Sempre no Topo do Humor – Chico Anysio é o artista mais comentado na mídia de 29 a 25 de março

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Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Sociedade “emburrecida” ou sociedade modificada?

“Ou todos os problemas do Brasil foram resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas. Porque não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção do país inteiro… Luiza já voltou do Canadá e nós já fomos mais inteligentes”. Essa polêmica frase sobre a ascensão na imprensa de possível estupro de vulnerável no ‘BBB’ e da estudante Luiza que estudava no Canadá, pode muito bem representar o pensamento de muitos brasileiros em relação às principais notícias do país em 2012. No entanto, tal declaração tomou grandes proporções por se tratar da abertura do Jornal do SBT há quase dois meses. Febre no You Tube (mais de 4 milhões de visualizações) e no twiter (principal trend topic), a declaração do jornalista Carlos Nascimento foi  alvo de críticas e denota uma reflexão por uma questão mais profunda que está em alta, ou pelo menos deveria atualmente. De fato, já fomos mais inteligentes?

A grande questão que envolve toda essa polêmica é qual é o retrato da sociedade atual. O público hoje é cada vez mais ávido pelo consumo, e cada vez a imagem e aparência significam mais. Com isso, é latente o culto pela “celebridade”, não apenas por aquela que tem o glamour, mas também por aquela simplesmente “fabricada” ou alçada à “celebridade” imediata, com duração de pouquíssimo tempo. Hoje alguém ainda lembra da tal Luiza? Tomamos como exemplo também a grande popularidade de realities shows e novelas. Qual é o segredo desse sucesso? O primeiro fato é bem simples, a mais pura identificação. Eu me vejo na TV, com histórias que poderiam estar sendo vividas por qualquer um. Os realities também se encaixam nesse contexto. Poucas pessoas se colocariam numa exposição em rede nacional, mas gostam de assistir o que o outro faz em sua intimidade. E mais que isso, ao ter poder de voto, se sentem inseridos na programação. Esse é o novo retrato, que tem impactado diretamente no que é consumido como mídia.

Os impactos das redes sociais na imprensa

Todo esse movimento ganhou outras proporções com a inclusão das redes sociais. Antes, era o papel da mídia definir o que era notícia e o que seria discutido nos bares e nas casas de cada família. Hoje, ela não faz mais isso sozinha. Qualquer tema, por mais incomum que seja, ganha notoriedade nas redes, sai desse ambiente virtual e chega até o real, também virando notícia na própria mídia, como os casos citados por Carlos Nascimento. É a mídia perdendo o poder ou, pelo menos, se entregando ao mercado de consumo, da venda. Na busca por audiência e com a diminuição pela procura da mídia impressa, aos poucos, a pauta dos principais jornais não são mais apenas política, corrupção, economia. O público se “cansou” dos mesmos casos de corrupção e das mesmas “tragédias”. Hoje, o consumo do “prazer”, do que alimenta a curiosidade, tem ganhado espaço, e a mídia está acompanhando.

As redes sociais são o retrato da sociedade, da grande cultura de massa, que hoje tem sede pelo novo, pela curiosidade do que o outro está fazendo, e que ainda é moralista, como nas fortes críticas a Carlos Nascimento, por questionar, por provocar o público e simplesmente levar as pessoas e a mídia a refletirem sobre a “grande” relevância, por exemplo, da Luiza do Canadá.

O desejo do povo, da massa, obviamente se modifica com os anos e décadas. Mas a grande mudança observada é na questão “enfrentadora” e “questionadora” da mídia, essa sim, parece ter sucumbido quase que totalmente aos interesses das leis da oferta e demanda. É bom saber que ainda existem jornalistas que questionam os rumos que a imprensa e a sociedade estão tomando, independente dos interesses comerciais.

Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Luta Contra o Câncer na Mídia – Gianecchini é Campeão!

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Facebook + Jornalistas: como usar

O rápido crescimento do Facebook no mundo e, particularmente no Brasil, não poderia deixar de atingir a mídia. Além do compartilhamento de conteúdo – que impulsionou, por exemplo, o tráfego em sites de notícias, o FB também pode ser um recurso à mão para jornalistas que queiram entrar em contato com suas fontes ou com assuntos de seu interesse.

Buscando suas fontes

Um dos grandes trunfos do Facebook é poder encontrar cadastros com informações completas de pessoas. Jornalistas podem, sim, usar o FB para aproximar-se de suas fontes. A busca da rede, permite, inclusive, selecionar interesses por cidade, local de trabalho e instituição de ensino. Mas é preciso ter bom senso: ao abordar um contato, identifique-se de forma direta e profissional e nada de insistência neste ambiente. Funciona na vida real, funciona na vida virtual.

Assinando contatos

Com o recurso de assinaturas, é possível receber atualizações de um contato, mesmo que este não tenha autorizado um laço de amizade. O mesmo funciona para as páginas de empresas ou pessoas influentes. Assinar um contato pode ser uma maneira discreta de estreitar um laço.

Informações em grupos

Participar de grupos no Facebook pode ajudar a conseguir informações e fontes para uma reportagem. Os grupos reúnem pessoas debatendo um mesmo interesse, o que facilita a identificação de prováveis fontes dentro de um cenário específico.

Dica importante

Ricardo Sangion, Gerente de Expansão do Facebook no Brasil, disse em palestra no último Media On,em São Paulo: “É importante que o jornalista deixe claro em seu perfil as informações do lugar onde trabalha. Isto vai gerar confiança na fonte quando abordada”.

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Facebook para jornalistas


Por Camila Conte, Coordenadora de Relações com a Mídia
PR Newswire

Apple revela “Novo iPad”, e logo teremos mais filas

Tablet revelado esta semana tem resolução como seu principal destaque. 

Desde sua primeira edição, o iPad tem sido o terror de seus concorrentes. O produto da Apple lidera com folga o segmento de tablets e conquista cada vez mais consumidores, seja por causa de sua qualidade ou da legião de fãs que faz questão de enaltecer os produtos da Apple por onde vão. Mas por que esta nova versão, revelada nesta semana, atraiu tanto a atenção da mídia?

O Novo iPad (sim, foi esta a denominação dada pela Apple) tem como principal destaque sua resolução de imagem, com absurdos 2048×1536 pixels. Em outras palavras, o tablet consegue exibir 3,1 milhões de pixels por 9,7 polegadas de tela. E isso é assim tão incrível? Sim, é. Repare na imagem divulgada pela Apple onde a empresa faz uma comparação com a tela de HDTV.

 Imagem: Getty Images

Outro ponto interessante de se notar é que a resolução do novo iPad coloca o tablet no mesmo patamar de qualidade de imagem de outros produtos da Apple. As versões anteriores não conseguiam exibir um desempenho do mesmo nível do iMac, por exemplo. Além da resolução, o Novo iPad carrega um processador A5X, que já é capaz de agüentar a demanda gráfica do eletrônico. A mudança para o modelo anterior é a solução gráfica de quatro núcleos.

Imagem: Apple

A câmera do Novo iPad também evoluiu: 5 megapixels contra 1MP do antecessor, apresentando uma lente com cinco camadas e capacidade de gravar vídeos em 1080p. Prepare-se para ver pessoas usando o tablet como câmera de vídeo. Ainda não há datas e preços definidos para os diferentes modelos do iPad, mas já podemos prever as habituais filas quilométricas se formando quando o tablet chegar ao mercado.

Thiago Fonseca, Executivo de Contas
PR Newswire

Grazi Massafera – Brilhando no topo do ranking à espera de Sofia

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Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

A Força das Redes Sociais – Do Céu ao Inferno

Desde sua criação, é comprovada a grande popularidade das redes sociais. Elas proporcionam reencontros entre velhos conhecidos, maior interação, possibilitam saber o que as pessoas estão fazendo e até conhecer um pouco mais da intimidade de seus ídolos. O fato é que essas redes oferecem hoje muito mais que isso. Um vídeo inusitado ou um comentário polêmico podem gerar uma repercussão que ultrapassa os limites da internet.

Isso já se tornou parte da rotina diária dos adeptos das redes sociais, quando um simples post toma outras proporções. No caso mais recente, temos a Luísa do Canadá. Há tempos atrás nunca uma menina ganharia tanta repercussão e seria alçada a “celebridade” por um comercial no qual ela nem aparece. Outro caso notório é a propaganda do Itaú. Sucesso no Youtube, o vídeo com o bebê gargalhando após o pai rasgar as contas foi comprado pelo banco e gerou outro comercial dizendo como tudo aconteceu. Ainda vale destacar o comercial da Nissan com os pôneis malditos, sucesso na TV e na internet. Essa é a nova realidade, simplesmente qualquer coisa sem muito critério pode fazer sucesso e ganhar notoriedade nas redes. Porém, há o outro lado da moeda.

A Internet e a Programação Televisa

A novidade é o quanto a voz do público ganha um importante papel na programação televisiva. Como se não bastassem as pressões internas e a busca pela audiência, as emissoras também têm que lidar diariamente com a opinião pública via redes sociais, o que gera um boom na Internet e deixa os canais de TV na mira dos internautas.

Há alguns anos é levantada a questão se muitos realities shows ultrapassam a linha entre o bom e o mau gosto, muitas vezes explorando a sensualidade e o sexo em busca da audiência. A questão é que estes são programas que aparentemente “todos amam odiar”, uma vez dada a popularidade do formato. O contexto deste tipo de programação começou a ser alterado pela força das redes sociais.

Em 2011, no programa A Fazenda, reality show de “pseudo” celebridades, uma das participantes, Duda Yankovich, agrediu Thiago Gagliasso após uma brincadeira. O fato passou quase despercebido, até virar a principal notícia do Twitter e outros sites, com o público aclamando a expulsão da ex-lutadora. Fato consumado. A emissora expulsou a participante. Poderia ter feito isso sem a aclamação do público? Claro. Mas sem a força das críticas do povo, provavelmente o canal tomaria outra posição. Arcar com a perda de audiência e arranhar sua imagem não é desejável a nenhum canal de televisão.

No caso mais recente, temos o BBB. Em uma das madrugadas de uma festa do programa, #danielexpulso se tornou o principal trend topic, no qual internautas acusavam o participante de estupro dentro da casa. Verdade ou não, a notícia tomou conta dos jornais por duas semanas e por mais que o fato não tenha sido comprovado, o “brother” foi expulso. Os internautas passam a ser os “vigias” do público, por onde nada passa em silêncio. Rafinha Bastos é outro que sofreu na pele a fúria do público, e acabou afastado da Band por polêmicas declarações.

Esses casos exemplificam cada vez mais a importância do movimento nas redes, que podem levar ao céu ou ao inferno. E mais que isso, hoje as redes sociais impactam diretamente no que vão assistir e como querem assistir seus programas. As emissoras que não são bobas, já começaram a escutar.

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia
PR Newswire

Top Cast PR Newswire: Sabrina Sato é a celebridade mais comentada pela imprensa em fevereiro de 2012

A apresentadora do “Pânico na TV” vem à frente de Reynaldo Gianecchini, Adriana Birolli, Sheron Menezes e Sophie Charlotte.

Em mês de carnaval, Sabrina Sato reina absoluta na imprensa dentre as rainhas de bateria. Durante as últimas três folias (2010, 2011 e 2012), a apresentadora liderou o ranking das saradas do carnaval na mídia, tendo um deslize em 2011 apenas para Ariadna (‘BBB11’), cuja sexualidade rendeu mais notícias. Mesmo com o Carnaval liderando o noticiário do país, a luta contra o câncer de Reynaldo Gianecchini foi capa de uma das principais semanais do país e colocou o galã no 2º lugar do ranking de exposição na mídia, acima das demais musas.

Graças ao samba no pé de Sabrina, é a primeira vez em mais de um ano que uma “não-global” alcança o topo da lista. O último que conseguiu a façanha foi Silvio Santos, em dezembro de 2010. Mesmo perdendo o primeiro lugar, a principal emissora do país continua alçando seu “Casting” na imprensa, seja pela vitória de Reynaldo Gianecchini contra o câncer, pela popularidade de Adriana Birolli em ‘Fina Estampa’, ou pelo samba no pé das musas Sheron Menezes e Sophie Charlotte. Danielle Winits também aparece entre as 10 primeiras em função do acidente no musical “Xanadu”. Mesmo eliminada com altíssima rejeição no “BBB”, a polêmica Laisa conquista as página da imprensa (11º lugar).

Equipe de Auditoria de Imagem
PR Newswire 

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