como a origem influencia na identidade e na percepção das pessoas?

Kapferer é um dos especialistas mais conceituados sobre brand management. Autor de livros como The New Strategic Brand Management, em um de seus estudos apresentou o “prisma de identidade de marca”. Como o nome já diz, nele é possível identificar atributos que compõem a identidade da marca, bem como características tângiveis e intangíveis que se encontram entre seu público interno e externo.

A Cultura é um dos pontos destacados por Kapferer na formação de uma identidade. Assim como as pessoas, as marcas possuem valores e crenças que as caracterizam e fazem parte de sua personalidade. Dentro desse mesmo contexto temos o país de origem de uma marca como influenciador em sua Cultura.

HAVAIANAS

“Toda a percepção é, de fato, resultado de uma cultura. Por cultura entende-se: sistema de valores e fonte de inspiração de marcas.” – Eduardo Tomiya no livro Gestão do Valor da Marca.

Um país é uma fonte rica para inspirar a criação de uma identidade, possuindo alguns valores importantes para construção de sua imagem e relacionamento com seu público.

1. Valores Sociais – Grupo e Normas de Conduta
A disciplina e o os objetivos coletivos são conceitos implementados na identidade da marca Toyota e presentes em seus princípios corporativos. Valores percebidos pelo público e identificados com a cultura japonesa.

2. Valores Antropológicos – Respeito à História, Crença e Costumes.
A Espanha é conhecida por suas grandes diferenças regionais e características que se diferem por suas comunidades independentes. O Supermerado Gadis, da Galícia (norte da Espanha), é um exemplo de marca inserida nessa autonomia regional e que assume valores regionais galegos em sua identidade, como a língua, culinária, e senso de pátria local resaltando seus costumes.

3. Valores Psicológicos – Comportamento e Sentimento Nacional.

“Alegria, ginga e humor” são alguns atributos reconhecidos por outras nações em relação ao Brasil. Esses valores e características nacionais também estão reunidos na personalidade da Havaianas, marca em processo de internacionalização que adota em seu discurso a “Brasilidade” como valor cultural.

A contribuição cultural dada pelos países às suas marcas é essencial na formação de uma personalidade consistente. Algumas marcas fazem da sua nacionalidade uma característica forte, e outras de menor notoriedade. Porém em algum ponto seus valores aparecem entre sua identidade e a percepção do público.

Bibliografia Recomendada:
The New Strategic Brand Management - Jean-Noël Kapferer, Kogan Page Publishers 2008.
Gestão do Valor da Marca – Eduardo Tomiya, SENAC RJ 2010.

Por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
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