Xuxa ganha a mídia com sua revelação e sobe para o topo do ranking

Qualquer jornalista, site ou blogueiro interessado em obter mais informações sobre o assunto poderá entrar em contato pelo email atendimento@prnewswire.com.

Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Episódio 5 – Agora, mais perto de você!

Seria comum encontrarmos o título acima como o de um capítulo de um livro ou como sequência de um seriado de TV, pois esta colocação traz a expectativa e a percepção de ação num processo de continuidade. Mas você consideraria aplicá-lo em um Press Release? Não? Parece soar fora do tom? Espero que sim!

Press Releases são distribuídos tradicionalmente em sua maioria com um foco e abordagem de uma comunicação pontual, seja tema de anúncios de resultados financeiros e operacionais ou estratégicos, como fusões e aquisições de empresas, e tudo vai bem obrigado nesta questão.

Todavia, o mercado atual, de alta competitividade, exige esforços cada vez maiores das equipes de comunicação, relações públicas e marketing, num constante esforço de buscar alternativas para capitalizar seu produto e marca no mercado. E nesse sentido, os releases tradicionais causam pouco impacto no atingimento destes resultados, pois são pontuais, formais e baseados em números, ou seja, sem emoção.

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A inclusão social e as mídias sociais são hoje o carro chefe de qualquer grande campanha de comunicação, e esse público, crítico e exigente, busca informações que criem, na realidade, a tão almejada fidelidade, que hoje está muito além de planos de descontos e facilidades técnicas e promoções. O consumidor mais do que nunca, cria uma empatia e uma ligação emocional que é construída a partir da identificação pessoal com a mensagem da corporação.

Surge a oportunidade de então contarmos a nossos clientes quem somos, o que pensamos e o que realmente fazemos dentro e fora de nossas corporações. Nossa história, que passou, a que está acontecendo neste momento e os casos de ficção que almejamos atingir no futuro. Como num filme, novela, seriado ou num bom livro, cada capítulo ou episódio agrega valor, provoca emoções, enfim integra-se socialmente.

Se por um lado as colunas corporativas de jornalistas especialistas são formais e baseadas em fatos e números, seus blogs, twitters e podcasts baseiam-se em impactos e percepções, opiniões e reações diversas que atingem o dia-a-dia de seus consumidores e investidores, histórias e estórias, partes de seu mundo corporativo agora compartilhado com seu público.

Você tem contado a sua história ?

Por Roberto Hindrikson
Gerente de Vendas,  América do Sul
PR Newswire

Seis erros que podem afundar a visibilidade de um Press Release

Post originalmente publicado no blog da PR Newswire USA em 19 de abril de 2012

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O Press Release é uma ferramenta importante e (apesar de muitos anuncios prematuros sobre seu fim) continua sendo atualmente um dos formatos mais populares de comunicação para os profissionais de Relações Públicas. Dito isto, todos podemos concordar que nos últimos anos – ou nos últimos meses mesmo – temos visto uma enorme mudança no modo como a informação é consumida. Para garantir que seu press release seja eficaz em atingir o atual público conectado, evite alguns erros comuns que podem afundar a visibilidade da sua mensagem.

Os seis erros que redatores de Press Release podem cometer:

1. Falta de foco: Muitos redatores cometem o erro de tentar emplacar temas demais em uma única mensagem, com a intenção de apelar para vários públicos.

Aqui está o problema que uma mensagem fora de foco pode criar. As pessoas buscam informações específicas e motores de busca baseiam-se nisto. Conteúdo sem foco é susceptível de cair no esquecimento em redes sociais, terminando por não ser compartilhado. Além disso, é provável que os algoritmos do Search Engine – que são destinados a analizar o conteúdo de uma página e categorizá-la de acordo com sua informação – concluam que o conteúdo é efetivamente sobre “nada” quando o foco do texto está muito enfraquecido.

2. Escrita sem naturalidade: Começando pela abertura do press release (ex: Companhia XXX, provedora global e inovadora de classe mundial…”) até as aspas padrão de executivos declarando sua empolgação sobre alguma novidade de mercado, muitos textos são a antítese do modo de escrita natural e interessante.

Jargão duro e “linguagem corporativa” desaceleram (e desligam!) leitores e distanciam o público da sua organização por serem menos relacionáveis. Jornalistas concluem “Nada de novo aqui …” e clicam em delete e os leitores mal conseguem chegar à metade do lead. Além disso, os motores de busca são incrivelmente bons em detectar a linguagem natural, e recompensá-lo. Conteúdo que é muito “estilo máquina” pode ser penalizado.

3. Formatação unidimensional: Muitas notícias são escritas para serem lidas em uma folha de papel e não um ambiente fluido e interativo.

Blocos de texto e a falta de links interativos e botões de compartilhamento atrapalham as mensagens chave e colocam os leitores em uma armadilha. O simples ato de incorporar um link ao texto cria um chamado para a ação, convidando seus leitores a dar um próximo passo e visitar a página da web que você sugere. E pequenas mudanças de formatação como usar listas e cabeçalhos em negrito capturam a atenção quando o público bate o olho no conteúdo e torna mais fácil para os leitores conectados a discenir mensagens chave e compartilhá-las em suas redes sociais.

4. Títulos longos e densos: Títulos existem para chamar a atenção, não para contar toda a história ou reforçar um exercício de marca. E o papel de um título está ainda mais importante hoje, porque uma boa chamada pode despertar o interesse e influenciar no compartilhamento de um conteúdo, além de ajudar os mecanismos de busca a indexar seu conteúdo corretamente.

Quando escrever um título, considere alguns fatos:

  • Mecanismos de busca não indexam além do que 65 caracteres de sua chamada. (Um estudo feito por Hubspot e PR Newswire indicou que um título ideal tem 120 caracteres para leitores e usuários do Twitter).
  • Títulos com números inclusos angariam mais leitores (do mesmo estudo Hubspot/PRN).

Nosso conselho:

  • Escreva um título em torno de 120 caracteres (não mais, você quer deixar um respiro para quando ele for postado e repostado no Twitter).
  • Coloque a sua mais importante palavra-chave nos 65 primeiros caracteres do seu título de 120 caracteres.
  • E para todos os efeitos, se possível, coloque um numeral no seu títulos (Por que você acha que este post foi nomeado desta maneira?).
  • Finalmente, se você necessita de mais detalhes, use um subttítulo.

5. Muitos links inseridos: Antes de sair adicionando links inspirado pelo item #3, preste atenção a esta ressalva. Um link ou dois em um press release é ótimo, mas muitos links no texto podem trazer conseqüências negativas à visibilidade do conteúdo.

Conteúdo que é salpicado com hyperlinks é o equivalente àquele vendedor com um alto-falante ou aquele apresentador do canal de vendas que gesticula e fala freneticamente. Eles são irritantes. Pior, mecanismos de busca estão prestando cada vez mais atenção aos links de um conteúdo e muitos links embutidos podem sinalizar seu comunicado como um spam e eliminá-lo dos resultados de busca. Não seja ganancioso. Insira um link – ou dois, se você acha  absolutamente necessário – em cada um comunicado de imprensa. É isso. Não mais. Links em comunicados de imprensa devem prestar um serviço, não ser uma distração.

6.Visual. A importância dos recursos visuais nas campanhas de RP e press releases não podem ser exageradas, mas a maioria dos press releases divulgados por agências de notícias comerciais hoje são ainda textos simples, apesar dos press releases com acompanhamento visual gerarem melhores resultados.

Por que isso é um problema: Google e Facebook ambos dão mais peso para conteúdo visual em seus algoritmos de classificação, razão pela qual imagens e vídeos sobem para o topo dos resultados de busca e feeds de notícias do Facebook. Além disso, muitas redes sociais populares como Pinterest e Instagram são baseadas em imagens. Sem um visual, o seu conteúdo não estará disponível para estas audiências maciças e engajadas.

Se você está enviando seu comunicado de imprensa a uma lista de meios de comunicação, colocando-o em seu site ou planejando distribuí-lo globalmente em um serviço wire, evitar esses erros irá ajudá-lo a conquistar uma melhor visibilidade para a sua mensagem – e a alcançar resultados para seus esforços .

Sarah Skerik é vice-presidente de Mídia Social na PR Newswire USA e autora do e-book gratuito Unlocking Social Media for PR.

 

Traduzido por Camila Conte, Coordenadora de Relacionamento com a Mídia
PR Newswire

O que as penalidades de excesso de otimização do Google significam para RP

Texto originalmente publicado como What Google’s Over-Optimization Penalties Mean For PR no Blog da PR Newswire USA em 20 de abril de 2012 de autoria de Sarah Skerik

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Rand Fishkin da SEOmoz oferece conselhos para pessoas que escrevem press release prestar atenção e evitar as penalidades de excesso de otimização que o Google anunciou.

Sarah Sherik vice-presidente de Mídia Social da PR Newswire resume os pontos principais das dicas de Rand Fishkin e descreve as implicações dessas penalidades para RP.

1) Texto com repetições de palavras-chave: O texto precisa ser autêntico, e precisa soar como escrito por humanos, para humanos. Repetir palavras-chave toda hora e frases não naturais é como acionar “sinal vermelho”.

Implicação para RP : Escreva texto e título que tem como principal objetivo capturar o interesse de sua audiência e transmitir sua história.

2) Links manipulativos: Links internos utilizando o mesmo texto âncora várias vezes não é favorável (o primeiro link é o único que conta). Use a lógica, links consistentes, link com diferentes URL, e use link que você queira que as pessoas realmente acessem.

Implicação para RP: Quando você distribui seu press release ele de fato se torna uma página na web. Use – mas não excessivamente – link de texto âncora em seu press release, mas use-o como um serviço de leitura, fornecendo uma chamada para ação ou mais informações detalhadas. Mantenha o mínimo de links – um ou dois por press releases.

3) Rodapés com vários links: ou mais especificamente um monte de links no final do texto com o único objetivo de otimizar sua página para determinadas palavras-chave, o que acaba se tornando algo que ninguém realmente clicaria. Isto é tática de uma década atrás.

Implicação para RP : Mantenha o mínimo de links, em torno de dois. Resista ao desejo de adicionar listas de links em seu press release.

4) Texto construído com mecanismo de bloqueio: Spammy bloqueia o texto que tem como única finalidade colocar a palavra-chave no texto. Isto afasta as pessoas. É perigoso por que proporciona uma experiência sem consistência.

Implicação para RP: Proteja-se contra qualquer texto que é crivado de palavras-chave incluindo seu “boiler plate”. Por que a maioria dos press releases inclui o mesmo “boiler plate” várias vezes.

5) Um grande número de páginas focando em palavras-chave similares com uma leve variação entre elas, mas que é essencial para o mesmo conteúdo. O que Rank quer dizer é que têm páginas em website que essencialmente dizem a mesma coisa, mas que têm variações leves nos títulos e nas palavras-chaves.

Implicação para RP: Se você usa um modelo para seu press release, isso pode ser um problema, especialmente se tem uma pequena variação em seu título ou em todo corpo do release. Com ênfase nos dias atuais da escrita natural, é provavelmente o momento para abandonar desse modelo. Para finalizar tenha certeza de escrever um título e lead novo, e mude um pouco do corpo do texto.

Basicamente, Sarah aponta cuidados para que os profissionais de comunicação tenham ao escrever press-releases de uma forma mais natural, sem muitos links ou palavras-chave. A idéia é concentrar-se mais na audiência e criar conteúdo de qualidade para pessoas lerem e não máquinas.

Vídeo recomendado (em inglês): 6 Changes Every SEO Should Make BEFORE the Over-Optimization Penalty Hits – Whiteboard Friday

Por Erika Macknight, Editora
PR Newswire

Google+ versus Facebook – A disputa continua

A passos lentos, mas com grandes investimentos, o Google está lutando para alcançar seu rival e para aumentar o número de acessos. No último dia 11 de abril, a rede social passou por algumas mudanças estratégicas e ficou bem parecido com o Facebook. Atualmente o Google+ está com 170 milhões de acessos contra o concorrente que tem aproximadamente 845 milhões.

As mudanças:

- Bate-papo: agora no lado direito, foi colocada uma janela com seus contatos para conversar, mostrando quem está off-line, ocupado e até ausente. A diferença entre o bate-papo do Facebook é que a rede prioriza quem está on-line e não por “afinidade”.

- O G+ também colocou algo parecido com a “foto de capa” que tem no Facebook, mas ao invés de ser em cima, na rede do Google, ela fica à direita e você ainda pode colocar uma seqüência de imagens (caso você prefira).

- As postagens ou atualizações estão agora separadas por grupos na parte superior como por ex: amigos, trabalho, todos e etc. Assim como os grupos (para quem está em algum) no Facebook.

- Inspirado no Twitter, o Google+  lhe dá sugestões de pessoas que são assuntos no momento para você segui-los.

- Os menus que antes eram no topo foram colocados ao lado esquerdo e você pode alterá-los na ordem que mais lhe convém.

Mas o Facebook também não ficou parado e no último dia 9 de abril, antes mesmo das modificações do G+, comprou o Instagram pelo preço de 1,8 bilhões de dólares. O aplicativo de fotografias possui suporte para as plataformas IOS (produtos da Apple), quanto para Android (Google).

A compra foi feita com o intuito de melhorar o serviço de fotos em dispositivos móveis. Mas Zuckerberg (criador do Facebook), diz que não fará grandes alterações no software adquirido.

E o que você acha dessa disputa? O Facebook irá se distanciar mais ainda do seu concorrente ou o Google+ conseguirá se popularizar com suas atualizações a ponto de brigar com menos desvantagens?

Leandro Santos, Executivo de Contas
PR Newswire

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