Que tipos de vídeos se tornam virais no Youtube?

Postado originalmente em 09 de agosto de 2012 por Gena Sabin, diretora de negócios multimídia da MultiVu, no Blog da PR Newswire USA.

Assim como há diversos tipos de mídia, existem também várias maneiras que uma informação pode ser difundida, dissecada e analisada. Assim, o engajamento multimídia pode ser discutido por meio de abordagens infinitas.

Em um dos últimos esforços para obter uma luz sobre o tema, o Pew Research Center  lançou um estudo sobre os vídeos de notícias mais populares carregados e vistos no YouTube. O objetivo foi analisar algumas características concretas destes vídeos no canal de  Notícias e Política do YouTube, levando em conta o que foi mais “viral” a cada semana ao longo de um período de 15 meses (janeiro de 2011 a março de 2012). Alguns dos principais achados incluem:

  • Pessoas comuns (não jornalistas ou veículos de comunicação) postaram perto de 40% do conteúdo.
  • Enquanto muito destes 40% foram originalmente produzidos por um veículo de comunicação, uma porção significativa não foi creditada corretamente.
  • Os vídeos mais populares (“viral”) focam em controvérsias, eventos desastrosos e ocorrências bem humoradas.
  • A duração dos vídeos populares varia desde menos de um minuto para mais de 15 minutos.
  • Uma grande quantidade destes conteúdos populares vai ao ar cru, sem edição.

Isto realmente mostra as diferenças entre os hábitos de ver TV e assistir a conteúdo online. Você consegue se imaginar vendo uma história mais longa que 2 ou 3 minutos num telejornal? E que tal um vídeo cru, sem edição? Conteúdo postado por pessoas comuns (Jornalismo cidadão) parece ser bem aceito quando se trata de notícias exclusivas e/ou chocantes, mas o consenso mostra que mais quesitos são necessários para fontes oficiais de notícias, além das diretrizes atuais do Youtube.

Outro ponto notável é que enquanto o YouTube contém uma grande parte dos vídeos online populares e audiência internacional, o site não é o único destino para vídeos de notícias, especialmente para o público dos Estados Unidos (apenas 30% do tráfego do YouTube é baseada nos EUA).

Seria interessante ver como se comportam algumas destas tendências em outros canais do YouTube, e talvez em outros sites de vídeo como o Vimeo ou Treemo. A definição de “notícias”, sem dúvida, evoluiu durante os últimos anos, assim como “jornalista”, “marca”, “marketing” e “RP”.

Traduzido por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

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