4 Razões para Marcas não dependerem das Mídias Sociais na Comunicação

Este texto foi traduzido do post escrito por  no Blog Beyond PR, em 04 de abril de 2013.

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Eu não era a única profissional de mídias sociais que quebrou a cabeça e disse: “Sério?” Em resposta à decisão da SEC (Securities and Exchange Commision) de alguns dias atrás, que abriu caminho para que empresas públicas divulguem suas notícias por redes sociais. Acontece que eu estava em boa companhia, e assim como eu, muitos olharam para a decisão de forma “diferente”, incluindo Dan Primack da Fortune (Novas Políticas para Mídias Sociais estão aquém”).

Não me interpretem mal. Fundamentalmente, apoio marcas que usam canais sociais para se comunicar. Eu estou completamente convencida da eficácia das redes sociais como um meio para se comunicar com seu público-alvo.

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Mas também sei, através da minha experiência na gestão de várias mídias sociais na PR Newswire nos últimos dois anos,  as redes sociais não são canais de comunicação perfeitos. Por várias razões, eu nunca dependeria exclusivamente delas como principal canal de comunicação.

E aqui vai o por que:

  • Confiabilidade – Se você usa o Twitter, provavelmente já viu a “baleia de falha” que aparece quando o Twitter excede sua capacidade. Os usuários do Facebook têm problemas com sua API e atrasos na obtenção de conteúdo que é postado o tempo todo. Basta colocá-lo, você nunca saberá quando sua rede social cairá – ou até mesmo ficar paralisada. Podem me chamar de cínica, mas a Lei de Murphy diz que, em algum momento, você encontrará um problema de serviço logo quando mais precisar postar alguma coisa.
  • Serviços e Mudanças de Plataforma – Todas as redes sociais reservam o direito de fazer alterações em seus serviços e suas plataformas sem qualquer aviso prévio aos usuários, e alteram o jeito de se fazer as coisas. Ao longo dos últimos anos, temos visto as redes começarem e terminarem relacionamentos com os buscadores, mudarem a forma como o conteúdo do usuário é exibido e aumentarem os anúncios dentro do fluxo de conteúdo gerado pelos usuários. Todas essas mudanças têm afetado (em alguns casos de forma significativa) como e quando o conteúdo social é compartilhado e visualizado.
  • Gerenciamento de Feed e Algoritmos - Pode ser uma surpresa para alguns, mas a maioria das redes sociais empregam gerenciamento de conteúdo que seus usuários veem. Usando algoritmos, e através de seus feeds de notícias, tweet streams e atualizações que são exibidas aos usuários, trazendo à tona o conteúdo popular e / ou aqueles produzidos por usuários “populares”. Mensagens mais comuns são enterradas. O ponto é, não é por que a empresa está em uma rede social que terá a garantia de que seu conteúdo será visto por seus amigos/seguidores/fãs. Na verdade,  estará certa  de que relativamente poucos membros de seu público social vai ver a sua mensagem no momento em que é publicada.
  • Segurança – As redes sociais podem ser invadidas, e enquanto elas, obviamente, tentam se proteger, não é incomum vermos spams “jorrando” de contas hackeadas. As contas da empresa não estão imunes, e o risco aumenta se você cultivar um público influente e bem relacionado como analistas, blogueiros e jornalistas.

Se este post fez você “suar frio”, talvez seja uma boa ideia dar uma rápida olhada em alguns termos de serviço que as redes sociais nos obrigam a aceitar quando criamos uma conta. Nenhuma contém acordos sobre nível de serviço e suas garantias, geralmente aplicados em serviços pagos. (Nota: PR Newswire é um fornecedor pago. Nós construímos segurança e garantias para o que fazemos, e consideramos o prazo das exigências).

Acho ótimo que as empresas possam usar as redes sociais no seu mix de comunicação desde que de forma segura. E que as marcas precisam ser cautelosas sobre se tornar autossuficientes em redes sociais, pensando que elas não têm garantias e nenhum controle real nesse universo.

 é Vice Presidente da PR Newswire de Marketing de Conteúdo, e é Autora do e-book “Unlocking Social Media for PR.”

Fonte: Blog Beyond PR

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Assistente de Comunicação e Marketing
PR Newswire

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